terça-feira, 31 de agosto de 2010

Letra e Música...

Essa é uma história totalmente baseada em fatos reais e que pode ser comprovada por quem é de Vinhedo (ou Valinhos!!). Risadas são garantidas por alguns pontos – absurdos – da história.

Era uma vez uma escola em Vinhedo que inventou a obrigatoriedade de cursos extracurriculares em horário oposto ao das aulas. Isso significa que eu e minhas super amigas estávamos condenadas a ficar na escola toda santa quarta-feira o dia inteiro. As opções eram pintura, fotografia, marcenaria e coral. (Essa é a hora que todo mundo de Vinhedo começa a rir porque sabe qual é a história que virá...)

Eu escolhi fotografia, baseada sabe-se lá em qual argumento. O resto do meu grupo se dividiu em pintura e coral. E lá fui eu para a minha aula de foto. E, no primeiro dia, decepção... não sei se me senti sozinha ou se não fui com a cara do professor Girafales, mas fato é que eu odiei. Saí da aula direto para a sala da coordenadora implorando para entrar para o coral (explicação: todas as minhas amigas estavam lá). A Dani, que era a nossa coordenadora e super boazinha, deixou que eu entrasse, mesmo que as vagas estivessem esgotadas. Acho que a fama de chorona que eu tinha na escola ajudou a convencê-la.

Na outra semana, lá estava eu na aula, junto com as minhas amigas. Na verdade, não estava muito ansiosa pela aula em si, mas queria conhecer o professor que, segundo minhas amigas, era maravilhoso.

(Pausa para minha análise: vamos lembrar que eu tinha 16 anos e nosso conceito de maravilhoso era bem diferente do que é hoje)


Entrei na sala de coral...nada de novo. Tá, tinha um piano na sala de aula, mas fora isso, nada de especial. Até que ouvem-se alguns suspiros das meninas que estavam perto da porta. E eis que entra o professor de coral. Era a hora que as meninas,sempre matracas, calavam a boca. Fato é que todo mundo era semi apaixonadinha por ele.

E seguiram as aulas...eu e as minhas amigas sempre tivemos o dom de fazer amizade com os professores. Amizade de fazer um jantar na casa da professora de redação,entendem? E aí acabamos ficando todas amigas do professor de música.

Agora, leitores e leitoras, pensem numa pessoa que entende de redação e ainda sabe compor uma melodia. Assim era nosso professor. Ou seja, galanteador do primeiro fio de cabelo até a última unha do dedo do pé esquerdo.Ele dava aula numa faculdade e a fama que tinha lá era: Não faz xixi em pé, usa saia e não é escocês, ele pega. Era mais ou menos por aí...

E aula vai e aula vem...a amizade com o professor continuou e ele tinha nossos msns e e-mails. Aí começam as confusões. Ele dava em cima, descaradamente de mim e de todas as minhas amigas. Começou comigo (acho eu,nem me lembro...todo mundo teve a chance de ser “A Favorita”) e foi indo, indo, indo...

Lembro que, para mim, ele disse que havia sonhado comigo, cantou uma música na frente de toda a sala (sim, eu acabei odiada por todas que não eram minhas amigas...aliás, eu e minhas amigas éramos odiadas) e começou com conversas fiadas no MSN.

Resumindo a missa: apenas uma de nossas amigas (que não era tão amiga minha assim) acabou caindo na conversa dele. Eles ficaram algumas vezes e, nessa época, eu achei absurdo ela ter caído na rede dele. Vou confessar: tive uma paixonitezinha por esse professor mas ele era tão galinha e tão criança que eu acabei nem dando trela para a conversa dele.

No dia do aniversário das gêmeas, a gente resolveu (a gente = minhas amigas e eu) fazer uma festa surpresa para elas...na casa do professor. Chegamos lá e a menina estava já na casa dele (detalhe...se a gente tinha 16,ele tinha 28 anos). Organização da festa acontecendo eu – idiota! – resolvo anunciar que estou com fome. O professor diz: Vou comprar uma pizza!. E...me pega pela mão e diz:Vamos,Tati. Eu,claro,fiquei passada...a menina ficante me olhando com aquele meigo olhar de “Vamos brincar de Isabela Nardoni? Eu sou a madrasta e você é a Isabela”. Acabei indo com ele, já que o dito cujo me puxou e saiu me levando.

Quem me conhece sabe como sou delicadinha...fui com a cara mais fechada do mundo e fui fechando cada vez mais. A simpatia em pessoa! Nesse dia, durante a festa, a ficante acabou ficando com um amigo nosso. (Isso é história para outra hora...)

Anos se passaram... o professor sumiu da nossa vida. Até que, dez anos depois, ele me acha no orkut e volta a falar comigo. Diz que nunca me esqueceu, que acha que deveríamos sair e coisa e tal... Mas,como diz o ditado, “pau que nasce torto nunca se endireita” e ele continuava o mesmo Peter Pan de sempre.

Nosso contato acabou com uma carta mal-humorada (dele) e uma resposta mal-educada (minha). Mas ficou uma letra de música que achei no site dele. O nome: Tatiana. (Fui procurar a letra, mas saiu do site dele...hahahahaha. Acho que por revolta...)

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

História para alegrar o coração...2

Esse post poderia ter vários nomes... “O casamento dos meus melhores amigos” ou “A história que me faz acreditar que ainda há esperança” ou ainda vários outros...mas escolhi o original mesmo então, me perdoem a “falta de criatividade”

A Claudia e o Leandro são meus amigos há quase cinco anos, acho eu. Não tenho muita noção de tempo. Conheci a Clau quando eu dava aula no CNA. Ela entrou para ser a nova coordenadora e confesso que, no começo, acho que uma não ia muito com a cara da outra. Um episódio no trabalho bastou para que, de uma conversa madura, nascesse essa amizade que – sim!, apesar de comentários – é sincera. Hoje ela é uma amiga muito querida que me está sempre por perto, apesar da dificuldade em nos encontrarmos. Mas ela sabe que mora no meu coração.

Bom,vamos ao que interessa...

A Clau e o Leandro se conheceram aos 16 anos por uma obra do destino...ele tinha sido reprovado no primeiro ano (baaaad,Lê...veeery baaad) e a Cláudia tinha sido expulsa da outra escola (casal punk? Não...imagina...)

Pausa para o PS: Cauê e Morgana...se vocês forem expulsos ou reprovarem na escola eu sou testemunha de que brigas e castigos não poderam existir, afinal...olha a genética!!

Enfim...os dois acabaram estudando na mesma sala e a amizade começou. Amizade mesmo, sem atração por nenhum dos lados. Passagem de tempo.... um ano depois ele fez um churrasco para apresentar a namorada dele. (Comentário da Clau: mega patricinha, sobre a menina...). Sabe aquele filme da Julia Roberts, “O casamento do meu melhor amigo”? Acho que deve ter sido parecido porque quando ela conheceu a menina, a fulana a abraçou e disse que seriam melhores amigas porque o Leandro só sabia falar da Claudia. Mini passagem de tempo. Término do churrasco, a menina vai embora e sobram Claudia e Leandro. E a bebida,claro. Os dois, movidos pelo alto teor alcoólico e – análise minha – paixão reprimida, acabaram juntos. (Leia-se: foi a primeira vez dela!).

Relato da Clau: No dia seguinte, depois de dormir no quarto da irmã dele, ela acordou e percebeu duas coisas:

1 – Ela amava o Leandro
2 – Ela ia se magoar

Para resolver a situação, ela brigou com ele. Ele mudou de escola. Eles ficaram cinco (CINCO!!!!) anos sem se ver. Nesses cinco anos ele ficou com ela,num relacionamento iô-iô. (Já escrevi sobre isso. Clique aqui para ler). A Claudia, nessa fase, ficou com todos e não ficou com ninguém. Mais ou menos por aí mesmo... segundo ela, virou Samantha. Maaaaas...cada vez que escutava “So far away”, do Dire Straits (música deles), ela se lembrava do Leandro.

Em 2002,no segundo jogo do Brasil na copa, toca o telefone. Quem era do outro lado da linha?? Leandro. Ele a convidou para assistir ao jogo com ele.

(Pausa para meu comentário: Hello...depois de cinco anos sem contato nenhum você chamou a Clau para ver futebol? Ainda bem que deu certo ou então você estariam chorando até hoje...)

Era óbvio que ela tinha medo de se apaixonar novamente. (Minha análise: ela nunca tinha se desapaixonado...o medo era que esse sentimento voltasse, isso sim). Mas foi. Conversaram a noite toda e...

...na semana seguinte ela foi para o Texas, onde ficou devidamente trancafiada escrevendo e-mails para ele. Voltou em Agosto daquele ano. Em novembro os dois compraram apartamento. Se casaram em 2004 (cerimônia indiana, chiiic!). Em 2005 nasceu o Cauê. Em 2008 nasceu a Morgana.

Oito anos se passaram desde o jogo da Copa. E cá estão eles, super felizes!

Isso me faz pensar que nada realmente acontece por acaso. Talvez se tivesse ficado juntos aos 16 anos, não teria dado certo. Talvez eles precisassem de um período afastados para perceberem que queriam ficar juntos. Talvez....são tantos “talvez”.

Fato é que não tem um dia desde que conheci Mr.Right que não me lembra da Claudia e do Leandro. Sempre peço a Deus que essa minha história tenha um final tão feliz quanto a desses dois...


Amo vocês!

Queria que a minha vida fosse um filme bonitinho...



Eu e uma amiga muito querida que hoje mora muito longe do Brasil temos um lema...QUEREMOS QUE NOSSA VIDA SEJA COMO UM FILME BONITINHO. Isso mesmo...desejo bobo,mas verdadeiro.

Sempre fui meio hollywoodiana...minha mãe brinca que eu não nasci, eu estreei. Desde que me conheço por gente eu amo filmes, principalmente aqueles beeeem água com açúcar,sabem?

Esse fim de semana não foi de grandes movimentações. Sábado duas amigas foram jantar em casa. Risoto de alho poro com champignon, vinho e umas caipirinhas. De sobremesa um bolo trufado. A conversa, claro, foi como a nossa vida amorosa está – momentaneamente - uma desgraça! (pausa para risos nervosos de três mulheres na faixa dos 20 e tantos anos). E,como solução urgentíssima, filmes que deixam a gente acreditar que a vida pode ser melhor.

Assistimos “Sem Reservas”, com a Catherina Zeta Jones e Aaron Eckhart. A história é bem clichê:uma mulher chef de cozinha que é super fechada para o amor que acaba recebendo de “herança” da irmã a sobrinha, Zoe. Tendo que se adaptar a este novo mundo, a personagem de Catherine ainda esbarra no fofo chef de cozinha Nick. É daqueles filmes previsíveis e com final feliz. Percebi que estou precisando de um final feliz na minha vida.

Mas, enquanto ele não vem, me contento em ver filmes e pensar...queria que a minha vida fosse um filme bonitinho...

sábado, 28 de agosto de 2010

Carrie, Mr.Big, eu, Mr.Right e minhas amigas...

Eu sou fã confessa de Sex and the City. Daquelas que não perdia um episódio na semana. Não sei nem como foi que virei fã, mas é fato que recomendo para todas as mulheres – e homens também!

Recentemente eu comprei o box da série. Todos os episódios em uma linda caixa cor de rosa mais um disco bônus que eu ainda não consegui assistir. Foi a minha terapia pós termino de namoro. Acho que, mesmo sendo ficção, a gente pode aprender alguma coisa.

Na minha opinião a série mostra quatro tipos de mulheres que podem existir na vida real. Elas podem ser sua mãe, suas amigas, sua cunhada e até mesmo você. Não é um seriado que fala sobre uma vida utópica, que é impossível de existir.

Tenho uma amiga que já teve uma fase bem Samantha. Eu morria de rir com as aventuras dela. Nunca conheci uma pessoa tão bem resolvida quanto essa minha amiga. Adorava ouvir os “causos” que ela contava e me empolgava tanto quanto ela. Hoje ela está numa fase mais calma, como a Samantha esteve por um tempo.

Uma outra amiga minha tem um pouco da Charlotte...romântica, acredita no amor maior e quer todo mundo se casando. Essa minha amiga é casada mas ainda não tem filhos. Ainda. Estamos esperando! (cegonha, uhuu)

Miranda poderia ser uma amiga que, coincidência ou não, é advogada. Trabalha horrores. Quando eu digo horrores é pensar que sair do escritório às 20h tendo entrado às 7h é quase suicídio profissional. Essa minha amiga nem pensa em casamento. Diz que isso é coisa pra se pensar perto dos 40. Vamos ver até quando ela segura essa teoria. Adoro ela...(a amiga, não a teoria...)! Damos muita risada quando estamos juntas e ela é uma pessoa que eu admiro muito!

Eu não poderia deixar de me comparar com a Carrie. Sim, eu amo sapatos e não, não gasto todo o meu salário em um único par. Mesmo porque eu tenho a Maria Eduarda e seria negligência trocar leite por uma sandália maravilhosa. Mas sempre que posso tenho um par novo em casa. Além disso, acredito que temos uma pessoa especial reservada para a gente e que, não importa o que ou como aconteça, quando a gente conhecer essa pessoa, tudo vai dar certo. Quando? Mero detalhe...o importante é que dê certo.

Assisti todos os episódios (das seis temporadas) nesse último mês e acho que aprendi algumas coisas e entendi outras. Aprendi que a gente pode se apaixonar nas mais diferentes situações. Aprendi que nem sempre o tempo acontece na velocidade que gostaríamos. Aprendi que um amor especial supera o tempo, a distância, os obstáculos. Aprendi que nem sempre o Mr.Big (ou Mr.Right, no meu caso) vai ficar com a gente assim, fácil. Carrie precisou de 6 anos (de seriado) mais 4 anos até o primeiro filme para se casar com o Mr.Big. E eu aqui, querendo que a minha história se resolva em seis meses... Aham...


Mais do que tudo, aprendi que a vida tem que acontecer, mesmo que nosso coração esteja com uma pessoa que, no momento, não pode ser nossa. Vi que a vida segue em frente e precisa ser vivida e não sobrevivida. Espero que eu consiga fazer isso de verdade, com a mente aberta.

Recomendo para todo mundo que quer se refazer de um trauma amoroso...é uma injeção de ânimo. Fora que é engraçado demais,né? E é em Nova York...ai ai ai...

Assistam...vale a pena!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Bibelôs...

Sabem aqueles bibelôs (palavrinha veeeelha...) de cristal que nossas avós e mães tinham quando éramos pequenos e a gente NUNCA podia colocar a mão porque quebrava só de olhar?? Pois então...eu estou desconfiada que o amor seja tão frágil quanto esses enfeites...

As pessoas descartam as outras como se fosse roupa velha. “Não quero mais. Cansei de você”. E pronto...acabou.

Recentemente duas amigas passaram por isso. Uma delas tinha quase cinco anos de relacionamento. Era, em teoria, a próxima a se casar. Um belo (ironicamente,claro) dia o moçoilo disse que precisava se dedicar à carreira. Não teria mais fim de semana, nem noites livres e nem nada. Isso quis dizer “Não terei mais tempo para você”. Claro que junto vieram desculpas e mais desculpas. Essa minha amiga ficou muito mal mas, para meu orgulho, deu a volta por cima. Hoje é uma das pessoas que mais me incentiva a ficar bem.

A outra “foi terminada” ontem à noite. O namorado de três anos dessa minha amiga disse que não a ama mais. Simples assim. “Gosto de você, não quero que você sofra, mas acho que o amor acabou”. Isso porque já tinham comprado até apartamento!

Fico me perguntando se o amor é assim... evapora de uma hora para outra. Será que é como dor de dente? A gente sente, sente, sente e de repente, do nada, ela desaparece? Eu espero que não...espero que o amor não seja um bibelô como os que a minha mãe tinha...Sabem por quê?

Porque eles eram tão lindos...mas intocáveis...

Aonde NÃO agarrar um marido...



Este é um lugar para NÃO se arrumar um marido. Eu fui duas vezes e não gostei. Quer dizer, a segunda vez foi divertidíssima porque era aniversário de uma amiga e estávamos só em mulheres e, entre amigas, não dá para não ser divertido.

Enfim...fui na Pacha a primeira vez com a Mirella. Chegamos perto das 2h da manhã e fomos embora pouco tempo depois já que eu tinha que trabalhar no dia seguinte. O lugar é muito bonito e bem decorado mas, talvez devido à minha idade (27) o público não seja lá muito atraente. Ou talvez seja porque o point dos desesperados é a porta do banheiro. Sério...vários caras ficam parados e te agarram quando você sai.

Na segunda vez, a situação foi interessante...era aniversário da Marcella e eu não deixaria de ir. Dois dias antes do evento, o que eu descubro??? Que um dos integrantes da banda que se apresentaria lá é amigo de quem, de quem, de quem? Mr.Right! Contei para ele sobre a coincidência e demos risadas (nervosas, é claro!). Quem riu mesmo foi Deus, lá do alto da nuvem dele.

Fui no aniversário e me deparei com a realidade... o público deles é bem mais novo. Esqueça encontrar trintões lá...me senti meio que no casting de High School Musical.

Nota da balada: 9,5
Nota das pessoas da balada: 6,0 (para não ser tão cruel)

Definitivamente, este é o local que você precisa ir se NÃO quer agarrar um marido...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A ciência do coração partido




Minha praticamente prima Talita comentou comigo sobre uma matéria na revista Women's Health. Clique aqui para ler!!

Ela fala, basicamente, sobre as reações que nosso organismo tem após um pé na bunda término de relacionamento. Achei fantástica e recomendo. Não só porque todos nós um dia passaremos por essa terrível situação, mas porque é biologicamente interessante.

Diz o artigo que nosso corpo reage violentamente ao término. Ele mostra do dia do ocorrido até um ano depois quando - a esperança é essa - a gente está realmente pronta para outra. Isso faz sentido. Depois que terminei o meu namoro com o pai da minha filha, levei exatamente um ano para embarcar em um novo romance (Hello, Mr.Right!).

Eu ainda estou na fase do 1 mês e a situação não é uma das mais animadoras, que merecem um UHUU bem grande. Acho que ainda é aquela fase chata que a psicologia gosta de chamar de LUTO. E é mesmo. Mas acho que a coisa vai melhorando.

A minha experiência diz que, pelo menos algo bom a gente tira...eu emagreci mais de dois quilos desde que terminei (fui terminada...) com Mr.Right. Isso mesmo...acabei de me pesar e estou com 50 quilos. Uma vitória. Pelo menos magra. Solteira, mas magra!

Leiam a matéria e venham me contar o que acham e se passaram por isso. E, se estão passando, assim como eu, vamos à luta. Um dia o luto passa...

Totalmente loira...

...por ter falado sobre a música no fim do post e NÃO ter post. Mas aqui está...

Para ouvir, clique aqui

Um Minuto (com D'Black)
Negra Li
Composição: D'Black / Negra Li

[D'Black]
Por onde quer que eu vá, vou te levar pra sempre
A culpa não foi sua
Os caminhos não são tão simples, mas eu vou seguir

Viajo em pensamento
Numa estrada de ilusões
Que eu procuro dentro do meu coração

[Refrão]
Toda vez que fecho os olhos é pra te encontrar
A distância entre nós não pode separar
O que eu sinto por você, não vai passar

Um minuto é muito pouco pra poder falar
A distância entre nós não pode separar
E no final, eu sei que vai voltar

[Negra Li]
Por onde quer que eu vá, vou te levar pra sempre
A vida continua
Os caminhos não são tão simples, temos que seguir

Viajo em pensamentos
Numa estrada de ilusões
Que eu procuro dentro do meu coração

[Refrão]
Toda vez que fecho os olhos é pra te encontrar
A distância entre nós não pode separar
O que eu sinto por você, não vai passar
(Eu sei não vai passar)

Um minuto é muito pouco pra poder falar
A distância entre nós não pode separar
E no final, eu sei...

Que no meu coração
Aonde quer que eu vá
Sempre levarei
O teu sorriso em meu olhar
(Em meu olhar)

[Refrão]
Toda vez que fecho os olhos é pra te encontrar
A distância entre nós não pode separar
O que eu sinto por você, não vai passar

Um minuto é muito pouco pra poder falar
A distância entre nós não pode separar
E no final, eu sei que vai voltar

Torpedo e Tormento...

Obrigada TIM por permitir que eu fizesse besteiras na vida. Tudo porque você criou a promoção Infinity de ligações e torpedos. Só Deus sabe o quanto eu odeio você agora!

Não, este post não é por conta dos telemarketings da TIM e nem da própria empresa. Mas alguém precisava levar a culpa da minha idiotice do dia. Sabe aquele ditado “Se arrependimento matasse, eu estava morta”? Prazer, a morta do dia...

Explicações, certo? Claro, vou contar...

Ontem bati meio que um papo com Mr.Right via Skype, coisas da vida e nada sobre a gente. Até aí,tudo bem. Somos duas pessoas civilizadas que podem conversar. Até que eu fui embora do escritório. Acho que, quando as pessoas terminam um relacionamento, deveriam ter uma amiga ao lado 24 horas por dia até o término da fase crítica – seja lá quanto tempo ela demore para passar. Aliás, acho que vejo nisso um novo modelo de negócio...Personal Heart Broken! Uma pessoa que você contrata para te ouvir falar dias e dias do ex, da relação e – principalmente – impedir que você faça besteiras das quais possa se arrepender depois. Como eu não tenho nenhuma amiga que possa grudar em mim 24 horas e muito menos não contratei meu Personal, eu acabei entrando all by myself no ônibus. E,por burrice minha – eu confesso – coloquei para tocar uma música que tem um significadão para mim e Mr.Right (coloco a música no fim do post).

Aí ferrou...

Eu consegui, em dez minutos, mandar três – TRÊS!!! – mensagens no celular do Mr.Right falando sobre a música e perguntando sobre um presente que nos demos no dia dos namorados. Claro que ele não respondeu. No que se trata da gente, ele virou uma ostra de tão fechado! Normal...de que adianta falar que nos gostamos e não podemos estar juntos? Eu deveria aprender com ele essa lição. Me arrependi no segundo depois que me dei conta da besteira que fiz. Queria que existisse aquele botão “UNDO” que o Google disponibiliza quando você manda um e-mail e se arrepende no mesmo segundo. Mas meu celular não tem esse botão. (Ei...senhores fabricantes de telefones, por favor, criem este serviço!)

Não sei, de verdade, o que eu espero quando faço uma dessas. Acho que penso na teoria dos cachorros machos, que fazem xixi em tudo quanto é lugar para marcar território. Eles fazem questão de se fazer presentes. Acho que eu estou querendo ser como um cachorro macho...me fazer presente, seja da forma que for. Na verdade, pessoal que me acompanha, eu acho que tenho medo.

Medo de cair no esquecimento...medo que Mr.Right me tire do seu coração. Medo que a nossa história e nosso sentimento se percam com a distância.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O primeiro casamento (dos outros) a gente nunca esquece...

O primeiro casamento a gente nunca esquece. Ainda mais quando a noiva é a sua amiga de infância. Eu queria muito colocar o nome e a foto dela aqui mas respeito quem pede privacidade então não vou citar nomes. Na verdade, o objetivo deste post é registrar como fico feliz por ter amigas de longa data.

Conheci essa minha amiga no ginásio. Ela morava no mesmo condomínio que eu em Vinhedo e não sei bem como começamos a amizade. Fato é que foi com ela que passei verões na piscina brincando de “Marco Pólo” – com o antes chato do meu irmão mais novo. Foi ela quem me ensinou a jogar Carmen San Diego no computador (aliás, quem conhece esse jogo? Eu super recomendo!). E foi ela a protagonista de uma história muito engraçada, mas que não vou contar hoje.

Enfim, as meninas cresceram. As brincadeiras na piscina deram lugar às conversas sobre futuro. Essa minha amiga teve um futuro lindo, bem perto daquilo que planejamos. Ela se formou com louvor e escreveu um livro. Ela conheceu alguém especial e se casou com ele. Foi o primeiro casamento de uma amiga de infância. E foi especial...eu estava ao lado dela no altar. Eu fui madrinha.

A cerimônia foi linda. Está na lista dos casamentos mais bonitos que já assisti. Foi diferente e celebrado com emoção. Não segurei o choro e tive que pagar o mico de receber um lencinho da mão da cerimonialista. Minha amiga brilhava...estava radiante. Nós havíamos crescido. De brincadeiras de casinha, ela seria dona da casinha dela daquele momento em diante.

Só desejo felicidade para essa minha amiga querida que não encontro há anos, mas que falo sempre que posso pelo computador. Queria deixar escrito aqui que o casamento dela está na minha lista de momentos mais emocionantes e que, pra mim, não teve presente melhor nestes anos de amizade, do que estar ao seu lado dela no altar!

Casar faz bem...ou não.

Uma amiga queridona (do grupo de melhores amigas) fez um pedido especialmente duro pra mim...comentar a matéria de capa da Veja desta semana, com o título CASAR FAZ BEM! Taci, essa é por você...

O artigo é um pouco repetitivo... diz sobre os motivos das pessoas se casaram antigamente (filhos, conveniência e blá blá blá) e renova os motivos de agora. Falam sobre pesquisas que apontam que a vida a dois pode ser mais saudável do que a vida solo. Achei meio assim, piegas demais. Não sei se porque eu conheço histórias (estou envolvida numa delas ou estava) de pessoas que se casam ou mantêm um casamento por motivos errados ou simplesmente porque eu não faço parte do time daquelas que estão rumo ao altar.

Fato é que conheço os dois lados da moeda. Do meu grupo de amigas algumas já se casaram (Taciana, Olívia, Fernanda, Carolina e Juliana) – e me desculpe se esqueci de alguém. Tenho contato com todas, umas mais e outras menos mas, pelo que tenho visto, são plenamente felizes. Para elas, o casamento fez bem e está sendo um passo importante na vida. Elas querem construir uma vida ao lado da pessoa que escolheram como companhia. Desse grupo, talvez uma ou duas (que não citarei nomes) permaneçam casadas caso o negócio não ande bem, por conta de criação familiar ou religião. Não, nenhuma delas foi criada para ser “do lar” e aguentar para o resto da vida um marido chato. Mas talvez tenham, dentro de si, convicções que não suportariam um divórcio. Torço para que nenhuma passe por isso.

O outro lado da moema é, para mim, mais dolorido. Pessoas que se casam por motivos “incertos”. Acho que cada pessoa sabe avaliar aonde aperta seu calo e leva a vida como quer, principalmente depois dos 18 anos quando – oficialmente – somos donos do nosso nariz (em teoria,pelo menos). Me envolvi com uma pessoa (sim, Mr.Right!) que está com casamento marcado para breve, bem breve. Obviamente que a noiva NÃO sou eu. Não nos julguem,por favor. A gente está fadado a se apaixonar a partir do momento que coloca o pé para fora de casa e isso aconteceu com a gente. Durante nossos meses de “relacionamento” nós tivemos várias (várias meeeeesmo) discussões sobre os motivos dele levar tudo adiante. Não posso entrar em detalhes porque essa história não é minha mas digo que entre todos os motivos que ele me deu não estava o amor. Primeiro porque, se estivesse, nas palavras de Mr.Right, ele não estaria comigo. Disse que o relacionamento que tem hoje não vai bem, mas que não poderia simplesmente jogar tudo para o alto. Ele disse que, às vezes, precisamos errar para tomar o caminho certo. Não o condeno. Eu mesma fiz isso quando insisti em ficar com o pai da minha filha apenas para criar um (falso) núcleo de família. Eu mesma cometi um erro sabendo que seria um erro. Eu “me casei” (não tive festa nem nada oficial, mas moramos juntos... é casamento) por um motivo muito errado. E a coisa não deu certo. Como é que podemos falar que o casamento faz bem se o histórico (como foi o meu e é o do Mr.Right) não é bom?

Casar faz bem, sim. Quando as duas pessoas estão plenamente conscientes e com vontade de ter ao lado uma pessoa. Quando existe sentimento e vontade de ficar junto. Quando existe amor. No fim das contas, é o amor que faz bem e não o casamento.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

blockyourex.com

Eis que ele existe... um site, enviado no comentário do blog por uma ex-aluna muito querida, que bloqueia o seu ex (ou a sua ex). A ferramenta milagrosa existe!! Mas calma, ela não funciona por telepatia e muito menos é automática,do tipo "Acabamos!" e você chega na sua casa e nada mais existe.

Para a ferramenta funcionar você precisa de coragem! Sim,leitoras e leitores, coragem!Você precisa acessar o site Block your ex e escolher o navegador que você usa (Explorer, Firefox e por aí vai). Daí preenche alguns campos como nome,links e páginas do ser humano a ser virtualmente exterminado. Depois disso clique em Download your blocker e instale o programa. Dizem por aí que, após esse processo, quando você tiver uma recaída e for tentar contato virtual, não aparece informação nenhuma.

Aí vocês me perguntam: funciona? Eu respondo: Não sei. Eu não sou um ser corajoso o bastante para entrar nesse site e bloquear Mr.Right. Não sei nem se eu quero isso. Queria que fosse um deletar automático e não que exigisse que eu preenchesse um cadastro e simplesmente minasse toda e qualquer forma de contato. Mesmo porque, logo depois eu me arrependeria com certeza. E mais, isso não deletaria contato da minha agenda do celular.

Mais um detalhe sobre o site: você só pode bloquear as informações de cinco pessoas. Portanto, concluo: nós temos apenas cinco chances de encontrar a pessoa certa? Quer dizer que só posso bloquear cinco pessoas na minha vida e a sexta eu terei que virtualmente deixar livre? Tsc,tsc,tsc...

Tá vendo? Ainda não inventaram a ferramenta perfeita para nossas dores do coração...

História para alegrar o coração...1

Este é um post especial... na verdade, teremos alguns deles ao longo do blog. Ele nos faz acreditar que – sim! – uma hora aparece o amor verdadeiro. E que, apesar da distância, das complicações da vida e tudo mais, o amor sempre vence.

Dessa vez, como a história é linda e merece ser mostrada, não vou ocultar nomes.

Conheci a Fernanda quando eu estava na quarta série. Foi o meu primeiro ano morando em Vinhedo e a minha primeira classe na escola. No começo acho que não fomos muito amigas porque eu lembro que ela ficou muito brava quando o meu grupo tirou o primeiro lugar na Feira de Ciências e o grupo dela ficou em segundo. (Aliás, pausa para o comentário: foi uma das duas ocasiões que eu fiquei em primeiro e ela em segundo. A outra vez foi quando eu tirei um 9 de Biologia e ela uma nota mais baixa. Mas, fora essas duas, ela sempre ganhou e com mérito). Nos tornamos amigas, acho eu, depois dessa ocasião. A “tia Bela” nos ajudou na aproximação! (Thanks, tia Bela!)

A Fernanda é uma dessas pessoas que a gente adora admirar. É inteligentíssima (íssima mesmo!), super amiga, meiga (ta bom que vez ou outra soltas umas patadinhas, mas a gente se acostuma e te ama mesmo assim,Fér...!) e cozinha muito bem. Minha maior lembrança da nossa infância é a Fernanda dizendo que se pensasse em suicídio, se jogaria da Torre Eiffel. Para a mãe dela, dizia que moraria em Paris.

(Pausa para o comentário 2: minha mãe conta que a mãe da Fér dizia que provavelmente nunca a Fér moraria em Paris. Eles não tinham dinheiro para tanto sonho).

Pois bem... o tempo passou e como ele nós duas passamos por várias. De paixonite por professor compartilhada (eu me lembro que ele meio que deu em cima dela e ela me mandou uma carta linda no correio elegante da escola, com a letra da música da Céline Dion), choros por causa de provas (sempre meus,claro...), bilhetes e mais bilhetes trocados nas aulas e por aí vai. A Fér dançou na minha festa de 15 anos e foi a minha primeira visita na maternidade quando a Madu nasceu.

Um dia a Fér entrou na faculdade (óbvio que em primeiro lugar e óbvio que numa senhooooooora faculdade) e lá o destino dela mudou. Ela, que sempre disse que moraria em Paris, ganhou uma bolsa de estudos em....tchan,tchan...PARIS!!! Foi uma emoção só e lá seu foi a minha amiga...perdi a Fernanda para um croissant! Hahaha

E lá, do outro lado do mundo, ela conheceu o Clement. Sobre o Clemente, posso dizer que é um cara muito legal e engraçado. Esportista também. Vivia correndo maratonas e por aí vai.

Anos se passaram. Fér voltou para o Brasil e o Clement veio atrás. Ficaram por aqui um bom tempo e se casaram numa cerimônia linda e internacional. Alguns meses depois, perdemos nossa melhor amiga para a França. Hoje os dois moram por lá. Estão felizes e realizados. A minha amizade com a Fér supera distâncias e oceanos. Sempre sabemos que teremos uma à outra a hora que for. E ela, que na quarta série sonhava se jogar da Torre Eiffel, hoje pode viver um grande amor às margens dela...

Fér e Clement no casamento lindo em Vinhedo

Memórias...saudade...

Eu estava pensando...programei esse post para meia-noite porque sei que, provavelmente, estarei pensando nisso.

Deveriam criar um software que a gente simplesmente, após o término de um relacionamento - seja ele pelo motivo que for - deletasse a pessoa da nossa agenda de celular, e-mail, MSN, Skype e o que mais restar de contato. Explico: saudade é um sentimento horroroso de sentirmos quando não é aquela saudade gostosa, que a gente sabe que vai passar em um dia ou dois. Não...ela é doída qdo a gente sabe que não temos como matá-la. E aí, qualquer meio de contato que ainda possa restar torna-se uma arma perigosa e dolorida.

Terminei meu relacionamento com Mr. Right tem 1 mês e 8 dias, exatamente. Mas ficou o telefone celular e o skype. Ainda mando mensagens bobas de boa noite e boa semana e ele responde. Algumas vezes mais entusiasmado, outras mais seco e outras não responde. Quando pergunto se ele quer que eu pare de mandar mensagens ele pede desculpas e diz que está ocupado com o trabalho. Sei que em parte é verdade. Sei que em parte ele não quer que eu saia da vida dele, embora outra parte saiba que isso é doloroso demais para ambos, esse convívio impossível.

Para mim só resta a saudade...saudade do tempo em que mensagens de celular eram como lembretes de "pensei em vc e escrevi", saudades de horas de conversas ao telefone (santo plano TIM Infinity!), saudades de ter uma pessoa que pudesse dizer como estou me sentindo.

Pensei que tudo isso passaria depois desse mês...achei que dor seria menor e as lembranças mais vagas. Mas não... ver Mr.Right online e não poder falar com ele como eu gostaria me dói. Não saber como ele se sente agora com relação a mim, me dói também. Tenho tentado ser forte e digo a todos que isso não tem mais remédio e que me conformei, mas a verdade é que todos os dias eu ainda espero que ele jogue tudo para o alto e fique comigo. Mas isso não vai acontecer, não agora. Um dia, quem sabe...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Brincadeira de criança...

Quando o inventor do iô-iô lançou esse brinquedinho, acho que ele jamais pensou que isso seria uma referência em relacionamento. Eu confesso que nunca achei graça no brinquedinho...um disco que vai e volta se você fizer força para cima ou para baixo. Acho que algumas pessoas concordaram comigo e inventaram manobras radicais no vai-e-vem do iô-iô.
Hoje eu me pego pensando se a pessoa que inventou o brinquedo sabe que os relacionamentos estão bem parecidos com a engenhoca. Nós estamos em uma relação entre duas pessoas que fazem força para ir e voltar. Explico: uma pessoa próxima a mim (não, não é Mr. Right) tem apenas 18 anos e já tem um iô-iô de relacionamento para chamar de seu. Me pergunto se aos 18 anos não é cedo demais para nos metermos nessa encrenca.

Enfim... M conheceu G como toda garota, na escola. Ficaram amigos e uma coisa leva a outra. Namoraram. Um ano e pouco. Aquela entrega adolescente de “o mundo só existe se eu estiver ao lado de fulano”. Perdeu festas em família. Perdeu, com certeza, festas de amigos que eram só dela. Ele perdeu festas de amigos que eram só dele. Mas isso não era importante. O importante é que tinham um ao outro. O tempo passou e veio a primeira crise. Resultado? Término,claro. Veio a depressãozinha,claro. Depois a retomada de contato. E aí entra o iô-iô. Entre o término e a volta houve conversas, ensaios de aproximação até que – enfim – a volta.

Daí vocês me perguntam se este casal desistiu de brincar de iô-iô. Respondo: desistiram. Depois de poucos dias menos de um mês do aniversário de volta do namoro, eles resolveram parar de brincar de iô-iô e seguiu cada um para o seu lado. Disseram que o objetivo que tinham num relacionamento era diferente. Conversa de gente grande.

Agora estão assim...cada um para o seu lado. Esperando chegar uma nova parte da engenhoca e começar a brincar novamente no iô-iô da relação. Espero que com manobras radicais e final feliz. M merece!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Apenas para constar...

Até sexta ficarei fora do ar... Na verdade, estou indo hoje para Cuiabá e Rondonópolis para acompanhar um evento de cliente.

Mas vou ficar pensando em boas histórias para contar quando voltar...

Beijos a todos!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Terminamos? Terminamos. Mas....tem certeza??

Relacionamentos são engraçados. A gente morre pelo outro, sofre pelo outro, chora pelo outro e um belo dia...se cansa de tudo isso. (Calma...um dia todo mundo se cansou de alguém, mas não significa que esse círculo vicioso seja eterno). E quando chega o fim, geralmente uma das partes nunca concorda com o término. E aí, como fica? Não fica...

T,20 e poucos anos, é irmão de duas grandes amigas minhas. Menino bonzinho, desses namorados fofos, sabe? Morre de amores por uma ex-namorada, mas não estão juntos. Confesso que ainda não entendi bem o motivo de não estarem juntos, mas enfim...

T pediu uma menina em namoro, que durante 15 dias disse não. Finalmente se rendeu ao sim. Passados alguns meses - creio eu - T quis terminar. Não estava se sentindo confortável na relação. Não o culpo por isso. Se uma coisa ou um relacionamento não está bom,porque vamos nos manter nele??

Maaaas...aí começa! Ele diz que quer terminar. Ela não entende. Ele repete. Ela diz que não queria namorar. Ele diz que então estão no caminho certo, já que ela não queria o namoro. Ela diz que se arrepende de não ter dito sim ao namoro logo. Vai entender,né?

Enfim...terminaram?? Não sei... mando as cenas dos próximos capítulos...

Tudo tem um motivo...

“Tudo acontece por um motivo. Nada acontece por acaso.” Essas duas frases ultimamente estão martelando dia e noite na minha cabeça. Se tudo acontece por um motivo, porque será que a gente nunca entende a razão de um acontecimento da vida?

Explico...não foi do nada que criei o blog. Não foi porque é legal ou está na moda. Criei porque muitas amigas estão cansadas de me ouvir falar de “um certo alguém”. O tal Mr.Right que a gente sempre procura e quase nunca encontra. Ou, quando encontra, nada é simples. Tipo...a gente se encontra, se apaixona e não tem ninguém para atrapalhar. Um (bom) tempo depois, juntam os trapinho (com ou sem festa) e a vida segue feliz para sempre. Não. Não dá para ser assim. Seria muito fácil, quase sem graça. Pelo menos eu acho que Deus pensa isso. Ele deve ficar sentado lá na nuvem dele pensando: como é que eu posso tornar a coisa mais divertida? Ah,claro, colocando as complicações do amor...

Esse blog nasceu porque eu conheci o Mr.Right (já disse que nomes jamais serão citados) há cinco meses atrás. Nos conhecemos numa situação profissional, mas o romance engrenou na festa de uma conhecida. Eu sabia que ele era “emocionalmente indisponível” por carregar na mão direita uma enorme e brilhante aliança de noivado. Mas o álcool não liga muito para esses “pequenos detalhes” e acabamos ficando. A noite etílica passou e o dia seguinte chegou e ele me mandou uma mensagem.

O resto é história... durante três meses conseguimos realmente nos envolver. Minha filha o conhece, gosta dele e pergunta sempre pelo “titio”. O fato dele estar noivo de uma pessoa de outra cidade com uma história difícil e um relacionamento que já não ia bem não parecia nada quando estávamos juntos. Parecia que no mundo só existíamos os dois.

Até que um dia a conversa inevitável aconteceu...o futuro para nós dois não poderia ser resumido a mais de seis meses. Logo mais ele se casa. Prefiro ainda não falar datas para não expor ninguém. Não é esse meu intuito. Com a proximidade da data, ficou difícil ver um futuro próximo para nós dois. Terminamos há um mês...um término diferente. Um término com duas pessoas dizendo se gostar de verdade, acreditando num futuro juntos, porém sem data para acontecer.

Percebem a ironia da coisa? Se nada acontece por acaso, porque será que a gente se conheceu? Espero que não seja para eu ficar chorando e tomando florais de Bach, que foi o que aconteceu por um bom tempo. Nem para que eu abra a janelinha do Skype e veja Mr.Right online sem poder contar como foi o meu dia. Espero que Deus tenha colocado um na vida do outro para que, depois de aprendermos algumas lições separados, a gente possa construir uma vida juntos...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Era uma vez...namoradas... e uma loira!

Tive um professor de história que contou para a classe a origem da lenda urbana da "Loira do Banheiro". Para quem não conhece, a loira do banheiro é o terror das crianças na escola. Várias teorias contam que se você ficar parado na frente do espelho e falar três vezes uma certa frase, uma loira com algodão no nariz vai aparecer para te matar. Trash,não?

Pois bem...segundo esse meu professor, essa lenda vem de muito tempo atrás, quando esposas contavam essa historinha para seus maridos numa tentativa de conservar o casamento. (Ahn? Como assim?? Nunca vi casamento dar certo por medo da loira do banheiro, mas enfim...) A coisa complicou para o meu lado quando ele explicou que é histórico o problema com "loiras". Isso porque pesquisas confirmaram que a cor amarela dos cabelos chama mesmo mais atenção. Nada contra morenas...mas coloca um papel amarelo do lado de um preto ou marrom e me diz qual chama mais a atenção. Certeza de que será o amarelo. Caaaalma...nem sempre isso é bom...!

Minha vida amorosa quase sempre foi marcada por, como diz a minha mãe "de homens da minha vida que nunca me tiveram". Isso mesmo... pessoas que diziam gostar de mim, corriam atrás de mim e,por um motivo ou outro que eu nem sei definir ao certo, nunca fiquei com nenhum deles. Aí vem a tragédia (minha, no caso)...todos eles...sim, TO-DOS eles estão namorando, noivos, casados...

O primeiro é o D, que trabalhava na escola que eu estudava quando estava no colegial. Minha mãe o chama de “genro perfeito” até hoje. Ele era mesmo muito bonzinho...éramos super amigos e ele se dizia apaixonado. No dia da minha formatura do colegial me pediu em namoro. Eu recusei. Anos depois soube que ele namorava uma menina. A internet (santa tecnologia) fez com que a gente “se encontrasse” no MSN e passamos a conversar pelo computador e mensagens de texto. Um dia, eis que a namorada dele me liga pedindo (pedindo não...gritando, na verdade) para que eu sumisse da vida deles. Sumi...por anos. Hoje nos falamos vez ou outra. Sabe qual foi a resposta dele quando perguntei “E aí, casou?”??? “Ainda não...tô esperando você.”

AHAM...ESPERA SENTADO!!

O outro, L, é uma história estranha...quase surreal. Trabalhamos juntos e em um ano, trocamos meia dúzia de palavras. Quando soube que eu havia terminado o namoro com o pai da minha filha, passou a me chamar para sair. Eu sempre disse não. Não tem aqueeeeela coisa...aqueeeeele “trim”. Não sei...uma pessoa ótima, mas que não rola química que dê vontade de experimentar. Falamos pelo computador até hoje. Coisa boba...conversa fora. Entrei no orkut da namorada dele. Ela entrou no meu. E viu “a loira do banheiro” (eu,no caso). E brigou com o namorado.

Isso me faz pensar...pq será que as namoradas têm medo das loiras amigas? Será que somos todas realmente uma ameaça? Será que os namorados dela sonham em parar na frente do espelho e chamar nosso nome três vezes na esperança de que a gente apareça na frente deles?

Estranho...muito estranho. Mas, meninas, fiquem sossegadas...não pretendo aparecer com algodão no nariz na frente dos seus namorados. Mas cuidem bem deles...nunca se sabe a loira que eles podem encontrar quando saírem de casa...

Análise: Wall Street Bar

Quinta-feira passada foi dia de happy hour com as meninas do escritório. Fomos em três mulheres: eu, a estagiária e mais uma pessoa que trabalha comigo. Duas de 27 anos e uma de 23. O destino: Wall Street Bar, na Jerônimo da Veiga, Itaim Bibi (ah,sim...em São Paulo).

Chegamos pouco depois das 19h e, sim, o local é recomendado. O perfil dos frequentadores: homens na faixa dos 30 a 40 anos, engravatados e querendo fugir do stress depois de um dia de trabalho.

Confesso que não fui no esquema de encontrar uma companhia naquele dia, por motivos de término recente de relacionamento (tópico de outro post, logo mais), mas recomendo o lugar. Vários homens interessantes confraternizando entre sim, sem aquele clima "Vim aqui só para pegar mulher e qualquer uma há de servir". O negócio é ir com as amigas preparada para conversas casuais na área externa (com bistrôs para fumantes), sentar nas mesinhas internas e rir com as amigas sem deixar o desespero se mostrar (se esse for esse caso).

Resumindo: eu recomendo o lugar! Nota....9,vai...!!!

Para conhecer: Resenha da Veja São Paulo

Depois me contem as conquistas...

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

...e tudo tem um começo...

Quando eu era pequena, sempre planejei me casar aos 23 anos. Talvez porque essa tenha sido a idade que a minha mãe se casou com o meu pai. Fato é que, aos 25, minha mãe já era divorciada. Mas...como toda menina se espelha na mãe, achei que seria uma boa idade para se casar.

Confesso que esse plano não foi concretizado. Hoje eu tenho 27 anos e uma filha de 2 anos, Maria Eduarda. Ah, sim...mencionei que sou solteira? Não? Saibam agora. Aqueeeele plano de anos atrás não se concretizou. Não segui a linha "conhecer uma pessoa especial - namorar - noivar - casar - ter filho". Me parece que me perdi no meio do caminho e pulei do "conhecer uma pessoa" para o "ter filho". Engravidei com três meses de namoro e,claro, fui em frente com a gravidez. Minha filha é preciosa e a coisa mais linda do mundo! Maaaas...aquele plano de infância foi por água abaixo.

Hoje, depois de mais de um ano de término de namoro com o pai da minha filha, resolvi começar esse blog. A ideia veio como brincadeira,mas acabou virando verdade... não esperem aqui uma solução para os problemas de todas as solteiras que ainda sonham em construir uma família. O que eu pretendo aqui é dividir com vocês a minha experiência de mãe solteira que está em busca da tão sonhada "família doriana".

Ah,sim! Vou dividir com vocês todas as minhas andanças na cidade...mostrar lugares que possam ter gente que valham a pena (esqueçam as baladas, ok?). Vamos, todos juntos, descobrir "Como agarrar um marido"...

Beijos,