segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O que eu quero para 2012...



E estamos chegando nos 10 últimos dias (eu arredondei, eu sei) do ano. E começa aquela comoção de planejar o ano que vem. A gente sempre acha que vai ser melhor, que vai ser diferente. Mas sejamos sinceros: quase sempre a coisa é igual. Muda uma coisinha ou outra, mas basicamente a gente mantém o padrão de vida.

Para meu ano que vem eu decidi não planejar muita coisa. Não quero aquelas resoluções impossíveis de se realizar. Porque eu quero realmente concretizar todos os meus desejos de 2012, então não vou prometer o impossível. E,por isso, eu quero:

1- Que o mundo não acabe. Tá, isso eu não sei se é possível de querer, mas eu ainda tenho muita coisa pra fazer e um ano só é muito pouco. Não casei, não conheci Nova York, não aprendi francês e italiano, não vi neve...e sejamos realistas, não consigo fazer tudo isso antes do fim do mundo em 2012 então...DEUS, SEJA BONZINHO E ME GARANTA MAIS UNS 50 ANOS...

2 - Aprender um idioma novo. Eu queria italiano, mas vou fazer francês. Tenho 3 clientes que são de um grupo francês e meu objetivo é que a última reunião de 2012 com eles seja totalmente em francês (vai ser um francês meia boca, mas tudo bem...em um ano é o que dá pra conseguir).

3 - Me exercitar mais. Não, não vou prometer que vou me matricular numa academia porque a que tem ao lado da minha casa, pasmem: não aceita crianças. Então eu decidi que vou me exercitar. Andar um pouco todos os dias, subir e descer escada, esfregar roupa no tanque...não sei. Mas que seja qualquer coisa que perca calorias.

4 - Estar mais perto da minha família e dos meus amigos. O que significa basicamente não viver para o meu trabalho 120% do meu dia. Quero passear mais com amigas que deixei de lado (e que fizeram a mesma coisa porque trabalham tanto quanto eu), ver mais as minhas irmãs e o meu pai e visitar mais a minha mãe na praia.

5 - Passar hidratante no corpo todos os dias. E não vale aqueles de banho. São os cremes mesmo. E aí paro de levar bronca da dermato.

6 - Me abrir de coração para o mundo. E deixar a vida me levar...

Acho que, a princípio, é isso. Espero que o número 1 realmente aconteça...porque a lista é longa e talvez não me bastem apenas mais 365 dias de vida....

AH! ATUALIZAR O BLOG DIARIAMENTE TAMBÉM É UMA RESOLUÇÃO!!! MUITO IMPORTANTE, ALIÁS...

E vocês, quais os desejos para o ano que vem?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O fim...e o começo

Não, não é o fim do blog. É o fim, definitivo, de um capítulo dele. O capítulo que começou esse blog. O capítulo Mr.Right. (sons de aleluia para uns e de "ahhhhhhhhh" para outros) Aí vocês me perguntam (ou não): por quê?

Porque hoje, no meio dos meus e-mails de Feliz Natal, eu recebo esse:


Desculpe ter te deletado do Skype e espero de coração que você entenda.
Desculpa também qualquer mal que eu possa ter causado, até mesmo sem querer.

Abraços.

O remetente é ele mesmo, Mr.Right. Aí eu fui olhar no meu Skype, pra ver se era mesmo aquilo e não vi mais o nome dele na minha lista de contatos. E não estava lá. Não mais. E aí eu realmente percebi que foi o fim. Não o fim que não é fim. O fim mesmo. O último laço foi cortado, se é que poderia chamar aquilo de laço. 

E desse e-mail dele vieram mais uns dois ou três que trocamos, com uma Tatiana querendo entender e um Mr.Right de desculpando. Terminei meu último e-mail dizendo que eu não me arrependia do que vivemos e esperava que ele também não se arrependesse. Ele não respondeu.

Então, minha gente, por mais que doa no fundo da minha alma (e, desculpem, mas dói, preciso admitir), esse capítulo da minha vida acabou. Passou mesmo e dessa vez passou de verdade. Acho que no fim foi bom...foi o fim que eu precisava e que eu sabia que era necessário, mas que eu não tinha coragem de correr atrás.

E foi bom até. Porque pra gente viver um novo começo, precisa ter tido um fim. E por mais que eu já tivesse tido esse fim, eu não tive. Ou eu pensava que não tinha tido. Hoje eu tive. Hoje, dia 15 de dezembro, eu acabei de vez com essa história. Hoje foi o dia do corte do cordão umbilical.

Se eu me arrependo de tudo? Não. Não me arrependo de nada. Não me arrependo de um segundo sequer do que eu vivi (ainda que eu me xingue muito por tudo isso, é verdade). E sou grata por ter vivido uma história tão linda e tão intensa. Mas...histórias lindas e intensas não necessariamente precisam de um "feliz pra sempre...". Eu tive um "feliz enquanto durou".

Hoje, no mesmo dia que eu coloco ponto final do capítulo "Mr.Right", eu decidi que estou começando a escrever um capítulo novo,com todo o amor que eu sei que mereço ter (de amigos, da filha, da família, do mundo). E nesse capítulo, quem é a autora sou eu.

Porque eu sou dona da história da minha vida. E ponto final.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Então é Natal...ou quase!

Piscamos o olho e estamos em Dezembro. Assim, como quem passa o dia, nós passamo o ano. Já falei várias e várias vezes sobre como o tempo está passando rápido e olhar as árvores e decorações de Natal espalhadas pela cidade só comprova isso.

2011 não foi o melhor ano da minha vida. Mas também não acho que tenha sido o pior. Tive, como 100% da população mundial, muita coisa boa e muita coisa ruim acontecendo. O que me resta nesse fim de ano é pensar que o outro será muito melhor. Aliás, essa é a melhor época do ano para fazer uma avaliação de vida e tentar (sempre isso, sempre tentar) melhorar o que não foi bom.

Esse ano eu resolvi não prometer nada. Mesmo porque de todas as minhas resoluções eu acho que a única que eu cumpri foi continuar o blog. Esse eu consegui. O resto....FAIL!!! Então eu resolvi não prometer nada de concreto. Prometi, isso sim, que eu farei em 2012 sempre o melhor que eu puder em tudo: trabalho, amigos, família, amor...e que dessa tentativa de ser a melhor que eu puder (sem me comparar a ninguém) venham as coisas que me forem de direito (falei bonito,hein?!).

Espero que todo mundo entre no ano que vem com essa mesma energia. De fazer as coisas funcionarem!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

As voltas que o mundo dá


É curioso como a vida dá voltas. E nessas voltas, vira e mexe a gente acaba esbarrando nas mesmas pessoas. Uma , duas, dez vezes. Podem passar dias, meses, anos...vira e mexe aparece sempre aquele “ser” que cruza o seu caminho. E aí que vocês colocam o papo em dia. E falam, como diz uma amiga querida, amenidades. E das amenidades passam a falar sobre a vida. E desse papo sobre a vida, saem outros tantos assuntos – interessantes ou não.

Comigo não é diferente (se fosse talvez eu não estaria aqui sentada escrevendo sobre isso). Também tenho uma pessoa que há três anos cruza o meu caminho de tempos em tempos. De formas inesperadamente divertidas, devo confessar. Divertidas porque já brigamos, já rimos, discutimos sobre trabalho e nos encontramos por conta de uma carona que nem tinha muita razão de ser. Essa pessoa talvez seja, pra mim, a personificação da DR (a “discussão da relação”) de tanto que já discutimos. Sempre por motivos fúteis. E talvez por isso seja tão divertido.

E por que eu estou escrevendo tudo isso? Porque ontem ele reapareceu. Assim, do nada. Quase tão inesperadamente quanto o nosso afastamento. E falamos por quase duas horas sobre a vida, sobre o passado. Nunca falamos de presente e futuro. Talvez porque a gente esteja esperando quando o mundo vai dar mais uma volta e colocar, de novo, um em contato com o outro.
Engraçado isso,né?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Solteiras S.A.

Estou seriamente pensando em montar um time de futebol, o Solteiras S.A. Sério. Está todo mundo terminando relacionamentos. Eu ainda não sei se isso é um alívio (mais gente para o clube, YAY) ou se isso é assustador (aumento da concorrência).

De qualquer forma, é fato que as pessoas estão deixando de ser um par para se tornar um ser independente. Por um lado isso é bom. Cada vez mais as mulheres estão deixando de achar que precisam de um homem para serem felizes e que podem,sim, ser plenamente feliz sem uma "outra metade". Por outro lado isso é ruim. Será que os relacionamentos estão se tornando cada vez mais banais ao ponto de terminar assim, sem mais nem menos (tá,sempre tem um motivo, mas eles estão se tornando cada vez mais e mais pequeninos)?

Não sei. Não tenho condições de analisar porque, bem...o ano está acabando e eu namorei somente janeiro e fevereiro, ou seja, não tenho parâmetro nenhum. Mas comecei a pensar de uns tempos pra cá sobre o assunto. Talvez porque essa semana eu tenha almoçado com um time de solteiras da agência e os papos me fizeram pensar bastante.

Aliás, pensando bem, estamos no momento de avaliação. Fim de ano a gente sempre faz um balanço de tudo o que aconteceu e fica cheio de energia pensando no que pode fazer para o ano que vem. Sempre pensando em melhorar, claro. Melhorar o que já está bom,consertar o que está ruim e fazer diferente tudo aquilo que pensou que seria de um jeito e não foi.

De qualquer forma, esta semana comecei a pensar. Será que ser solteira é o estado civil que estará na moda em 2012??

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O que é o amor? (em inglês)

Tão lindo isso...recebi da amiga querida Nathy, companheira de shake no almoço (e de escapadas do shake também).


Actual Children’s Answers to The Question “What Is Love?”
“Love is when you go out to eat and give somebody most of your French fries without making them give you any of theirs.” - Chrissy, age 6 

“Love is what makes you smile when you’re tired.” - Terri, age 4

“Love is when my mommy makes coffee for my daddy and she takes a sip before giving it to him, to make sure the taste is OK.” - Danny, age 7

“Love is when you kiss all the time. Then when you get tired of kissing, you still want to be together and you talk more. My Mommy and Daddy are like that. They look gross when they kiss.” - Emily, age 8
“Love is what’s in the room with you at Christmas if you stop opening presents and listen.” - Bobby, age 7
“If you want to learn to love better, you should start with a friend who you hate,” - Nikka, age 6
“Love is when you tell a guy you like his shirt, then he wears it everyday.” - Noelle, age 7
“Love is like a little old woman and a little old man who are still friends even after they know each other so well.” - Tommy, age 6
“During my piano recital, I was on a stage and I was scared. I looked at all the people watching me and saw my daddy waving and smiling. He was the only one doing that. I wasn’t scared anymore.” - Cindy, age 8
“My mommy loves me more than anybody. You don’t see anyone else kissing me to sleep at night.” - Clare, age 6
“Love is when Mommy gives Daddy the best piece of chicken.” - Elaine, age 5
“Love is when Mommy sees Daddy smelly and sweaty and still says he is handsomer than Brad Pitt.” - Chris, age 7
“Love is when your puppy licks your face even after you left him alone all day.” - Mary Ann, age 4
“I know my older sister loves me because she gives me all her old clothes and has to go out and buy new ones.” - Lauren, age 4
“When my grandmother got arthritis, she couldn’t bend over and paint her toenails anymore. So my grandfather does it for her all the time, even when his hands got arthritis too. That’s love.” - Rebecca, age 8
“When you love somebody, your eyelashes go up and down and little stars come out of you.” - Karen, age 7
“You really shouldn’t say ‘I love you’ unless you mean it. But if you mean it, you should say it a lot. People forget.” - Jessica, age 8

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Limites...

Qual é o limite do ser humano? Será que ele é uma linha beeeeeem flexível, mas tão flexível que ele, na verdade, não existe?

Tenho ultimamente testado bem os meus limites. Em todas as áreas da minha vida. Testo o meu limite em tomar shake da Herbalife todos os dias (descobri que consigo quase todos...). Testo meu limite em cortar da minha vida quem não me merece (descobri que não é bem assim que funciona e tenho recaídas vez ou outra). Testo meu limite em engolir sapo (nesse eu sou boa...consigo engolir um brejo de uma vez só!). Enfim, vivo testando.

E aí que nessa de testar, testar, abrir mão, ceder e por aí vai, minha paciência com o mundo está esgotando. De querer a paz mundial eu estou quase dando largada na 3ª Guerra Mundial. De super "mulher com rodinhas", que não para em casa, eu virei uma ostra. Passo os meus finais de semana dentro de casa, só saindo para compromissos super inadiáveis. De bacana, virei chata. E tudo isso em um mês.

Aí que hoje eu resolvi acordar com uma cabeça diferente. Ligar um pouco mais o botão do "Foda-se" (desculpem o palavrão) e pensar mais em mim e na minha saúde. E tocar meus projetos e a minha vida sem pensar nas trezentas mil pessoas que vivem ao meu redor e que, até hoje, decidiam a minha vida muito mais do que eu mesma.

É aquela coisa..."Um belo dia resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer".

Cheguei no meu limite de viver no limite. Vou me libertar...e voar.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quando você acha que já viu de tudo...

...eis que aparece um e-mail na minha caixa:

"Oi Tati, tudo bem com você e com a Madu? Então, você pode traduzir isso pra mim? Obrigado."

E aí você lê o remetente e vê que foi o PAI da sua filha, te mandando um e-mail comercial e não pergunta um A sobre a criança. Nada. Nem sobre saúde, nem sobre a escola, nem sobre qualquer coisa. Assim. Como se manda um e-mail com o seu currículo.

E quando você acha que não pode piorar mais, a criatura te chama no chat do Facebook e diz: "Te mandei um e-mail com uma tradução. Não esqueça de olhar." E ponto final. Eu olhei sim. Olhei indignada por longos cinco minutos e depois apaguei. E apaguei descrente que aquilo é um pai, com uma filha de 3 anos e ele simplesmente não dá a mínima.

Nessas horas, mais do que em qualquer outra, eu agradeço aos céus o pai maravilhoso que Deus me deu. Um pai que a cada 15 dias saía de São Paulo e ia até Vinhedo para me buscar. Um pai que já andou 75KM para ver apresentação da feira de ciências,sobre temas bem chatos. Um pai que, desculpe se ficar um pouco ofensivo, teve todas as condições favoráveis do mundo para esquecer que eu existo (relacionamentos familiares um pouco conturbados) e mesmo assim nunca me deixou em segundo plano. Um pai de verdade e que me orgulha. Amém por ter ele na minha vida.

E que pena que o pai da minha filha não pensa assim. Quem está perdendo é ele. E isso tudo o que ele perde, não se recupera.

Em tempo: se alguém quiser fazer a tradução eu encaminho o e-mail. Eu que não vou fazer...

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cansada!

Não, apesar das crise, não cansei do blog. Cansei mesmo é de jogos. Cansei de interpretar sinais ou querer que atitudes sejam sinais. Cansei daquela coisa de conquista, que depois que acaba, perde a graça.
Na verdade, cansei da parte em que perde a graça e aí acaba de vez. Eu quero descobrir o que vem depois da conquista, depois daquele terrível (porém gostoso) "jogo de sedução".

Quero trocar as noites com horas e horas de arrumação, cabelo sem um fio fora do lugar e maquiagem perfeita (sem contar a lingerie nova) por uma tarde largada no sofá, com pantufa de pé de monstro, cara lavada e abraços enquanto se assiste um filme. Quero trocar o incômodo de um primeiro encontro para a maré calma de um relacionamento que está no 100º encontro. Quero montar uma árvore de Natal e dar risada. Quero, isso eu quero muito, uma referência masculina para a minha filha.

E isso não chega. Nunca. Em tempo nenhum. E aí que eu cansei de procurar. Cansei de trocar olhares, cansei de sair para um, dois encontros e não chegar ao terceiro. Cansei de gente traumatizada, com medo de entregar o coração. Eu entreguei o meu e sofri e chorei, mas não morri. Eu estou viva. E pronta para o próximo encontro. Mas com alguém que também esteja preparado.

Cansei dos homens e cansei mais ainda das mulheres fáceis que pipocam por aí. Cansei de tudo.

Só não cansei do blog, da minha vida, da minha família e dos meus amigos. Mas ando tão chata às vezes que o medo é que eles tenham se cansado de mim...

Sem mais. Volto amanhã.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Novos caminhos...

E pelo visto o que mais tem nesse mundo é mulher solteira. Sério. Um monte de amigas terminaram,estão terminando ou o cara não decide o que quer da vida. Nunca pensei que o meu "time" estaria tão cheio. Isso,por um lado,é bem triste. Por outro, sei que não estou sozinha nessa. Uhuuu!

Aí que,pensando nisso, resolvi bolar um projeto paralelo para o blog. Assim eu caço assunto e acabo juntando as amigas solteiras. Nós vamos transformar um pouco esse espaço aqui...vou manter o conceito de escrever as minhas histórias, mas com uma periodicidade ainda não definida,uma das meninas (sempre vai ser rotativo) vai escrever sobre um lugar que a gente visitou.

Vai ser mais ou menos assim: vamos fazer valer o nome do blog!! Vamos mostrar aqui os lugares que as revistas, pesquisas, psicólogos e amigos dizem que tem gente interessante. Vai ter de balada a barzinho, passando por mercado e padaria!!! E aí a gente vai relatar aqui o que viu, o que gostou e...bem, se tem mesmo "maridos em potencial". O intuito é só ser divertido e,por que não, informativo?

O que acham? Solteiras de São Paulo que quiserem participar é só comentar aqui...o legal vai ser que a gente vai conhecer amigas novas e montar um grupo de amigas beeeeem bacana!

É isso...boa semana!! Volto amanhã. JURO!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Porque não recomendo encontros às escuras...

Aí que eu resolvi me jogar em um quase encontro às escuras. E aí que eu descobri porque eles (quase) nunca dão certo...

Há algum tempo atrás um amigo me chamou para um happy hour com um pessoal cliente dele. Eu fui. E conheci o L, um cara que, depois de uma caipirinha passou de "educado" (por me fazer sala em uma mesa que eu não conhecia ninguém além do anfitrião) para "interessante" (total e completamente movida pelo fator etílico). E nessa noite trocamos BBMs. E desde então vira e mexe o cara me chama para "tomar alguma coisa". Pois bem...

Segunda, véspera de feriado. Ele me chama e eu digo que estou com uma prima. Ele resolve a situação e chama um amigo. Fomos a um bar/restaurante no centro de São Paulo, naquela rua que tem vários restaurantes da Família Mancini. Começo relatando que a idade média de quem vai lá é 80 anos. Mas tudo bem...

Chegando lá...o educado/interessante é, na verdade, bem feio. E ficou mais feio ainda depois que nos apresentou o amigo "Deus Grego" que ele levou para a minha prima. Primeiro pensamento: Droga, ela se deu bem e eu...mal,claro.

Aí que acontece o inesperado: não tínhamos papo! Ficamos lá, quatro estranhos tentando buscar um assunto em comum. E nem a novela das 9 salvou a gente. Nada. Nem o Estadão, a Globo.com ou qualquer site de cultura geral que possa ser quebra gelo. O bonitão era um tonto. Quando não estava no Iphone, falava do seu vício em Dry Martinis. O educado/interessante/feio deve ter percebido a minha inquietação (e irritação,claro).

Resultado: pagamos a conta (sim, eles não se ofereceram nem para transformar a noite em um prejuízo menor) e sugerimos um barzinho. Deus grego/acéfalo diz que precisa entregar a chave de casa para a mãe (oi???) e o educado/interessante/feio não se anima nem para tomar um chocolate quente na padaria. O jeito? Ir para casa com a prima e assistir "Meninas Malvadas"....

É, minha gente...a coisa tá feia meeeeesmo!!!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Bizarrices de um feriado...

Gente, depois de muito tempo eu tenho boas histórias para contar. Na verdade, não são boas, são engraçadas e renderam pautas para o blog!!

Prometo sentar em casa com carinho e escrever tudo para vocês,então o meu conselho é voltar amanhã porque...tchan tchan tchan tchaaaaaan...senta que lá vem história!!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Falta de tempo + falta de criatividade =...

...blog desatualizado.

Sério. Ontem eu pensei (mais uma vez, eu sei) em escrever o post final do Como Agarrar um Marido. Mas aí que nem criatividade para um final decente eu tinha. E aí hoje eu acordei arrependida de matar o blog e decidi vir aqui pelo menos dar uma satisfação para os leitores fieis.

Não. Não sumi. Mas também não tem acontecido nada de empolgante. Talvez eu comece a relatar o meu dia de trabalho porque pra isso não falta assunto. Ou então eu vou ter que começar a procurar pautas ao redor do mundo porque eu realmente não tenho muito o que contar para vocês. Aliás, pensando em uma ideia: mandem vocês pautas ou sugiram temas que eu terei prazer em escrever. Quem sabe com vocês me ajudando a coisa volta a andar e eu volto aos posts diários? Boa ideia,hein?

O feriado está aí e eu não vou fazer nada em especial. Vou para a minha mãe, dar uma descansada, espairecida e enfiar a cabeça no mar, faça a temperatura que fizer. Preciso descarregar a uruca. Ando meio desanimada de tudo,sabem? Não tem motivo nenhum para isso, mas eu ando desanimada. Pode ser o cansaço de fim de ano. Ou pelo menos eu espero que seja. Estou quase começando a tomar aqueles complexos de vitamina para dar um UP no meu ânimo.

Fora isso...o que mais contar dessa semana? Muito trabalho, mas muita diversão. Isso é bom...as muitas horas de trabalho que rondam a minha vida me divertem. Sério. Isso é pra poucos. Sim, tem horas que eu me irrito, mas isso é muito muito raro. E aproveitando a falta de assunto, vou dividi com vocês uma fotinho de um dos eventos da semana, no salão do Proença.

Galera reunida e trabalhando. Atenção ao meu cabelo, loiro de novo...eu não consegui ficar morena. É muita responsabilidade...hahahahahaha


Então é isso, minha gente... me ajudem a conseguir assunto pro nosso cantinho! Eu vou me esforçar para caçar novidades também...

Beijos a todos que têm lido aqui!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Resultados de um fim de semana sem neuroses...

(música de fundo para o post: Weeeeeeee are the champions, my frieeeeeeeend....weeeee are the champions, weeeee are the chaaaaampions...!)

EU CONSEGUI!!! Eu NÃO mandei BBM para o moço durante o fim de semana!!! E querem saber...sábado,no fim da tarde, ele mandou mensagem pra mim!! Sim...me chamou no sábado E no domingo!!
(dancinha da vitória pra Tati,por favor...)


Conversamos amenidades e eu me senti vitoriosa porque ele me procurou e não fui eu a doida que foi atrás!!

Fora isso, sábado tivemos um curso na Ferraz sobre consultoria de imagem, com Chris Francini e Paula Martins, do Look do dia . Amei! A gente aprendeu várias dicas sobre o nosso estilo e, pasmem, fui classificada como sensual, esportiva e elegante. Hoje já estou de look apontado pelas consultoras. O mais divertido foi me reunir em um sábado na agência para discutir moda. Adorei!

Enfim...não tenho muito o que contar...eu precisava mesmo é dividir com vocês que, por 48 horas, eu não me rendi às neuroses da vida!!!!!!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Neuroses, psicoses e outras oses...


Eu confesso que sou uma pessoa neurótica. Ok, todo mundo é...eu sei. Mas eu sou além. Sabe quando você encasqueta com alguma coisa e vai até o fim pra saber se aquilo é aquilo mesmo? Sou eu. E aí que isso me faz ter aquele sentimento de "vergonha alheia" comigo!!! Sabem o que é você pensar: pobre coitada... e a "pobre coitada" é você!! Pois é...sou eu.

A pior coisa que existe no mundo (e a melhor também) é o Facebook. Lá você mexe o quanto quiser na vida de todo mundo (todo mundo que não trave o perfil, claro). E lá é que a neurose é alimentada...

Você mexe no perfil do seu pai, no da sua mãe, até no do seu cachorro, se você quiser...até que, num ato insano impensado você resolve fuçar no perfil do pretendente a pretendente a pretendente. E aí vê meia dúzia de recados. E não entende. E quer entender.

Se você for um ser normal, que não precisa de terapia, você vai fechar o perfil do cara e vai voltar ao curso normal da sua vida. Se você for louca, vai se remoer até saber quem é aquela pessoa. Vai caçar, caçar até você achar. Ou então vai direto na fonte, como uma desculpa imbecil sobre aquela pessoa. E vai se sentir uma retardada quando ele disser que é apenas uma amiga de longa data. Aí você se vê obrigada a mudar de assunto e se passar de louca fingir que nada aconteceu. E vai se sentir mais imbecil ainda.

Eu fiz isso (claro...alguém duvidou que eu falava de alguém que não fosse euzinha??). E me senti estúpida. E jurei que eu vou ficar longe do meu BBM por três longos dias (amigas podem conversar, clientes podem conversar, candidatos a pretendentes eu vou passar longe). Nem que eu coma um pote de sorvete. Ou uma caixa de bombons (ou a fábrica de bombons...). Estou começando a campanha NEUROSE não.

E tudo porque, no meio dessa conversa toda, eu li: passarinho bem cuidado não precisa de gaiola. E neurose, minha gente, faz o passarinho voar....

Sobre a amizade

Sempre me gabei por ter amizades verdadeiras de longa data. Tenho amigas que conheço desde que nasci e outras que me acompanham há pelo menos 20 anos. E no meio disso tudo sempre aparecem novas e boas amizades. E outras que me fazem quebrar a cara também.

E aí que eu estou numa fase de quebrar a cara com amizades. Assim...eu sou amiga da pessoa, mas a pessoa não é minha amiga. Descobri isso porque, quando eu mais precisei de um apoio, a pessoa arrumou uma desculpa esfarrapada dizendo que tinha que fazer algo que, me desculpe, poderia ser adiado.

Sabe o que foi pior? Foi saber que a pessoa que eu sempre ajudei, que eu estive ao lado quando precisou, me deixou num momento chato porque, sei lá, digamos que precisava comprar um sapato novo. Fiquei passada. E sabem o que eu fiz? Risquei do meu caderninho de amizades e passei para o de "conhecidos mais chegados".

Em contrapartida, tenho uma amiga de anos que, por mais que a gente não se fale com a mesma frequência porque ela está namorando, sempre que uma precisa da outra a gente está lá, independente de qualquer coisa. Faça chuva ou sol. Uma sempre está dando apoio para a outra...

Isso é amizade. Isso é estar lá. E é isso o que eu privilegio na minha vida. Amizade por conveniência ou via de mão única? Desculpa, não preciso...

Para essas, bye bye...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

No meio do caminho tinha uma pedra...

Ou várias. Ou muitas. E aí, como faz?

Ando sentindo um cansaço descomunal e sem motivo. Me falta pique para tudo. O trabalho é uma delícia, mas a mente já anda meio lenta. Os programas dos amigos são tentadores, mas e a preguiça de me deslocar do aconchego do lar? E acordar?? Acordar,então, tem sido um desafio e tanto. O despertador toca, mas a impressão é que eu não dormi o tanto que eu dormi...

Deve ser algum tipo de energia cósmica, porque muita gente que convive comigo anda se sentindo igual. Será o fim do ano chegando? Energia do 1.11.11? Ou simplesmente cansaço que acumula desde janeiro?

Não sei...o que eu sei que é no meio do caminho tenho encontrado muitas pedras. E está difícil chutar e dar uma banana para elas.

Mas e daí? Daí que eu sou forte e mesmo desanimada, vamos seguir em frente!!!!

Ah! Novidades...sou loira de novo. Meu momento "Carrie morena" durou exatos quatro dias. O tom de loiro não é o que eu quero, mas pelo menos eu olho no espelho e consigo reconhecer o reflexo. E, conclusão brilhante: se ser loira não é para qualquer um, ser morena também não.

Em 4 dias de morenice, aprendi a admirar as minhas amigas de cabelos escuros. E consegui montar SOZINHA uma cabaninha da Madu. E aí que ser morena seria a solução dos problemas? Não... ser loira é definitivamente mais divertido.

Bom feriado!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Sobre relacionamentos...

"Converse. Não estar pronto não significa não gostar. Não querer agora não significa não querer nunca. Não há insulto em pedir tempo. Não há ofensa em ter dúvidas. Lembre: o outro lado também hesita, embora às vezes não diga, embora talvez nem perceba."


Adoro o Ivan Martins. Não sei vocês conhecem, mas ele é colunista da revista Época. A Ivy me manda a coluna dele toda quarta-feira. E essa semana ele escreveu um dos melhores textos que eu já li na minha vida. De tudo o que estava escrito, o que mais me marcou foi o fragmento (falei bonito...) lá de cima. 


Relacionar-se com alguém é conversar. É se arriscar. A vida é um jogo e sempre que temos uma pessoa que não seja a gente no meio, as apostas precisam ser feitas. É fácil? Não, não é. A gente sofre? Sofre. Mas a vida é aprendizado. 


Eu aprendi essa semana a não sofrer mais pelo passado. Aprendi que a gente precisa entender que, quando arrisca, corre o risco de perder. Aprendi que eu tenho os melhores amigos do mundo. Fiquei morena. 


E no meio disso tudo, eu aprendi que as pessoas especiais podem passar pela nossa vida e não ficar nela. E nisso a gente só aprende.


Se relacionar com o mundo é isso...é dar a cara a tapa. É cair e levantar. É limpar a poeira e dar a volta por cima. Se relacionar com as pessoas é correr o risco de se machucar. Mas também é correr o risco de conhecer gente bacana.


Eu me relaciono com o mundo todos os dias. E espero ser assim até o fim da minha vida. E, quem sabe, depois dela também...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Um novo eu


Sim...eu mudei. Tirei o loiro. Não, não foi de propósito. Na verdade eu cortei o cabelo ontem e aí ficou manchado demais por conta daquelas luzes meio ombré. Aí o Didier, meu fiel cabeleireiro, disse que se eu quisesse assumir meu lado "roqueira doidona" eu poderia ficar com aquela cor. Como eu estou longe disso, resolvemos (ele resolveu, na verdade) que escureceríamos o cabelo até que eu fizesse as luzes de novo (previsto para semana que vem).

De verdade? Me acho estranha...uma alma loira numa cabeça morena. Não sou muito fã. Mas me surpreendi com os elogios. Engraçado isso.

Resolvi compartilhar a mudança com vocês. Uma amiga brincou que estou na fase "Carrie morena" da minha vida. Achei graça.

Tá aqui...depois de um dia conturbado, e que passou, minha gente... resolvi mudar.

"Um belo dia resolvi mudar...e fazer tudo o que eu queria fazer..."

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Quem procura, acha...

Post não planejado, mas eu precisava desabafar em algum lugar. Podem me chamar de mula, de anta, de paquiderme e tudo mais que vocês quiserem porque eu estou me achando tudo isso mesmo.

Sabe aquele dia que você não tem o que fazer da vida ou que você acorda e pensa: "Como eu vou acabar com o meu dia hoje?"? Então...eu devo ter acordado assim. Isso porque, do nada, eu resolvi ver se a Noiva Cadáver aderiu ao Facebook. Isso mesmo, minha gente...eu resolvi que eu queria procurar isso, depois de escrever um post lindo dizendo que já não estava mais nem aí.

Acontece que eu percebi que estou aí sim...a foto é uma foto do casamento do Mr.Right. Uma foto dos dois,claro. E isso doeu no fundo da minha alma. Eu não pensei que uma simples foto pudesse doer láááá no fundo. Desculpem a todos, mas é verdade. Eu fui fraca, fui caçar enguiço e achei! Achei em formato de foto.

É isso, minha gente... só precisava colocar num "papel" ou então enlouqueceria.

Fica a dica: quem procura, acha...e acaba chorando...

Modernidades do século XXI

Tem coisas nesse mundo que eu ainda estou aprendendo a entender. Essa história de "estar conhecendo" trezentas pessoas ao mesmo tempo é uma delas. Tenho amigas que se arrumam três vezes na semana para encontrar três caras diferentes. E elas se lembram dos detalhes da vida de cada um deles. O argumento? "Estou testando qual dos três é a melhor opção. Quando eu me decidir, mando os outros dois passear". Argumento inteligente? Talvez, quem sabe...

Eu já disse que sou um ser meio "caipira" para essas coisas. Acho que a gente precisa ter foco nesse vida e mirar em todos pode querer dizer não acertar nenhum. Mas vejo uma certa lógica no raciocínio delas. Quando a gente fecha o nosso leque de opções para uma única pessoa, precisa ter certeza de que a outra parte está na mesma sintonia que você. Aí o único investimento pode ser certeiro e todo mundo vive feliz. Mas...e quando você está na tentativa da tentativa da tentativa? Será que o caminho é, realmente, ter mais de uma opção?

E mais...do jeito que as coisas estão doidas hoje e está cada vez mais difícil encontrar uma pessoa bacana, como é que a gente consegue mais de uma opção se está complicada de achar apenas uma? Se alguém souber, me conta o segredo...

Ah...as modernidades do século XXI onde opção não é mais opção...é quase que uma obrigatoriedade...!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Carpe Diem...Vita Brevis.

Há muito tempo atrás, não sei nem se ela vai se lembrar, ganhei da Fér um livro chamado Vita Brevis, do mesmo autor de "O mundo de Sofia". O livro conta um pouco sobre a vida de Santo Agostinho, mas isso não é o motivo do post... o que eu me lembro mesmo é que, junto com o livro, a Fér me mandou uma cartinha que terminava assim:

"Carpe Diem. Vita Brevis."

Basicamente, numa tradução, o que a Fér me escreveu foi "Aproveite o dia. A vida é breve." Se me perguntarem o motivo do presente e do cartão, eu vou ficar devendo, porque eu não me lembro. Mas deve ter sido em alguma época que eu precisava ouvir isso. E nem sei se ela sabe, mas essa frase vem me acompanhando há um bom tempo. Sempre que eu tenho uma situação que fico enrolando para resolver, penso no fim daquele bilhete. O que eu quero dizer neste post é que, muitas vezes a gente fica se prendendo a pessoas e situações que vão acontecer (ou não) lá na frente e isso impede que a gente viva o hoje.

Eu sempre fui uma pessoa que pensa lá na frente. Que não vive o hoje. Eu vivo hoje pensando no amanhã e quando não penso no amanhã, quero tentar saber como vai ser ano que vem. Isso me impede que viva o que a vida está me dando hoje. E isso precisa parar. Por isso que eu decidi ontem (para ser bem sincera) que eu vou viver um dia de cada vez. Sim, tenho meus planos. Sim, tenho minhas ideias de vida. Mas não. Não vou viver pensando nelas e como elas vão acontecer. Eu simplesmente vou viver o hoje. Vou planejar o daqui a pouco e não mais o láááááá na frente. Vou sentir o que a vida me dá hoje.

Carregar o hoje para amanhã? Só se ele valer muito a pena. E por quê?

Carpe Diem, leitores. Vita Brevis.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Rótulos

Ontem eu estava pensando sobre rótulos e o quanto a gente precisa classificar as coisas. Estado civil, preferências por isso ou por aquilo e por aí vai. E tudo isso por conta de uma conversa que eu tive.

Há muito tempo atrás uma amiga muito querida mas cujo contato que tenho hoje é pouco começou a sair com um moço. Naquela época ela reclamava da falta de um estado civil definido. Eu estava no auge do meu relacionamento com Mr.Right e me lembro que nós três conversávamos sobre a importância que a mulher dá ao rótulo de "meu namorado". Ele (Mr.Right) explicava para essa amiga que ela precisava viver um dia de cada vez e deixar a coisa acontecer. E ela fez isso. E hoje os dois estão morando juntos, quase um ano e meio depois daquela conversa.

Fico me perguntando de onde vem tamanha necessidade de rotular tudo. "Estou namorando". "Estou ficando". Ou simplesmente "Estou tico tico no fubá". Ok...eu sei que o "tico tico no fubá" pode ser um martírio, mas o que é indefinido hoje, pode ser definido amanhã. E aí, sem pressa, um relacionamento é construído.

Junto com tudo isso, ontem eu assisti "Amizade Colorida" e fiquei pensando, também, sobre isso. Será que uma amizade assim não é o começo de tudo? Será que esse tipo de relacionamento, livre de rótulos e cobranças não pode ser a porta de entrada para um relacionamento verdadeiro, entre duas pessoas que se gostam, mas que não querem um rótulo assim, de sopetão?

Queria a opinião de vocês, leitoras e leitores sobre isso. Rótulos e amizades coloridas. Funcionam? Não funcionam? O que acontece?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Poesia para o dia mudar...e a gente também

Uma amiga querida (BEIJO, IVY) mandou este texto para mim. Repassei para algumas pessoas igualmente queridas e decidi dividir com vocês...meus queridos leitores. (Perceberam que eu estou querida hoje,né? hahahaha)


Não importa aonde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível e necessário "Recomeçar".
Recomeçar é dar uma chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida e o mais importante...
Acreditar em você de novo.
Sofreu muito nesse período?
Foi aprendizado...
Chorou muito?
Foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes?
É porque você fechou as portas até para os anjos...
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início da sua melhora...
Pois é...
Agora é hora de reiniciar...
De pensar na luz...
De encontrar prazer nas coisas mais simples de novo...
Que tal um novo emprego?
Um corte de cabelo arrojado...
Diferente?
Um novo curso...
Ou aquele velho desejo de aprender a pintar...
Desenhar...
Dominar o computador...
Ou qualquer outra coisa...
Olha quanto desafio...
Quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus, o esperando.
Está se sentindo sozinho?
Besteira...
Tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento"...
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza...
Nem nós mesmos nos suportamos...
Ficamos horríveis...
O mal humor vai comendo nosso fígado...
Até a boca fica amarga!
Recomeçar...
Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar?
Ir alto...
Sonhe alto...
Queira o melhor do melhor...
Queira coisas boas para a vida...
Pensando assim trazemos para nós aquilo que desejamos...
Se pensamos pequeno...
Coisas pequenas teremos...
Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é o hoje o dia da faxina mental...
Joga fora tudo que te prende ao passado...
Ao mundinho de coisas tristes...
Fotos...
Peças de roupa, papel de bala...
Ingressos de cinema, bilhete de viagens...
E toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados...
Jogue tudo fora...
Mas, principalmente, esvazie seu coração...
Fique pronto para a vida...
Para um novo amor...
Lembre-se: somos apaixonáveis...
Somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes...
Afinal de contas...
Nós somos o "Amor".
"Sou do tamanho daquilo que vejo e não do tamanho da minha altura".

Carlos Drummond de Andrade

O retorno de Maria Helena....


Vocês se lembram do meu lado psicótico, conhecido como Maria Helena? Aqueeeeele meu alter-ego criado por mim para testar o “Cara da Austrália”? Já falei sobre ela aqui. Quem quiser rir, leia e morra de rir.

Pois então...desde o episódio da Maria Helena o cara da Austrália é conhecido, entre as minhas amigas, como O Maria Helena. E O Maria Helena, que hoje não mora em São Paulo, veio para a capital paulista. E sugeriu que a gente se encontrasse. Eu confesso, leitoras e leitores, que eu tremi na base e, antes que ele chegasse aqui,planejava encontrar com ele. Muito pela curiosidade de vê-lo “ao vivo” depois de mais de cinco anos. E também porque eu queria testar o que aconteceria.

Aí que o Maria Helena chegou justamente na mesma época que chegou aquele moço que eu estava conhecendo (o que é, hoje, apenas um amigo). E aí, minha gente, eu amarelei. Amarelei e confesso que amarelei mesmo. Ele até propôs um vinho em casa e eu aceitei, mas a Madu agiu em meu favor e acabei tendo que amarelar de vez. E acho que, se a Madu não agisse, eu mesma agiria.

Tenho certeza de que muitos estão me achando uma burra e outras pessoas estão me aplaudindo. Apesar da curiosidade em saber como ele está, não me arrependo de não ter encontrado com ele em nenhum dos sete dias que ele ficou por aqui. Simplesmente pelo fato de que, se estou com alguém, ainda que no status de “conhecendo melhor”, não consigo “sacanear” a pessoa e estar com mais de uma ao mesmo tempo, mesmo que sem segundas intenções (que eu sei que da parte do Maria Helena existiam).

E...? E que o moço desistiu de tentar me conhecer melhor e eu acabei sem o moço que vale a pena (e vale, minha gente) e sem ver o Maria Helena. Mas eu fiquei em paz comigo. Em paz porque, apesar de não ter nada com o moço, eu estava me envolvendo em uma história e não seria correto pagar para ver em uma história que já vivi. E fiquei em paz comigo porque eu sei que, correndo riscos, eu me livrei de me envolver com uma pessoa que quer tudo, menos envolvimento.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Quase um ano depois...


Essa semana vai fazer um ano do casamento (sim, o dia mesmo) do Mr.Right. Acho que preciso dividir com vocês um pouco de como está a minha cabeça essa semana. Não que o post será depressivo, mas o blog foi criado por conta desse personagem da minha vida, então nada mais justo do que atualizar vocês... :)

Há quase um ano atrás eu estava na casa da Talita, me distraindo e rezando para que eu não chorasse (muito) com o acontecimento do dia. Hoje eu penso que eu me sentiria pior, mas no dia eu acho que me sentia péssima. Essa semana (sábado,para ser exata) o casal completa um ano de casados. O que eu desejo? Nada. Se eu desejar felicidades, vou ser hipócrita. Se eu desejar que sejam infelizes, serei malvada. Então eu não desejo nada. Melhor nada do que algo ruim, concordam?

Nesse um ano, nos falamos (MUITO) pouco e não nos vimos. Para quê? Para ficar chorando por uma história que precisou ser interrompida? Para lembrar de um sentimento que existiu, foi forte, mas não tem mais lugar? Para sofrer mais? Não. Confesso que, no começo, vontade não me faltou. Vontade de ir aos lugares que eu sei que ele vai. Vontade de passar por perto de onde ele trabalha. Vontade de pesquisar com os amigos como estão as coisas. Só que aí eu sempre pensei: O que eu ganho com isso? Nada. O que eu perco? Muita coisa.

Em 365 dias desde o casamento (que, não sei se vocês sabem, mas achei um vídeo que hoje nem existe mais na internet e nem perguntem como eu achei, porque exigiu um trabalho de três dias de busca incessante) nos falamos umas 5 ou 6 vezes. No começo meu coração ia até a boca, meu estômago embrulhava e eu queria morrer de felicidade só com o OI dele no meu Skype. Hoje isso não acontece mais.

Costumo dizer que existem sentimentos que a gente sabe que existem, mas ele começam a fazer parte da gente até que a gente não sinta mais muita coisa. Acho que é isso. Não sei. Semana passada eu, num (ato idiota,claro) rompante sem explicação, resolvi perguntar de onde era a foto do skype dele. Horas depois ele responde e trocamos meia dúzia de palavras. Sabe o que aquilo representou pra mim? Liberdade. Liberdade porque, ao contrário das outras 4 vezes em que nos falamos, eu não suei, não tive ataque cardíaco, não tive ânsia. Eu falei com ele com a mesma calma que estou sentada no meu sofá escrevendo este post pra vocês. E isso foi uma vitória.

A cabeça, claro, ainda prega algumas peças. Essa semana eu sonhei que encontrava com Mr.Right no trabalho dele e, apesar de andarmos de mãos dadas, ele me dizia que havia aprendido a amar Natasha (que, confesso agora, é chamada desde sempre de Noiva Cadáver, por mim e por quem me conhece) e que estavam felizes. Mudou a cena do sonho e eu fuçava no orkut da Noiva Cadáver e descobria que eles estavam com uma filha pequena, chamada ERBA CATARINA. Quando eu acordei, devo confessar que, do sonho todo, o que me chocou foi o nome da criança...ERBA CATARINA. Até agora eu me pergunto de que raio de lugar meu cérebro tirou um nome desse.

No fim das contas, o que eu quero contar para vocês é que, finalmente, depois de um ano e um pouquinho eu estou preparada e de coração aberto para uma nova pessoa. Entendi que o que a gente viveu foi lindo, mas acabou. Por que acabou não interessa mais. Não dá para passar o resto da vida avaliando. E aí que depois desse tempo todo (e depois de sair com alguns caras que foram meio furados) eu acho que estou pronta para dar meu coração, com calma e segurança, para alguém que esteja com vontade de estar ao meu lado. Alguém livre de amarras. Alguém imperfeito e que aceite as minhas imperfeições. Alguém que queira ser testemunha da minha vida e que eu testemunhe a dele.

Se eu realmente não desejo algo para Mr.Right e Natasha, a Noiva Cadáver? Tá bom, eu desejo, vai... que a filha deles (caso eles tenham) realmente não se chama ERBA CATARINA.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Valorização


Este post pode me trazer problemas com algumas pessoas. Pensando bem, vai causar se a carapuça servir e, se servir, que seja uma lição.

Eu sou super favorável à liberdade da mulher. Acho que merecemos mesmo sair por aí, fazer o que der na nossa telha sem ser julgadas ou queimadas na fogueira. Maaaas...acho que, com a liberdade, a gente conquista também o dever de saber agir com sabedoria e não enfiando o pé na jaca. Só que o que eu tenho visto hoje é muito mais pé na jaca do que a mão na consciência.

De verdade, não sei se foi a minha criação “semi-caipira”, as amizades com a cabeça no lugar ou se eu nasci assim mesmo, mais conservadora. Fato é que, do alto dos meus quase 28 anos e meio de vida, eu passei a noite com pouquíssimos caras. Poucos mesmo. Já comparei com algumas amigas e salvo duas ou três (literalmente), a minha “listinha” é sempre a mais “inha” mesmo. Eu me orgulho disso. Tirando um (ou dois,vai, para ser mais real) erro de percurso nessa lista (leiam “nomes que eu gostaria de tirar”), não me arrependo do que aconteceu. Aconteceu com pessoas bacanas e que, de alguma forma, acrescentaram alguma coisa na minha vida. Para esses caras, um recado (se é que algum deles lê isso aqui...): sintam-se especiais, porque eu sou mesmo chata.

Mas na verdade esse post não é sobre isso. Esse post é sobre valorização. A nossa valorização. O valor que a gente dá pra gente mesmo e como isso se reflete para todo mundo. Explico: quando eu termino um relacionamento (ou quando terminam comigo uma história que eu gostaria que fosse um relacionamento), eu não consigo sair no mesmo dia e beijar uma pessoa. Talvez, quem sabe, seja mesmo meu lado careta, mas acho que beijar um outro cara não vai me fazer sentir melhor ou resolver o meu problema. Quando eu voltar para casa, sozinha (no meu caso...no seu pode ser que você volte acompanhada), o término e a frustração vão continuar ali comigo.

Só que cada vez mais eu tenho visto por aí gente que não pensa assim. Amigas minhas. Amigas de amigas minhas. E as amigas das amigas das minhas amigas. O número é crescente. E não entendo. Sei que cada um é dono do seu nariz, mas porque não se valorizar? Conheço gente que terminou ontem e ontem mesmo beijou um cara. Não finalizou (se é que me entendem) porque a consciência bateu. Desta vez. Pela primeira vez. Um pequeno, mas grandioso passo para a valorização.

E sabe o que está por trás dessa falta de valor? A carência afetiva em excesso. A vontade quase desesperadora  de estar com alguém, mesmo que, de verdade, você esteja sem ninguém. É o medo de ficar sozinha. O medo de se encarar sozinha. O medo de ser sua própria companhia. E para isso passar se aceitar e entender que você é o seu melhor par é o caminho ideal.

O triste disso tudo é que cada vez mais a mulherada está fácil. E cada vez menos os homens acham o joio no meio do trigo. E aí quem realmente vale a pena, fica no meio dos demais. E para se destacar? É o que eu ainda estou tentando entender...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Recomeçar...

Na última vez que eu escrevi, escrevi sobre o luto (seja ele qual fosse). Um dos comentários, o da Isabela, me chamou a atenção e eu não só vou mandar um e-mail para ela quanto resolvi fazer este post sobre recomeço.

Recomeçar é começar de novo. É construir novos sonhos, fazer novos planos, pensar em uma vida diferente daquela que, encaremos os fatos, não existe mais. Reconstruir requer uma força que nem sempre a gente tem. Melhor ainda, nem sempre a gente ACHA que tem a força que REALMENTE tem. Reconstruir exige tempo, exige paciência, exige uma perseverança que dá preguiça só de pensar em ter que conseguir tê-la. Mas é necessário.

Tocar a vida para frente entendendo que a gente pode fraquejar, mas nunca desistir é uma obrigação que a gente tem. Você tomou um fora? Sei que é dolorido. Sei que é difícil. Sei que a gente se sente a última mulher da face da Terra e, pior, a última mulher da face da Terra e o cara NÃO te quer. E a gente precisa viver essa tristeza. Precisa sim chorar litros de lágrima. Precisa xingar toda a raça masculina (ou feminina, se você for homem). Precisa ter um tempo para recolher os pedaços. Mas, Isabela e todo mundo que está lendo esse post, uma hora o seu luto precisa acabar e você precisa seguir em frente.

Engraçado...nesse momento penso naquele cara que disse pra mim semana passada que não está pronto para abrir o coração dele. Acho que está no mesmo momento que a nossa leitora Isabela. E está no mesmo momento que eu estava até pouco tempo atrás. E eu entendo. Entendo ele e a Isabela. E quero que os dois (e todo mundo que vive esse mesmo momento) entendam que para ele passar, a vontade vem em primeiro lugar.

Todo mundo merece (merece,não, DEVE) ser feliz. Todo mundo precisa acreditar que por mais que não tenha dado certo o relacionamento anterior, você precisa ter o coração aberto para o novo. O novo pode ser muito bom. O novo pode ser o curativo que você precisa para ser feliz. O novo pode ser inesperadamente especial, deliciosamente bom. O novo pode ser a tampa da sua panela. E, por mais que a sombra do antigo, do "falecido" ainda esteja viva, ela tende a ficar cada vez menor. Basta a gente querer.

"Querer é poder", diz um velho ditado. E com razão. Quando a gente quer mudar, a gente muda. Não em 24 horas, não em uma semana, mas muda aos poucos...cada dia um pouco mais. Até que... mudamos, amadurecemos, evoluímos. A sombra do antigo já não existe mais e, quando existe, é para lembrar que aquilo só nos fortaleceu e nos fez crescer.

Eu tive um período de luto de quase um ano. Foi bom para mim? Não completamente. Mas também não foi completamente ruim. O período de luto que tive serviu para entender que existe um mundo lá fora e que eu não poderia pagar para o resto da vida o preço de uma escolha que não foi minha. E quando eu resolvi abrir o coração, abri para uma pessoa que está vivenciando seu próprio luto e que, hoje, precisa somente da minha amizade. Isso é ruim? Não necessariamente.

É ruim por uma questão de "timing": o tempo dele está diferente do meu. Meu relógio está pronto para um relacionamento, o dele ainda está buscando esse tempo certo. Estamos condenados ao fracasso? Não acho. Acho que hoje precisamos ser amigos, como ele mesmo disse. Amigos que se divertem, que se confortam, que gostam da companhia um do outro e que se entendem, porque eu já passei pelo que ele passa. E isso não é ruim...posso ser o band-aid dele nesse recomeço. Assim como ele me ajudou a ver que existe vida pós-luto, seja ele de quanto tempo for.

Isabela e todo mundo que está recomeçando: a missão não é fácil, mas necessária. Junte forças para lutar pela sua felicidade. Isso é o que todo mundo merece e pra isso que estamos nessa Terra: ser feliz. Nem que pra isso seja preciso recomeçar mais de mil vezes...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O luto

Luto é um mal necessário. A gente precisa dele para seguir em frente. Não interessa qual é o seu tipo de luto: morte de um ente querido, perda de um animalzinho, uma amizade quebrada. A gente precisa viver a tristeza para que, depois disso, uma nova vida se abra para a gente.

Eu contei aqui que tinha conhecido uma pessoa. Essa pessoa está em luto ainda. Luto por um relacionamento relâmpago que não deu certo. E ele descobriu ontem que precisa viver o luto ao invés de tentar seguir em frente sem pular essa fase. E aí eu rodei. De novo, diga-se de passagem.

Sabe o que é mais engraçado? Eu fique chateada, claro. Mas eu entendo esse cara. Eu passei pelo que ele passou há um ano atrás e eu sei que não adianta a gente mascarar um sentimento. A gente precisa viver isso até o fim, ir até o fundo do poço pra depois começar a subir e se reerguer. Fiquei mais chateada porque ele "precisou" de mim para descobrir isso. Mas ele é uma pessoa maravilhosa que espero que ainda volte para a minha vida, quando ele estiver preparado para um relacionamento.

O luto pode demorar ou não. Vai de acordo com a cabeça de cada um, creio eu. Meu luto passou, mas vira e mexe se manifesta em forma de saudade. Uma saudade estranha, diferente daquela de um ano atrás. Mas ainda assim, saudade. E eu, quando achei que estava pronta e me abri de coração, dancei novamente.

E aí é que está a graça da vida...a gente precisa se abrir para ela e saber que pode doer, mas ainda assim...não estamos deixando de viver.

Para esse moço, uma pessoa incrível, desejo que ele se recupere o mais rápido possível. Porque a vida passa e se a gente não vive, ela não está nem aí...e continua passando...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

"Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer a tona, o que o coração vive tentando deixar pra trás." 

Caio Fernando Abreu.

Coisas da vida

E aí que eu não consigo mais muito tempo para postar aqui. Não é falta de vontade, nem preguiça, nem nada. É falta de tempo mesmo. Mas resolvi tirar as teias de aranha do blog e voltar. Mesmo porque eu tenho visto que vocês continuam entrando e é falta de respeito com quem me lê, entra aqui e nunca acha nada de novo.

O que temos de novo? Fora o trabalho insano, mas que AMO de paixão, está aparecendo no meu caminho uma pessoa bem bacana. Não vou dar detalhes de nada porque eu descobri que olho gordo existe e ele pode sim gorar as coisas. Mas o cara é uma pessoa bacana e um pouco mais velha do que eu, o que significa que (talvez) ele seja mais maduro do que os caras que andei esbarrando por aí. Estamos nos conhecendo e estou, ao contrário do que o meu normal, querendo ir com MUITA calma. Numa velocidade de tartaruga manca, se é que me entendem.

Fora isso, o que mais? Madu está me deixando louca. É um doce de crianças, mas o gênio dela é tão ou mais difícil que o meu. Isso acaba gerando conflitos e eu esqueco, muitas vezes, que ela tem apenas três anos. Agora a mania dela é assistir TODOS OS DIAS o filme Mamma Mia! Eu adoro a Meryl Streep e tenho pena porque ela, em casa pelo menos, está rouca de tanto cantar. Juro que eu fico o dia cantando todas as músicas do filme e a pequena criatura acorda 6h da manhã e diz: "Bom dia...posso assistir Mamma Mia?" Certeza de que é Deus me castigando porque fazia meu pai assistir "E o vento levou..."! Maaaaaaaaaaaaaaas...tudo tem um lado bom. Ontem ela comeu maçã! Sim...a criança está comendo frutas. Deus sabe a vitória que é isso.

De verdade, acho que isso é o que eu tenho de novo pra contar. A não ser que vocês queiram um relatório completo de como está o trabalho. Acho que ninguém quer, né?

Volto mais...prometo!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Atualizações

Eu confesso que enquanto escrevo esse post eu deveria estar escrevendo um release. Tudo bem que estou em casa, mas o tanto de coisa pra fazer é enorme e eu realmente deveria estar trabalhando. Mas não, eu resolvi postar. Primeiro porque eu sinto falta e segundo porque não estou com vontade de escrever mais nada de trabalho, afinal de contas, uma hora a gente precisa se desligar.

E a vida, pessoal, como anda? Meu último post foi meio de revolta,né? Mas era o que eu sentia na época e agradeço a todos os comentários. Vamos ver os próximos capítulos e aí a gente vai atualizando aqui.

O que eu posso contar? Por enquanto, não muita coisa. Vou me reservar o direito de ficar um pouco calada sobre as atualizações da vida pessoal porque eu não quero gorar nada. Mas posso contar que ando beem contentinha,viu, minha gente? Apesar de tudo, estou caminhando pra (quem sabe) uma coisa bacana e aí eu conto para vocês.

Estou com algumas histórias para contar... vou sentar e escrever direitinho e aí vamos publicando. Mas, para começar a terça divertidamente, preciso dividir o que a minha prima me contou durante o almoço de domingo. Ela foi para a balada e a amiga dela ficou com um amigo...QUE CARREGA NO BOLSO UM CARIMBO COM O NOME DELE E A FRASE: ADD NO FACE! Isso mesmo...a pessoa carimba as garotas com o nome + add no Face.

Corram todos e preparem seus carimbos. Eu já tenho os meus:
- Balada: Tatiana Fanti, add no Face
- Eventos de clientes: Tatiana Fanti, add no LinkedIN
- Visitas formais, mas nem tanto: @tatianafanti, follow no Twitter

Aí, dependendo da ocasião, saco o carimbo! hahahahaha

Fala a verdade..esse foi bizarro!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Vida que segue...pros outros

Aí que o pai da minha filha vai se casar. Em dezembro, no civil. Aquele mesmo. Aquele que não estava preparado para ser pai, mas foi. Aquele que não era maduro para ser adulto, mesmo com quase 30 anos. Aquele que foi seguir a conversa dos amigos e fez caca. Aquele cuja ambição é tão grande, mas a força de vontade é tão pequena que o impediu de crescer na vida. Aquele, minha gente. Ele vai casar.

E vocês vão me perguntar: tá com inveja da feliz noiva? Claro que não. O pai da Madu é passado na minha vida. Só não é passado e enterrado porque temos uma filha em comum. A inveja é dele mesmo. Inveja porque a vida dele segue sem maiores consequências. Inveja porque ele dorme até 10h da manhã no domingo e eu às 7h já estou assistindo televisão. Inveja porque ele sai quando quiser, bebe quando quiser, volta pra casa quando quiser. Inveja porque, ao contrário da minha, a vida dele seguiu sem grandes consequências. Inveja é feio? É, mas nesse caso não estou nem aí.

Claro que tem um monte de coisas nele que me fazem não querer trocar a minha insana vida de hoje pela dele. Eu trabalho numa agência enorme, minha chefe é uma pessoa maravilhosa e que gosta de mim, tenho clientes importante e que fazem do meu currículo muito mais valorizado. Não tenho inveja da família que ele tem. A minha, por mais problemas internos, é maravilhosa. Não trocaria a minha vida pela dele. FATO!

O difícil é ver uma pessoa que não tem metade da garra que eu tenho com uma vida andando, se casando. O difícil é ver que ele arrumou alguém. Não vou entrar no mérito da noiva dele porque não a conheço e tratando a minha filha bem é o que interessa. Se ele é bom pra ela ou não, eu não sei. Prefiro nem avaliar isso porque a imagem que eu tenho dele não é a mais positiva do mundo.

O post é só para desabafar mesmo. E tentar entender porque a vida dos outros segue assim...e a minha (amorosa, deixo claro) anda mais parada do que nunca....

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Tempo

Tempo é uma coisa bizarra. Quando você precisa que ele passe muito rápido, ele é leeeeeeeeeeeeento. Quando você quer que ele demore pra passar, aí ele voa. E a coisa que eu tenho notado é que o tempo tem passado muito (MUITO) rápido. A gente pisca o olho e está comemorando um ano que chega. Pisca de novo e já está comendo peru de Natal e se preparando para mais um ano novo. E no meio disso aconteceu tanta coisa que metade você não assimilou ou sentiu.

E nessa do tempo voar você se permite esquecer (ou fingir que esqueceu) de coisas que ficaram lá atrás. Mas o tempo (ah, o tempo...) uma hora ou outra te lembra do que passou (e que passou rápido). Explico, mas sem muita lamentação, vai fazer - mês que vem - um ano do casamento do Mr.Right. E o que aconteceu nesse ano que tá completando? Eu fiquei com alguns caras, engatei um namoro que não deu certo nem por um trimestre, saí com gente que nunca sairia e troquei meia dúzia de "Skypeadas" com um Mr.Right confuso e que não me fala, na real, como estão as coisas.

Não, não estou em depressão. Estou é assustada em como as coisas andam passando tão rápido que a gente nem percebe. Parece que foi ontem que eu comecei a escrever aqui, chorando todos os dias e desejando com o fundo do meu coração que as coisas acontecessem de forma diferente. Hoje, quase um ano depois, estou aqui, escrevendo feliz da vida com o meu emprego, com as minhas coisas e passada em como foi tudo muito rápido. Claro que posso dizer que vez ou outra AINDA bate a deprê e a saudade. Não vou negar. Mas ontem, conversando com um amigo casado, tivemos o diálogo a seguir:

Amigo: Estou te achando meio triste essa semana. Ainda pensando no Mr.Right?
Eu: Um pouco. Vez ou outra a gente se fala. Vez ou outra eu sinto muita falta. Vez ou outra.
Amigo: Então corta de vez e não se tortura emocionalmente.
Eu: Você já gostou tanto, mas tanto de uma pessoa que sentia dor na alma cada vez que se separavam, mesmo sabendo que se reencontrariam depois de algumas horas? Foi isso o que a gente sentiu.
Amigo: ....
Amigo (depois de uns dois minutos): Nunca senti isso na real. Então fique com a ideia de que você pôde sentir um sentimento real, que muita gente demora anos e anos pra sentir...se é que um dia vão sentir isso.
Eu: Verdade. Melhor ter sentido uma vez do que nunca.

E é isso mesmo o que fica. Por mais que não tenha dado certo (ou tenha dado certo, pelo período que pudemos ter), eu acho que os dois experimentaram um sentimento que muita gente (casada, inclusive) nunca vai sentir na vida. Sentir que existe sim, aquele amor que faz com que a gente sinta saudade da pessoa logo depois de desligar o telefone. Saber que tem alguém que te quer feliz independente de estar ou não ao seu lado. Uma coisa bem "As Pontes de Madison" mesmo.

E é assim que eu vivo, um ano depois...sabendo que eu fui plenamente feliz no amor. E que existe SIM um amor maior. Eu descobri. Eu vivi. E isso, mesmo em um milhão de anos, não vou esquecer. Por mais que o tempo voe...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Detalhes...

Volteeeei...pensei muito se eu voltaria ou se abandonaria o barco de vez. Mas eu gosto daqui e, independente da minha falta total de tempo, eu vou me dedicar ao blog. Pode ser que vez ou outra eu fale sobre coisas que eu gosto e que não tenham nada a ver com relacionamentos. Aceitam??

Não tenho muitas novidades pra contar. Tenho trabalhado como louca, o que me faz feliz. Aconteceram umas coisas meio chatas com família, mas que me fizeram ver que eu preciso mudar e vou mudar. Coisas importantes, é verdade, mas que eu não quero comentar aqui. Preciso mudar atitudes, ações, palavras...preciso entender que a vida pode ser difícil (e é), mas também é muito boa e cheia de coisas alegres por aí. Acho que a rotina que ando vivendo nos últimos tempos + nada acontecendo de interessante ou empolgante me deixaram meio pra baixo e aí tudo voltou a desandar, como há alguns anos atrás. E aí eu estou mesmo tocando a vida pra frente do jeito certo. E isso é promessa para todo mundo que lê isso aqui e, acima de tudo, pra mim!

Fora isso, o que mais? Não sei. Talvez não muita coisa. A não ser uma "decepção" com um amigo que eu achava que era diferente de todos os outros homens que andam por aí, mas não. No fundo são todos iguais. Não vou entrar muito nessa história porque envolve muita coisa e porque, bem...ele não tem nada comigo e nem eu com ele. E também não tenho a pretensão de ter então...fica tudo por isso mesmo.

É isso, queridos e queridas.... estou de volta e dessa vez é de verdade.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O nome do blog...

Acho que todo mundo deve pensar que o nome do blog vem da minha ideia de ensinar a agarrar um marido. Bem,não é isso...mesmo porque, se fosse essa a intenção, todas as leitoras estariam perdidas porque eu mesma não tenho marido nenhum.

"Como agarrar um marido" é o nome de uma comédia super engraçada com a Goldie Hawn (que eu adoro) e o Steve Martin (que é ótimo). A história é de uma mulher que se muda para a casa de um arquiteto e finge na cidadezinha que ela se casou com ele. É beeeeem engraçadinho e eu recomendo.

Aí, quando eu decidi montar o blog, eu sabia que ele funcionaria meio que como terapia pra mim então não tinha nome. Na verdade, se eu tivesse que decidir o nome naquela época provavelmente seria algo beeeeem depressivo. Aí eu lembrei do filme, que eu adoro, e pronto. Montei o blog.

Infelizmente (ou felizmente) não achei a fórmula de como agarrar um marido. E nem acho que agarrar seja a forma certa de se ter alguém. Eu espero CONQUISTAR um marido. E marido pra mim é companheiro. Não precisa ter aquela festa de casamento real, desde que se tenha alguém real para dividir a vida. Tá...eu quero a festa, mas se eu não puder ter tudo, fico com a pessoa que vai ficar ao meu lado.

Resolvi escrever este post porque muita gente me pergunta sobre o nome do blog então...tá explicado. E como eu estou legal, olha o trailer do filme aqui

Como saber se você vai se casar com a pessoa errada?


1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.
2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?
3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.
4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Química e compatibilidade
2. Partilhar interesses em comum
3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.
5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.
6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?"
Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?"
7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.
8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.
9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.
10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.


Gostei e peguei no http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/10Dicas/home.html