quinta-feira, 31 de março de 2011

Como Agarrar Um Marido quer ajuda...para os outros

Gente, desde pequena meus pais me ensinaram a importância da caridade. Eu ia com a minha mãe e meu paidrasto distribuir sopa para moradores de rua em Jundiaí. Aquilo era triste, mas ao mesmo tempo me ensinou que, quando a gente tem, pode dar para quem não tem.

E aí, a Clau, do Vaquinha Gertrudes , começou um grupo (ela e um amigo, o Elias) chamado Semente do Bem. Basicamente eles estão plantando uma sementinha que pode ajudar a criar uma consciência nas pessoas de que ajudar só faz bem. Sei que pode parecer um pequeno passo, mas faz a diferença na vida de muita gente que não tem o que comer e espera ansiosamente o domingo, dia que eles fazem a entrega de comida. O grupo é pequeno e não tem ajuda de ninguém.

Pois bem...eu resolvi ajudar e uma das minhas contribuições será divulgar o trabalho deles. O pessoal tem um blog, que vocês poderão ver clicando aqui . Lá tem informações de como ajudar e o contato dos responsáveis.
Eu já vou começar a ajudar o grupo e a turma do blog também. A primeira campanha que quero desenvolver é: doação de ovos de páscoa.

Quem for de São Paulo (ou quem for de fora e quiser participar) pode doar ovos para entregar para as crianças. Tem ovo tão baratinho e as crianças vão amar...a maioria delas nunca ganhou um ovo.

Se quiserem saber mais, mandem um e-mail para a Claudia. Ela é uma fofa e terá prazer em ajudar quem quer ajudar. O e-mail dela é claudiaslemes@hotmail.com . Quando mandarem e-mail, falem que viram aqui no blog.

Vamos lá, pessoal...não custa nada e a gente ainda se sente bem!!!

Reflexões...

Pensei que Romeu e Julieta fosse história de Shakespeare, baseada total e completamente na cabeça literária dela. Hoje eu vejo que não. Não é bem assim. Romeu e Julieta são personagens de histórias que podem ser do seu vizinho, da sua amiga ou da atriz da televisão.

Ontem, no fim de um evento, vi a revista Caras dessa semana em cima de um balcão. A capa é a atriz Cibele Dorsa, que se matou semana passada depois de dois meses do suicídio (no mesmo prédio, da mesma sacada) do noivo. Ambos têm um histórico de depressão e ele, mais do que isso, de drogas. A revista conta sobre o e-mail que ela mandou para o editor da revista antes de pular da sacada e mostra algumas cartas deixadas para familiares, amigos e filhos. 

Não consigo pensar na fraqueza de espírito dessa mulher. Uma mãe, ainda que longe dos filhos, desistiu da vida por não saber conviver com a dor do amor. Não a julgo. Não sei se, nas mesmas condições, eu faria a mesma coisa. Acho que não. Minha família (a parte da minha mãe) é espírita e sabemos que o lugar para onde vão as almas que se matam não é o céu. Se lembram do Vale dos Suicídas da novela A Viagem? Lá é o destino final de Cibele e seu noivo. Espero, de coração, que mesmo nesse lugar horrível e longe da luz eles se encontrem e consigam aprender e seguir juntos.

Fico pensando se existe mesmo um amor tão forte que é capaz de "matar" alguém. Não acho que ninguém morra de amor, mas essa atriz morreu. Morreu por amar alguém que partiu. Morreu por amar filhos que foram tirados dela (não sei o motivo). Morreu por amar coisas que não podia ter. Morreu querendo encontrar um amor. Morreu sem amor nenhum.

Espero que ela e o noivo encontrem a luz e sigam juntos...se esse for o caminho a ser tomado.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Fantasma...e mico!

Tem coisas que só a Philco faz pra você. Outras quem faz é o destino. Há quase dois anos atrás eu trabalhei em uma agência que, tirando a coordenadora, o pessoal era muito gente boa. Todo mundo. A gente se divertia trabalhando e as pessoas sempre se ajudavam,coisa rara em comunicação. Aí veio a festa de fim de ano. Opa, minto. Foi o aniversário de, sei lá, quatro anos da agência. Sexta-feira, 15h. Todo mundo desligou o computador e foi para um bar em Moema.

E vai bebida e vem porção. Mais porção. Mais bebida. Um monte de fotos. Mais comida. Mais bebida e a hora passando. E logo dá 23h. Todo mundo resolve que é hora de sair do bar. Sinceramente não sei como a gente sobreviveu ao bar. Estava todo mundo (e digo todo mundo meeeesmo) mais pra lá de Marrakesh. Fato (e para encurtar o post) eu acabei ficando com o cara do financeiro. Ficamos só aquela noite, na festa da empresa, mas rendeu risada para todo sempre...até a outra festa,claro.

E aí, minha gente, eu saí de lá e achei que nunca mais veria o fulano. Até que eu dei de cara com ele fazendo a filmagem de um evento de um cliente meu. Não, povo, nada aconteceu. Nem tinha clima pra isso, visto que a bebida foi a única coisa em comum que a gente tinha. Ele não era nem de longe um cara ideal. Foi coisa de momento mesmo. Mas o mico de encontrar a pessoa mais de um ano depois foi engraçado.

Mais uma para a sessão: meu mico, mico meu...

terça-feira, 29 de março de 2011

Mãe solteira é...

...difícil!

Há um bom tempo tenho pensado em escrever sobre isso. Já fiz posts sobre ser mãe solteira, mas sempre descubro algo novo que possa ser compartilhado. Não sei (mas gostaria de saber) quantas mães solteiras são leitoras do blog, portanto se manifestem,meninas!

A Maria Eduarda foi qualquer coisa menos planejada. Foi uma burrice, por assim dizer. Uma burrice linda e da qual não me arrependo, mas ainda assim...burrice. Engravidei de um cara que, segundo todos e eu concordo, não é a pessoa certa para se ter filho. Ele estava despreparado e a surpresa não foi um fator que contribuiu para o amadurecimento dele. Fato é que as coisas entre a gente não deram certo e eu tive que encarar o desafio de criar uma filha sozinha.

A coisa, minha gente, não é fácil. Quer dizer, deve ser simples pra Sandra Bullock, que tem um filho e um exército de gente que pode ajudar a cuidar do menino. Eu não tenho esse exército. Ano passado a coisa era mais fácil. Eu tinha uma pessoa que morava na minha casa e a minha vida era mais flexível de segunda a sexta. Eu podia ir ao cinema, sair com as amigas, espairecer a cabeça. Hoje eu não tenho mais ninguém que more em casa então saio do trabalho e corro para casa para ficar com a Madu. E a vida segue assim de segunda a sexta.

Fins de semana? Quando ela fica com o pai (ou os avós paternos) meu fim de semana consegue ser mais agitado. É um tempo que eu tenho para mim...para fazer o que eu quiser. Só que nem sempre eu consigo me planejar...tem dias que ela tem que ir para o pai e me ligam dizendo que não vão poder ficar com ela. Acabo me desprogramando para ficar com a Madu. Quando dá ela me acompanha na programação, mas vez ou outra tenho que abdicar de alguma coisa mais legal porque ela não pode ir junto. Nos fins de semana que ela fica comigo, procuro ir para a casa da minha tia porque lá tem crianças que ela pode brincar. E assim a vida vai...

Fico pensando se no meio dessa programação intensa existe espaço para uma terceira pessoa. Um namorado. Hoje eu não sei. Hoje eu estou com um trabalho que eu amo, mas que tem um ritmo intenso. Se eu puder ficar até 22h todos os dias vai ter trabalho a ser feito. E aí me divido entre o trabalho e a filha. Duas coisas que demandam absurdamente a minha atenção. E como ficaria mais uma pessoa? Acho que não fica. Com o A. as coisas não funcionaram porque senti que ele estava com uma atenção muito pequena. Para namorar uma pessoa você tem que estar disponível e eu não estava. Fora que, com uma terceira pessoa, acho que teria que "doar" o pouco tempo livre que eu tenho e que daria para a minha filha e isso eu não quero. Não agora.

Queria que existisse uma fórmula mágica que a gente pudesse esticar o tempo ou criar babás que cuidem dos filhos para a gente viver um pouco. Tem dias que adoraria sair do trabalho e dar uma volta ou ir a um barzinho, mas hoje não posso. Tenho que mover mil pauzinhos para conseguir umas horas de diversão que, muitas vezes, nem compensam o trabalho todo.

E, com tudo isso contado, concluo: preciso ser amiga da Sandra Bullock...divido a babá com ela e saio para passear. Será que ela tem facebook? hehehehe

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fim de semana

Meu fim de semana foi calmo. Calmo meeesmo. Sexta eu fui para a minha casa e lá fiquei. Sábado acordei e...passei o dia todo em casa. À noite uma amiga me tirou do cafofinho e fomos ao shopping jantar. Acabei comprando alguns DVDs e a noite terminou com sessão de cinema em casa. Momento mico: eu tenho que confessar que comprei os dois filmes do Arquivo X e fiz uma sessão de cinema relembrando os tempos de colégio. Eu era VICIADA nesse seriado... Domingo eu passei o dia com a filhota e uma amiga. Fomos ao Fashion Weekend Kids e depois, de volta para casa.

Confesso pra vocês que eu nunca fui de gostar de ficar em casa. Sempre tive, como diz a minha mãe, "rodinhas nos pés" e nunca parei em casa. Esse final de semana eu consegui. E foi bom. Foi gostoso ficar na minha casa, quieta e fazer aquilo que bem entendesse. Sem filha, ainda, eu consegui dormir.

Acho que, no final das contas, eu preciso aprender um pouco a ficar sozinha. Sei que cabeça vazia é oficina do diabo, mas pensar um pouco faz bem. E eu pensei bem em um monte de coisas nesse tempo que tive para mim. Pensei no agora, no lá atrás e no que eu quero para o futuro. E acho que, no momento, eu preciso ficar comigo acima de qualquer outra pessoa. É chato ficar sozinha às vezes, mas importante também.

Começo a semana super revigorada depois das minhas quase 48 horas de descanso total. Com a cabeça fresca e muita vontade de fazer tudo dar certo...

domingo, 27 de março de 2011

Olhar para trás...andar para frente...

Minha mãe descobriu o blog e, claro, fez algumas críticas construtivas com relação à minha vida e, acima de tudo, minha vida sentimental. Na verdade ela está certa quando diz que não podemos olhar o que passou, mas sim colocar a vida para frente. Esse post é meio explicação para ela...

Eu acho sim que temos que andar sempre para frente, em busca de novas histórias e experiências de vida, mas não podemos esquecer (ou muitas vezes não conseguimos) o que passou. Muita coisa na minha vida eu faria diferente, mas muita coisa eu manteria igual. Faz parte de mim.

Minha mãe começou a ler o blog agora e pegou o bonde andando e eu queria deixar aqui registrado para ela e para todas as pessoas que estão lendo que eu NÃO sofro mais pelo que me aconteceu com o Mr.Right. Não. Eu não choro todos os dias antes de dormir. Não, eu não fico dentro de casa esperando que ele bata na minha porta. Não, eu não espero que ele me ligue na semana que vem dizendo que mandou a Natasha passear e quer ficar comigo. Não é nem de longe assim. Estou aberta para conhecer uma pessoa especial, que vai fazer a minha vida muito melhor. Ela, a minha vida, está ótima e sou muito feliz por tudo o que tem me acontecido ultimamente, mas um relacionamento gostoso pode ser muito bem-vindo!

O que eu quero que a minha mãe (e todo mundo que se interessar) entenda é que essa história toda foi muito "louca" para ser esquecida. Foi muito especial. Foi muito gostoso. Não interessa, nesse momento, se foi certo ou errado, se era imoral ou não. O que interessa é que duas pessoas, naquele momento, se encontraram e se gostaram. E isso ninguém me tira.

Pode ser (e eu digo que poooooode ser) que um dia a gente se reencontre. Pode ser que realmente ele se separe e a gente fique junto. Mas pode ser que semana que vem eu conheça uma pessoa que vire o meu mundo de cabeça para baixo. Pode ser que eu fique sozinha para sempre e viva muito bem assim. Pode ser tanta coisa....Como eu vou saber o que vai ser? Vivendo...com o coração aberto que é como estou.

Olhar para trás é inevitável...mas caminho sempre para frente. Firme e forte.

sábado, 26 de março de 2011

Sexo sem compromisso...dá certo?


Quinta à noite fui ao cinema sozinha. Eu sempre fiz isso, desde os tempos que morava em Vinhedo e não vejo nada de anormal. Tenho amigas que acham que isso é "o fim", mas eu até gosto. Me concentro no filme, como a minha pipoquinha e me divirto comigo mesma. Enfim...

Assisti "Sexo sem compromisso" e isso TINHA que ter virar post aqui no blog. O filme conta a história de um casal de amigos que se conheceram em um acampamento quando eles tinham 14 anos. Se reencontram cinco anos depois e, mais tarde, se batem novamente por aí. A partir disso, desenvolvem uma relação que, em teoria, seria baseada apenas em sexo...sem compromisso. Claro que a coisa não funciona e aí....o resto só no cinema.

Fiquei pensando em como essa situação pode ser bem real. Quantos e quantos "não casais" apostam em uma relação baseada apenas no sexo? Vários. Quantas dão certo? Poucas. Eu acredito que, por um tempo, pode até funcionar, mas uma das partes (ou, com sorte, as duas) sempre vai acabar se envolvendo e aí, tchau tchau  sexo sem compromisso e olá relacionamento.

Sinceramente eu não acredito que eu conseguiria levar um relacionamento assim. Não acredito que só o sexo pode nos satisfazer. Uma hora a gente sente falta do passeio no parque, da sessão de cinema, dos filmes com cobertor no sofá e até das discussões. Em suma: eu gosto do relacionamento e todo o pacote que vem com ele. Não conseguiria ser de alguém apenas para a diversão na cama e nada mais. Mas isso é opinião minha. Cada um é cada um e sabe o que te faz feliz.

Recomendo o filme. A gente sai do cinema com aquela impressão gostosa de que a vida é boa e vale a pena dar uma cabeçadas por aí....

sexta-feira, 25 de março de 2011

Como fica??

Há um bom tempo atrás eu tive uma pessoa que lia nosso espaço que era bem interessante. Acabamos, vez ou outra, trocando uns e-mails e conversando. A pessoa me disse que tinha passado por um relacionamento marcantes, mas que por um motivo que hoje eu não me recordo, estavam separados. Essa pessoa estava namorando uma outra, mas disse que nunca mais conseguiu se entregar 100% a ninguém porque ela ainda pensava naquela primeira pessoa. Entenderam? Com nomes fictícios... João amava Maria, mas não ficaram juntos. Maria foi embora (de país, inclusive) e João começou a namorar Ana. João namora Ana há anos, mas ainda pensa na Maria. Faz muito tempo que não falo com essa pessoa e gostaria de voltar a trocar algumas ideias com ela. Se você ainda for leitor (ou leitora) do blog, comente como sempre comentava. Vou saber que é você. Queria saber a que pé anda a sua história.

Colocando isso em um universo maior...será que realmente existem histórias que nos marcam a tal ponto de nunca mais sermos os mesmos? Será que, por mais que o tempo passe, os anos passem, a gente sempre vai ter uma pessoa que vai ser aquela que vai nos dar frio na barriga forever? Sinceramente, eu acredito nisso. Acredito que podemos ser felizes com um outro alguém, mas que lá no fundo do nosso coração, a gente vai ter um amor especial que vai fazer nosso estômago pular cada vez que a gente lembra dela. E, por mais felicidade que exista na vida, a gente sempre vai querer encontrar essa pessoa e ficar junto dela.

Será que isso faz parte do ser humano? Nunca se contentar com o que tem? Sempre querer mais? Ou será que só queremos o simples...ser feliz?

E você, pessoa que sumiu, como está? Finalmente nos braços da pessoa R.? Ainda tento achar no Google pra você...

quinta-feira, 24 de março de 2011

Taylor Swift Feelings....

Não é de hoje que eu sou fã da moça e esses dias tenho andado com essa música na cabeça. Resolvi dividir aqui com vocês...

Acabou.

Depois de dois meses, A. e eu terminamos o namoro. Foi um término sentido, mas necessário. Não estou no momento de poder ser a namorada que eu gostaria de ser e nem a que ele merece ter. Acho que uma combinação de fatores culminou no término.

Não brigamos, não discutimos, apenas conversamos. Descobri que partir o coração de alguém é dez mil vezes pior do que ter o coração partido. Sinto por ter magoado uma pessoa que, durante o tempo que ficou ao meu lado, me deu apoio, me confortou e esteve lá para mim. Para A. sou só elogios e sinto não poder ter sido a mulher que ele, mais do que precisa, merece ter ao lado.

Eu estou bem. De cabeça tranquila por saber que Deus vai colocar na vida dela uma mulher que mereça o amor dele e tudo o que ele quer oferecer. E, se eu for essa mulher, a gente vai se encontrar de novo. Mais uma vez eu aposto no "nada acontece por acaso". O que tiver que ser, vai ser. E, de coração, ele vai encontrar um grande amor.

O momento é meio cinza, claro. Ninguém gosta de terminar um relacionamento, ainda mais com uma pessoa maravilhosa como ele. Mas não sinto que poderia ser a namorada que um dia eu fui. Uma série de fatores (internos e externos) me impedem de ser a pessoa que eu fui um dia. A namorada que eu fui um dia, na verdade.

Bola para frente. Mais um capítulo pode ser escrito na vida. Ela está aí pra ser vivida. E vamos seguir em frente...atrás, vem gente!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Hoje...

Hoje é aniversário da minha amiga Luísa, a Bibs. Parabéns e um soco no cara dela! Explico: foi no aniversário da Luisa que todo o blog começou a ser escrito.

Sempre pensei em como seria o "Um ano depois...". Na minha cabeça, seria como o final de uma novela das 8, em que o casal de mocinhos se casa e começa uma vida nova. Não que eu esperasse que terminasse casada com Mr.Right um ano depois do primeiro beijo, mas fato é que eu esperava que a gente fosse juntos no aniversário dela de 2011.

As coisas não aconteceram conforme o planejado. Não sei bem o que ele esperava, mas acho que esperava que o tempo ano passado corresse devagar para que a gente pudesse tentar, juntos, uma solução que não magoasse ninguém. Não conseguimos. Descobrimos que em um triângulo, um dos lados acaba magoado. Acho que o lado foi o meu. Não sei se somente o meu ou se o meu, o da Natasha e do Mr.Right. Não sei de mais nada. E olha que acharia que, depois de um ano, a gente já tivesse tirado alguma conclusão mais racional do que a "não sei".

Ainda acredito que nada acontece por acaso, que as pessoas não se conhecem à toa e que tudo se explica na vida um dia. Ainda espero alguma explicação para tudo o que aconteceu.

Hoje eu não estou triste. Estou só lamentando como o tempo passa rápido demais...e como as feridas demoram para, realmente, cicatrizarem...

E parabéns pra Bib's, minha amiga querida que, apesar do pouco contato, eu amo de paixão!!!

terça-feira, 22 de março de 2011

Grande amor ou grandes amores?

Eu converso com as minhas amigas sobre relacionamentos muito antes desse blog existir. Confesso que agora conversamos muito mais porque tudo pode virar post (geralmente tudo vira post...). E não é de hoje que conversamos sobre uma coisa meio polêmica: existe, na vida, apenas um grande amor ou temos vários grandes amores ao longo do nosso caminho? Ampliei meu leque e conversei com alguns amigos e gente que não falava há um bom tempo, mas que ainda habita a minha lista de contatos. As respostas foram variadas.

Tem gente que acredita que temos vários grandes amores na vida. Um em cada tempo, um amor de cada maneira, vivido e sentido de maneiras diferente, mas ainda sim, intensos. Tem gente que acredita em um grande amor e amores secundários, que nos fazem igualmente felizes, mas sempre ficam "encobertos" por aqueeeele grande amor. Tem gente ainda que diz que podemos viver um grande amor, mas não ser esse grande amor a companhia que teremos ao longo da vida. Tem gente que nem acredita em amor para o resto da vida. Tem gente que espera a vida inteira por um grande amor. Tem gente que, na loucura de achar o grande amor, vive mais relacionamentos do que dias de um ano. E tem gente ainda que não acredita em grande amor.

Eu, sinceramente, não sei mais no que eu acredito. Já gostei de muitos caras e para cada um deles eu tive um momento especial. Já tive pessoas que achei que morreria se ficasse sem eles e quando fiquei, não morri. Já tive amores que se foram e eu não senti a falta. Acho que esses não foram amores. Já vivi histórias que poderiam render novelas, mas não tiveram finais felizes. Já sonhei ser Julieta e caí da cama quando vi que Romeu realmente foi embora. E ainda não descobri como será o meu grande amor.

Acho que a verdade nisso tudo é que para cada um de nós existe um conceito diferente. Muitas vezes as pessoas podem e conseguem um grande amor e são felizes para sempre. Tem gente que passa a vida tão preocupada em achar um grande amor que acaba não procurando direito e fica sozinha para o resto da vida. Tem gente que tem o grande amor nas mãos e deixa escapar. Tem gente que perde um grande amor.

No fim, minha gente, acho que todo mundo busca uma coisa só: ser feliz. Não interessa se ao lado de um grande amor ou vários pequenos amores. Mas sempre amores felizes...

segunda-feira, 21 de março de 2011

Começar de novo...

Todos os dias eu tenho a sensação de que temos a chance de recomeçar. Claro que existem coisas nessa vida que a gente não pode apagar ou fingir que não aconteceram, mas podemos dar um jeito de refazer alguns pontos.

Esses dias ando bem pensativa sobre os rumos que a minha vida e de tantas outras pessoas que convivem comigo anda tomando. Estou plenamente feliz com tudo o que tem me acontecido mas, ainda assim, vez ou outra bate aquela sensação nostálgica ou a vontade de fazer diferente. E vejo que isso acontece com pessoas ao meu redor também. Será que a gente nunca se contenta com o que tem e sempre acha que precisa de mais ou de algo diferente? Bizarro,né?

Sábado eu tive centro. Fui lá conversar, contar as novidades e saber o que tinham para me falar. Claro que eu, como sempre, chorei. Chorar é a minha forma de lavar a minha alma e mostrar que, ao contrário do que pensam, não sou uma fortaleza. Enfim...eu chorei um pouquinho. Num dado ponto da conversa, perguntei sobre felicidade. Aí ouvi: Você é feliz, apesar do choro,não é? Se não fosse feliz, certamente não sairia de casa e viveria numa tristeza eterna... Fiquei pensando que isso é beeeem verdade. Por mais que aconteçam coisinhas chatas e fora do planejamento, eu sou feliz. Tenho uma filha linda e saudável, uma família que me dá apoio e um emprego maravilhoso. Como posso ser infeliz? Só porque não tenho um carro ainda? Ou um apartamento? Não. Não mesmo.

Hoje começa mais uma semana...mais uma chance de recomeçar e conquistar o que se quer. Porque o bom da vida é esse: lutar, conseguir ou lutar e se fortalecer.

Boa semana a todos!

domingo, 20 de março de 2011

Meu Tati's Weekend

Semana passada eu contei que aquele fim de semana seria o Tati's Weekend. E foi. Tirei as 48 horas do sábado e do domingo para me dedicar às minhas vontades. E assim foi feito.

Sábado eu acordei tarde..dormi até meu corpo dizer chega. Acordei e fui para o chuveiro. Tomei meu banho demorado, fiz hidratação no cabelo (recomendo aquele tratamento de três minutos da Pantene) e fui calmamente escolher a roupa do dia. Nisso, um grande amigo me ligou confirmando um café no fim da tarde. Decidimos, diante da não-programação dos dois, que almoçaríamos juntos no shopping e daríamos uma volta. Foi uma delícia. Revi um amigo depois de cinco anos sem contato pessoalmente e parecia que havíamos nos visto na semana anterior. Conversamos, demos risada, refletimos sobre a vida e sobre assuntos polêmicos. De lá parti para a casa de uma grande amiga de infância. Resolvemos ir ao cinema assistir Bruna Surfistinha (outro post falo sobre ela) e voltamos pra casa.

Domingo acordei e fui convidada pela irmã dela, uma outra amiga de infância (autora do blog Duas Linhas Paralelas...clica lá na lateral do meu blog), para irmos a uma sorveteria delícia na Freguesia do Ó. Fomos e comi duas bolas de sorvete na cestinha sem culpa nenhuma. De lá, almoço e voltei para casa. Fiquei sozinha até a Madu voltar da casa do pai. E aí dormi abraçada com a minha filha.

Foi o melhor fim de semana que eu poderia ter tido... agradei a mim mesma, conversei com uma grande amiga, reencontrei uma velha amizade. Mais do que isso, fiquei comigo mesma, absorta em meus pensamentos e refletindo sobre uma série de assuntos que andam meio que me tirando o sono. Não concluí nada. Nem esperava que isso fosse acontecer. Não consegui pensar em metade das coisas que gostaria de ter pensado e nem fiz tudo o que eu queria ter feito. Mas foi um tempo meu. Só meu.

Tempo de ver que um tempo pra gente é tudo o que precisamos quando a pressão da panela está quase escapando...

sábado, 19 de março de 2011

Na média

Esse fim de semana eu tive a festinha de aniversário das minhas primas e para ir até lá fui encontrar o meu pai na agência dele. Meu pai, aliás e pra quem não sabe, é leitor assíduo do blog e vez ou outra esse ideia me deixa envergonhada. Por aqui ele soube de histórias do passado que nunca dividi com os meus pais e acho que ele encara isso como timidez minha de chegar e falar sobre beijo, namoro e outras coisas mais. E na sexta, lendo o que tenho escrito por aqui, ele veio conversar comigo sobre expectativas e satisfação na vida.

Meu pai é uma pessoa sábia. Não sei se eu já falei isso pra ele, mas sei que ele vai ler. Acho que ele é sábio quando coloca as suas palavras nos meus ouvidos ou quando divide comigo as opiniões que ele tem sobre a vida. E nessa conversa de sexta ele me disse uma grande verdade: precisamos parar de querer ter sempre as coisas 100% certas. Se criarmos uma expectativa alta e acontecer algo abaixo disso, a gente se frustra. Sendo sinceros e esperando a média, o que vier acima disso é lucro.

Ele deu um exemplo: média escolar. Claro que temos que estudar visando sempre a nota 10, mas se sabemos que não somos bons em exatas, por que não se contentar com uma nota 7? Ela vai te ajudar a passar de ano e resolve a sua vida. Não é 10, mas te livra da recuperação.

Fiquei pensando nisso depois, em alguns setores da nossa vida, e acho que ele está certo em alguns casos. A minha vida profissional eu sempre esperei muito. Mas sempre busquei muito alcança aquilo que eu esperava. Hoje eu trabalho na empresa que sempre quis, fazendo o que eu sempre quis e com pessoas maravilhosas. Claro, como tudo na vida, as coisas não são 100% boas, mas são sempre perto disso. Com a minha vida pessoal, essa a maior bagunça do momento, acho eu, sempre esperei demais. Minha expectativa sempre foi alta demais. Sempre quis O grande amor, A festa de casamento, A vida próspera, O marido ideal, OS filhos obedientes. Sempre esperei que fosse 100% perfeito. E aí é que vem o tombão...a realidade é diferente. Se o marido é legal, o filho não é o mais obediente do mundo. Se o filho é um santo, o marido é viciado em futebol. Claro que esses são exemplos bobos... mas são exemplos.

Transpus (nossa, falei bonito) isso para o meu momento atual, um reflexo de todo o meu passado, e acho que estou esperando demais de mim e do mundo ao meu redor. Eu esperava uma pessoa que resolvesse os meus problemas internos e isso só eu posso resolver. Não estou falando aqui de nada relacionado ao Mr.Right (lembram dele? Hahaha), mas de coisas que pra mim ficaram confusas dentro de mim, com relação a mm mesma e não a terceiros. Acho que eu esperava que surgisse alguém que pudesse me consertar e ninguém pode, fora eu mesma (e um bom terapeuta). Eu esperava que minha filha aceitasse de cara meu novo relacionamento, mas eu esqueci que ela é uma criança de dois anos que sente a falta da mãe e acha que “a mãe é só minha e pronto”. Eu esperava a fórmula mágica para ser uma mãe exemplar e uma profissional de sucesso, quando eu me dei conta que depois dos filhos, sua vida vira de ponta cabeça e você nunca mais é a mesma pessoa.

Acho que, diante disso tudo, meu pai está certo... às vezes é melhor aceitar que os filhos vira e mexe são respondões, os namorados não são psicólogos, a vida não é cor de rosa. Mas está aí pra ser vivida. Se não com satisfação de 100%, mas com uma bela e plena média de 70%!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ócio + promoções espetaculares = SMS

Eu amo as operadoras de celulares. Principalmente a Nextel, que me deixa mandar SMS ilimitado para todas as operadoras do mundo! (Tá, do mundo foi exagero...mas as do Brasil está liberado!) E aí que podem surgir grandes problemas: insônia é um deles. Já fiquei até altas horas da noite fofocando com uma amiga via mensagem de texto. Já perdi preciosos minutos de sono para discutir a relação. Já mandei mensagens bestas de boa noite que acabaram virando papos deliciosos. Conversa em forma de sopa de letrinha.

Mas essa liberdade das operadoras em não cobrar os SMS ou fazer promoções de encher os olhos (e a nossa caixa de entrada no celular) pode ser um mal. Quem é que nunca se arrependeu por uma mensagem enviada (geralmente encorajada pelo fator etílico na corrente sanguínea)? Ou quem nunca mandou uma mensagem falando mal de uma amiga e na hora de enviar, enviou para a fulana em questão? Quem nunca colocou em palavras sentimentos que gostariam de apagar, mas o celular do destinatário faz questão de mostrar pra ele? Todo mundo.

Acho que vale como sugestão para as operadoras um filtro de mensagens. Já que somos sempre espionados (teoria da conspiração feelings), o que custa a Nextel me ajudar a NÃO mandar aquela mensagem de declaração de amor melosa para uma pessoa que não precisa saber que você realmente sente isso? Ou então, filtrar aquela mensagem que você xinga a sua mãe e ao clicar CANCELAR, você clica ENVIAR e a pobre da sua mãezinha lê coisas aqui impublicáveis?

Fica aqui a dica: Gloria Kalil, escreva um CHIC TORPEDO: Guia para não se dar mal nas mensagens de textos de celular. Eu seria leitora número 1.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Momento meu mico, mico meu....

Faz tempo que não coloco aqui nenhuma história miquenta sobre a minha pessoinha. Daí ontem pensei em algo ridículo para dividir com vocês e lembrei de um caso bizarro: o dia que eu me inscrevi para aquele reality show norteamericano, The Bachelorette. Sim, queridos leitores, é ridículo, mas eu já fiz isso na minha vida.

Para quem não conhece, aqui vai a definição do programa, segundo a Wikipedia: The Bachelorette É um reality show norte-americano que mostra um jogo de namoro , The Bachelor. Estréiou em janeiro 2003 na ABC, a primeira temporada apresentou Trista Rehn, ficou em segundo lugar de audiência da data da primeira temporada de The Bachelor , oferecendo a oportunidade para Rehn para escolher um namorado entre 25 solteiros. A temporada de 2004 do The Bachelorette foi novamente vice-campeão da temporada anterior de The Bachelor. Após a aeração último 28 de fevereiro de 2005, a série voltou ao ABC durante a primavera de 2008, após uma ausência de três anos Produzida pela ABC, teve três temporadas exibidas pela Warner Channel.


A minha definição: uma sortuda tem 25 caras lindos e dispostos a ter uma família margarina para chamar de seu. Ela precisa escolher com qual deles quer, em teoria, se casar. Difícil,né?


Aí que eu, um belo dia, fuçando no site e animada com um brasileiro que participou do programa, resolvi me inscrever. Gastei boa parte do meu dia (não sei como eu não tinha nada melhor pra fazer naquele dia, credo) preenchendo a ficha, com um endereço de uma amiga que mora nos Estados Unidos. E deixei a sorte fazer o resto. Claro que a sorte (ou os executivos do programa) não queriam que eu fosse uma estrela de reality show nos Estados Unidos e eu nunca fui chamada nem para uma entrevista via Skype! 


Desconfio que até hoje tem executivo tirando sarro da minha cara lá na ABC...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Presente da Heleninha

Gente,
A fofa da Helena, do Blog da Lalique me mandou um selinho, presente de uma amiga dela que pediu que ela indicasse blogs legais. Ela me indicou!! E agora eu preciso indicar também os blogs que eu acho que merecem esse selinho aqui,ó:

E os escolhidos (como foi difícil) foram:

1) Phinerrima da Tati Muneratti
2) Blog da Mili Pavan da Mili
3) Our dream box da Isa
4) Oficina Chic da Sophi e da Gabi
5) Vaquinha Gertrudes da Clau
6) Rodas de Notapé da Paulinha e da Débora
7) Ler ou não ser da Taci
8) Pilates for Health da Ciça
9) Chuchulices da Chuchu
10) Duas linhas paralelas da Isis

Espero que gostem das indicadas....

Saudade....

Não sei se é a TPM ou se é o tempo que anda passando muito rápido. Só sei que ando mais saudosista do que eu gostaria. Ando sentindo falta até da padaria que eu tomava café da manhã quando eu morava em Vinhedo. E aí fiquei pensando: saudade é um sentimento muito injusto afinal, sentimos falta de algo que - em geral - não podemos ter de volta.

E saudade é um sentimento que não se explica. Nem em outras línguas existe palavra que signifique a mesma palavrinha brasileira. Será que é porque esse é um sentimento exclusivamente do nosso povo? Será que todos os outros países do mundo sabem deixar pra trás o que passou e viver somente o hoje (e, quando muito, pensar no amanhã)? Não sei. E também...que graça tem viver sem sentir falta do que passou? Nenhuma.

Sei que saudade pode deixar a gente estagnado, parado no tempo e no espaço, mas não consigo deixar de, todos os dias, sentir falta de algo ou alguém querido. E aí me doi muito saber que, às vezes, não podemos matar a saudade que sentimos. Não posso matar a saudade que senti do meu avô materno quando passei na frente da pracinha que ele me levava para passear quando eu tinha 2 anos. Não posso matar a saudade da chantagem emocional que minha avó materna fazia para eu tomar leite. Não posso matar a saudade das minhas tias do colégio. Não posso matar a saudade do sorvete do Puff (porque pararam de fabricar). Não posso sentir saudade de coisas que vivi e não posso viver de novo.

Mas posso fazer um novo futuro. Posso conhecer novas pessoas, novos lugares. Posso experimentar um novo sabor de sorvete. Mas será que, lá no fundo, isso vai suprir a minha saudade?

Será que sentir saudade de algo que passou significa "negócios inacabados"? Não sei...só sei que eu adoraria um sorvete do Puff agora...

terça-feira, 15 de março de 2011

Questão de pele...

Talvez este seja um post polêmico. Talvez não.

Li no domingo uma matéria na revista Gloss falando sobre a química entre as pessoas. Ou a falta dela. A matéria é engraçadinha e descreve a seguinte situação: pessoa conhece um cara bonito - alto, forte, loiro de olhos azuis. Tem tudo para ser um príncipe e você pode se considerar a pessoa mais sortuda da face da Terra. Até beijar o cara e sentir que a química entre os dois é...NENHUMA. E aí, o que fazer?

A matéria explica por A + B que química é...bem,questão de química. Não é porque o cara é o mais lindo da face da Terra que você necessariamente vai sentir o estômago revirar sempre que o moço encosta em você. Pelo contrário. Talvez você sinta até um ECA de pensar em beijar a pessoa. E aí não tem motivo que sustente um relacionamento assim.

A química é importante. O encontro de corpos é importante. E aí não estou nem falando só de cama. Estou falando naquele frio na barriga gostoso que a gente sente quando está prestes a encontrar com a pessoa amada. Ou o arrepio de nervoso que bate quando as mãos se encontram. Ou aquela vontade de estar junto até o mundo acabar...

A reportagem da Gloss mostra que o DNA pode ser mais um fator na busca da alma gêmea. Uma agência de encontros norteamericana aposta nos genes para o encontro de pessoas que possam passar a vida juntas.

Será??

segunda-feira, 14 de março de 2011

Second best...

Ontem, no término do Tati's Weekend, eu estava assistindo BBB e não pude deixar de notar que a Maria ficou com o Wesley. Acho que muitas mulheres no Brasil estão tristes com isso, em especial a minha amiga Marcella que, no carnaval, declarou seu amor ao moço...

A tal ficada dos dois me fez pensar naquela expressão em inglês, "second best". Para mim, isso nada mais é do que se contentar em não ganhar o prêmio principal. Eu sei que o importante é competir, mas esse papo de "pelo menos eu tentei" pode ser legal em uma competição e não na vida amorosa. Acho que Wesley, por mais que esteja "apaixonadinho" pela Maria, deveria ter dado um chega pra lá na morena. Explico.

Maria passou o BBB todo correndo atrás do Mau-mau. Até livro de autoajuda a moça leu e declarou ao quatro cantos (e para o Bial) que queria porque queria o tal Maurício. Até que o cara não quis mais nada com ela. E acho que o fato de ter uma pessoa 24 horas no pé ajudou o moço a desencanar total dela (mas sobre isso falo em outro post). Fato é que na festa de sábado, depois de tomar todas e falar várias sobre as "ignoradas" do Mau-mau, Maria partiu pra cima de Wesley. E marcou um gol com louvor.

Não digo que ela está errada. Ela está certa. Não podendo ter a sua primeira opção de "namorado", Maria apelou para seu "second best". E seu deu bem. Acho que o "errado" na história é o Wesley, que se deixou levar (talvez motivado pelo álcool) por Maria e cedeu.

A minha pergunta é: será que o cara vai se contentar em ser prêmio de consolação? Será que ele vai levar isso adiante, mesmo sabendo que naquela mesma festa a menina se queixava das atitudes de Maurício? E mais, pensando fora do BBB: quantos "second best" existem por aí? E quantas pessoas se contentam em ter seu "second best", já que a primeira opção quase sempre está indisponível?

E, finalizando: será que é possível ser feliz tendo ao lado a sua segunda opção?

sábado, 12 de março de 2011

Tati's Weekend!

Eu sempre gostei de ter gente ao meu lado. Mas, ultimamente, acho que estou com overdose de gente. Meu ano começou cercado de pessoas maravilhosas e sou grata por cada pessoa que passou e está na minha vida. Fato é que estou cansada e preciso de um tempo para mim. Não, não é mau humor e nem depressão. Mas estou sentindo falta de ter tempo para me agradar. Então eu decidi.

Este fim de semana é, para mim, o Tati's Weekend. Estou sem filha e sem namorado. Pedi pra todo mundo passear: Madu com o pai e A. com quem ele quiser. Esse sábado e domingo serão dedicados somente ao que eu, Tatiana Fanti, quiser fazer. Se eu quiser catar coquinho, eu vou catar coquinho. Se eu quiser falar besteira com uma amiga, vou fazer isso. Terei 48 horas para fazer o que eu quiser, sem obrigações, sem pessoas para "fazer sala", sem nada...dona das minhas vontades e do meu tempo.

Vai ser, minha gente, um "mini Comer, Rezar e Amar". Mesmo porque, segunda é dia de trabalho e não posso me dar ao luxo de passar alguns meses na Itália. Se pudesse, eu bem que ia... ou para Paris, ver a amiga Fér.

Um dia...quem sabe....

sexta-feira, 11 de março de 2011

Felicidade...e ela pode!

Esses dias (e vários outros no passado) conversando com as amigas, familiares e por aí vai, sobre felicidade. A gente tende a depositar a nossa felicidade sempre na mão dos outros. Talvez isso seja um mecanismo de defesa para que, em virtude de uma frustração, a gente possa ter a quem culpar e que o culpado não seja a gente. Isso é errado.

Aprendi, depois de muito tombo,é claro, que nós somos donos da nossa felicidade. Somos nós os detentores do poder de nos fazer (ou não) felizes. Essa é a mágica da vida. Meu pai não é dono da minha felicidade, minha mãe também não. Minha filha não é responsável por me deixar feliz. Não. Todos eles dependem da minha vontade de ser (ou estar) feliz naquele momento ou por uma vida toda. Se eu não quiser ser ou estar feliz, eu e só eu posso me fazer nesse estado lindo de espírito. Sou eu quem deve buscar a realização pessoal e profissional. Não posso depender de ninguém para que isso aconteça.

E aí que eu acho que a minha "ídola", musa do blog (brincadeira essa parte), Jennifer Aniston entendeu esse recado. A mulher sempre foi taxada (acho que é com X...) de coitadinha porque foi traída e largada pelo marido bonitão (e bota bonitão nisso,hein,Brad?) e deu a volta por cima. O que era pra todo mundo dizer "pobre menina rica que vive sozinha em busca do amor" está virando "olha que legal: a mulher pegou um limão, fez uma limonada e está tomando e sendo feliz...". Jen não precisa mais de um grande amor para dizer que é feliz. Ela está feliz com ela mesma. E fala isso em todas as entrevistas. E mostra pelo sorriso no rosto.

Acho que a gente pode se inspirar nela...e perceber que duas letrinhas são responsável pela felicidade plena na vida: E-U.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Quantas pessoas existem em um relacionamento?

Duas? Três? Uma? Meia? Nenhuma?

A respostas para essa pergunta é relativamente complicada. Quando entramos em um relacionamento, em teoria deveríamos ter apenas duas pessoas envolvidas: o homem e a mulher (ou os dois homens, ou as duas mulheres...). Mas a coisa não é bem assim. Quando a gente menos percebe, o relacionamento virou conversa da mesa do bar. E aí o perigo é desandar.

No meu caso, meus relacionamentos precisam - necessariamente - começar a três:eu, a pessoa e a Madu. E isso nunca é fácil. Na verdade, na minha cabeça, pensei que seria. Mas não. Madu é ciumenta como a mãe e acaba sendo mais complicada do que ela é realmente. E tudo fica mais complicado ainda. O que é apenas um passeio de casal torna-se um passeio com uma criança. O tempo que era para ser a dois, fica a três. E os momentos importantes a sós são cada vez menos frequentes. Problema do século XXI, em que pais e mães separados são tão comuns quanto ter um celular. Faz-se o mal tempo e a confusão. Pelo menos da minha parte.

E vem uma pequena tempestade, resolvida com conversa. E aparecem novos personagens. Quem são eles? Todo mundo que vive e convive com o casal. Gente que quer ajudar e acaba atrapalhando. Gente que torce por um término. Gente que quer dar opinião. Gente bondosa. Gente maldosa. Gente...pura e simplesmente gente.

Fiquei pensando em mim e tantos outros casais que vejo e convivo por aí.Quantas pessoas existem no relacionamento deles? Quantas pessoas precisam participar ativamente de decisões e situações?

E,na pior das hipóteses, quando não dá certo, com quantas pessoas precisamos terminar??

sexta-feira, 4 de março de 2011

E é Carnaval!

Hoje todo mundo acordou feliz porque vai ter uma super folga e, para completar, é carnaval!!!


Vou me "internar" na chácara de uma amiga em Vinhedo cercada por boas companhias, natureza, piscina e tudo o que mais de bom a vida puder me oferecer.


Sério, estou tão cansada que, se pudesse, contratava alguém para mastigar a comida para que nem esse trabalho eu tenha. (eu tinha pensado em escrever: limpar a minha poupança quando eu for ao banheiro, mas pensei que eu sou lady demais para um comentário desses)


Enfim, minha gente bonita. Não teremos posts até a volta do feriado. Mas não me abandonem....leiam posts antigos ou então façam como eu: desliguem o computador e aproveite o feriado para sair dessa rotina estressante.


Lembrem-se: aproveitem o tempo livre...ele é precioso e não volta.


Bom Carnavaaaaaaal!!!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Sinto falta...

...de ter tempo. Tempo para chegar na minha casa, curtir o meu espaço e ficar com a minha filha sem ficar olhando no relógio e controlando o nosso horário de dormir. Tempo de tomar um banho despreocupada e conseguir deixar agir o tratamento de 3 minutos que eu nunca consigo deixar nem meio minuto sequer. Tempo de sair do trabalho e ir para uma academia. Tempo de encontrar mais as minhas amigas. Tempo para poder pensar no que posso fazer com o tempo livre.

Acontece que a vida não é assim. O trânsito é cada dia mais caótico, as pessoas estão cada vez mais corridas e distantes e o lazer está se tornando um luxo. Mesmo o lazer gratuito é luxo. Por quê? Porque a gente precisa ter tempo para usufruir até aquele show "de grátis" no Parque do Ibirapuera.

Hoje cedo fui tirar a minha pequena da cama e confesso que senti uma pontinha de inveja. Ela tem todo o tempo do mundo só pra ela. Tempo para brincar, tempo para pensar em fazer bagunça. É um tempo livre de preocupação, livre de cobranças...livre de tudo e todos.

Enquanto para ela esse tempo não passa, para mim custa a passar um pouco mais lentamente. Fechei os olhos com uma bebê no colo e abri com uma garotinha de 2 anos me chamando de mamãe. Fechei os olhos e eu estava dando aula. Abri e estou trabalhando no lugar que eu sempre quis. Fechei os olhos pensando em um sonho. Abri e dei de cara com a realidade.

Tempo...sábio Coelho da Alice, que vive tentando vencer o relógio. Antes que seja tarde.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Filha de peixe, peixinho é...

A Madu tem um blog... acessem!

Mundo da Madu

Educação

Sinceramente, acho que povo quando sai de casa, esquece a educação. Pegam bolsas, mochilas, celulares e esquecem o principal. Eu digo isso porque sou uma proletária que anda de ônibus todos os dias e mesmo que eu esteja no pior do meu humor, eu sempre penso no pobre coitado ao meu lado que também está em pé.

Hoje eu tomei vários safanões na cabeça. Uma "fofa" ficou ao meu lado com o cotovelo dela na minha cara e a cada brecada do motorista - que é treinado para levar gado e não pessoas, creio eu, eu levava um cutucão no meio da testa. Isso sem contar as milhares de pessoas que ignoram velhinhos e grávidas e posam de babões fingindo que estão dormindo.

Sério, minha gente... por mais que a gente esteja cansado, pensar no outro é primordial. Acho que o mundo estaria bem melhor se cada um pensasse um pouquinho a mais na pessoa que está ao nosso lado e que a gente não conhece.

Um pouco menos de egoísmo e um pouco mais de solidariedade seria uma injeção de ânimo nesse mundo que está tão carente de boas pessoas...

PS: Namorado chic voltou de viagem...UHUUU

E estamos em março...

Há um ano atrás, em março, a minha vida estava bem diferente da que está hoje. Eu não estava trabalhando em uma agência, estava dando aulas. Há um ano atrás eu tinha amigos diferentes, uns permanecem comigo até hoje, outros passaram e deixaram saudades. 365 dias. Parece muito,né? Mas o tempo, como já disse aqui milhares de vezes, é muito relativo.

Ainda tenho lembranças de tempos tão antigos...e às vezes não consigo me lembrar daquilo que eu comi ontem no café da manhã. O que será que faz com que eu me lembre da cena do meu aniversário de cinco anos, quando eu derrubei a bandeja de brigadeiros e recolhi todos e servi na festa, mas não me lembre aonde eu estava nesse exato momento, há dois meses atrás? Acho que são os impactos que as vivências nos trazem.

Há um ano atrás esse blog não existia. Mas ele começava a ser escrito. Dia após dia, semana após semana, um capítulo da minha história foi escrito pelo meu destino e escrito por mim, meses depois e um mês depois do término dela. Se eu me arrependo de tudo? Não. Acredito que tudo acontece por um motivo e sei que, apesar de todo choro, de toda tristeza, eu sou uma Tatiana mais forte do que era há um tempo atrás.

Foi em março que tudo começou . Foi em julho que tudo terminou. Não guardo mais mágoa, não choro mais. Eu estou feliz com a pessoa que está ao meu lado. Estou feliz com o meu trabalho novo. Estou feliz com a força que eu ganhei.

Um dia eu disse que ninguém morria por levar um pé na bunda. Eu não morri. Me fortaleci. E se estou mais forte foi porque o mês de março me ajudou a ser assim....

terça-feira, 1 de março de 2011

Anjinhos e diabinhos...

Sabe aquela clássica cena do anjinho e do diabinho em torno da pessoa? O anjinho fala para você não fazer aquilo que é errado enquanto que o diabinho te tenta até dizer chega...

Todo mundo,inclusive eu, passa por isso. E não é uma,duas ou três vezes na vida. São várias, diariamente, a todo momento. Os dois ficam ao nosso lado desde inventar uma desculpa (ou não) para faltar ao trabalho até trair (ou não) um parceiro ou parceira. E aí, como avaliar qual lado a gente tem que seguir?

Sinceramente acho que existem situações em que o diabinho vence sem grandes consequências. Ficar com um cara que você nunca mais vai ver numa balada,por exemplo, é deixar o diabinho falar mais alto sem ter que arcar com nada grave. O preço a se pagar é nenhum. Nenhum a não ser a sua própria cabeça falando com você e dizendo o valor que isso tem ou não. Agora, trair um namorado em uma balada apenas pela sensação de liberdade,acho errado. Acho que o preço a pagar pode ser bem grande.

No fim das contas, minha gente, o que conta é nosso bom senso e livre-arbítrio. As tentações estão por aí. Todos os dias elas te chamam, te convidam, te envolvem e te seduzem. E aí é a hora que temos que colocar a mão nas nossas cabeças e pensar se o que podemos pagar lá na frente vale algumas horas de diversão.

De verdade? Hoje em dia meu diabinho anda cada vez mais quieto, recluso, encabulado. Ele sabe que o preço que eu pagaria caso resolvesse ouví-lo seria caro demais. E não quero arcar esse preço...nem perder  o que eu tenho.