sábado, 30 de abril de 2011

E ele casou mesmo...

Pois é, mulherada... Will casou mesmo e a nós, mortais, nos resta chorar um pouco e depois reunir as amigas para pensar em um plano para agarrar o Harry!

Eu sou suspeita, porque AMO casamentos e esse, de príncipe e princesa, mudou a minha rotina. Assisti, antes do trabalho, em um boteco (literalmente) perto do escritório. E adorei tudo. Amei o vestido, amei a emoção dela dizendo "I'm so happy" e, confesso, fiquei com uma pontinha de inveja da Kate. Ela tinha poster do William no quarto? Eu também...

Fica a pergunta: o que será que vai acontecer depois do "I do"?

Crédito: Caras

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Carpe Diem

Gente, isso pode ser chocante, mas descobri algo na minha vida: eu NÃO quero um namorado. Não agora. Não nesse momento. Quero curtir a minha vida, curtir o meu trabalho e, acima de tudo, curtir a minha filha. O tempo que me sobra é, por enquanto, dela.  Maaaaaaas...isso não quer dizer que eu não possa me divertir e deixar de viver,né?

Aí entra um novo personagem no blog, que eu ainda não sei como vamos chamar. Ainda estou pensando. Mas não se animem, NÃO vai virar namoro. Acho que posso dizer que são duas pessoas que querem curtir a vida e que, casualmente, curtirão juntos. O bom é que eu sei que é apenas isso. Não quero namorar e não estou pronta para dividir o meu tempo em um relacionamento sério. Então fica combinado que saíremos quando estivermos a fim e, acima de tudo, com tempo.

Pode ser muito moderno, alguns vão pensar, mas acho que a vida tem que ser seguida de acordo com a nossa vontade e a minha, no momento, é essa. Esse cara novo é companhia casual e pronto. Uma pessoa que é engraçada, divertida e,claro, que rolou uma atração física monstruosa. Resolvemos pagar para ver e pronto.

Vamos nos divertir com esse novo "Eu", por assim dizer. Sim,porque antes eu precisava ver namoro e/ou casamento em tudo e agora decidi que eu vou apenas curtir o momento.

Carpe Diem...como dizem por aí!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A verdade nua e crua

Sem mais...

O corpo fala...

Li esse livro quando estava na faculdade e basicamente ele trata da linguagem corporal. Gostei bastante. Acho engraçado quando a gente lê nas revistas as matérias de comportamento e se identifica com as situações. Fato é que nunca mais conversei com ninguém com braços cruzados desde que descobri que isso pode significar você estar fechado para a pessoa. Passei,então, a prestar atenção nos outros e - gente - isso é muito divertido! A boca diz "não", mas o corpo pode dizer sim! E aí a gente é trapaceado pelo próprio corpo.

Digo isso tudo porque ontem passei por uma situação boa. Saí com um cara depois de muita "enrolação" por mensagens de texto. Não vou falar muito sobre ele porque...bem,porque não quero. Mas confesso que eu fui traída por mim mesma. Eu dizia não quando na verdade eu queria dizer sim. E foi bom. Foi gostoso. Fez bem pro ego.

Mas isso eu conto em outro post... o que importa, pessoal, é que cada pedaço da gente tem vida própria e, com isso, vontades que nem imaginamos...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O outro lado da Outra...

Eu sei que este será mais um post polêmico, mas eu resolvi escrever.

Li em uma revista feminina, acho que a NOVA, sobre conselhos de terapeutas. Um deles era NÃO cobiçar o homem da próxima. Até aí, dããããããã, isso não é novidade nenhuma. Eu, apesar de ser controverso, não acho nada legal você ficar com um cara que namora, é noivo, casado e por aí vai. Mas a gente nunca pode dizer que nunca vai fazer isso porque...bem,pode ser que um dia você faça. Eu fiz...

Aí comecei a pensar que, ao contrário do que dizem, não acho que a mulher que fica com um cara que é comprometido não tem amor próprio. Vamos ser sinceras? É muito boa a ideia de que um cara que já tem uma pessoa cair aos seus pés. E quando a pessoa não quer um relacionamento sério, a coisa fica melhor ainda...é uma massagem no ego. Não, mais uma vez, eu não acho isso certo. Só acho que existe um lado da "Outra" que é aquele que fala alto: ele tem fulana, mas fica comigo. E se a "Outra" for esperta, ela não vai se amarrar a este cara e vai ter os seus "Outros" também.

Enfim...não acho certo ter um cara que não possa chamar de seu. Mas, caso você esteja num relacionamento assim, penso que não é falta de amor próprio. É apenas uma aventura corriqueira da vida. Meu conselho? Procure um cara que seja só seu...e cuidado para que o que você fez para a namorada do cara não vire a sua própria sina...

terça-feira, 26 de abril de 2011

É dor que desatina sem doer...

Às vezes fico pensando em tudo o que eu já vivi em 27 anos. Muita, mas muita coisa boa aconteceu e algumas bens ruins. Isso acontece com todo mundo, eu sei. E aí fiquei pensando na dor. E em como elas são curadas e passam ou então vivem numa eterna cicatrização. Ou então elas estão ali e são doloridas não sendo. Não sei bem explicar como, mas a sensação é essa. Nada dói até que alguém coloca o dedo na ferida e aí você sente aquela pontada que incomoda muito, mas não machuca.

Sinto isso sempre que alguém fala da Leila, a minha cachorrinha que já está morta. Carrego uma culpa enorme por tudo o que aconteceu com ela e falar sobre isso ainda me dói. Mas é uma dor que sinto e não sinto ao mesmo tempo. Será coisa de maluca? Não sei. Acho que é uma dor que me acostumei a sentir e agora já não é tão dolorida mais. Sinto uma saudade enorme dos tempos que eu era criança em Vinhedo e ela me esperava sentada na porta do meu quarto quando eu passava o fim de semana na casa do meu pai. Sinto por ter ido morar sozinha aos 19 anos e era despreparada para isso. Como resultado eu perdi a cachorra que mais amei na vida. Me dói lembrar dos aniversários dela e do dia que eu tive que a deixar com um desconhecido. Me dói ter isso no meu passado. Me sinto como se tivesse abandonado uma filha.

Sinto essa dor dolorida que não dói sempre que penso na minha história com Mr.Right. Talvez esses dias doam um pouco mais porque conversei com a minha mãe. Mas também expliquei, como estou dizendo no post, que é uma dor diferente. Uma dor que está no coração, machuca a alma, mas não arde como ferida aberta. Acho que, assim como a Leila, vou me acostumar a essa dor.

Não estou triste, por incrível que pareça... mas fiquei pensando em como isso nos afeta. Na verdade, um comentário no meu blog me fez pensar nisso. Será que, mesmo depois de muitos anos e vida vivida, ainda vou sentir isso?

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um comentário anônimo deixa a gente curiosa...

Uma pessoa anônima comentou no meu blog, no post do dia 23 de março. Fiquei curiosa...queria muito saber quem você é porque me disse que há tempos não conversamos e que sumir foi preciso.

Será que você é quem eu penso? Que passava tempos conversando comigo e me consolando ano passado?

Dá uma dica...apenas para matar minha curiosidade...

Tudo muda o tempo todo...

E assim a vida segue...!

Passei uma páscoa tranquila na casa da minha mãe, na praia. Sumi da internet nesses dias e aproveitei a vida real. Ficamos mãe, filha e neta. Três gerações que deram risada e brigaram (sim,claro) nesses 4 dias de descanso. E, por incrível que pareça, o que mais me valeu foi o trânsito infernal que pegamos na volta. Por quê? Porque foi no meio do caos da estrada que minha mãe e eu demos risadas e conversamos como há muito tempo não acontecia. E nessa conversa gostosa muita coisa que eu gostaria de dizer a ela foi dito. Não, não sobre mães e filhas, mas sobre a minha vida.

Minha mãe sempre me protegeu e entendo isso. Faço o mesmo com a Madu. A diferença é que a minha mãe - e sua intensidade capricorniana - deixam as coisas um pouco mais intensas do que deveriam. É natural que mães tentem proteger seus filhos, mas não defendem a cria tanto quanto a minha mãe. Chega a ser, em palavras minhas, invasão de privacidade. E nessa tentativa de fazer com que eu não me machuque, a gente já brigou muito e ela já não entendeu histórias que deveriam ter entendido.

Explico: faz pouco tempo que minha mãe descobriu o blog e leu pouco dele, mas não gostou. Não porque não escrevo direitinho, mas porque ela acha que toda a história do ano passado me entristeceu demais e ela gostaria que isso nunca tivesse existido. Até sábado. Sábado eu conversei, expliquei tudo. Expliquei até o motivo do término e do blog. E ela entendeu. E está ao meu lado. Porque ela sabe da minha verdade e isso é o que importa. Não adianta pessoas tentarem apedrejar uma pessoa que nem pode se defender, que foi o que aconteceu. A verdade sempre será minha...eu contando para meus pais ou quem quiser ouvir.

Fiquei feliz porque minha mãe mudou de opinião sobre uma passagem da minha vida que, por mais que eu viva anos, ainda vai existir dentro de mim. Não por nada...mas porque é minha história e o que eu sou hoje é reflexo do dia de ontem, de anteontem, do ano passado, dos anos que já se foram...Mas que me fizeram o que eu sou.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Certo e Errado...

Vira e mexe fico me questionando como a gente classifica uma coisa como certa e a outra como errada. Quem será que, lááááááá no começo do mundo, determinou que seria certo escovar os dentes três vezes ao dia, mas errado lavar o cabelo três vezes ao dia? Quem disse que roubar o dinheiro público é certo (???), mas roubar um pedaço de carne para matar a fome é errado? Acima de tudo isso, será que o que é certo para mim é o mesmo para você? Ou o contrário...algo que você considera errado para você pode não ser pra mim?

A resposta é simples: eu não sei. Acho que temos os certos e errados que foram convencionados pela sociedade e o que sai da premissa que nos passaram acaba sendo...errado. Digo isso porque tenho ouvido histórias não só de relacionamentos, mas de trabalho e de vida num geral e comecei a me questionar se o certo para essa ou aquela pessoa não seria quebrar as regras da sociedade e partir para um caminho errado. O raciocínio é simples: tem alguma coisa na sua vida regradinha que parece não estar bem? Joga tudo para o alto e recomeça. Recomeça sem medo do que as pessoas vão dizer, sem medo do desconhecido. Namora um cara que você sabe que não é o cara para você? Saia da sua zona de conforto, dê um pé na bunda do cara e viva...outros homens virão. Não sabe se o que você estudou na faculdade por anos é o aquilo que quer da sua vida? Peça demissão e faça aquele curso de arte que você sempre sonhou e vire ator.

A vida precisa ser vivida. Nossa passagem aqui é breve então precisamos valer a pena. A luta de todos os dias é para que a gente aprenda a ser feliz e a evoluir para que, depois da nossa passagem pela Terra, a gente vá sei lá pra onde (oi Deus...espero que eu vá para o céu,tá?) com um pouco mais de experiência e aprendizado do que quando nascemos.

O que eu quero dizer com tudo isso é que, certo ou errado, precisamos viver.

terça-feira, 19 de abril de 2011

No meio do caminho tinha um francês....folgado

Se a minha vida fosse um filme bonitinho, eu estaria no meio da rua conversando com uma amiga quando um francês me abordaria com uma pergunta qualquer, corriqueira. Trocaríamos cartões e aí ele seria o amor da minha vida. Maaaas...como a vida é uma realidade sem roteiro, eu conheci casualmente um francês, num café com uma amiga. Mas o cara é folgado ao cubo.

Estávamos Bianca, minha fiel escudeira do escritório, e eu tomando um café no Center 3 da Paulista depois de um dia estressante no trabalho. Na hora de ir embora, Pedrão, o santo sacana, manda aqueeeeeela chuva pra gente. Esperando na porta do shopping, me aparece um cara bonitão pedindo - em inglês - informações sobre uma rua. Explicações dadas, o moço me dá o cartão dele e pede que eu entre em contato. Fui embora. No mesmo dia, pensando que eu poderia ter feito o francês se perder, mandei uma mensagem perguntando se ele havia se encontrado e aí começamos a conversar no MSN. No começo o papo foi agradável e era beeeem treinar o inglês (ainda que escrito). Mas nem tudo que reluz é ouro...

O cara era um chato. Pense em um ser convencido. Pensaram? Multipliquem por trinta. Era o cara. Ele me disse que mandaria fotos de Paris e quando eu vi, as fotos eram dele...nada pornográfico, mas a paisagem era o Rio de Janeiro. E aí que conversa vai e conversa vem e eu ficando de saco cheio. Aí ele me diz que a gente precisava tomar um café juntos porque ele era um ótimo partido, falava 6 idiomas, era bonito, interessante e morava na ponte aérea Paris/SP. Mandei passear na hora.

Gente convencida quero longe de mim. Au Revoir, francês chato.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Massagem no Ego

Falem a verdade...tem dias que a gente se sente mais feia do que a bactéria do coco do cavalo do bandido. E aí, nesses dias, qualquer elogio faz parecer um caminhão de gentileza. Quem é que não gosta de receber elogios? Todo mundo. E o mais engraçado é que a gente nunca dá muita importância quando dizem algo bom sobre a gente, mas não se cansa de lembrar e relembrar aquela criticazinha mixuruca que fizeram há anos atrás.

Eu estava numa fase meio pra baixo. Muito trabalho e pouco tempo para os cuidados que eu gosto de ter comigo. E aí sempre que isso acontece eu me sinto meio Fiona, sabem? Feinha, mas simpática. E nada pior do que eu me achar simpática. Simpática é apelido pra quem é feia, mas legal. Pelo menos é o que diz a maioria das pessoas da face da Terra. "Fulana é bonita?", perguntam. "Ah, ela é simpática", respondem. E pronto. Está estabelecido que ela NÃO é bonita, mas é legal.

Aí que surge, do nada, um cara que não vale o pão que come, acho eu. Sabe aquela coisa que você sabe que não vai para frente (aliás, NADA aconteceu entre a gente), mas que é gostoso porque tem uma pessoa te elogiando e enchendo a sua bola? Então...está assim. É gostoso alguém te mandando mensagem no celular e dizendo que você é linda, legal, divertida e por aí vai. Ajuda a levantar a moral e massagear o ego.

Em tempos de crise com você mesma, a receita é essa: um alguém bacana que te lembre o porquê de você chamar atenção: porque você é mesmo bonita!

Boa semana pra todo mundo e JURO que vou postar todos os dias.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Mini Post: Corra, Tati, Corra....

Gente, eu estou viva!!
Só trabalhando demais. E demais, entendam por demais MESMO!
Não consegui postar esses dias, mas continuo por aqui.
Prometo que amanhã faço um postão!
Beijos a todos

terça-feira, 12 de abril de 2011

Relacionamentos

É complicado esse negócio de relacionamento, seja ele em qual âmbito for (nossa, falei bonito...). Não interessa se é família, se são amigos, namorado, marido, esposa, amante, chefe, subordinado. Sempre (SEMPRE) tem um enrosquinho ou uma rusguinha (não sei se eu escrevi certo) no meio.

E aí, quando um relacionamento acaba, a gente nunca sabe muito o que fazer. Se foi o emprego que rodou, basta mandar currículos que achamos (logo ou não) alguma outra coisa. Se foi uma amizade, não digo que novos amigos substituiram aquele que se foi, mas novos amigos aparecem e a gente acaba levando a vida. Namoros,então...esses são super substituíveis,pelo que tenho visto. A gente sempre vai carregar aquelas pessoas na nossa vida, mas outras aparecerão. Ou então não existiriam novos casamentos pós-divórcios.

O duro é que, quando um relacionamento acaba, geralmente você tem que comunicar não só a pessoa interessada (ou terminada), mas também todo o mundo que está à sua volta, incluindo o imeeeenso mundo virtual. Acho que acaba sendo um "sofrimento" em dobro. Não basta "deletar" todo o seu recente passado da sua vida atual (cartas, presentes, fotos, etc), você ainda tem que ter o trabalhão de deletar tudo aquilo que está no seu Facebook, Orkut, Blog, Twitter e mais milhares de redes sociais que vemos por aí. E aí é que começa... nem sempre o outro lado está de acordo ou entende a situação. E, cá entre nós, nem é obrigado a entender...quem terminou foi você e não a pessoa.

No fim das contas, pessoas, tudo é muito complicado. Quando se está num relacionamento, quando se sai dele. Como se entra, como se sai. Quem fica no meio de tudo isso. Mas sabe o que é melhor? Se não fossem essas "complicações" a vida não teria graça nenhuma...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tristeza...

Calma povo...não aconteceu nada, antes que pensem em alguma desgraça! O título do post é um horrorosa homenagem ao nosso sistema público de saúde. Explico.

Tenho uma grande amiga que está sem convênio médico. Ela tem um filha pequena, que estava com pneumonia e precisou ser internada. E aí, aonde elas foram parar? Em um hospital público. Fiquei morrendo por dentro quando essa minha amiga me contou que dormia em uma cadeira ao lado da filha. Uma cadeira!!! Absurdo isso.

Fico pensando em quantas e quantas pessoas precisam de um tratamento adequado e não conseguem porque aqui no Brasil temos que pagar para ter remédios e cuidados...Isso é muito triste! Saúde precisa vir sempre em primeiro lugar e não é à toa que a gente paga impostos. 

Não tenho palavras para expressar a tristeza que sinto vendo uma grande amiga passar por isso, com um bebê de 10 meses. Tenho a Madu que foi internada com infecção urinária com a mesma idade da filha da minha amiga e fiquei aliviada por ela estar no Santa Catarina, na ocasião. Tivemos tratamento de rainha. 

Enquanto isso, milhares de pessoas ficam aí...jogadas e dependendo da boa vontade dos outros. Que quase nunca existe...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Paixão...

Hoje eu quero falar de paixão. Não só a paixão de relacionamento, mas como um todo: paixão pela vida, pelo trabalho, pela família, por conhecimento. Paixão. Pura e simplesmente.

Andei dando uma lida em blogs, em revistas e mais um monte de outros lugares e dizem que paixão acaba. Dizem que é tudo fogo de palha que, como toda chama, um dia tende a terminar. E aí, como fica? Perde a graça? Deixa se ser bom? Fica chato? Não sei...será que paixão acaba ou só adormece? E se adormece, será que a gente consegue acordá-la?

Digo tudo isso num modo geral. Trabalho, por exemplo. Eu sou apaixonada pelo meu. Acordo feliz sabendo que vou encontrar um dia cheio de trabalho, mas cheio de oportunidades de conquista. Será que AMO o que faço e serei assim por todo o tempo ou será que isso é só paixão inicial que depois passa? E se passar, o que vai restar? Vou continuar trabalhando feliz ou vai ser mais um tormento? Acredito que não. Eu adoro cada dia que tenho no trabalho e vou fazer a chama ficar sempre acesa.

E relacionamentos? Será que a paixão, quando acaba, deixa o relacionamento morno? Se sim, quanto tempo dura esse fogo, essa vontade de ficar junto que não acaba mais? Pensando mais alto ainda... será que esse fogo, essa...paixão são coisas ruins em um relacionamento? Será que quanto mais paixão, menos chance da coisa virar amor e um relacionamento duradouro?

Quero saber de vocês....o que é paixão? Ela acaba? Se acaba, o que vem depois?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Polêmica esclarecida...

Gente... quanta polêmica. F, a leitora, pediu para que eu explicasse algo que eu não havia entendido direito... o risco que ela disse que não sabe se vale a pena correr é do cara se apaixonar por ela e querer largar a esposa e não o oposto!

Ela me mandou um e-mail falando sobre os comentários e pediu que eu explicasse que ela está compreendendo a situação e não está com problemas de envolvimento com esse cara. Na verdade, é uma coisa mais de pele mesmo, segundo ela. Tomei a liberdade de colocar o e-mail na íntegra para que ela mesma se explique. Acho que fica melhor do que a minha interpretação...

Quero que entenda que nao temos um caso fixo, tipo como uma amante tem. Apenas nos vemos de vez enquando... Quando rola...
Quando disse, tbm, Será que vale a pena correr o risco, foi no intuito de ele se apaixonar... Pq, justamente como um dos comentários diz, nao quero sair como a destruidoras de lares... Isso nunca... Nao quero que ele se separe... Nao quero ficar com ele pra sempre... Apenas curto o momento que estou com ele... PQ NAO QUERO NADA SERIO COM NINGUEM AGORA... Tipo, quero apenas ter alguem com quem tire meu atraso... Fui mto clara agora??? hahaha... Por isso coloquei no email que nao quero que nada atrapalhe o momento que estou vivindo... E um namoro agora pode tirar um pouco meu foco... 




terça-feira, 5 de abril de 2011

Cantinho POLÊMICO do leitor POLÊMICO

Fazia tempo que não entrava polêmica no blog. Lá vamos nós para mais uma. Eu recebi esses dias (ontem para ser exata) um e-mail de uma leitora de longa data pedindo um conselho e autorizando a publicação da história dela no blog. Ela mesma sabe que pode ser que seja apedrejada.

A história é simples: o irmão dela tem um grande melhor amigo. Daqueles que vivem grudados. A leitora, que vamos chamar de F, nunca tinha reparado nesse cara até dois meses atrás, quando tudo começou. O início de tudo foram trocas de olhares e comentários com a cunhada dela, que alertou: cuidado, ele é casado. Fato é que a moça descobriu que ele era casado, mas muito mal casado.

Um dia, em um samba, a troca de olhares se intensificou e um beijo aconteceu. Um beijo proibido e que deixou gosto de quero mais. O quero mais aconteceu e não foi apenas uma vez. Foram várias vezes. O casal proibido tem se encontrado há cerca de dois meses, com frequência de uma vez por semana, pelo menos.

A F me perguntou se tudo isso vale o risco, uma vez que o cara pede a ela que não se apaixone e que procure outros caras para sair, mantendo esses encontros às escondidas, claro. A minha resposta: Vale o risco? Acho que não, amiga F. Você já tem a resposta que procura. O cara não quer nada além de cama e acho que, depois de um tempo de convivência, a coisa começará a apertar. Acho naturalíssimo que acabe rolando um envolvimento. Também acho errado que estejam saindo apenas para curtir quando, na verdade, o cara já escolheu a mulher com quem deveria se divertir para o resto da vida (ou até que se separe...).

Mais uma vez entramos no quesito da traição. Acho super complicado julgar, mas acaba sendo errado o que os dois estão fazendo. Ele não se apaixonou por F, apenas vive uma fase ruim e quer alguma coisa que seja a válvula de escape dele. Não é certo. Ele que se decida por terminar o casamento e aí sim viver a vida ou consertar com a mulher o que está ruim.

Mas... está aí, F...coloquei a sua história e vamos esperar o que dizem nossas fieis leitoras...e leitores!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Girls just wanna have fun...

Eu adoro essa música...! Acho super divertida e mostra que a gente tem mesmo é que se divertir! E acho que estou nessa fase.

Tenho trabalhado bastante e não reclamo. Acho que amar aquilo que se faz é fundamental para o sucesso e nisso posso dizer que sou privilegiada. Mas,por outro lado, meu trabalho consome bastante do meu tempo então eu decidi que estou fechada para balanço. Não, não estou com o coração fechado,mas fechada momentaneamente para um relacionamento que exija de mim um compromisso e dedicação que não posso oferecer por inteiro. E aí vocês me perguntam: como fica então?

Fica assim: eu quero me divertir. E por diversão eu entendo conhecer gente nova, fazer novos amigos, aprender a ficar comigo mesma, curtir mais a minha casa, ficar com as minhas amigas e ser mais próxima da minha família.

O dia que eu estiver com a minha vida em ritmo OK eu começo a pensar em um namorado sério. E aí eu poderei ser a namorada que eu acho que uma pessoa precisa ter ao lado: carinhosa, amiga e companheira.

Não uma workaholic que é, com todo o prazer de mundo, a pessoa que tenho sido...

domingo, 3 de abril de 2011

Meu mico, mico meu....alheio

Saindo um pouco do tema do blog, este é um post em homenagem a um amigo que está morando longe, o Vitor. O Vitôncio,como o chamo carinhosamente, trabalhou comigo ano passado e me aguentou bastante. AMO demais esse menino e quero que a gente seja BFFs eternamente!

Mas o Vitor também me fez pagar um mico que, só por Deus... Foi assim: resolvemos, em um belo dia de calor (noite, na verdade), ir ao Skye - aquele bar do hotel Unique. E aí, como adultos que a gente pensava que era o máximo ficar falando só em inglês. O Vitor resolver dar uma de gostosão e queria que pensassem que ele gringo.

Tudo estava bem atééééé...o garçom pediu um cartão de crédito para deixar no caixa como garantia de segurança. Aí Vitor, em inglês, disse que o cartão pertencia ao pai dele. E eu quieta. Aí o garçom: Qual é o nome do seu pai? (em inglês, porque garçom lá é chic demais...). E ele: Sebastião.

O garçom, pobre, caiu a cara e começou a rir...e, obviamente, passou o resto da noite falando em português com ele.

E eu? Bom, eu fiquei quietinha então acho que até hoje o garçom acredita que eu sou legítima gringa!

Vitôncio...você sabe que eu te amo e essa historinha foi só pra descontrair...

sábado, 2 de abril de 2011

Utilidade Pública: Entre 4 paredes

Não sei se todo mundo aqui sabe, mas eu sou assessora de imprensa. Eu AMO o que eu faço e não me imagino tendo outra profissão. O mais legal desse mundo é a chance de conhecer em primeira mão um monte de novidades legais. E uma dessas coisas é Eudora, a nova marca de maquiagem do Grupo O Boticário.

A linha é dividida em quatro momentos da mulher: casual, descolado, poderoso e entre 4 paredes. Isso é super bacana porque a mulher mostra todas as suas facetas. Eudora tem maquiagens, linhas de hidratante e óleos corporais, sabonetes e mais um monte de coisas legais. Maaaas...as minhas coisas preferidas e as que mais têm a ver com o blog é a linha S., do momento Entre 4 paredes.

Olhem que mimos:

S., um perfume que tem Sensual Trigger, o grande segredo de Eudora

Calda de chocolate, lambível...



S. Floral Amadeirado

Fantasy Tape

Intimacy Gel
Os produtos são lindos, com embalagem especial e super bem decorada. A caixinha é linda e vem com frases estimulantes. Um mimo só. E o mais legal é que você pode comprar pelo Guia de Eudora (uma revistinha), nas lojas (que estão abrindo pelo Brasil todo, pouco a pouco) e pela internet. Ou seja, não dá pra não ter. E os preço são ótimos.

Então, meninas (e meninos, por que não?), fica a dica: se querem agarrar um marido, Eudora entre 4 paredes é a solução... Ou pelo menos, uma baita ajuda!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ser mãe...

Quando eu era pequena achava que ser mãe era a coisa mais simples do mundo: era só mandar na pessoa e ela tinha que ir lá e fazer. E aí, para piorar tudo, eu achava que a minha mãe era a pessoa mais folgada do mundo. Poxa, porque eu sempre tinha que estudar enquanto ela ficava assistindo televisão? Porque eu tinha que comer as comidas delícia (um dia eu faço um post só pra isso) e ela nunca era obrigada a comer nada?

Aí eu cresci...e com isso cresceram as confusões. Na verdade, eu e minha mãe nos damos super bem. De verdade. Mas nem por isso a gente deixa de discutir. Acho que todas as mães e filhas brigam (e filha e pai e irmão e irmã e pai e mãe..) e acho que todas as brigas são parecidas. Quando a gente é mãe acha que pode controlar o futuro e a vida dos filhos e quando a gente é filho sempre acha que os pais estão errados em palpitar.

Sei que fui uma filha tranquila em alguns aspectos e péssimas em outro. Nunca fui de baladas, de drogas e de namoro. Em compensação nunca soube lidar com dinheiro e isso sempre foi motivo de muita confusão em casa. Sempre que fiz meus pais chorarem foi porque me descontrolei com os gastos e aí a coisa pegava. Por outro lado nunca cheguei em casa bêbada, nem fui grávida adolescente e nem expulsa da escola. Qualidades por um lado e defeitos por outro. Como todo ser humano. Meu pai sempre foi mais da conversa, da análise. Nunca me bateu. Minha mãe, capricorniana, sempre agiu por impulso e, com ela, as brigas eram maiores. Uma hora eu ficava quieta e nas outras, respondia. Se era certo? Não, mas eu achava que podia responder e que sairia "por cima da carne seca". Aí a gente brigava mais ainda. Depois de 10 minutos tudo estava bem - pra ela. Eu ficava de cara feia por horas (ou dias...).

E o que eu quero dizer com esse post? Que, mesmo com todas as brigas, todas os erros (sim, porque somos humanos e a gente erra pra chuchu) posso dizer que tenho orgulho de ser filha dos meus pais. Tenho orgulho de dizer que a minha mãe é professora e sempre nos ensinou a ler. Tenho orgulho de contar a história de vida do meu pai, que um dia fez pesquisas nas ruas e hoje tem uma agência de publicidade que é dele. Tenho orgulho de ter uma mãe que admite os erros e tenta consertá-los. Tenho orgulho de ter um pai que, mesmo com todas as minhas besteiras, me mandou uma vez uma carta linda dizendo que estaria lá pra mim sempre. Tenho orgulho deles e gostaria de ser uma filha melhor do que a que fui e a que sou hoje.

Esse post é uma homenagem aos meus pais. E, mais do que isso, uma resposta a esse post lindo que a minha mãe fez e que eu discordo totalmente. Acho que os erros dela me fizeram forte como eu sou e que nunca é um erro quando a gente dá o nosso melhor e tenta do fundo do coração.

Para vocês,o post que ela escreveu e pra vocês,mãe e pai, todo o amor que eu posso um dia dar para alguém.


Culpa, eu???? Muita...

Disseram uma vez( nem me lembro quem foi) que culpa é algo que você tem porque a aceita. Mas há certas situações em que não há como não as aceitar.
Tenho uma grande culpa que carrego e que não há como me redimir dos erros que cometi : sempre fui crítica demais com minha filha.
Desde muito pequena, sempre cobrei dela um comportamento exímio. Falhar? Nunca.
Não gosto de me lembrar das coisas desse passado, não mesmo! Não tenho como voltar atrás e corrigir meus erros com ela e foram muitos!!!
Não tenho como hoje fazê-la entender que a errada fui eu e não ela. Meu "bom dia" era : por que sua cama não está arrumada? Meu "boa noite" era: veja se não faça mais isso... pobrezinha, que mãe horrível!
Só peço a Deus que a fortaleça, que a equilibre cada dia mais.
Só peço a ela que me perdoe, por tudo. Errei muito, mas errei sempre te amando, filha.
Apagaria de tua memória, consciente ou não, todas as falhas que cometi.
Deixaria somente o som da minha voz te dizendo sempre: você é minha luz, meu caminho, meu tudo.
Você é a alma mais linda e pura que conheci. Eu te amo...