segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Amigas.com.br

Eu tenho que registrar esse encontro... eu, Mili e Tati, amigas/blogueiras na São Paulo Fashion Week. Elas lindas e eu depois de mais de doze horas de trabalho!!

Lindas, adorei ver vocês e muitos encontros acontecerão!!!

Sabotagem...

Esses dias (na verdade há um tempo atrás) estava conversando com uma amiga e contando do meu relacionamento (nossa, que chiiiic...virou relacionamento) com o A. Eu estava falando que estava empolgada e coisa e tal, mas não sabia direito o que eu estava sentindo. Ela me falou uma coisa super certa: cuidado com a auto-sabotagem. Na hora eu não entendi direito, mas depois comecei a prestar atenção às minhas reações e constatei: a gente se sabota e muito.

Tudo isso que está acontecendo é muito novo. Este é meu primeiro relacionamento que tem perspectiva de futuro depois que tive a Madu. Sim,porque Mr.Right foi importante, claro...mas perspectiva de futuro era tudo o que eu NÃO tinha. Enfim...agora eu tenho e acho que fiquei com medão no começo. Ainda tenho alguns receios: como eu vou explicar tudo para a minha filha, que agora é crescida e entende mais as coisas? Como será que a família vai reagir ao saber sobre o A? Será que todo mundo vai se dar bem? Como é que eu vou aprender a dividir uma história que hoje se resume a mim e à minha filha?

É engraçado. No começo todos esses medos me deixavam receosa e eu só percebi isso depois que essa mesma amiga me disse que eu estava muito com o pé atrás e poderia acabar afastando uma pessoa que pode ser bem legal pra mim. E eu passei a prestar atenção nas minhas atitudes e vi que era bem isso mesmo. A constatação veio quando A. me disse que me sentia distante, mas perto ao mesmo tempo. Foi a hora que vi que ou mudava e me dava mesmo a chance ou então acabaria mal.

Não sei o que vai acontecer lá na frente. Sò sei que tirei do caminho o obstáculo mais difícil da história: o bloqueio de não me permitir ser feliz.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Desencontros

Eu acredito que tudo acontece por um motivo. E tudo também NÃO acontece por um motivo. Vou tentar me explicar: tenho um conhecido que ensaiei algumas saídas umas trocentas vezes. Nunca deu certo. Ou chovia, ou ele estava namorando, ou eu estava de mau humor, ou acontecia qualquer coisa que impedia a tal saída. As últimas vezes que conversávamos, ele estava namorando uma menina e, por motivos óbvios, não saímos. Daí as coisas entre eles começaram a ir mal e eu comecei e me dar bem. Não, não com ele. Com o novo personagem ainda anônimo do blog.

Domingo passado descobri que esse conhecido terminou com a namorada. E só descobri porque ele me mandou uma mensagem contando. E eu contei que não estou mais sozinha. E aí comecei a pensar que existem histórias que são programadas para não acontecer. Acho que muitas vezes o "E se...?" é mais divertido do que a história em si.

Tenho certeza de que esse é o nosso caso. Em teoria parecida tudo muito legal, mas sei que na prática não daria certo. Temos ideias diferentes, personalidades diferentes e tudo é muito,muito complicado. Acho que a graça estava naquele jogo que a gente fazia antes. De repente, a realidade seria bem chata.

Torço para que esse cara encontre uma pessoa que o faça feliz. Nunca falei para ele, mas não acho que a pessoa que estava com ele seria A mulher,sabem? Não sei. Não a conheci, mas o que eu vi e li acho que ele precisa de alguém com o mesmo espírito brincalhão que ele tem. Uma amiga nossa em comum seria perfeito,mas eles só são melhores amigos. Uma pena...

Nos encontros da vida, os desencontros são inevitáveis e necessários....

sábado, 29 de janeiro de 2011

Do outro lado do mundo bate um coração...

...que é do meu irmão. Ele resolveu morar na Austrália por tempo indeterminado. Na verdade a versão oficial era um ano, mas estamos desconfiados que esse ano é multiplicado por dois.

E aí começo a pensar em todo mundo que escolhe morar num país longe e enfrenta uma barra danada. Para homem pode ser mais difícil porque eles não nasceram com o aplicativo "Trabalhos domésticos". O Wilson Neto, meu irmão, tem postado recados saudosos no Facebook e no Orkut dele e a gente morre de pena. Mas sabe que isso é para o bem dele. Muito importante mesmo!

Fico pensando em como vai ser se a Madu resolver morar fora um dia. Acho que vou querer ir junto. Ou vou querer que ela tenha tudo muito planejado e tenha uma cabeça muito boa para poder enfrentar tudo isso numa boa.

Wil, esse post é pra você...te amo e sei que você vai ficar bem e ter uma vida maravilhosa por aí!

Coitados dos cangurus...o palmeirense chegou aí pra arrasar!!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Mini post: Sumiço

UPDATE: consegui programar posts para o fim de semana... eeeee!!!

Hoje eu estou em falta com vocês. Essa semana eu vou estar em falta,na verdade....começou a São Paulo Fashion Week e eu vou trabalhar direto. Prometo que segunda eu tento postar.

Dani, esse é pra você. Desculpe a confusão e não coloquei o seu nome porque não queria essa exposição, mas adorei que você comentou abertamente e deu o seu lado. Toda história tem dois lados e nada mais justo que você se "defenda". Gosto de você e fiquei igualmente chateada com tudo o que aconteceu. Mas, como você mesma disse, sem ressentimentos!!!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Panelinhas....

Quando eu estava na quarta série vivíamos uma panelinha: eu, Débora, Silvia e mais um grupinho pequeno. A tendência foi a panelinha se dissolver e virar várias outras. E a coisa foi indo até o fim do colégio. Isso, claro, a gente tinha 16 anos. Depois dessa idade eu acho que a panelinha deixa de existir e vira amizade de verdade. Ou melhor...as amigas que sobraram daqueles tempos acabam virando amigas e só. Não existe mais uma panelinha...mesmo porque não existe mais o convívio de colégio. Daí vem a faculdade e se formam os grupos de trabalho. E depois acaba virando tudo amizade e pronto.

O que acontece,então, quando depois dos 25 anos de idade você resolve que a sua panela é você e mais uma amiga e que não está disposta a abrir o grupo para mais uma pessoa? Acontece que você fica sozinha. Você que eu digo é a pessoa que não está aberta a novas amizades para essa panelinha que está mais para leiteirinha. 

Dia desses eu estava em casa e resolvi convidar uma amiga para um passeio no shopping. Aliás, espero que ela não fique brava pelo post, mas se ela ficar eu apago. Eu telefonei como de costume e fiz o convite para um almoço em um shopping X de São Paulo. Ela aceitou. Cinco minutos depois ela me liga perguntando se uma amiga dela, que eu conheço, poderia ir. Eu adoro amizades novas e achei que seria legal o trio bater perna e colocar as fofocas em dia. A amiga dessa minha amiga parece ser bem bacana. E tudo estava combinado.

Chegando no shopping, perguntei para a minha amiga sobre a amiga dela e ela disse que ela não quis ir porque queria ter ficado sozinha com a minha amiga. E completou com um "mini xilique" (eu coloquei essa expressão e não a minha amiga) sobre ter sido trocada, sobre não ser mais a melhor amiga dela e blá blá blá Whiskas Sachet. E acabou que ela realmente não foi.

Fico me perguntando o que leva alguém com mais de 20 anos a acreditar ainda nessa coisa de panelinha, grupinho e conversinha. Sério. Achei infantilidade. A menina lê meu blog e achei sempre que ela era uma graça de pessoa, mas me parece ser ou muito carente ou muito mimada. Achei desnecessário o desconforto para a minha amiga que, no fim, ficou chateada por não conseguir conciliar as duas amigas.

Pergunta: amizades de grupos diferentes não podem interagir, amiga da amiga??

Recomeço....

Eu poderia decretar o fim do blog. Poderia dizer que passei mais uma página da minha vida e dar adeus para todo mundo. Poderia mentir aqui e não falar mais nada sobre a minha vida. Poderia até fingir que nunca tive esse espaço aqui. Mas não é justo. Nem comigo e nem com vocês, que me acompanham desde agosto. Vocês conhecem minha história, vocês sabem do meu lado mais negro...e mais puro também. Vocês já fazem parte da minha história e eu acho que faço parte da de vocês também. Nesses sete meses eu conheci muita gente bacana, chorei com as histórias que recebi, ri com as amizades que eu fiz e descobri que a vida pode ser uma tragédia cômica e que sempre recomeça. Novela da vida real.

E a minha vida real está mudando. Lembram do Mr.Perfect? Pois é. Não vou chamá-lo de Mr. nada. Vou chamá-lo de A, porque esse é o nome dele. A. está entrando na minha vida de uma forma tão inesperada quanto legal. E foi devagar que a gente se conheceu, conversou muito e acabou se encontrando. A. não tem uma história de relacionamentos muito simples, mas quem é que não tem. Acho que isso faz dele uma pessoa mais especial ainda. Ele é de carne e osso. Não é idealizado e nem romantizado. Ele existe, trabalha, come, dorme, vive...Ele é da vida real. Não veio a cavalo, mas nem acredito que isso existe. Mas veio me resgatar. E eu acho que vim resgatá-lo. E assim, se ajudando, estamos construindo um relacionamento.

Não vou ser tão aberta quanto eu gostaria porque agora a coisa está diferente..não quero expor mais do que eu acho que vai ser legal para vocês e preservará a relação. Mas o blog continua...

E a vida também...linda e para ser vivida.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Aviso aos leitores

Pessoal que eu adoro e me lê sempre...
Até terça-feira não teremos post... é feriado em São Paulo, mas tenho muito trabalho para fazer e vou me dedicar a isso.
Volto com novidades!!!
Beijos a todos e espero que me entendam...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Verdades e certezas

Post genérico para pensar... o que é a verdade? Quantas verdades existem dentro de uma mesma história? Uma para cada parte envolvida e uma para um contexto? Quando uma certeza é realmente certeza se depende de um pensamento que não é seu?

Vocês não devem estar entendendo nada e nem eu. Mas eu aprendi que verdade é relativo. Um lado de uma história pode ter uma ideia de verdade que é só dela. E você tem a sua verdade, que é só sua. E quando o assunto é sentimento, a verdade absoluta simplesmente não existe.

Tem um personagem que não posso falar nada no blog ou ele me mata, mas a gente vive tendo discussões que nunca chegam em conclusão nenhuma. E as discussões sempre giram em torno de relacionamentos e a verdade que existe neles. E aí a gente sempre briga. E quase sempre fica meses sem conversar e depois volta na mesma discussão. E acho que esse círculo vicioso vai ser eterno. Tenho quase certeza de que nossa relação é baseada em discussões filosóficas sobre praticamente o sexo dos anjos.

E aí que eu quero que vocês pensem nisso... quando estamos em um relacionamento, seja ele qual for (amoroso, amizade, trabalho....) quantas faces têm uma história? Quantas versões podem ser construídas e contadas? Quantas pessoas envolvidas e quantas confusões implicadas?

E no meio disso tudo...o que é a verdade e como ter certeza de algo?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Micríssimo post...3

Amados,
Estou lendo todos os comentários, mas tá complicado responder. Semana corridinha no trabalho. Vocês entendem e ainda me amam,né?

Mr.Perfect: atualizações

Mr. Perfect está, neste exato momento, dentro de um avião, voltando de uma loooooooonga viagem de férias. Durante esse tempo nos falamos todos os dias e a conversa é sempre muito boa. Sexta-feira vamos jantar e aí sim, ver no que vai dar.

Por enquanto, pessoal, todo mundo na torcida. Quem sabe esse blog ganhe capítulos embalados por uma trilha sonora beeeem romântica?

Homens Fifi

Na esquina da minha casa tem uma barraquinha beeeem mequetrefe de hot dogs e afins. O dono é um senhor que eu acho que é solteiro, na casa dos 50 e tantos anos de idade e que todos os dias, às 6h da manhã, já está lá, a postos para servir o café do povo que mora e trabalha no bairro. O senhor seria uma simpatia se não tivesse um grande defeito: é um homem fifi.

Homem fifi, minha gente, é aquele que lembra a nossa vizinha sessentona: totalmente fofoqueiro. Ele sabe quem casou, quem separou, quem namora, quem trai, quem se droga e por aí vai. E todos os dias o homem fifi da barraquinha de perto de casa me atualiza das novidades do dia. É um tal de "aquela é sua vizinha...ela separou e agora um homem enorme de alto vive na casa dela" ou então "fulano e ciclana vivem em pé de guerra..precisa ver o escândalo que eles fizeram ontem". E por aí vai...

Fico pensando em quantos e quantos homens são tão fifis quanto este. Homens que criticam tanto o comportamento naturalmente maldosinho da mulher mas que vivem destilando o veneno aos quatro cantos. E o homem fifi, minha gente, é mil vezes pior que a mulher. A mulher tem uma maldade sem malícia, mas o homem não...ele fala porque quer mesmo que a pessoa seja mal-falada. 

Conheço outros fifis e que são fifis com orgulho. E me pergunto: o que será que eles espalham das mulheres e pessoas com quem convivem? Mistério e cuidado...

Os fifis estão à solta...e podem estar ao seu lado!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Notícias

Pessoal,
Em virtude da correria do trabalho e da Madu doente (virose de praia), não consegui planejar post pra hoje. Mas voltem amanhã cedo porque teremos textos!

Beijos,
Tati

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Surpresa: Vídeo sobre a reflexão de um bolo

Esse é para diversão dos leitores e leitoras do blog...

Quando eu tomei um bolo do cara da balada...que ele apareceu e depois de dois minutos me largou no bar, eu e a Helene criamos nosso depoimento. Por muito tempo ele ficou perdido no cyber espaço,mas hoje eu resolvi dividir com vocês.

Queremos comentários sobre a nossa performance tosca!!!

video

A gravação foi bem amadora e o filme não foi editado. Acreditamos no cinema real, com todas as imperfeições dos atores! Mentira...a gente achou mais engraçado colocar "ao natural" porque seria um mico de qualquer maneira mesmo.

Elementos necessários para a produção do curta-metragem:


- 1 dose de Sex on the beach, vulgo "coquitel", segundo o garçom do local;
- 1 caipirinha de frutas vermelhas com vodcka, que estava mais forte do que deveria e menos do que a gente gostaria;
- 1 cara da balada que ia levar um amigo;
- 1 amigo que desistiu de ir na última hora;
- 1 ladrão imbecil;
- 1 casa pelo visto muito pouco segura.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O príncipe que virou sapo...

Essa é mais uma da série "Os homens da minha vida que nunca me tiveram"...e claro que isso envolve a minha mãe.

Eu tinha 15 anos e a minha mãe era a maníaca da internet. Ela queria porque queria me arranjar um namorado. E aí ela conheceu I., um cara que eu não me lembro o perfil, mas que ganhou o coração de sogra da minha mãe. E papo vai, papo vem (entre eles,claro), ela me manda o ICQ (ô naftalina) e a gente começa a conversar. Não sei exatamente qual foi a minha impressão sobre o moço, mas continuamos conversando.

Aí chegou a minha festa de 15 anos.E a minha mãe, simpática que só, convidou o moço para dançar a minha valsa dos namorados com ele (e olha que ele nem amigo meu era direito!). E ele aceitou. Foi de São Paulo a Vinhedo (com a minha mãe hospedando o moço em casa), me deu um brinco de diamantes (que eu perdi anos depois) e dançou todo feliz. E eu com cara fechada. Acho que foi o momento King Kong da festa.

Tempos depois...

Ele me chama no MSN e me pede em namoro. Eu disse não. E aí começou a novela mexicana. O cara virou um lunático que me ligava e me deixava recados suicidas no telefone. Um dia, disse que ia se jogar na frente de um ônibus por minha causa. Eu disse que eu não valia tanto sacrifício e ele desistiu. Mas desse dia em diante, ele virou punk.

PUNK! Daqueles que usam preto, são esquisitos e por aí vai. Depois disso,não tive mais notícias do menino. Mas queria ter...será que ele ainda vive esse estilo de vida?

Ou achou uma princesa/terapeuta capaz de transformar esse sapo em príncipe novamente??

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O parto...

Este post é homenagem à Paulinha, do Rodas de Notapé (clica aqui para ler). Antes do post, preciso confessar que eu sou loira com todo o poder da expressão: conheço a Paulinha há pelo menos dois anos, converso virtualmente com ela e nunca me toquei que ela era ela!

Um parto que realmente foi um parto. Todo mundo morre de rir com a história de como a Madu nasceu, mas eu achei meio traumatizante. Ok que não se compara aos partos que a gente assiste no Discovery Home&Health...mas me deixou marcas, além da cicatriz.

Tudo começou no dia 3 de junho de 2008. Sol brilhava, os passarinhos cantavam e eu sentia uma cólica meio esquisita. Era dia de visitar Aninha, minha gineco fofa e amiga de anos. Cheguei lá no começo da tarde e ela me disse que Madu nasceria no mesmo dia porque eu já tinha um dedo de dilatação e aquela cólica esquisita era contração. Claro que eu, depois de esperar nove meses para ver a carinha da minha filha, NÃO estava preparada para aquilo. Sério. Tive trocentos dias para me preparar e não me preparei. Acabei combinando com a Aninha que ela nasceria no dia seguinte e que eu teria 24 horas de preparação psicológica. Saí de lá com a Aninha dizendo "Nos falamos à noite, quando você me ligar implorando para ir para a maternidade". Eu ri. Fui para a casa dos pais do pai da Madu e fiquei lá,curtindo meu trabalho de parto e sem preparo psicológico para enfrentar a cirurgia. Dispensável dizer que a operação mais complexa que eu fiz até então era cortar o freio superior da boca.

Pai da Madu resolveu ir ao futebol clássico de toda terça e eu, imbecil, concordei que ele fosse. Isso, pessoas, eram 7 da noite. Às 9 eu estava urrando de dor e xingando o mundo porque ele não aparecia do futebol, as contrações estavam de dois em dois minutos (de verdade, porque para todo mundo eu falava que estava de cinco em cinco porque eu não queria ir para o hospital) e eu não sabia o que fazer mais. Liguei para a Aninha e ela, rindo, mandou que eu fosse para o São Luiz. São Luiz? Que mané São Luiz...eu queria um buscopan e dormir para me preparar para o parto no dia seguinte...E lá fui eu, urrando de dor.

Cheguei lá pronta para uma injeção imediata e qual não foi a minha surpresa ao ser colocada num aparelho monstruoso que mede a intensidade da sua contração? Tava intensa...não bastava a minha palavra? E fiquei lá...longos 20 minutos. A médica que me atendeu perguntou se eu pensava em parto normal e eu, munida de todo o conhecimento do "Histórias de um bebê" e "Vida de um bebê", e disse que SIM. Aí a médica: Então se prepara, vai doer seis vezes mais. Confesso que lá acabou o meu parto normal (graças a Deus a Madu era grande e o cordão dela estava enrolado, impossibilitando o parto normal MESMO) e o que eu mais queria era uma injeção.

Da sala de pré-parto para o centro cirúrgico, quase chorando e implorando pelas minhas duas médicas. Eis que entra uma pessoa vestida de verde e fala umas coisas que não entendo. Perguntei para ela sobre a minha médica e dãããããã...aquela era a Aninha. Fomos para a sala de parto e lá começou a tormenta da anestesia. Eu chorei porque tinha medo de morrer e ela me consolou:

Olha só...fecha os olhos antes da anestesia. Se você abrir os olhos e estiver em um campo gramado verde, cheio de coelhinhos aí você pensa: ferrou. Mas se abrir e estiver ainda aqui, tá tudo certo! E deu tudo certo...não vi coelho nenhum.

O parto correu bem...eu falei como uma matraca e simulei um surto de nervoso quando parei de respirar por nervoso. Aí ela me deu um "se toca,garota" e tudo voltou ao normal. Na hora da Madu nascer, ela disse: Olha, ela tem cabelo escuro! E eu, mais que depressa: Sem problemas, puxa já umas luzes...

E Madu veio ao mundo...linda, bochechuda (sério...ela parecia o sapinho da Hello Kitty), às 2:14 do dia 4 de junho. Viram...eu disse que ela nasceria um dia depois daquela consulta fatídica! E depois que ela nasceu...meu mundo se encheu de luz, alegria, felicidade (e mimos, choros,fraldas e por aí vai...)

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

As loucuras que fazemos por eles...

Então que um dia eu me apaixonei por um cara que estava passando um tempo em São Paulo, morava em Ribeirão Preto e resolveu fazer MBA na Austrália. E aí que ele foi mesmo. E eu fiquei aqui chupando o dedo. No começo tudo eram flores...passava os meus dias (e noites) falando com ele pelo MSN e era só love. Aí chegou o dia dos namorados e,com ele, a minha loucura. Resolvi usar os meus inexistentes dotes artísticos para montar um scrapbook e mandar para o tal cara. Vários reais investidos, muita paciência e sujeira na hora da montagem e o treco ficou pronto. Assim,de verdade? Ficou lindo...se você contar que uma criança de 5 anos de idade que fez. Se dissessem que foi montado por uma mulher de 20 e tantos, ele ficou horroroso. Mais horrorosa ainda ficou a conta do envio: R$297 só para enfiar a meleca de arte feita pelo avião da Fedex. (Imaginem que não pensei que poderia ter investido esse dinheirão todo em uma caixa para ela cair no meio do nada e morar com o Tom Hanks em uma ilha deserta) Dispensável dizer que o romance não deu certo e eu jurei não fazer mais nenhuma loucura de amor por ninguém.

Aham...Até parece! Sempre que eu me envolvo com alguém eu invento alguma coisa. Até para o pai da minha filha (que eu já disse que tinha um relacionamento beeem mais ou menos) eu fiz coisas que não pensei que faria para ninguém mais. E depois veio Mr.Right, que ganhou coisas que eu nunca pensei que daria ou faria por uma pessoa. Dia dos namorados em quarto de hotel super decorado, jantares preparados de surpresa e por aí vai. Gosto dessas loucuras saudáveis. E que não custam R$297 só para mandar em uma caixa (perceberam o trauma,né?)

Uma outra amiga, a conhecida Paris (beijos Paris!) namorou por anos-luz um cara que morava em outro Estado e o namoro, quando se encontravam, também era cheio de surpresas. Fato é que a coisa não deu certo, eles terminaram e para nós sobraram as mil risadas das nossas loucuras. E juras eternas de que não faremos isso nunca mais na vida.

E eu sei que eu vou acabar fazendo. Não sei se as loucuras que eu já fiz, mas outras que ainda virão. Não, não vou mandar carro de som para fazer o "Recados do coração" ou qualquer coisa do gênero "loucuras de amor do Gugu", mas quero planejar coisas especiais se a pessoa que estiver comigo merecer.

Pessoa que estiver comigo, este recado é para você: nas minhas loucuras futuras NÃO tem espaço para gastar R$297 em uma caixa!!! E tenho dito!

O que é casamento?

A Vivi, do Das Mariazinhas (lê lá do lado!), sugeriu que eu falasse sobre o que é casamento para mim: casar com toda pompa ou morar junto. Confesso que eu sempre acreditei que o casamento só começava mesmo depois da festa, dos papés assinados e da igreja (ou qualquer que seja a benção religiosa). Para mim, o estado civil CASADA só valeria depois de todos esses passos. Acontece que, na prática, a coisa não funciona bem assim.

Casamento nada mais é do que a divisão de um lar e de tudo o que o envolve: alegrias, tristezas, problemas, vitórias e, para isso, não é preciso um papel assinado ou qualquer coisa do gênero.A partir do momento que o EU TENHO QUE FAZER MERCADO vira NÓS TEMOS QUE FAZER MERCADO, pronto...é casamento. Muita gente brinca comigo quando pergunta do pai da minha filha: "E seu ex-marido?" e ri quando eu respondo: "Você me viu vestida de noiva? Comeu o bolo da minha festa? Não? Então não sou casada". Mas a verdade é que o que eu e ele vivemos foi sim um casamento. E um que não deu certo. Me arrependi? Não. Acho que tudo me fortaleceu. E me fez crescer.

Hoje eu sei que quero fazer as coisas certas: namorar, noivar, casar e, quem sabe, ter outros filhos. E tudo do jeitinho convencional: festa,comemoração, lua-de-mel e por aí vai... Não que isso seja a definição de casamento perfeito para mim, mas desde que me conheço por gente eu sonho vestir um vestido branco. Coisa de caipira, será???

Fato é, minha gente, com festa ou sem festa, casamento é sempre difícil porque envolve a convivência entre duas pessoas diferentes. Mas, havendo amor, tudo se resolve...

Quem foi?

Peço licença para os posts normais do nosso espaço para lançar a pergunta que não quer calar: QUEM MATOU O SAULO?

Sério...eu nem era muito fã dessa novela, mas confesso que a última semana sempre me empolga!!!

E aí, palpites??

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A relatividade do tempo...

Estava sapeando o EGO,da Globo.com, e dou de cara com a notícia que o Toshi e a Andressa, daquele programa Hipertensão, vão se casar. O programa passou ano passado e o casal resolveu que se casaria na noite de Natal. Pedido feito, a união será celebrada apenas no civil, no dia 29 de janeiro. Achei legal. Tá bom que eu acho que ele combina muito mais comigo, mas...ele não me escolheu. (Perdi o príncipe William e o Toshi...saco!)

Eu até acho que pode dar certo. Lembra daquele casal do BBB, a Flavia e o Justin? Estão casados até hoje, depois de poucos meses de relacionamento. A união já dura anos e parece ser bem estável. Não me lembro de notícias de crise ou algo parecido. E muita gente considera isso loucura.

A minha sincera opinião é que tempo é algo muito relativo quando se fala em amor e relacionamento. Tem gente que namora aaaaaaaaaaaaaaaaaaaanos e quando casa, separa em meses. Tem gente que namora meses e quando se casa, o negócio é mesmo para sempre. Fátima Bernardes e William Bonner se conheceram e depois de um tempo, logo depois do divórcio dela, se aproximaram. Um mês depois foram morar juntos e hoje ele está na capa da Contigo! dessa semana falando sobre o casamento de 21 anos. Aliás, se esses se separarem, deixo de acreditar no casamento!

Tempo é realmente relativo. O que importa é a vontade de ficar junto e querer fazer a coisa funcionar. Portanto,pessoas, não julguem aqueles que se casam depois de pouco tempo de namoro. Vai que são almas gêmeas, loucas de vontade de dividir o mesmo teto???

Sonho e realidade...quanta diferença!

Esse post veio de uma sugestão do meu amigo de longa data, o Jair!

Dia desses eu achei umas anotações antigas de como seria um provável casamento meu. Já falei sobre isso aqui e confesso que de lá pra hoje eu já mudei muita coisa. Mas, como isso está longe dos meus planos, não vou revelar nada. Vai que um dia eu caso e entreguei o ouro antes de tudo pra vocês. E as anotações acabaram virando pensamento sobre sonhos e realidades. E aí resolvi dividir isso com vocês.

Quando eu era pequena o ano 2000 parecia uma coisa lááááá longe e eu super acreditava que a vida na Terra seria como os Jetsons. Não aconteceu. Meu carro não voa (aliás, nem carro eu tenho), minha empregada (que empregada???) não é um robô e eu não me teletransporto para a Victoria's Secret mais próxima (o que realmente seria um sonho e facilitaria a minha vida).Muito além disso, porém, é o que eu imaginava a minha vida agora, aos 27 anos.

Na minha cabeça de criança (e adolescente), aos 27 anos eu teria uma carreira super bem-sucedida e estaria em casa com a minha família Doriana. Eu teria um casal de filhos fofo, comportadíssimos e com educação de primeira. No trabalho eu seria uma figura poderosa dentro da empresa. Fato é que eu tenho uma filha que é uma graça, mas que surta vez ou outra. Conquistei o emprego dos sonhos, mas ainda estou engatinhando aqui e de poderosa eu não tenho nada. Para fechar com chave de ouro, da família Doriana eu nem a manteiga tenho. Olhando assim, parece uma desgraça,né? Mas não.

Eu tenho uma vida feliz: tenho pais que me amam e que estão sempre ao meu lado, uma família que - ainda que tenha problemas - é unida, amigos e amigas que nunca me abandonam, um trabalho que me faz acordar feliz todos os dias e uma filha que é a minha vida. Ainda não alcancei meus sonhos todos e mesmo que tivesse, sonharia mais ainda. Tenho coisas a conquistar, lugares para conhecer, gente para fazer amizade e um marido por aí que me espera para subir ao altar.

A vida está aí para ser vivida. Mesmo que aquele sonho de infância não tenha sido realizada, posso dizer que sou feliz.

Mas, fala sério...que seria lindo me teletransportar para a Victoria's Secret num estalar de dedos, ah, se seria...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Entre 4 paredes...

Domingo fui com a Lene assistir "De pernas pro ar" e recomendo super o filme. A história é hilária, as atrizes maravilhosas e o filme rende dor de barriga de tanto rir. E fala sobre sexo, mais na visão das mulheres e com perfis diferentes. Saímos do cinema discutindo o assunto,claro, e conseguimos rir ainda mais.

Conversa de mulher é sempre engraçada. A Lene e eu somos pessoas que são diferentes das demais...começamos tarde a sair com os caras (se é que me entendem), mas temos boas e divertidas ideias para melhorar a relação.(Não vou falar quais para não entregar o ouro e em respeito ao meu pai) Genericamente falando, discutimos a ideia dos homens em levar duas mulheres para a cama.Comigo, amigos, não rola. Eu sou ciumenta e possessiva demais para dividir homem meu. Nem com a melhor amiga. Aliás, muito menos com a melhor amiga! Primeiro porque não divido namorado nem a porretada e segundo porque não tenho a menor coragem de beijar uma mulher, que dirá o serviço completo!

A gente ficou confabulando de onde o homem tira essa ideia e não concluímos nada. Nada além da fantasia de ver duas mulheres juntas. (ECA!) E acho que é por isso que a Playboy da Fani e da Natália fez tanto sucesso. Eu vi num jantar entre amigos. Um dos caras tinha e a mulherada viu. Achei nojento...não faz a minha cabeça.

Fiquei pensando no que vale entre 4 paredes...tudo? Tudo com exceções? Tudo desde que seja negociado? Ou para o sexo não existem negociações? Minha conclusão: vale tudo entre 4 paredes...tudo que o casal quiser que aconteça, claro. E eu disse o casal e não uma das partes...

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Destruidora de lares?

Essa é de uma conhecida, que chamaremos aqui de Angelina. Sim, em homenagem à Angelina Jolie, a destruidora de lares-mor...Sim, eu sou Team Aniston forever. E sim, a Clau é Team Jolie e a gente se ama. Enfim...

Angelina é uma pessoa que há pouco se rendeu à internet. Mais especificamente a um chat com câmeras que podemos conversar com gente do mundo todo. Eu mesma já entrei e achei divertidíssimo. (Manny, if you read this post once, my aunt still wants to meet you!) A gente conhece gente bacana ao redor do planeta e até agora eu quero achar esse Manny para apresentar para a minha tia!! Voltando para Angelina...

Numa dessas, Angelina conheceu um cara da cidade que ela mora. O perfil é o típico cafa: mora sozinho, tem 20 e poucos anos e...uma namorada para chamar de sua. Assim, na cara dura, ele diz que procura aventuras e os dois desenvolveram diálogos, no mínimo, quentes. Não, ela não é uma louca maníaca que sai por aí falando dirty talk com as pessoas. A conversa quente foi implícita.

Eles trocaram telefones e se falam vez ou outra. Combinaram de se encontrar uma vez no apartamento dela e a primeira-dama apareceu de surpresa. Seria o faro de uma nova pessoa no ar? Não sabemos. Fato é que Angelina, solteira que vive a filosofia do "eterno enquanto dure" já comprou uma lingerie na cor preferida do moço e espera ansiosamente este encontro...

E fiquem com as cenas dos próximos capítulos quando...bem, quando acontecer (ou não) alguma coisa.

Tamanho P

Dizem que tamanho não é documento. Dizem que o tamanho não importa, desde que saiba o que se está fazendo. Eu, sinceramente, acredito nessas duas premissas. Mas daí pro cara divulgar que o seu "documento" (se é que me entendem) é super pequenininho são outros quinhentos.

Essa história aconteceu com a minha amiga Paris. Já falei dela aqui em outro post, sobre o cara do metrô. Ah, PS, o cara do metrô NÃO ligou para ela. Ficou naquele beijo e nunca mais. Enfim...ela deve ter dedo mágico para atrair caras peculiares. Esse do documento tamanho PP ela conheceu por intermédio meu.

D é um cara que mora em Vinhedo e trabalhava com um amigo meu dos tempos de colégio. Sei lá porquê nos adicionamos no MSN e conversando, ele me confessou que precisava de uma namorada. Dei uma busca rápida nos meus contatos e acabei caindo em Paris, amiga de infância e uma fofa de pessoa. Promovi uma apresentação virtual e deixei o teclado falar por si só. E deu certo. Conversa vai, conversa vem...eles marcaram um encontro.

Paris se arrumou toda e encontrou D na rodoviária. Passearam na Paulista, andaram pelo centro da cidade e tudo foram flores. Romancinho total. D. voltou para Vinhedo e as conversas no MSN continuaram de forma mais íntima. E qual não é surpresa que, em um dia, no meio de uma conversinha mais quente, ele solta: Olha, não se empolga muito não porque ele é pequenininho!

Graças a Deus isso aconteceu em uma conversa virtual porque se fosse pessoalmente, acho que teríamos chorado de rir na cara da pessoa. Que homem em sã consciência declara que não é bem dotado? Sei lá...espera acontecer, faz o serviço e se não for bom, aí sim explica. Vai que ele não tivesse falado nada e a menina também não tivesse notado nada? Todo mundo morreria feliz.

Para o publicitário que é, D. não entende nada de marketing pessoal...

domingo, 9 de janeiro de 2011

A sogra

Dia desses eu assisti de novo o filme "A Sogra" e fiquei pensando se existe na face da Terra um ser tão bizarro quanto aquele. A resposta é fácil: SIM! Ouvi já histórias de sogra que me fazem feliz estar solteira!Felizmente eu fui bem servida neste quesito. Minha ex-sogra é uma graça de pessoa e talvez o maior defeito dela seja o filho imaturo que ela tem.

Como é que a gente lida com a situação? Rola mesmo uma competição entre nora e sogra? Não acredito muito nisso. Acho que, como mãe, a gente quer o melhor para os nossos filhos e se eles estão felizes com as namoradas, por que não ajudar a construir essa felicidade? É saudável estabelecer uma relação saudável com a sua futura nora. E a gente, que tem a sogra, precisa saber que educação vem em primeiro lugar.

Meninas, entendam que a sogra não é um bicho de sete cabeças. Ela pode ser sua amiga e vai querer ser. Conversar para sentir o terreno inicial é fundamental e o resto...o resto é felicidade, certeza.

Mas e se a sogra é um ser de matar? Aí a melhor coisa é se fazer de Lady Di: uma fofa na frente da sogra e uma fera por trás dela. Não...não incentivo a guerra entre famílias, mas acho que você precisa se fazer entender. Não queira competir com a mãe do namorado porque eu acho competição desleal. NINGUÉM compete com a mãe de ninguém. É perder na certa.

A melhor dica: ser sempre você mesma, se mostrar amiga e entender que mãe é mãe. Sempre

Mr.Perfect: será??

Tem muita gente curiosa pelas postagens de ultimamente, sobre uma possível nova pessoa na minha vida. Possível porque eu sou muito pé no chão e por mais que a coisa seja ótima, ainda estamos em fase de estudar o terreno.

Mr.Perfect (espero que seja mesmo) tem 32 anos, é dentista e mora no interior de São Paulo (mas não tão interior a ponto de ser longe demais). Tem consultório e dá aulas em São Paulo (não me perguntem do quê...ele pode postar nos comentários se quiser). Já foi casado e hoje é divorciado (dããã...se ainda fosse casado, não estaria falando comigo), mas ainda acredita que depois de uma desilusão ainda há esperança.

Nos conhecemos de uma forma meio bizarra e inusitada e confesso que durante um boooooom tempo eu o ignorei sumariamente. Aliás, ignorei não...eu era meio grossa, outras vezes acho que ele falava meio sozinho e eu "aham",sabem? Fato é que, na minha última semana de trabalho, começamos a conversar mais. E descobrimos muita coisa em comum. Sonhos, vontades, pensamentos, ideias e por aí vai.

O mais fácil do diálogo é que ele sabe de toda a minha história...ele leu o meu blog inteiro! De cabo a rabo! Isso é bom...ele conhece os meus defeitos e eles foram todos publicados por mim.

Agora ele está viajando, bem longe daqui. Mas volta logo mais, dia 20 e aí vamos marcar um jantar. O que esperar disso? No mínimo uma boa amizade. No máximo? Um relacionamento maduro entre duas pessoas que sabem o que querem da vida e o que podem fazer para buscar.

É isso, minha gente... o que eu podia falar, falei! Vou atualizando vocês da história.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Quando eu era mais nova e morava em Vinhedo, a gente tinha mania de chamar todo mundo que não tinha coragem de fazer alguma coisa de "coxinha". Não peçam que eu explique a origem da expressão porque eu mesma não sei, mas tá valendo. Eu uso essa expressão até hoje!


E recentemente tenho dado de cara com alguns homens que não são homens-fruta: são homens-coxinha! Um homem-coxinha é aquele que te provoca, te provoca, te provoca...e depois não faz nada. Ele te liga, te manda mensagem, diz que quer beijar você. Você resiste, sai pela tangente e no dia que resolve tomar alguma atitude...o homem dá uma desculpa.

Por que os homens agem assim? Entendo que o jogo da sedução é uma delícia. Provocar a pessoa que temos interesse e ver isso surtir efeito é a coisa mais gostosa do mundo. Agora, temos que colocar na cabeça que um dia a pessoa pode cair na nossa rede e aí....? Aí você não vai poder ser coxinha como um coxinha que eu conheci! Você vai ter que ir atrás da pessoa e cumprir cada promessa, realizar cada coisa que mandou em cada e-mail ou SMS. 

E aí, coxinha, o que vai fazer??

Ca$amento:a saga

Quando eu era mais nova eu dizia para todo mundo que eu teria O casamento. Para o meu pai eu dizia que teria uma festa com tudo o que eu tivesse direito e ele, super realista, dizia que eu tinha tudo o que eu tivesse dinheiro. Pois bem...o tempo passou e eu não tive nada do que eu tivesse direito e nem dinheiro, simplesmente porque eu NÃO me casei. Ainda.

Só que eu entendo do assunto: ajudei amigas nos casamentos dela e, bem, eu ainda sonho com a minha festa de casamento, então eu estou por dentro do mercado. E que mercado. A indústria do casamento movimenta milhões e milhões de reais anualmente. (Nossa, me senti a Ana Paula Padrão falando assim) E a coisa só cresce. Foi-se o tempo em que as pessoas iam na igreja, falavam o sim, cortavam um bolo e pronto. Hoje a coisa virou evento que não se monta em menos de um ano. Bom...eu quero ter pelo menos um ano para correr com calma quando for a minha vez.

E as opções são enormes: casamento na igreja, na fazenda, na praia, no mar. O céu não é mais o limite. O limite é aquilo que existe na cabeça dos noivos. E olha que existe imaginação fértil por aí.

O que eu quero dizer neste post é que eu acho que a coisa não precisa ser megalomaníaca. Um homem falou comigo hoje sobre custos do casamento e disse que é a parte mais dolorida da coisa. Não acho. Sabendo fazer e tendo tempo, a coisa não sai tãããão cara assim. Tenho um livro em casa que eu comprei sei lá quando e sei lá o porquê, chamado "How to save pennies on your wedding" e achei as ideias apresentadas lá o máximo! Eles ensinam a reduzir custos aparentemente impossíveis de reduzir!!

Eu até pensei em contar aqui como imagino o meu casamento...mas de forma diferente daquele post antigo. Acho que nem sei mais se quero me casar na igreja. Pensei no casamento do Brad e da Jen Aniston, num campo...coisa linda!!

Vamos ver o que me reserva a vida,né?

PS: Gente, não importa o preço do casamento...desde que antes dele eu tenha um Tiffany no dedo de noivado...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Homem solteiro procura...

ATUALIZAÇÃO: O TITO É DE SÃO PAULO, CAPITAL. E A IDEIA DE DIVULGÁ-LO NO BLOG FOI MINHA PORQUE NÃO AGUENTO MAIS AS NAMORADAS DOIDAS QUE ELE ARRUMOU. 




Nova tag aqui...Homem solteiro procura! Vou selecionar uns solteiros interessantes e jogar o perfil no blog. Numa dessas, vai que...


O primeiro é irmão de duas amigas de infância e é meu irmãozão do coração, o Tito! O nome dele é Cícero, mas ele gosta de ser chamado de Tito. Tito tem 23 anos e faz aniversário em julho (ele é gente boa porque faz niver no mesmo mês que eu). É DJ e adora música e curtir a vida. Já namorou várias loucas e lunáticas e por isso eu o convidei para ser o primeiro cobaia  solteiro da brincadeira.


Olha ele: 



Perguntei para ele o tipo de mulher que ele procura e ele disse que não tem preferência por cor de cabelo, desde que o cabelo seja bem cuidado. Ele prefere as magras. Idade não é problemas, mas se tiver acima dos 30 e morar com os pais, ele quer saber o motivo. Quer uma namorada que goste de sair de casa sem destino, ir para restaurantes e baladas. Quer alguém que também tope pegar o carro sem destino e sair por aí, vendo o que a vida vai mostrar. 
Tito quer uma moça decidida, mentalmente independente, que não sofra de TOC e nem tome remédios tarja preta. (Eu disse que ele tinha namorado meninas loucas...) Ele adora crianças e tenho certeza de que, um dia, será um ótimo pai. 


Quem quiser conversar com ele, pode escrever para titoccpf@hotmail.com . Ou então comentem por aqui e deixem link do Facebook, Orkut ou qualquer coisa do gênero que ele entra em contato com vocês. Ah! Se escreverem e-mails, me contem!


Quem sabe esse solteiro à procura não agarrar um mulher por aqui....

Eu me amo....mas tem gente melhor!

Como bem disse a Clau, do Vaquinha Gertrudes, o nosso espaço vira e mexe tem barraco. Acho isso ótimo e não é porque eu gosto de polêmica; é porque eu acho que isso tudo faz a gente pensar. E é por isso que eu não modero mais os comentários: primeiro porque é impossível eu ficar aprovando um por um tendo uma vida mega corrida e segundo porque eu gosto quando as pessoas escrevem. E tem gente legal, que deixa apelidos e tudo mais. Mas também tem gente que "não sabe brincar". Para essas pessoas, vai o recado: quer ofender, ofenda...mas tenha coragem e deixe nomes. Já tivemos uma vez um barraco e a pessoa foi super digna de colocar o nome dela. Resultado? Vira e mexe trocamos emails super amistosos! E viva a civilidade!

Enfim...um dos anônimos, leitor fiel porque ele diz que sempre nos lê, me chamou de fútil, disse que vivo em uma bolha e que me acho demais. A coisa funciona assim, querido anônimo: eu não me acho. Eu me amo,claro. Me acho bonita e sei que chamo atenção das pessoas quando me arrumo. Mas...eu não sou a pessoa mais bonita do mundo, nem a mais inteligente e muito menos a mais rica. Eu brinco que, do grupo de amigas de infância, eu sou a mais burrinha. Sim...todas elas sempre tiraram 10 em matemática e eu,3! De longe eu não era a mais inteligente.

Bonita eu sei que eu sou. Me arrumo e me cuido para isso. Mas não. Eu não sou a mulher mais bonita do mundo. Tem muita mulher - e não estou falando de celebridades - que dão banho em mim. Eu sou baixinha (1,58) e isso é algo que me incomoda profundamente. Tá certo que um salto resolve, mas isso é algo que me incomoda. Gostaria de colocar silicone. Queria uma barriga mais definifa. Então, leitor anônimo, eu não me acho. Aliás, eu não me acho, eu sou. Eu sou tanto quanto minhas amigas são e até mesmo você é. Cada um é diferente à sua maneira e isso é a graça da vida.

Não vivo em uma bolha e faço tudo o que me sugeriu: leio vários livros por ano (dos mais idiotas às biografias), leio jornais diariamente, frequento um centro espírita desde os meus 7 anos (se você tivesse lido o blog inteiro saberia disso) e já fiz vários trabalhos voluntarios. Minha bolha estourou faz tempo! Meus pais são separados, não me relaciono bem com a minha madrasta e já chorei muito por isso. Minhas irmãs e meu irmão são pessoas super importantes na minha vida e é uma pena que não possa conviver tanto com eles. Sinto falta disso. Mas...coisas da vida.

Acredito que a gente colhe aquilo que planta e o fato de ter sido arrogante quando era mais nova está me fazendo penar agora (já falei sobre isso). Sou humana...eu erro, mas eu acerto também. Errei ao me envolver em uma história complicada, mas acertei quando expliquei essa história e criei esse blog. E por quê?

Porque ele é exatamente um retrato daquilo que eu sou: humana, com qualidades e defeitos, mas que sempre tenta explicar ao mundo os motivos das sua ações.

Micríssimo post...2

Adoro anônimos que acabam comigo e não deixam nome. Como é que eu vou responder se nem de um nome eu posso te chamar?

PS: eu não vivo em uma bolha...acho que, se você lesse os quase 300 posts, entenderia mais sobre mim. Mas não se incomode...não faço questão que me conheça.

Sarinha, linda, eu gosto quando vocês que gostam de mim discordam do que eu falo. Assim é que a coisa fica verdadeira!

P.A, F.F e por aí vai...

Pai, não aconselho a leitura deste post.

Dia desses estava conversando com amigos e amigas sobre relacionamentos. Acho legal coletar várias opiniões e,claro,pesquisar materiais para o blog. Aliás, me mandem sugestões para discutirmos! Pode ser via comentário, e-mail ou twitter (tatiana.fanti@gmail.com e @tatianafanti). E aí surgiu o assunto do PA/FF: Pinto Amigo ou Fucking Friend. (Eu disse que era melhor você não ler, pai...) Tenho amigos (e amigas) infinitamente mais liberais que eu. Eles conseguem ter o que chamam de Pinto Amigo (ou Fucking Friend, tanto faz): amigos/conhecidos que não servem para mais nada além de matar a vontade de dormir com alguém (ou melhor, NÃO dormir com alguém).

A coisa parece funcionar mais ou menos assim: um liga para o outro com o único intuito de ir para a cama com a outra parte. Simples assim. "Oi, tudo bem? Vamos transar?" é o diálogo que sustenta o nunca-casal. E aí saem os dois, felizes e contentes, diretamente para o motel (ou casa de um deles), fazem o serviço e...cada um pra sua casa. Concordo com eles? Não. Discordo deles? Também não. Acho que aqui vale a máxima do "cada cabeça, sua sentença" e vamos todos ser felizes! Eu,Tatiana, não consigo ter um PA. Eu me envolvo. Vou querer que o cara me ligue, saia para jantar, ir ao cinema e o cara nunca vai querer isso. Ele vai me ver como um pedaço de carne e só. Nada mais. A garota da cama.

Entendo que, para algumas, a necessidade sexual é tão grande que se dane se o cara vai ligar ou não e, para essas mulheres, bato palmas. Eu jamais conseguiria ser assim. Os homens, esses já nascem com a genética do "tô nem aí" e são felizes com as suas V.A (dispenso traduções...). A questão aqui é: quanto vale a pena ter um PA? Quais os riscos que corremos? Vale correr tais riscos?

Não sei...para um alguém tão coração quanto eu, o preço a pagar por algumas horas de diversão é caro demais.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Chifruda e chifradora...

Gente, vamos combinar...nenhum dos dois papeis é interessante. Eu sei que ser a chifruda (não tem termo mais horroroso que este) é muito pior porque a quebra de confiança é o que mata! Eu não gostaria de ser traída, isso é fato. Acho que qualquer ser humano em sã consciência não vai ter um desejo desse para si.

Quando eu fiquei com esse cara que tem namorada e até a minha história com Mr.Right, eu sabia o terreno que estava pisando. Me orgulho disso? Não me orgulho de ter ficado com o cara, mas confesso que Mr.Right eu não me arrependo mesmo. Sabem por quê? Porque, independentemente de ter sido errado para a sociedade, a gente tinha sentimento. Não era um affair que se resumiu à qualquer cama. A gente se gostou e se gostou muito e tentamos ver se o desfecho seria positivo para o nosso sentimento. Acham que não pensava na Natasha (a agora esposa de Right)? Claro que pensava. Quantas e quantas vezes me coloquei no lugar dela e tive uma bigorna na minha cabeça. Mas, meu povo, eu sabia de coisas que não posso colocar aqui porque, apesar de esclarecer muito sobre a confusão, pode comprometer pessoas que eu jamais exporia (Natasha e Right). Eu apostei todas as minhas fichas em um relacionamento que poderia ser lindo ou poderia ficar lindamente na memória. Mas foi lindo. Não me arrependo e acho que ele também não. Não me culpo nessa situação porque temos uma personagem (Natasha) que tem um lado também. Não falo mais sobre isso e ponto.

No caso do outro cara, assumo a minha culpa e não desejo que isso aconteça comigo.Mas aconteceu, foi bom e vou fazer o quê? Apagar ou voltar atrás não dá. Fiz e não me arrependo porque me ajudou a construir o que eu sou e o que eu penso. Foi aprendizado. A menina eu sinceramente não conheço. Conheço de orkut e facebook, essas tralhas sociais que a gente adoooooora. E, sinceramente, ela fez uma vez (acho que há mais de um ano atrás, sei lá) um mini show porque entrei no orkut dela. Faça-me o favor. Desculpe, mas gente assim merece mesmo tomar um bom pé na bunda! (Estou meio revoltada hoje...)

Em suma: não aprovo a traição, não desejo isso para ninguém - muito menos para mim. Mas acho que as coisas acontecem e não podemos nos matar se traímos ou fomos traídas. Como disse o meu irmão: uns vieram ao mundo para chifrar e outros para serem chifrados... (só para descontrair, gente...)

Micríssimo post...

Tô adorando os comentários. Paulinha e Dani, não estou brava com vocês. O espaço aqui é democrático, lembram? Adoro vocês duas e estamos aqui para trocar experiências!

Continuem comentando people!

E a polêmica segue...

Eu amei os comentários sobre o post anterior. Li todos e concordo com a Clau, do Vaquinha Gertrudes (lê ali do lado...o blog dela super vale a pena). Realmente o assunto é master polêmico. Acho que a mulher que fica com um cara sabendo que ele tem namorada, noiva, esposa, rolo ou qualquer coisa tem que estar bem ciente da situação, mas não pode esperar muita coisa. Ok, falo isso hoje depois de uma história super complicada e que deu o que falar na minha vida. Mas o fato é que, em teoria, não se pode esperar mesmo nada que não seja casual. Mas falar que essa mulher é vulgar, fácil, que não presta e blá blá blá é um tanto quanto exagerado. A mulher solteira (e o homem também,por que não?) pode ficar com quem bem entender. Basta que ela saiba as regras do jogo.

O homem trai, como bem disse a Clau, por motivos chulos e com o "acordo" da sociedade. Tem muita gente que entende e defende uma traição. Se eu concordo com isso? Não. Acho que, se você chegou ao ponto de querer trair o parceiro ou parceira, é porque alguma coisa falta. Pode ser desejo carnal, mas falta. Pode ser que falte emoção, mas falta algo. Sempre. Isso é fato. Como o casal (ou só a pessoa insatisfeita) vai resolver o problema é o diferencial entre casais que se gostam e casais que estão juntos por qualquer motivo que não o sentimento.

Eu,Tatiana, não aprovo a traição. Jamais trairia um namorado. Nunca fiz isso, mesmo não gostando muito do cara. Prefiro terminar a ficar com outro estando em um relacionamento. Mas se eu quiser ficar com um cara na balada,por exemplo, e ele me fala que tem namorada e eu estiver na onda da diversão, sinceramente?, que se dane a menina. Como dizem por aí...quem não dá assistência, abre a concorrência...

Eu te amo...mas fico com aquela lá também.

Estava pensando esses dias na facilidade com que as pessoas dizem "Eu te amo". "Eu te amo" porque você me deu chocolate! "Eu te amo" porque você me levou para a São Paulo Fashion Week! "Eu te amo" porque você me dá tudo! É uma distribuição de "eu te amo" deslavada. O sentido do amor se perdeu.

Nunca esqueço da fala da Amy Irving no filme Bossa Nova: Brazilian says "I love you" like we say goodbye. Traduzindo: brasileiros dizem eu te amo como nós dizemos tchau. E é verdade. As pessoas se amam com muita facilidade. E aí? Aí que o amor se banaliza. E aí que se diz "eu te amo" sem querer dizer isso. Ou pior...a pessoa diz que ama, mas trai o ser amado.

Já falei de traição aqui quatrocentas e cinquenta e quatro mil vezes, mas é um assunto que sempre volta. O fulano namora a ciclana. Ele diz que a ama. Mas fica com a beltrana. E ainda procura pela beltrana. Mas manda recados fofos no orkut, facebook, sei lá qual outra rede social da fulana. E aí você, que sabe da história toda, pensa: Fulana é uma idiota...chifruda e idiota.

E estou falando isso com conhecimento próprio. Tem um bom tempo eu fiquei com um cara que tem namorada (hora de atirar pedras na Tati....). Foi uma vez só, foi bom demais e eu acho que repetiria a dose (hora de voltar a atirar pedras na Tati). Até aí, OK. O cara continuou com a namorada. E continuou mandando mensagens no meu celular. Eu confesso que gostava. Fazia bem para o meu ego. Mas aí comecei a me questionar sobre ele quando eu via os recados fofos nas redes sociais. Sim, meu povo, hoje em dia você sabe de tudo pela internet. Aí pensei em quem estava pior: eu ou a menina. E concluí que era ela, claro. Ele nunca falou que me ama. Muito menos beijou outra namorando comigo. A coitada tá lá...namorando ainda, eu acho, mas sem imaginar que um dia eu ajudei o namorado fofo e perfeito a colocar uma bela tiara na cabecinha dela.

Não,não me orgulho. Mas a culpa maior não é minha...eu posso ficar com quem eu bem entender porque estou sozinha. Se eu quiser beijar o Brad Pitt e ele quiser também, eu posso e o problema é da Jolie. O que eu contesto é: por que os homens traem? Por que continuar com uma pessoa que não te atrai mais ou tem algum defeito que te faça desejar uma outra pessoa?

Se alguém souber a resposta, me conta.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Vida que segue

A gente olha sempre para frente. Até pé na bunda serve pra gente seguir adiante,né? E aí é que temos apenas uma opção: viver e não ficar olhando para trás. Já disse aqui que quem vive de passado é museu,né? E é bem isso mesmo. A gente tem que olhar para frente e ter vontade de viver o que está para acontecer.

Eu escolhi deixar o passado para trás. Não posso esquecer o que passou porque, bem, é a minha história, é o que eu sou e o que eu me tornei. Não posso e nem quero passar uma borracha em pessoas, coisas e situações. Mas preciso andar para frente, olhar o adiante, buscar a felicidade. Ainda mais quando a felicidade parece estar (ainda que longe) tão perto de você. E a felicidade se esconde e se mostra nos lugares mais inusitados.

Eu já dei o teaser pra vocês, mas acho que ainda vou ter muita história pra contar. As amigas mais chegadas já sabem e,bocudas que NÃO são, não vão falar. Mas o momento vai chegar. Logo,quem sabe...? E aí espero poder dividir com vocês histórias felizes e um momento diferente...

Piada do dia

Prometo que vou voltar ao ritmo normal de postagens...essa semana estou me organizando direitinho e aí eu volto com força total.

Estou aqui para contar para vocês a piada do dia...Eu estou fazendo uma ação com blogueiros homens e entrei em contato com vários. E numa dessas, com um certo cara que, se quiser, vai se mostrar aqui. E aí que eu pedi o endereço de vários deles para mandar o produto. Eis que um deles desenvolve o diálogo:

EU
Oi X, tudo bem?
Preciso do seu endereço...da sua casa, trabalho... Quero te mandar uma coisa de um cliente. Ação com blogueiros homens.Beijos,Tati

ELE
Ai ai ai Tati, como assim? Endereço da minha casa? Podemos nos falar pelo cel antes? (e passou o número) Não sou tão fácil assim, rsrsrs...Beijos,X

EU
Não estou te cantando...Eu atendo (nome do cliente) e queria mandar para os blogueiros homens que eu conheço um kit para vcs testarem e darem o parecer de vocês!Beijos,Tati

ELE
Tati, vc pode me passar seu endereço? É que eu tenho um cliente que precisa entregar uma dúzia de rosas vermelhas e elas morrem em 24 horas. Vc não vai deixar que isso aconteça,vai?

(na verdade era algo do gênero, eu deletei o e-mail e acabei tendo que reproduzir mais ou menos o texto)


Fala se eu mereço esse tipo de cantada e no meu e-mail do trabalho? Não,né? Ainda mais assim...affff ao cubo!!!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Muletas

Então que esses dias eu estava pensando em muletas. Todo mundo sabe para que serve uma: se apoiar quando temos um pé quebrado ou algo do gênero. Mas existe um outro tipo de muleta: a emocional. Essas são as piores.

As muletas emocionais servem de consolo para a gente quando a situação tá pra lá de complicada e a gente quer - erroneamente - descomplicar. E aí entra aqueeeela bola de neve na nossa vida. Sério. As pessoas se sabotam com muletas emocionais. Chore, curta o luto e bola pra frente. Nada de pensar: ah, mas a atitude dele quer dizer X (complete o X com algo que você sabe que NÃO é verdade, mas precisa acreditar em algo surreal).

O maior erro das muletas é o da substituição: um novo amor para curar o velho. Eu já acreditei nesse ditado, mas hoje não mais. Não acho que se cure um pé na bunda com um novo relacionamento. Não vale a pena maquiar o sofrimento.

E por que eu estou falando tudo isso? Porque esses dias me peguei pensando em como a gente encara um novo relacionamento depois de um término meio punk. Não estou falando SÓ de mim, mas de amigas minhas. Será que esses novos relacionamentos são verdadeiramente sentidos por nós ou estamos apenas querendo um band-aid carinhoso para curar a ferida que ainda está aberta? Se for isso, como a gente pode deixar claro para a nova pessoa que a situação não é simples? Ou melhor ainda, será que temos que deixar claro toda a complicação do passado para a pessoa do presente??

Não sei as respostas, mas ando pensando bastante sobre isso. Mesmo porque, talvez eu mesma tenha uma nova pessoa em breve e quero analisar se estou fazendo algo certo ou apenas querendo uma muleta carinhosa na minha vida...

PS: Vou responder a todos os comentários, mas essa semana está complicadinha. Mas tenho lido todos e adooooro. Podem continuar comentando,tá?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Surpresas....

Isso é um teaser. Ah tá...mas o que é um teaser? Um teaser é um doce que a gente coloca na boca de vocês, mas que não entrega de cara. Eu vou fazer um teaser, vocês vão me xingar, mas eu não vou poder falar muito.

Em 2010 eu disse que muitas coisas boas aconteceriam e outras viriam em 2011. Acontece que eu acho que esse ano será muito bom para mim. Começou com o meu emprego dos sonhos. Não poderia estar mais feliz na agência nova. Parece um sonho. Na verdade, quando eu pensei aonde gostaria de trabalhar, tinha em mente que seria na Alice Ferraz. E hoje, anos depois, tenho minha cadeira no lugar dos sonhos. Isso não tem preço. É a mesma realização de um filho...saber que você finalmente chegou lá. Enfim...daqui a pouco vocês vão me xingar por não aguentar mais ouvir (ou ler) sobre isso.

2011 começou com uma pessoa nova aparecendo pra mim. Não vou contar como ainda, mas posso dizer que posso agradecer muito ao blog. É incrível pensar que um espaço que começou como desabafo me traria tantos amigos e, quem sabe, uma pessoa especial? A verdade é que eu não se dizer muito sobre essa nova pessoa e esse novo momento. Só sei dizer que o ano promete e que surpresas podem acontecer quando a gente menos espera.

E, quem sabe, no fim, a internet é um meio tão comum de conhecer alguém quanto a padaria da esquina da sua casa. Ou da minha.

E estou no meu novo começo...

Pessoas lindas...passadinha rápida para dizer que amei todos os comentários que vocês deixaram nesses dias!!! Feliz ano novo para todos vocês e sintam-se abraçados por mim!

Estou no meu novo emprego...primeiro dia hoje e só tenho coisas boas para dizer. Mais tarde posto as novidades para vocês.

Beijos no coração

domingo, 2 de janeiro de 2011

E se não precisássemos dos homens?

Será que a vida teria a mesma graça? Será que teríamos vida? Será que os problemas estariam acabados? A Taci, do http://tacianatrigo.blogspot.com fez uma resenha do "Diários de Carrie". O livro conta a história da Carrie, de Sex and the City antes de ser A Carrie. E aí que ela (a Taci e não a Carrie, mas em conjunto com ela...) levantou a questão de como seria se a gente não precisasse dos homens. Achei que seria um bom post para o blog.

A questão é: precisamos mesmo dos homens? Não sei se PRECISAMOS dos homens ou se QUEREMOS estar com eles. Querer estar é definitivamente melhor que precisar. Querer é mostrar uma independência, enquanto precisar mostra que a você depende de algo. Não quero precisar de um homem....eu quero querer estar ao lado de uma pessoa que valha a pena.

Acho que temos que tomar cuidado com a carência. Sim, eu sou uma pessoa carente. Não, eu não me orgulho disso. E acho que aprendi a ser bem menos dependente do sentimento dos outros e acabei melhorando como pessoa. E isso me fez entender o quanto é bom um companheiro e não uma pessoa que seja totalmente necessário para mim.

Se não precisássemos dos homens, a vida seria ideal? Não sei. O que eu sei, hoje, é que eu quero estar com uma pessoa que também queira estar comigo. E nada mais.

sábado, 1 de janeiro de 2011

E começa um ano novo....

E com ele, as chances de uma vida melhor, de um futuro mais promissor e de novas surpresas. Para alguns este é mais um dia que começa. Para outros é a chance de mudar aquilo que não está bom e melhorar o que já está gostoso.

Para mim é o começo de uma nova etapa: novo emprego, novos amigos, novos desafios. Tenho 364 dias (sim,porque hoje não conta) para dar o meu melhor e esperar que o Universo retribua.

Espero que a gente continue firme e fortes no nosso espaço e que ele cresça a cada dia. Sem virar, claro, aqueles espaços comerciais no pior estilo Polishop virtual.

Que a noite de vocês tenha sido mágica e que a gente possa construir novas amizades e novas boas histórias nesse ano que se inicia!