quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Só sei que nada sei...

Mundinho estranho esse que a gente vive. Acho que, no fundo no fundo, tudo era mais simples quando os casamentos eram arranjados, a gente sempre terminava amando o marido que escolheram pra gente e ponto final. Hoje em dia a mulher tem que ser mulher, mãe, esposa, trabalhadora e ainda psicóloga, pra entender o que querem dizer os homens.

Os homens...ahhh, a personificação daquele ditado: Ruim com eles,pior sem eles. Quando se tem um homem ao seu lado, vários problemas surgem com ele. Quando NÃO se tem um homem ao seu lado, outros vários problemas nascem junto com a situação. Daí me pergunto: com qual tipo de problema eu quero lidar?

Hoje, no meu momento atual, sei que estar sozinha me parece ser a solução mais sensata. Já está sendo complicado demais lidar com uma não-relação, imagine juntar a isso uma relação. Muita preocupação para uma cabeça loira só.

E aí é que a coisa começa a complicar. Parece que, quanto mais se foge dos homens, mais eles "correm" atrás de você. E a coisa fica uma loucura...

Explico: depois do Mr.Right eu estou fechada para balanço.Período indeterminado. Não estou caçando homem e o episódio do cara da balada foi mero acaso. Aliás, depois daquela mensagem de "Precisamos marcar um encontro" nunca mais ouvi falar dele. Melhor assim. Não queria mesmo. Mas o problema não é o cara da balada, é o cara do táxi.

O cara do táxi dividiu um carro comigo quando fui ao Ásia 70, se lembram? A história dele é a seguinte: fui ano passado (percebem como faz tempo) a um bar com a minha prima e o,naquela época, namorado dela. Ela inventou de levar um amigo, o tal cara do táxi. Pois bem...a pessoa era interessante, bonita, trabalha no mercado financeiro. Um homem com potencial. Sabe-se lá Deus porquê, depois de e-mails trocados, o cara some. Diz que não está pronto para compromissos e some. Simples assim. Continua ON no meu MSN, mas sem dizer uma palvra.

Pois bem...depois de quase um ano, ele divide comigo o táxi para a casa da minha prima. Conversas de elevador, uma balada que - como sabem - ele ficou com uma menina e eu com outro menino. E qual não é a minha surpresa, depois daquela balada, o cara começa a me chamar no MSN?

No começo a conversa era agradável, engraçada...agora se tornou um saco. Tentei ser uma pessoa que não sou e agora o cara acha que pode falar qualquer besteira comigo e está tudo bem. Não, não está. Não sou a pessoa modernosa que ele acha que eu sou. E,por mais que eu tenha me explicado, me parece que ele tem um certo problema de compreensão porque, bem,ele não me entendeu.

Aí penso...quando eu fui eu mesma, sem querer ser a mulher fatal, o cara me dispensa. Porém, depois de me ver na balada e achar que eu sou - Ui! - um furacão, ele vem atrás de mim. E não pensem vocês que ele quer uma relação séria agora, que está pronto - diferentemente do que era ano passado. Não...ele quer apenas saber qual é o poder de uma loira (hahahaha) entre quatro paredes. E vai continuar querendo... ou pelo menos vai ter que achar outra loira que faça isso.

Pois é... ruim com eles, pior sem eles. E depois de tudo isso,só sei que nada sei...

3 comentários:

Sara disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sara disse...

Tati,
Adoro o seu blog, suas histórias são demais!

Eu sou fã numero 0 (pois numero 1 tem de monte) de sex and the city, e suas histórias com o Mr. Right, me lembra muito a Carrie Brads.

Ás vezes o mundo dá voltas e voltas e voltas, e acabamos com a pessoa que amamos... Quem sabe né....
Boa sorte pra vc!

bjos

Atelier M. Azevedo disse...

Tati, essa história foi bem divertida... rss... se o moço quer um furacão, manda ele pros EUA esperar o Katrina, hahaha... cada um q aparece, né não!!!
Super beijo,

Mari