quarta-feira, 8 de setembro de 2010

É o amor...

Wikipedia: A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação.

Alguém entendeu de verdade a explicação acima? Eu não. Mas acho que o amor é isso mesmo...a gente não entende. A gente sente. Tenho me perguntado ultimamente o que é o amor e resolvi dar um google nele. Achei isso. Tão complicado quanto o amor que a gente sente.

Vou confessar para vocês. Nunca fui de ter aqueles amores platônicos na escola, no clube. A minha grande briga em casa era porque a minha mãe queria que eu namorasse e eu não queria namorar ninguém. Claro que eu tinha uns pretendentezinhos aqui e ali, mas nada sério.

Quando eu estava com uns 15,16 anos eu conheci um cara que eu achei que gostava de verdade. A gente era amigo, conversava e acho que um dia ele sentiu alguma coisa por mim. Mas a coisa nunca andou de verdade, não sei porque. A gente ficou duas vezes (que ninguém pergunte nada, mas foi o meu primeiro beijo e – um dia, quem sabe, eu conte isso aqui...) e por questões complicadíssimas, nunca demos certo. Eu esqueci essa pessoa. De verdade. Hoje, nas raras vezes que a gente se encontra, não fica (muito) aquela situação desagradável.

Depois tive um cara que gostei bastante, mas acho que mais pelo história de cinema do que qualquer outra coisa. Ele era do interior e eu já morava em São Paulo. Daí ele resolveu fazer um MBA na Austrália e eu resolvi gostar dele. Por quase um ano ficamos conversando pela internet. Aquelas conversas meladas de casalzinho fofo. Ele voltou e ficamos uma vez. UMA VEZ! Terminou comigo por email uns meses depois. (Uau...podre isso,né?!)

Daí eu fiquei um (boooooooom) tempo sem ninguém. Apareceu o pai da Maria Eduarda. Até eu engravidar a coisa estava boa. Depois, quando virou sério, não sei explicar direito mas o sentimento simplesmente acabou. É complicado explicar...eu gostei dele. Mas acho que gostei mais pelo fato de ter um namorado enquanto todas as minhas amigas estavam namorando do que dele em si. E acho que com ele foi mais ou menos a mesma coisa. A gente não se gostava. A gente gostava do fato de não estarmos sozinhos. Entendem o que eu quero dizer?

Quando eu terminei meu relacionamento com o pai da minha filha, eu me questionei a força do sentimento que tanto falam. Eu superei muito rápido a separação. O pior foi ter que lidar com a questão de ser mãe solteira. Em 15 dias eu estava ótima...rindo e saindo com as minhas amigas sempre que possível.

Isso me fez mostrar, assim como todas as outras separações, términos e afins que o sentimento não era amor. Não era forte. Não era aquela dor da separação.

Até agora. Esses dias estava conversando com a Talita, minha prima, sobre as mudanças dos últimos tempos (lê-se Mr. Right). Eu disse a ela que, mesmo quase depois de dois meses de término, a dor ainda é a mesma. A vontade de chorar continua. Sempre. Ela não passa, não diminui. O que ajuda é a distração das amigas e da minha filha. Mas sempre, na hora de dormir, vem aquela saudade forte e aquela vontade de chorar.

Fato é que tenho chorado menos. Estou fazendo força para melhorar cada dia um pouco mais. Acaba sendo aquela coisa que todo mundo diz: O que não tem remédio, remediado está.

Esse fim de semana eu fui no centro espírita que freqüento desde pequena. Crenças de lado, eu acredito e acho que tem me ajudado bastante. E essa semana eu conversei muito me questionando o que é esse sentimento que dói, que não passa, que não se tira do coração, que não se tira da cabeça nem a porretada. A resposta foi tão mais simples do que a minha pergunta: Amor...

Será mesmo que a minha mãe estava certa quando dizia que amar dói? Acho que sim...hoje, pra mim, amor é sinômino de dor...

3 comentários:

Isis Coelho disse...

Ai amiga.... é muito duro quando a gente descobre a dor do amor. Mas não fique achando que o amor é só sofrimento. Existem coisas boas!
Realmente espero que o Mr. Right coloque a mão na consciência e se, ele compartilhar desse mesmo sentimento com vc, as coisas se acertarão.

amo vc. Estou aqui se precisar de alguma coisa!

Claudia disse...

É..love hurts. But you´ll get over it. You´re tough, blondie.

Flávia disse...

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