segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Casados, mas a parte...

Esses dias, com o noivado da minha amiga fofa, passei a pensar mais em casamentos. E aí eu refleti sobre casais que estão juntos há anos...em casas separadas. Fiquei pensando se isso vale mesmo a pena e se isso é casamento.

Donata Meirelles e Nizan Guanaes estão juntos há milênios. Passaram um período separados, mas reataram o casamento. Amo de paixão os dois e confesso que meu sonho dourado é ser amiga dela...hahaha. Fato é que os dois dizem que o casamento só dá certo porque eles moram em casas separadas. São vizinhos, mas cada um tem a sua casa. Ela diz que ele é muito organizado e ela é bagunceira então jamais poderiam dividir o mesmo espaço. Por mais que eu adore os dois, não sei se isso é realmente um casamento ou apenas é um longo namoro. Outros casais também partiram para o casamento em casas separadas. Um casal de atores que está há anos juntos, mas esqueci quem são (ok,podem me chamar de lerda...). Acho que a Deborah Evelyn e o Denis Carvalho são assim também...não me lembro.

Sinceramente? Não acho que isso seja casamento. Não tem a rotina do casal, nem a divisão real de problemas (e que está no pacote de casado). Só tem a parte boa do namoro. Encheu o saco? Cada um pra sua casa. Minha mãe costuma dizer que hoje não quer mais dar boa noite e virar para o outro lado da cama; ela quer dar boa noite e fechar a porta da casa dela.

Será que ela está certa? Nos tempos modernos, o casamento se resume a ter cada um o seu canto? E dividir apenas os bons momentos?

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Virar ou não virar eis a questão....

Ou o mundo enlouqueceu ou eu estou caretona demais. Sério. Antes de mais nada, quero dizer que não tenho absolutamente NADA contra gays e lésbicas. Pelo contrário...tenho vários amigos gays que eu amo de paixão e,se pudesse, moraria com eles ao melhor estilo Friends. Fato é que esses amigos todos são e sempre foram gays. Isso eu acho super normal e aprovo a pessoa que quer ser feliz do jeito dela. Ser ou não homossexual não é medidor de caráter. É apenas um modo de vida.

Mas qual é o motivo de tanta explicação? Simples. Não sei bem o que está acontecendo com as pessoas, mas eu conheço duas mulheres que eram super namoradeiras, viviam com ficantes pra lá e pra cá e....BOMBA!, as duas resolveram virar lésbicas! E como eu descobri? Via orkut e facebook.

Uma delas era casada há anos e vivia declarando o amor ao marido. Um belo dia aparece a foto dela no facebook com uma mulher. E, dentro do perfil, um álbum apaixonado. E assim, de uma hora pra outra, ela resolveu mudar de time.

A outra vivia dizendo que namorava um tal fulano. Ele chegou depois de uma separação conturbada de um namoro de anos. E aí que um belo dia eu descubro que ELE era na verdade ELA. A notícia veio pelo MSN depois que eu insisti muito (porque queria encontrar a minha amiga) que queria vê-la.

Não que eu esteja julgando as duas. Acho que elas devem ser felizes com a escolha que fizeram. E estão lidando bem com isso,creio eu. Mas fico pensando nos motivos que levaram as duas a trocar de time.

Se eu fiquei chateada? Claro que não. Vamos pensar nas solteiras que estão por aí...quanto mais lésbicas, mais homens disponíveis...!

Só cuidado, meninas...seu príncipe encantado pode virar princesa em um passe de mágica.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ela agarrou um marido!

A brincadeira do título é por conta do nome do blog,tá?

Estou super contente hoje. Uma amiga minha muito querida está noiva! E eu já falei dela aqui. Lembram que eu contei a história de uma amiga que terminou o namoro de 4 anos e meio porque o cara queria focar no trabalho? Então...um tempo depois ela conheceu o (agora) noivo dela e depois de lindos meses de namoro (oito,para ser exata) eles vão se casar.

Aí muita gente vai perguntar: não é um pouco cedo? Eu vou responder: não, não é. Quantas pessoas namoram anos e depois se separam? Ou se casam e divorciam em meses? E quantos outros namoram três meses, se casam e estão juntos forever?

Fátima Bernardes e William Bonner, musos do casamento pra mim, estão juntos há 21 anos. E sabem depois de quanto tempo os fofos foram morar juntos? Dois meses!!!! Tinha tudo pra dar errado. Acho que até eles pensaram que não daria certo. Mas pagaram pra ver e estão firmes e fortes.

21 anos juntos é muuuuuuuuito ano!!!!
Aí a gente pensa em outros que deram certo com pouco tempo. Lembram do casal fofo do BBB, Flávia e Justin? Se casaram com igreja e tudo mais depois de se conhecerem no reality show. Ela já tinha uma filha e ele encarou esse desafio. Loucura? Talvez. Mas fato é que eles eram do BBB8, o programa está na 11ª edição e o casal continua firme e forte.

Amor de BBB pode dar certo!
E pra fechar o post, um casal que apostou no matrimônio depois de pouquíssimo tempo de namoro: Andressa e Toshi. Já falei deles aqui. Tem tudo para dar certo, acho eu. Se os dois comeram minhoca e ainda assim continuaram se beijando, o negócio tende a ir longe.

Minhocas e casamento: combinação que dá certo
Enfim, minha gente... o que eu quis dizer aqui é que tempo é relativo quando duas pessoas resolvem construir uma vida juntos. Tá certo que leva tempo pra gente conhecer o parceiro, mas acho que podemos descobrir o jeito um do outro com a convivência.

Amiga, casar não é fácil. Dividir problemas pode ser bem chato,às vezes. Mas sei que existe amor verdadeiro entre vocês e estou dando o meu apoio para o que der e vier. Felicidades aos dois. Vocês merecem.

E para todos os casais famosos do post: felicidades sempre.

PS: Espero que um dia o William e a Fátima não comuniquem um divórcio. Porque aí sim eu deixo de acreditar no casamento...!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Preços...

Não, este não é um post de compras. Não é o propósito do blog, mas quem quiser falar sobre isso, eu sou a pessoa certa. Adooooooro um shopping! O preço que estou falando é o que a gente paga pelos erros e atitudes do passado e como elas refletem em nosso futuro.

Eu não tenho um único motivo para escrever este post. Na verdade, acho que ele é uma combinação de muita coisa que aconteceu, tem acontecido e, quem sabe, ainda vai acontecer. Não é depressivo e nem pessimista, apenas reflexivo.

Fico pensando em como seria se a gente tivesse uma máquina do tempo. Uma que desse pra gente a oportunidade de ir somente para o passado. Será que a gente mudaria alguma coisa? Será que essas mudanças refletiriam no nosso presente e no nosso futuro? Ou será que essa máquina seria a chance de consertar aquelas mil coisas erradas que fizemos e queremos simplesmente esquecer?

Às vezes tenho vontade de esquecer todas as vezes que briguei por motivos tontos com o meu irmão, todas as provas com notas baixas que eu escondi da minha mãe e ela descobriu (e,claro,me passou um ralo enooorme), todas as besteiras que eu fiz. Mas será que se eu fizesse isso, eu seria quem eu sou hoje? Ou eu seria uma criatura perfeitinha, sem erros e chata?

Por outro lado, qual é o preço que a gente paga por ser quem a gente é? Qual é o preço que as celebridades pagam por serem o que são e terem a vida que têm?

Mais ainda: qual será o preço de um futuro promissor? Espero que não seja muito caro...mesmo porque a minha conta bancária não anda das melhores... :)

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Para a Wan...

Uma blogueira fofa e muito querida me fez uma pergunta. Esse post é todo pra ela. E pra todas vocês que se perguntam a mesma coisa: como lidar com um coração aberto demais?

Se ultimamente o meu problema é ter um coração um pouco fechado, um dia meu problema foi o oposto. Eu olhava para o cara e achava que ele era o amor da minha vida, que casaríamos e teríamos vários filhos e nossa vida seria comercial de margarina. Mas aí a realidade era outra e eu me frustrava. E aí eu botava a culpa no homem quando, na verdade, a culpa sempre foi minha.

Aprendi ao longo do tempo que a expectativa que temos que criar no relacionamento é ZERO. Não criando expectativas, não temos frustrações e o que vier é lucro. Isso é fácil? Não. Dolorido? Sim. Mas necessário. Se entregar num primeiro momento é perigoso. Tão perigoso quanto pisar em areia movediça. Acho que temos que encontrar um meio termo nisso tudo.

Wan, infelizmente não tenho a fórmula mágica ou o escudo que pode ajudar a cicatrizar um coração partido ou evitar que o envolvimento aconteça. Mas sabe o que eu também penso? Que isso nos fortalece, nos ajuda a viver. Somos aquilo que vivemos e o que sentimos. A cada tropeço a gente levanta mais forte, mais decidida, mais segura de si. E uma hora, depois de tanto tropeço, a gente levanta e vive o momento pleno que sempre quisemos pra gente.

Essa é a delícia de viver....

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Entra e sai...

Engraçado como as pessoas entram e saem das nossas vidas. Quantas e quantas pessoas passaram e a gente, sem entender, fica sem elas? Pode ser uma amiga, um amigo, um bicho de estimação, um grande amor...Não importa. O que importa é que eles se vão, deixam saudades e boas lembranças.

O mais engraçado de tudo isso é saber que hoje, com a internet, estamos todos a um clique de distância daquelas pessoas que não conversamos há anos. Mas ainda lembramos do cheiro, das risadas, das conversas, do afeto.

E aí a gente descobre: distância não é nada quando a amizade, o carinho ou o amor estão lá. Adormecidos, mas estão lá. E mais ainda: às vezes o que retoma esse contato são lembranças boas de momentos bem vividos.

Um mês...

Hoje o A. e eu fazemos um mês de relacionamento (namoro,né?). Tirando a minha falta de delicadeza com ele, acredito que estamos indo bem. A Madu está mais acostumada com ele, graças ao fim de semana que o pai dela me deu bolo.

Ontem eu resolvi apresentar a minha casa pra ele. Isso significa, claro, que a faxineira foi pra lá. Fiz um risotto de alho poró com bacon (receita da Helene), batatas assadas com Ervas de Provence (receita da Nigella) e filet mignon com molho de milho e cebolas (receita da Tati mesmo). De sobremesa, merengue.

Ainda é tudo bem novo pra mim, mas estou feliz. Acho que, finalmente, tenho uma relação saudável e próspera na minha vida, com uma pessoa que me aceita e aceita a minha filha do jeito que somos.

Vamos ver o que a vida nos prepara...como ela acontece e o que vem pela frente.

Feliz primeiro mês!!! E que venham outros mais...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Muriliiiiiiiiiiiiiinho....(sotaque de ECA que as meninas de Vinhedo sabem qual é)

Esse é um case na minha vida. Um case engraçado...engraçadíssimo, diga-se de passagem. O nome do cara é Murilo, mas a minha mãe chamava o fulano de Murilinho. Eu e as meninas, chamávamos de Muriliiiiiinho, sendo que no LI, a gente fazia aquele som de urgh...(nojinho).

Muriliiiiiiiinho era o filho de um namorado da minha mãe. Ele morava em Cotia e visitava o pai dele nos fins de semana. Acontece que eu, na época com uns 16,17 anos (nem sei) também ficava com a minha mãe no mesmo período. E daí que a gente se encontrava. Naquela época a minha mãe era louca para que eu arrumasse um namorado e ela viu no Muriliiiiiinho um namorado potencial. Aí ela começou uma campanha pior que a da Dilma perto do segundo turno, sacam? E o Muriliiiiiiinho, de filho do namorado da minha mãe passou a ser Muriliiiiiiinho, o infernal.

Não sei quanto tempo durou o namoro da minha mãe. Só sei que passei a casar os fins de semana que a minha mãe ia pro namorado com os que eu ia visitar o meu pai. Assim Muriliiiiinho passou a não ser mais presença física na minha vida.

O tempo passou...minha mãe e Murilinho ainda conversavam. E um dia, numa surpresa INgrata, minha mãe recebe uma carta do Murilinho. A carta era uma declaração de amor....PRA MINHA MÃE!!! Sério...eu chorei de dar risada. O tempo todo que a minha mãe empurrou o Muriliiiiinho pra minha pessoa, na verdade o Muriliiiiiinho queria a minha mãe.

Coisa de novela, né? Já vi a mãe querer o namorado da filha, mas o filho querer a namorada do pai, foi só essa vez mesmo.

Resultado? Aquele foi o último contato da minha mãe com ele. Nunca mais ouvimos falar da criatura. Se a minha mãe desencanou do projeto "Namorado pra Tati"? Não...ela escolheu outra bola da vez. Mas isso é outra história...

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Explicações

Vixe Maria...acho que nunca escrevi um post que me expressei muito diferentemente do que eu pensei. Vou me explicar...

Quando eu disse que o problema era não ter problemas não estou dizendo que eu espero que a minha relação tenha problemas. Vou tentar explicar a loirice do meu pensamento: todos os meus relacionamentos anteriores, SEM EXCEÇÃO, tinham um grande problema...ou vários pequenos problemas. Um era confuso demais e não sabia o que queria da vida, o outro era noivo e não sabia se queria casar, o pai da Madu era imaturo demais e acabou caindo nas drogas. E o A.? Ele não tem nada de errado. Claro, tem defeitos, como todo mundo. A perfeição não existe. Mas, tirando os defeitos que todo mundo tem, ele não tem problema nenhum. Isso, pra uma pessoa que está acostumada a ter preocupações demais, é estranho. Acaba sendo um "problema" porque a gente faz com que essa tranquilidade seja esquisita. Como assim?

Acho que é mais ou menos aquela coisa do "quando a esmola é muita, o santo desconfia". Não, não estou desconfiada do A., longe disso. Mas parece bom demais pra ser verdade, entendem?

Foi isso o que eu quis dizer no post de ontem. Levei broncas de amigas e do A., mas já me expliquei pra ele e acho que está tudo bem... hehehe

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O problema é não ter problemas...

Dia desses estava (RE)vendo um dos episódios de Sex and the City. Aquele em que a Carrie está super bem com o Aidan, mas acordava palpitando no meio da noite e não sabia o motivo. Daí que ela concluiu que o problema é que a relação dela não tinha problemas. E aquilo era muito esquisito. Dei risada na hora e depois vi que é verdade. Eu ando vivendo mais ou menos como a Carrie nesse sentido.

Em todos os meus relacionamentos anteriores eu sempre dormia com a pulga atrás da orelha com relação a alguma coisa: sociável demais (traduzindo galinha?), preocupado de menos (traduzindo desinteressado?), reclamão, roncador, mimado e por aí vai. O meu sonho era ter um relacionamento calmo e tranquilo, sem que eu colocasse a cabeça no travesseiro e pensasse em, pelo menos, três mil pepinos diferentes. Até o dia que isso acontece...e aí eu não sei como agir.

Nessa história nova, enfrento também o fato de não ter (ainda) nenhum problema. E aí acaba que o problema (pra mim) é não ter problema nenhum. Como pode uma pessoa pensar que o problema é que não tem problema? Tudo bem que não temos - oficialmente - um mês de relacionamento, mas fico pensando se não deveria ter alguma pulguinha me incomodando. E não tem. Não tem nada além de mim mesma querendo me caçar algum enguiço.

Aí começa o verdadeiro problema. Nessa onda de tentar achar com o que se preocupar, acabamos virando o feitiço contra o feiticeiro. E contaminando uma coisa que poderia ser aquela que a gente sempre quis: uma calma e deliciosa marola....

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Timing

Dizem que o tempo é o senhor da razão. Dizem que o tempo é relativo. Dizem que o tempo é precioso. Dizem tanto que nem sei mais qual dessas premissas é verdadeira. O fato é que tempo (e timing) pode ser uma benção ou uma maldição. Sintonia e tempo se casam em busca de um relacionamento harmonioso. E como fica a relação quando o timing do casal é diferente? Explico.

A menina sonha em se casar. Tem a festa planejada e o vestido pensado. O namorado? Sonha surfar nas praias do Caribe, quer conhecer um monge tibetano e ganhar um prêmio importante. Tudo isso antes do casamento, que ele nem tem previsão de acontecer. E aí,como faz? A relação está fadada ao fracasso por conta do timing individual?

Outro exemplo: casal que começa a namorar agora. A menina está feliz, mas não mostra a maior empolgação do planeta. O menino se diz felicíssimo e em estado de graça. O timing da paixão está diferente. Mais uma relação que não pode dar certo por conta do tempo?

Fiquei pensando na diferença do tempo entre homens e mulheres e como pode ser raro o encontro de duas pessoas do sexo oposto com um mesmo propósito. Será que temos que descartar pessoas legais que estão com um tic tac diferente do nosso ou podemos dar o sangue se a relação vale a pena e tentar fazer uma matemática de fusos-horários para chegar ao tempo certo, o tempo exato e o tempo perfeito?

Meu relógio anda meio desregulado...não sei se foi muita mudança no fim do ano passado e começo desse ou se a minha "maquininha de fazer o relógio andar" está com problemas. Sei que estou meio atrasada e o coelho de Alice está quase me dizendo "É tarde! É tarde! É tarde, é tarde, é tarde...!".

Meu medo é que realmente seja tarde...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ser mulher....

Sumi no fim de semana e ontem. Trabalho again, desculpem. Mas, como tudo tem um lado bom, peguei carona em uma pauta de um dos meus clientes para o tema de hoje: ser mulher.

Se eu tiver que nascer de novo, vou implorar para Deus para vir mulher de novo. Eu AMO ser mulher e acho que se eu fosse homem, seria gay. A mulher é o que gera vida, é o lado sensível e equilibrado do mundo. Fora que o mundo de compras para mulheres é simplesmente muito mais legal!!

Falando sério: ser mulher nos dias de hoje é um tremendo desafio. Antigamente bastava saber ser dona de casa: cozinhar, lavar, passar e estar disposta para os homens. Depois a mulherada resolveu crescer e aparecer e aí a coisa "piorou" de vez pra gente. Não basta mais saber lavar, passar e cozinhar. A gente tem que ser super mulher: ser uma boa esposa, uma excelente profissional, ser mãe exemplar e tudo isso sem esquecer de ser mulher. E aí que entra sessões em cabeleireiros, terapeuta, reuniões e por aí vai... Fiquei pensando, depois de ouvir vários tipos de mulher, como é que a gente consegue manter o bom humor tendo uma pressão gigantesca em cima dos nossos ombros. E não consegui concluir como podemos ser super mulheres.

Ser uma super mulher pode parecer, em teoria, a conquista do universo e a satisfação do dever cumprido. Mas não é bem por aí. Na ânsia de agarrar e conquistar o mundo, acabamos esquecendo da conquista primordial: a nossa própria. Quantas e quantas vontades deixamos passar por conta de um terceiro? Quantos planos deixamos de traçar por família, amigos, etc?  E aí que nessa, nunca vamos conseguir atingir a tão sonhada perfeição...

O que esperamos para o futuro? Como serão as futuras mulheres? Será que vamos retroceder e logo mais deixaremos de ser super profissionais para sermos apenas boas mulheres e mães? Será que no futuro teremos que ser mais "robóticas" para dar conta do louco mundo que vivemos? E, acima de tudo, será que vamos conseguir alcançar (ou superar) as nossas próprias expectativas??

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Quem está no mesmo barco?

Ando meio sem responder comentários (work,work,work) mas estou lendo todinhos com muito carinho, portanto podem continuar comentando. Uma leitora nova entrou em contato e disse que está na mesma situação que eu: mulher-concha. Decidi dedicar esse post para essa leitora.

Ontem eu estava pensando na cadeia alimentar, na de energia e de biomassa: o membro seguinte da cadeia incorpora parte da energia e da massa do ser anterior. Isso significa, em outras palavras, que um pouco daquele ser que você comeu fica em você. Logo, numa conclusão brilhante para uma loira como eu, a gente carrega todas as lembranças e muda conforme os nossos relacionamentos vão mudando. Entenderam? Não? Explico... a gente carrega marcas definitivas (boas e ruins) de relacionamentos anteriores. Fácil de entender,né? Mas difícil de viver...

Querendo ou não, se estamos sozinhas (ou namorando, mas não casadas) hoje é porque os relacionamentos anteriores não deram certo. E isso, com certeza, deixou marcas. Eu,por exemplo, tomei tanto na cabeça que resolvi colocar um muro em minha volta que, segundo consta, está quase intransponível. O meu medo de que as coisas não acabem bem novamente é tão grande que eu simplesmente (e inconscientemente, espero eu) resolvi me impedir de sentir as coisas e me entregar de corpo e alma para uma nova relação. Sabe qual é o resultado disso? A nova pessoa na nossa vida acaba se sentindo feliz e infeliz ao nosso lado. Mesmo pq, venhamos e convenhamos, ninguém gosta de conviver com um cubo de gelo, certo?

Essa minha leitora e eu estamos vivendo essa situação da mulher-concha: aquela que se fechou tanto que não sabemos exatamente aonde largamos a chave que trancou o nosso coração.  E por mais que a gente entenda e saiba do problema, às vezes é um pouco difícil acreditar que a gente pode sim viver uma história bacana ao lado de uma pessoa especial. E a consequência disso é poder perder uma pessoa que seria de extrema importância na vida.

Meu conselho para essa leitora (e pra mim também) é fazer a terapia do EU ACREDITO. É realmente acreditar que a gente merece uma pessoa boa e que a gente pode ser feliz. Não é porque não deu certo com os quatrocentos e cinquenta mil caras anteriores (tá...dois anteriores) que não vai dar certo com o atual.

Sabe por quê? Porque o atual sabe da sua história e sabe o que passou com você. Se ele está embarcando nessa é porque gosta de você e quer estar ao seu lado.

Se você perdeu a chave que abre o seu coração, leitora, é fácil... arrume um chaveiro que arrebente a fechadura, coloque uma nova e entregue a chave para essa pessoa especial...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Orgulho

Um dos sete pecados capitais e um dos meus piores defeitos, o orgulho anda junto com a burrice, creio eu. Acho que, de tudo aquilo que sei que preciso consertar em mim, talvez essa seja a coisa mais difícil de ser mudada.

O orgulho te tira, muitas vezes, a razão e te faz brigar com gente que não merece. Já fiz mal a algumas pessoas e deixei de pedir desculpa por um orgulho besta que não tinha sentido. E de onde eu tirei a ideia de escrever sobre isso? Porque esse dias eu fui chamada de orgulhosa por um amigo que merecia desculpas e eu não pedi. Não me perguntem o motivo. Orgulho...

E sabem o que é mais engraçado nisso tudo? Orgulho pode ser também uma coisa boa...! Eu tenho orgulho da filha que eu tenho, orgulho do trabalho que as pessoas que estão no dia a dia do meu trabalho fazem, orgulho dos meus pais e da minha família. E aí que esse orgulho é um orgulho bom. Fico contente em contar pra todo mundo a história do meu pai, por exemplo, que abriu a agência de publicidade dele depois de muita batalha e suor. Tenho orgulho de contar que a minha mãe venceu o medo de ficar sozinha e hoje mora na praia, que ela tanto sonhou. Tenho orgulho do meu irmão, que largou a vida boa que tinha em São Paulo e foi morar do outro lado do mundo. Tenho orgulho das minhas irmãs, que crescem mais a cada dia e estão se tornando belas mulheres. Isso é bom.

Por outro lado, muitas vezes não peço desculpas quando estou errada, não dou o braço a torcer quando querem me corrigir. E tudo isso causado pelo mesmo sentimento...

Fica aqui então, publicamente, as minhas desculpas para esse meu amigo. E, é com orgulho (e ao mesmo tempo sem) que eu digo que errei e espero que as desculpas sejam aceitas.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Não sei se sei...se sei, não sei.

Há algum tempo atrás contei a história da M, uma amiga minha que vivia uma relação indefinida com um cara. Ontem eles resolveram definir. E acabou que a relação acabou. O cara disse que não sabia o que queria da vida...gostava dela, mas não sabia se queria namorar. Ela resolveu pelos dois e colocou um ponto final.

Fiquei pensando nessa indecisão masculina e como isso é um traço característicos de muitos homens por aí. Será que eles realmente são assim tããão indecisos? Como é que uma pessoa não sabe o que quer? Ou será que a indecisão nada mais é do que medo de dispensar a mulher que ele sabe que tem ao lado? Quem tiver a resposta, pode ganhar o mundo (ou parte dele).

Essa minha amiga tem uma carreira bacana, ganha bem, tem carro, é independente e viajada. Ela se perguntou o que aquela relação poderia trazer do jeito que estava e viu que não ganharia muita coisa. Resolveu colocar o cara contra a parede e aí percebeu que pode - e merece - ter mais. E vai ter.

Quanto aos homens...quantas mulheres bacanas vocês deixaram passar por medo, infantilidade ou qualquer coisa do gênero? Cuidado meninos, mulher que valha a pena está difícil de achar no mercado e esse jogo de "não sei se sei" só vai levá-los a um único lugar: o quarto de vocês na casa da mamãe. Eternamente.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Quem vive de passado é museu

Nós somos aquilo que vivemos, o que sentimos e o que passamos. Mas até que ponto o nosso passado pode interferir no nosso presente e, se bobear, no nosso futuro? Será que perigamos deixar passar um presente bacana e um futuro promissor por causa de um passado que não vai voltar?

Minha relação com A. acendeu a luz vermelha (pra mim,pelo menos) quando eu entendi que não poderia deixar minha história com Mr.Right (ou a não-história) ser presente em nossa vida. E pra piorar, se a coisa desse errado a culpa seria toda minha. O que eu sofri com toda a confusão me transformou numa pessoa fria, seca, distante e com medo de me aproximar de alguém. Conversando com uma amiga, brinquei dizendo que havia me transformado em um homem.

Daí que chega em um momento que a gente precisa se perguntar o que realmente quer da vida: sofrer por alguém que não sofre por você ou abrir seu coração por alguém que tem muitas características que você sempre buscou em alguém? Deixar de ser quem você sempre foi por um passado que já passou ou resgatar a essência de quem você é para ser feliz ao lado de alguém que quer te fazer feliz?

Hoje eu pensei no que eu quero, no que eu sou, no que eu fui e no que eu posso ser. E descobri que quero ser feliz. Quero ser feliz, fazer alguém feliz, passear, viver, construir uma família (no futuro,claro) e conquistar tudo aquilo que quis para mim. E eu vou fazer isso. Porque eu resolvi abrir meu coração para essa nova e bonita história que está começando...

Invasão de privacidade

Sempre me "vangloriei" que nunca havia acontecido nada comigo na rua da minha casa, lugar que reina em histórias de assaltos em todos os horários do dia e da noite. Sempre, até ontem à noite. Cheguei em casa em um horário de gente, antes das 22h, e desci do mesmo ônibus que eu desço desde 2009.O mesmo caminho há quase dois anos e nada havia acontecido. Até que...

Desci do ônibus e, como sempre, corri em direção ao portão da minha casa, já com as chaves na mão. Até que fui rendida por dois motoqueiros que, segundo vizinhos, já estavam rodando a rua. Sem muitos escândalos os dois pediram que eu tivesse calma e passasse a minha bolsa e meus telefones (que estavam dentro da bolsa, claro) e virasse de costas. Eu disse que não reagiria e que daria a bolsa pra eles. E aí, depois de levarem a minha bolsa da Hering roxinha que eu amava, saíram com a moto.

Dois vizinhos estavam saindo da casa e viram tudo. Me ajudaram a ligar para o meu pai e cancelar o Nextel para que os dois ladrões não saíssem fazendo ligações para a Mongólia! Cancelei cartões do banco e tudo mais que precisava cancelar. E aí fui contabilizar o assalto: dois celulares, meu Ipod (que levei uma bronca do meu pai por carregar na bolsa), meu óculos escuros (velho, mas muito querido), meus documentos (graças a Deus só tinha o RG e as carteirinhas do plano de saúde), minha maquiagem toda (isso eu sinto muito mesmo), minha agenda e meu splash da Victoria's Secret.

A pior coisa não é o trabalhão que eu vou ter para tirar todos os documentos novamente ou a espera de duas semanas pelo novo cartão. A pior coisa é a sensação de invasão. A minha bolsa é uma coisa muito particular, é meu universo...e levaram. Fiquei no meio da rua, com a chaves de casa na mão vendo os dois otários com a minha vida na mão deles.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A volta do bom moço

A Veja da semana passada (mil perdões pelo atraso, mas trabalho me consumiu) tinha uma reportagem sobre a Angélica e o Luciano Huck. A chamada: a volta do bom-mocismo. Confesso que estranhei o fato de que a minha super amiga Taci não pediu que eu comentasse sobre isso...Taci, tá perdoada!

A matéria conta a trajetória individual do casal e faz uma linha do tempo do relacionamento dos dois. Tudo começou com vários canos da Angélica no Huck, uma amizade e o relacionamento, que virou casamento depois de seis meses. Acho que eles são prova de muita teoria que diz que o tempo é o medidor do relacionamento. Sei que seis meses é muito pouco tempo e com certeza eu não me casaria, mas tiro o meu chapéu para o casal.

Luciano Huck é o retrato do novo bom-moço: bem sucedido (e aí eu não falo de dinheiro, falo de trabalhador mesmo), carismático, bom caráter, família (depois de umas ciscadas no galinheiro, é verdade), caseiro e por aí vai. Talvez ele represente o modelo de príncipe encantado moderno. Ele não resgatou a princesa no alto da torre, mas deu a ela um castelo sólido para a construção de uma família feliz. Verdade seja dita, isso é o que todas nós esperamos: um cara que queira construir a tal família "Doriana".

Não é fácil achar um homem hoje em dia que tenha as características do bom-moço. Sempre vai ter um detalhe que estraga: se ele é caseiro, é galinha; se não é galinha, é folgado; quando não é folgado, bebe até cair... sempre tem um detalhezinho que joga o bom-moço para a pilha do descarte.

Por isso, leitoras, se um exemplar desse - um desses que passa pelo controle de qualidade do bom-moço - cair no seu colo, SEGURE-O! A concorrência não está nada fácil...e o mundo é dos esperto!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

The one...

Então...estava conversando com algumas amigas e a gente levantou a bola: como saber se o atual é O escolhido (também chamado de The One)? A gente não concluiu nada, mas resolvi levantar a questão aqui no blog. Queria ouvir de vocês (ou ler...) como vocês chegaram à conclusão de que o amado é o cara para passar o resto da vida.

Sempre pensei que o cara ideal seria aquele que faz seu corpo todo tremer só de pensar que você vai encontrar a pessoa no fim do dia, aquele que faz o estômago revirar. Mas concluí que esse é o típico relacionamento Crepúsculo e, portanto, nada saudável. Não é isso que eu quero e nem acho que seja o ideal e com planos concretos.

Penso que o frio na barriga e todo aquele resto é coisa de adolescente. Fogo que passa. Para mim, o relacionamento ideal é aquele em que duas pessoas querem estar juntas e pensam direito em como fazer isso. Não se atiram de cabeça e partem pro "vamos morar juntos?" depois de um mês de relacionamento. Sim,sei que isso pode acontecer mas, venhamos e convenhamos, não é o ideal.

O ideal, pra mim, é estar ao lado de uma pessoa que te complete, que você goste de estar. Uma pessoa que te faça feliz e pense em um futuro ao seu lado. Alguém que aceite seus defeitos e não queira mudar aquilo que você é. Se você encontrou uma pessoa assim, fique esperta...talvez essa possa ser o THE ONE!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Mini post: Perigo...

"Como agarrar um marido" adverte:


Ficar com alguém só para não estar sozinho NÃO é recomendado. Ficar com alguém, fazer mil declarações e desenhar corações, mas virar as costas e procurar outra pessoa NÃO é nada bonito.


Psiu, meninas...cuidado. O fofo do seu namorado pode não ser tão fofo assim....


PS: A., isso NÃO é pra você, claro...

Positivo!!! E agora?

Crédito: Blog da Grávida

Não, eu não estou grávida. Óbvio. Mas lembrei que nunca falei sobre isso aqui no blog e resolvi abordar o assunto. Ainda mais porque a minha gravidez não seguiu o tradicional "antes do bebê", que é igual a namoro, noivado e casamento. Eu engravidei depois de mais ou menos três meses de namoro e foi por burrice mesmo.    Besteiras de lado...o que fazer ou como se preparar para o positivo?

Na verdade, não tenho a resposta. Eu mesma não estava preparada para o exame de sangue. Aliás, pra ser sincera, quando eu fui ao pronto socorro, eu achei que estava com infecção urinária e não grávida. Para resumir o desespero pré-exame: meu tio Vitché, dono do centro que eu vou, me chamou de lado e me passou o maior discurso dizendo que eu estava grávida. Eu,claro, achei que ele estava maluco, mas fiquei com medo quando ele me mandou fazer o exame. Não fiz. Não naquela semana.

Uma semana depois eu fui ao cabeleireiro, mudei a cor do cabelo e fiquei feliz da vida. No dia seguinte notei que minha menstruação estava mais de uma semana atrasada. Até aí, sem stress...isso acontecia mesmo vez ou outra. Uma amiga recomendou que eu fizesse aquele teste de farmácia e no meio do dia eu comprei e fiz o CONFIRME. Meu resultado foi positivo, mas eu não acreditei. Como não era o primeiro xixi do dia a listrinha do positivo foi literalmente transparente. Mas ela estava lá, só eu não quis ver. Uns dias depois, sentindo cólicas horrendas, resolvi ir ao pronto socorro: tinha certeza de que estava com infecção urinária ou coisa parecida. Fiz os exames normais e mais o HCG, a pedido do médico já que eu disse para ele que não poderia estar grávida. Depois de um chá de cadeira de hoooooras, eis o seguinte diálogo:

- Tatiana, uma boa notícia: você não está com infecção urinária.
- Ah, que bom. Então o que é?
- O que você faria se eu dissesse que você está grávida?
- Pediria o telefone de um bom cardiologista, porque meu pai vai precisar.
(médico pensando)
- Doutor, o que está acontecendo?
- Estou aqui pensando se conheço um bom cardiologista...

Sério...parece diálogo de filme, mas foi assim mesmo. Depois da frase fatídica, ele me explicou que o HCG de uma não grávida é menos de 10 no corpo e o meu estava em 2 mil e tanto. Eu, sinceramente, não sei o que eu estava pensando naquela hora. Não pensei em ninguém, não pensei em qualquer coisa. Acho que, literalmente, bateu um vazio. O chão não abriu, não quis que o mundo acabasse e nem o céu ficou cinza. Mas eu percebi que a minha vida, daquele segundo em diante, não seria mais a mesma. Eu não seria mais a mesma, as pessoas ao meu redor não seriam mais as mesmas.

O que fazer numa situação dessas pra mim nunca foi mistério. Ter o bebê,claro. Mas o que fazer até ele chegar era algo a se pensar e a se saber fazer. Sou contra o aborto (não totalmente, acho que em casos de estupro é algo a se pensar) e acho que se eu soube fazer o bebê, sou capaz de cuidar. E a vida seria vivida em torno dessa nova vidinha.

Passou o tempo, Madu nasceu e hoje posso dizer que não me arrependo um segundo sequer da minha decisão. É complicado? É. Tem horas que quero sumir? Tem. Tem horas que quero que a Madu vire uma boneca e fique quieta? Tem. Eu mudaria meu pensamento e teria interrompido a gravidez? Nunca e jamais.

Para todas que passaram por isso ou estão passando, minha força para cada uma de vocês e meu reconhecimento do esforço que é ser mãe solteira em um mundo que, ainda que se diga tão moderno, é tão machista quanto o mundo de nossos avós. E bola para frente, mamães...somos guerreiras e conseguimos o mundo!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Cantinho do leitor: Anjo Mau

Faz tempo que não temos "Cantinho do Leitor" e dia desses eu recebi um e-mail de uma leitora muito querida e resolvi "reviver" o espaço.

A história de F. tinha tudo para ter um final feliz com direito à festa entre amigos, viagens apaixonadas e tudo aquilo que um bom romance (em teoria) precisa ter. Mas a coisa não foi bem assim. O modo como eles se conheceram é totalmente "vida real": G. era amigo de uma amiga de F. e quando foram apresentados, ela se interessou de cara. Na época ela era comprometida e o namoro acabou não vingando. G chamou a atenção de F por ter todas as características que ela considera ideais em um cara. Nas palavras dela: Simpático, divertido, brincalhão, tudo que gosto em uma pessoa. Um cara de caráter. Educado, inteligente. (F, se tivesse colocado RICO ia ter muita leitora com inveja de vocês...)


Um dia, em uma balada, trocaram olhares. Não um olhar corriqueiro, um olhar de interesse. Nada aconteceu. E aí que dois meses depois do término do namoro de F, eles se encontraram e aí rolou o primeiro beijo. Beijo com química, com perfeição, segundo F. E ficaram nisso. E aí....? Aí que eles ficaram um tempão sem se falar e F. se sentiu super mal e rejeitada. (Eu me sentiria assim também....) Um dia, do nada, começaram a conversar e resolveram sair os dois. Sozinhos. Se é que me entendem...hehehehe. A noite foi ótima e, de novo, o cara sumiu. Para resumir, ela mandou um email para um amigo em comum, que repassou para o G, que disse que entendeu o email como um pedido de namoro e resolveu "fugir", alegando não estar preparado para um compromisso. Mas aí entendemos que "não estou preparado para assumir um compromisso" significava "estou ficando com alguém e não posso mais ficar com a F."


Acho que F. teve o momento Maysa "meu mundo caiu" dela e curtiu (pelo menos por um tempinho) a fossa. Mas ela, forte como eu sei que é, não caiu em depressão ou coisa parecida. Ela resolveu seguir em frente. Me contou sobre a virada do ano dela e disse que no aniversário, chamou G para ir à comemoração. Ele não foi e ainda mandou um SMS avisando. E a história, por enquanto, acaba por aí.


Minha análise é que temos um caso do homem-sabão. Já falei sobre ele aqui no blog. Um cara que não quer nada com você, mas também não quer que você o esqueça. Aí, quando menos você espera, ele aparece cheio de amor pra dar. Você fica com esperança. Acha que consegue alguma coisa da pessoa e aí...no auge do momento, ele some de novo.


F., te conheço há anos e sei como você é como pessoa. Sabe do carinho que tenho por você desde os tempos que nos conhecemos. Sei que amor não se escolhe, mas acho que existem pessoas que não serão nossas nunca. São aqueles amores que ficam na nossa memória, que não acontecem e ficam no "E se...?". Talvez não seja a situação ideal, mas talvez se vocês ficassem juntos seria decepcionante. Não sei exatamente o que te dizer. Acho que o melhor que posso fazer é te dar o meu apoio e dividir a sua história com quem acompanha o blog e pedir opiniões.


G. tem nome de anjo...mas é anjo mau.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Utilidade pública Fashion: Loungerie

Momento metida...o blog é meu e eu posto nele o que eu quiser, então decidi criar o "Utilidade Pública". Já que as solteiras querem agarrar um marido, pensei em um canal com dicas "de matar". Vai entrar de tudo. (Viram como meu momento metida é curto e dura pouco?)


Minha primeira dica vem de uma paixão minha: lingeries. Eu gosto, compro e uso...e uso não só para "o par", uso porque eu gosto de me sentir bem. Acho que um conjunto bonito ajuda a dar um up no visual. E aí que a gente soooooofre porque não tem as lingeries lindas da Victoria's Secret no Brasil, mas descobri uma loja linda e cheirosa que pode nos ajudar. Meninas, fica a dica...todo mundo que quiser agradar o parceiro ou "ir à luta", precisa passar na Loungerie. O site é www.loungerie.com.br e nele vocês podem dar uma olhada na coleção. Eu tenho váááááááááárias coisas de lá e uso até no dia-a-dia. O chato é que a loja só existe em São Paulo (Shopping Vila Olímpia, Morumbi e Anália Franco) e não sei se rola uma loja virtual.

Olha a loja, que fofa...

Fachada da loja do Morumbi

Ambiente interno do Shopping Vila Olímpia / Créditos das fotos: Google
E como eu sou bondosa, seguem algumas sugestões para agarrarem os maridos:



Um dia por vez e a vida se constroi...

Eu sempre planejei as coisas de acordo com o tempo que eu gostaria que elas acontecessem. E aí que nada dava certo, eu me frustrava, comia horrores e engordava. Até o dia que eu percebi que seguir a filosofia da Scarlet O'Hara de que "amanhã é outro dia" é a melhor coisa. Acho que quando a gente pensa muito e não parte pra ação, a coisa tende a parar mesmo. E, por mais que a gente planeje, sempre vem o fator surpresa. E nem sempre o fator surpresa é algo bom.

Dia desses eu estava pensando em como eu vou contar para a família que eles têm mais um novo integrante (eu sei que meu pai já sabe porque é leitor do blog, mas ainda estou pensando em uma apresentação bacana entre ele e o A.). Aí eu concluí que é melhor não pensar e nem planejar muito para a coisa não ficar falsa e nem construída. A única coisa que eu sei que NÃO vou fazer é apresentar todo mundo em dia de jogo do Palmeiras porque os dois (pai e A.) são palmeirenses e aí não vai nem ter assunto.

Outra coisa que ando pensando é como eu vou explicar para a Madu. E quanto a isso, o problema nem é tão grande. Ela é uma criança ainda e tudo vira festa. Mas claro que teremos que explicar em uma linguagem dela. O bom é que ela já entende que papai e mamãe NÃO moram juntos.

Enfim...resumindo o turbilhão de ideias...a vida não se constroi em planos em folhas de papel. A nossa história é escrita dia após dia, minuto a minuto, ação a ação. E o melhor de tudo isso é que, mesmo que não exista uma borracha que apague os erros do passado, a gente sempre tem uma nova chance de escrever um futuro brilhante. Basta querer.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Por que a Bella precisa de terapia?

O post está atrasado, eu sei, mas quero deixar registrado o quanto eu acho que a Bella, personagem de Crepúsculo, precisa urgente de uma terapia. Eu li os livros depois de ver o segundo e o primeiro filme (nessa sequência mesmo) e, podem me jogar pedras, mas eu detestei.

O negócio é que essa Bella não entende que a vida não se resume ao amor que ela sente pelo Edward. Hello...existe um mundo lá fora e a vida passa quando menos se espera. Deixar que a vida passe, que as coisas aconteçam e ficar estatelada na cama do quarto não vai ajudar em nada.

Ano passado, depois do turbilhão de coisas que me aconteceram, ouvi no centro que eu vou uma frase muito sábia: a nossa felicidade só está na mão de uma pessoa, nós mesmos. Depositar o sucesso da nossa vida ou a nossa alegria na mão de uma pessoa que não a gente mesmo é um tiro no escuro e que dificilmente acertará o alvo. Eu entendi isso na marra. Sò comecei a subir o poço que eu caí quando me dei conta de que só eu posso me fazer feliz e mais ninguém. Não digo que é uma filosofia que é 100% fácil de ser levada, mas garanto que funciona.

Bella vive o mundo ao redor do vampiro. Ela inspira e expira Edward e se ele deixar de existir de um dia para o outro, ela certamente morrerá. Nem o marido/cachorro de estimação (olha que maravilha...dois pelo preço de um) do Jacob pode dar jeito...Bella é obcecada por Edward.

Fiquei pensando em quantas e quantas Bellas existem na vida real. Pessoas que vivem a vida em função de outras e correm todos os dias, grande risco de ser infeliz em um piscar de olhos. A solução para essas pessoas? Mudar de filme e procurar urgentemente um bom terapeuta.