sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

P.A, F.F e por aí vai...

Pai, não aconselho a leitura deste post.

Dia desses estava conversando com amigos e amigas sobre relacionamentos. Acho legal coletar várias opiniões e,claro,pesquisar materiais para o blog. Aliás, me mandem sugestões para discutirmos! Pode ser via comentário, e-mail ou twitter (tatiana.fanti@gmail.com e @tatianafanti). E aí surgiu o assunto do PA/FF: Pinto Amigo ou Fucking Friend. (Eu disse que era melhor você não ler, pai...) Tenho amigos (e amigas) infinitamente mais liberais que eu. Eles conseguem ter o que chamam de Pinto Amigo (ou Fucking Friend, tanto faz): amigos/conhecidos que não servem para mais nada além de matar a vontade de dormir com alguém (ou melhor, NÃO dormir com alguém).

A coisa parece funcionar mais ou menos assim: um liga para o outro com o único intuito de ir para a cama com a outra parte. Simples assim. "Oi, tudo bem? Vamos transar?" é o diálogo que sustenta o nunca-casal. E aí saem os dois, felizes e contentes, diretamente para o motel (ou casa de um deles), fazem o serviço e...cada um pra sua casa. Concordo com eles? Não. Discordo deles? Também não. Acho que aqui vale a máxima do "cada cabeça, sua sentença" e vamos todos ser felizes! Eu,Tatiana, não consigo ter um PA. Eu me envolvo. Vou querer que o cara me ligue, saia para jantar, ir ao cinema e o cara nunca vai querer isso. Ele vai me ver como um pedaço de carne e só. Nada mais. A garota da cama.

Entendo que, para algumas, a necessidade sexual é tão grande que se dane se o cara vai ligar ou não e, para essas mulheres, bato palmas. Eu jamais conseguiria ser assim. Os homens, esses já nascem com a genética do "tô nem aí" e são felizes com as suas V.A (dispenso traduções...). A questão aqui é: quanto vale a pena ter um PA? Quais os riscos que corremos? Vale correr tais riscos?

Não sei...para um alguém tão coração quanto eu, o preço a pagar por algumas horas de diversão é caro demais.

7 comentários:

Viviane Tassi Brabos disse...

Admiro as mulheres que conseguem ser assim, tbém me envolveria, com certeza, nem precisaria transar pra isso acontecer, hahaha.

Bjo

Claudia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Claudia disse...

errei então apaguei, aqui vai:
já tive PA, mas era ex-namorado. Acabou o envolvimento emocional, mas restou amizade e por muito tempo foi meu PA. Legal porque não corríamos risco de "se envolver" já que já havíamos passado por isso...queria também ouvir a opinião de quem tem PA sem ter relacionamento antes/depois. Agora, não diria que admiro uma mulher por conseguir transar sem se envolver. Cada um é cada um, mas as mulheres que admiro são outras.

Tati disse...

Cada um é cada um né amiga, eu aho que não dá certo, as mulheres que conseguem fazer isso uma hora ou outra acabam se envolvendo e ai como faz, se ele não estiver interessado pra q serviu esse PA? Acho desnecessário, mas é a minha opinião.

beijokas amore
Tati

Dani disse...

Bom... eu tenho um amigo colorido (vc sabe)... mas a gente se cuida tanto... a gente se gosta tanto que não dá para chamar de P.A. rssssss É tudo uma questão de logística. Se um dia as coisas se tornarem mais fáceis, aí podemos classificar a situação de outra forma. :)

Paulinha disse...

Olha, que coisa estranha... Não bato palmas não, acho que deve deixar a pessoa com a alma preta, porque é mta intimidade pra pouca intimidade, entende?
Acho triste... Como a Claudia, as mulheres que admiro são outras.

Além do mais, acho que se eu estivesse solteira e quisesse transar assim eu procuraria alguém desconhecido numa balada, não alguém que vou ficar vendo sempre... é se ficar se machucando à toa.

Alexandre, não O Grande, mas dou trabalho!!! disse...

Pera lá...

Existem PA's e PA's... já fui PA de muita mulher bacana. Algumas realmente rolava um papo interessante e bastante sintonia, não só na cama. Já fui PA de casadas, noivas e namoradas. Não as julgava de forma negativa por isto. Sexo, também sem amor, é bom. Ainda mais se o PA for "o PA".


Beijos,

Alexandre, o PA... rs.
http://homemponto40.blogspot.com/