terça-feira, 31 de maio de 2011

Bons ventos trazem boas mudanças...

E aí que eu me toquei (antes tarde do que nunca) que preciso mudar um monte de coisas. Sair da casinha, cair na realidade e viver a vida de verdade. E isso inclui contas, pagamentos, compras de mercado e por aí vai...

Eu preciso mudar de apartamento. A dona pediu o que eu moro e já queria sair de lá mesmo e ir para a civilização. E isso inclui um aluguel maior. E contas maiores. Nada que não possa lidar, mas quero crescer de vez e andar sozinha. Devo isso a meus pais, que sempre me ajudaram. Principalmente o meu pai, que sempre (SEMPRE) me ajudou, mesmo nas minhas piores idiotices. E é isso o que eu vou fazer. Chega de bancar a filha desencanada, que só consulta saldo bancário quando a situação está pretíssima. Chega de querer comprar o mundo (e não comprar, mas mesmo assim querer) e ficar chateada porque não pode. Não pode, não pode e pronto. E a vida segue feliz mesmo assim.

Achei um apartamento legal. Lindo e pronto para morar. Não é barato, mas se eu me apertar (e me controlar) direitinho, posso pagar tudo sem precisar da ajuda de ninguém. Quero mostrar para o meu pai que eu posso. E quero poder isso. Não por orgulho, nem por teimosia, nem para provar para o meu pai que eu posso. Não. Quero que ele se orgulhe de mim por não precisar mais da ajuda dele (não sempre, pelo menos). Sei que ele ajuda, quando precisa, de coração. Mas prefiro que ele não precise... Quero que ele não precise.

Maaaas...cá entre nós...pai, se quiser me dar presentinhos...isso poooooooooooooooooode!! (brincadeira...foi só pra descontrair)

sábado, 28 de maio de 2011

Fiu fiu...

Como diz uma amiga muito querida, existem coisas que não existem. Essa que eu vou contar é uma delas. Estava eu bela e formosa no meu evento da Chanel quando meu celular apita, com a mensagem:

Oi Tati, saudades

Me senti a tal. Número desconhecido? Na minha cabeça loira eu achei que poderia ser um date do passado. E começamos um troca de SMS para descobrir quem era a tal pessoa misteriosa. Sei que mensagem vai, mensagem vem, o admirador misterioso manda:

Aqui é o porteiro do seu prédio, o C. Desculpe mandar mensagem, mas é que você anda sumida.

Claro que passei pelo momento "Maysa Meu Mundo Caiu" e minha felicidade foi para o ralo. Rendeu risadas, claro. Minhas, do meu cliente (que estava comigo) e de um pessoal que estava comigo. E, como não poderia, rendeu post também....

C´est la vie, minha gente...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sigam aqui também....

Estou fazendo a minha própria propaganda...

Sigam meu blog de beleza, pessoal!

Fashion Beaute

Clica aí em cima....!

:(

Eu não tenho um título para esse post. E vou apagá-lo se uma pessoa pedir. Mas aconteceu uma coisa ontem que me fez pensar em como a vida muda assim, de um minuto parta o outro. A amiga de uma amiga ia se casar ano que vem. Estava super contente com a compra do apartamento dela. E aí, depois de toda essa felicidade, veio a bomba: o noivo dela faleceu. Assim, do nada. Não estava doente, não tinha problema. Apenas faleceu.

Isso me fez pensar em como a vida da gente muda em um segundo. Hoje você está vivo, amanhã pode não estar mais. Hoje você tem dinheiro, amanhã pode estar morando na rua. E muitas dessas coisas acontecem não por vontade sua, mas por alguma força maior que a gente pode dar um monte de nomes. Vai ver realmente tudo tem um propósito e pode ser que esse moço realmente teve a missão encerrada na Terra.

Será que isso é justo? É justo com essa moça que fica, que tem um casamento em planejamento que agora será cancelado? É justo com o moço que partiu, que tinha uma vida inteira para começar? Não sei. Não que eu tenha me revoltado contra Deus...nem perto disso, mas acho tão triste quando uma pessoa nova e que tem planos acaba sofrendo um baque e uma virada assim, tão do nada.

Talvez um dia essa moça entenda o que aconteceu com ela. Talvez Deus tenha um outro plano para ela. A única certeza que eu tenho é que, depois que essa nuvem passar, essa moça vai ser feliz...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Solteiras de São Paulo: festaaaaa



Então tá combinado: solteiras de São Paulo (e quem mais quiser vir) vão se reunir, em local a ser definido, no dia dos namorados. Não vamos passar o dia 12 de junho em casa chorando...! Nós vamos fazer, dessa vez para valer, o primeiro encontrinho do blog!!!

E aí, quem tá nessa comigo??

Corridaaaaaa

Gente, estou viva e não matei o blog.
Mas essa semana no trabalho está super corrido então não tive tempo de atualizar o blog...mas volto aqui mais tarde...

terça-feira, 24 de maio de 2011

Seguindo em frente...

E aí que não foi o último post do blog. Não consegui. Ainda mais depois de tantos comentários fofos que vocês me deixaram. Mas o Fashion Beaute continua. Meu espaço fútil (mais ainda??).
Vocês disseram coisas certas...se eu apagar isso tudo, sempre vai ter alguma coisa que vai me fazer lembrar do blog e...ei, eu adoro isso aqui! Então vamos em frente...

Essa semana eu ando meio desanimada. Sei lá...parece que as coisas estão ficando meio doidas. As pessoas criaram noções de relacionamento que eu, de verdade, não entendo. Sério. Parece tudo simples, em teoria. Você conhece uma pessoa bacana. Se dão bem. Saem algumas vezes. Começam a namorar. O namoro dá certo. Ficam noivos. Planejam o casamento. Se casam. Viajam em lua-de-mel. Voltam. Ficam casados. Ou não. Se ficarem casados, lindo. Se for "ou não", começam de novo. Aí mora a dureza...

A dureza está em achar uma pessoa que compartilhe das mesmas ideias que você. E vamos partir para o mais simples: aonde a gente vai encontrar alguém? O mundo está tão complicado...a gente está tão corrido ultimamente que fica complicado achar alguém. No trabalho? Desculpa... a agência que eu trabalho tem SÓ mulher. Os meus clientes são, na grande maioria, gays e eu adoro isso. Me divirto horrores. Só que é fato que a minha vida tem se resumido a casa/trabalho - trabalho/casa, até por conta da Madu. E aí que não me sobra lugar para conhecer ninguém.

Pode até ser que, em um evento de cliente, apareça alguém, mas não é o lugar pra isso, entendem? Aí, quando você conhece alguém, a pessoa não quer nada com nada. Pelo menos é o que muita mulher tem falado para mim aqui e fora daqui também.

Aí me pergunto: como ficamos?

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O blog, família, vida...

Eu sempre achei que esse blog fosse causar polêmica. Na verdade, acho que o nome ia ser o pior, mas no fim foi engraçado. E o mais engraçado de tudo é que o nome não tem mais nada a ver com o nosso espaço. De maridos, acabei falando sobre relacionamentos, vida, família e por aí vai...

E eu também não achava que esse blog seria motivo de stress pra tanta gente. E tanta gente que não fosse eu. Quando eu comecei a escrever, contei sobre uma história que aconteceu e ficou lá atrás. Tudo o que veio e vier depois disso será o meu presente. Passado a gente não se apaga, não se esquece. Ele ajuda a construir o que somos hoje. E aí, a pessoa que tiver comigo, vai entender isso. Ou então eu posso simplesmente dar um DELETE e aí esse espaço aqui vai deixar de existir. Mas não quero isso. Eu ganhei muita coisa com o blog. Eu ganhei amigos. Ganhei broncas que me ajudaram. Ganhei uma diversão...por que não seria? E terminar isso aqui, do nada, não seria nada legal. O blog virou parte de mim e sei que, quando ele tiver que acabar, eu vou saber. E não é agora. Agora esse espaço virou uma roda de amigas virtual e eu escolhi mostrar coisas que acontecem ou aconteceram comigo. E pronto. Fui mulher para mostrar a minha cara e acho isso legal.

Maaaaas...tem gente que não gostou da exposição. Não achei que falei nada de mais, mas magoei pessoas que eu amo. Magoei apenas pelo que escrevi, ainda não que foi nada grave e nada mentiroso. Mas, enfim, a partir de hoje nenhum nome citado aqui será real. Nem se a pessoa quiser que eu coloque o nome verdadeiro. Assim ninguém pode se sentir mal com nada. Disseram que a exposição foi chata. Exposição de uma situação minha e que envolve mais gente. Mas, meu povo, não falei nada aqui que não seja verdade. E a verdade pode ser dolorida.

Enfim...pensei que este seria o último post do blog. Mas decidi que não. Ainda não quero apertar o delete do mundo virtual. Só que...AHÁ...não resisti e criei um blog de beleza, o Fashion Beaute. Clica aqui para conhecer e me visite lá também!!!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Quem julga um livro pela capa...dança

Não sei bem porque eu lembrei disso. Na verdade, sei sim. Hoje cedo peguei ônibus com um cara chato. Sabe aquela pessoa que quer puxar papo e aí não sabe como? Era esse. E, de verdade, eu não estava nada a fim de bater papo às 7h da manhã com um tiozão. Posso chorar??

Enfim..aí me lembrei de um caso que aconteceu há anos luz atrás, quando eu ainda estudava em campinas.O cara estava sentado do meu lado, super mal-vestido, fedido e por aí vai....e ele resolveu puxar conversa. Papo vai, papo vem (do cara,claro), descubro que aquele senhor super humilde....TINHA TRÊS FACULDADES (sendo uma fora do Brasil), falava SEIS idiomas, era PHD em sei lá o que e mais um monte de coisas que eu sei que eu, provavelmente, nunca vou saber o que são.

E aí, quando eu desci hoje do bus, pensei que julgamos muito as pessoas pela capa... não sabemos quem são, o que fazem e muitas vezes nem damos chance às pessoas. E aí? Aí que a gente dança...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Adotar é tudo de bom

Aí que hoje...

...eu resolvi fazer uma postagem fútil. Sim...nada de relacionamento, nada de términos, nada de homens que não sabem o que quer. Hoje eu resolvi falar de uma paixão minha: maquiagens. E sabem por quê? Porque simplesmente hoje eu não estou a fim de ficar divagando sobre namoro. E como eu sei que a maioria das pessoas que me acompanham são mulheres, resolvi compartilhar algumas dicas...

Coisas que eu não vivo sem:
- Studio Fix da MAC: faz milagres na pele e é só um pozinho básico
- Gloss cor de boca da MAC: deixa você com cara de cotidiano, mas de uma maneira especial
- Lápis Black Paparazzi da Eudora: tem um lado fosco e um lado brilhante. Você tem dois looks em um só. Quer coisa melhor?
- Batom Charminho Nude da Risqué: mas vai ser meu preferido até chegar o Hug Me, da MAC
- Blush da Avon: não sei o nome, mas é aquele bronzer em bolinhas...eu uso como blush e não troco por nada
- Sombras Contém 1G: Fazem milagres em segundos, duram muito, não me dão alergia e são baratas. Quer coisa melhor?
- Presilhas de cabelo: sim,porque eu corto a franja e depois fico prendendo...

E daí, dizem vocês? Daí eu digo...

Quando tudo parece perdido, você se sente sem rumo nem prumo e precisa de uma injeção de ânimo, eu abro a minha MEGA necessaire, brinco de maquiagem e o mundo ganha um novo colorido. Mais fashion...diga-se de passagem.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

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Não sei se foi a insônia, se foram os posts para a Miss Anônima e o Anônimo diferente ou se foi o clima frio. Fato é que ontem eu abri o baú do passado. Sim, eu sei que isso não me ajuda em nada, mas foi tão bom... Lembras dos nossos momentos juntos, ver as fotos da viagem, lembrar da sensação de ser feliz quase que 24 horas por dia e não pensar que existia um amanhã (muito menos um caminhão de problemas e um futuro muito incerto).

É estranho pensar em como a vida muda assim, de uma hora para outra. Hoje você está comprando as trufas preferidas dele e amanhã está chorando por conta de um término que você mesma preferiu fazer. Aí você percebe que poderia ter aproveitado mais, discutido menos, planejado menos o implanejável. Mas...pensei eu ontem à noite vendo as nossas fotos: será que se tivéssemos feito algo diferente, seria que hoje eu estaria aqui sentada escrevendo tudo isso? Ou será que estaria pensando no que cozinharíamos juntos para o jantar de hoje? Será que as famílias fariam da nossa vida um inferno e aí tudo iria para o espaço? Será que foi mesmo parar tudo quando ainda a gente se gostava tanto e vivido a dor e depois deixar tudo inerte?

Não sei...nunca terei as respostas. Uma pessoa comentou aqui - e ela vive a situação do término que eu já vivi - que eu sou forte. Eu sou? Será? Ou será que me escondi atrás de uma força que não existe porque ou eu fazia isso ou eu simplesmente não conseguiria ir adiante? Será que um dia eu estarei mesmo 100% curada?  Será que todos que vieram depois de você foram apenas "tapa buracos"? Não sei também.

Sei que hoje, apesar de confusa, não estou triste... fui dormir com o coração aquecido que lembrou de uma história linda...

terça-feira, 17 de maio de 2011

Diretas já??

Sério, minha gente...eu me considero um ser humano moderno na medida do meu possível. Acho certo que a pessoa seja livre para escolher entre um relacionamento sério e um casual, entre um ou vários amores, entre ser hetero ou homossexual. Mas acho que todas essas escolhas são individuais e não devem afetar a ninguém mais do que o ser envolvido nisso.

Digo tudo isso porque, se você escolher que vai ser a pessoa mais galinha do mundo ou o garanhão do pedaço, o problema é seu. Não trate ninguém como objeto do seu desejo. Pessoas são pessoas (OHHHH) e têm coração. E eu estou falando tudo isso porque ontem, do nada, apareceu o piloto de helicóptero. Sim, aquele que eu tive um breve affair ano passado e que, por idiotice minha, não soube ler os sinais e acabei sendo - como diz um amigo meu - mais um belisco na vidinha dele. O tal piloto (que é um partidão, se não fosse a ideia George Cloniana da vida) tinha sumido depois de um SMS ridículo no meu celular. Aí reaparece no meu MSN com um papinho tonto de "como vai a vida". Eu, que posso ser classificada como uma tonta, acabei conversando com ele.

E aí que a gente aprende na porrada mesmo. Sabia que, quando a esmola é muita, o santo desconfia e eu não estava errada nisso. Depois de DOIS minutos de conversa, vem aquela pergunta básica: E aí, namorando sério? E eu: Não...não mesmo. E quando você espera que vai ser convidada para um romântico jantar à luz de velas, ele pergunta: E aí, podemos dormir juntos, então? 


PAUSA DRAMÁTICA PARA O CHOQUE DE TODOS

Sim, minha gente. Na lata. Eu só não xinguei mais porque não podia...já gastei todos os meus palavrões em uma única mensagem no MSN. Eu odeio esse pensamento de "mulher objeto". Principalmente porque nunca foi o valor que eu passei na minha vida e nem para ele.

Enfim... acho que estamos voltando ao período "Diretas Já". Ninguém merece....

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ex e atual...como lidar?

Recebi semana passada um e-mail de uma leitora contando sobre a relação, agora um tanto conturbada, com a ex do atual. Ela pedia conselhos e explicava como andavam se relacionando. Disse a ela que faria um post sobre isso e, curiosamente, vivo a mesma situação. O pai da Madu agora mora com a atual dele, mas devido ao nosso (NULO) relacionamento, não tenho problema nenhum com a atual dele. Na verdade, nunca tive. Acho que é porque nunca senti nada em relação a ele ainda quando estávamos juntos então eu não tenho sentimento nenhum pela atual.

Acho que, quando um relacionamento não dá certo e temos filhos no meio, precisamos saber que o elo será eterno. E lidar com isso nem sempre é simples...para exes e atuais. A minha madrasta, por exemplo. Acho que, por mais que esteja casada há mais de 20 anos com o meu pai, ainda não entende que o relacionamento dele com a minha mãe está mais do que acabado e isso sempre refletiu no meu relacionamento com ela. Eu, de coração, a amei muito quando ela namorava com o meu pai. Hoje eu prefiro dizer que ela é apenas a mulher do meu pai e que a única coisa boa que trouxe para a minha vida foi a Marcella e a Rafaella, minhas irmãs. E,claro, a família fofa que ela tem. Em contrapartida, minha mãe (como toda mãe) não suporta a minha madrasta por tudo o que aconteceu no passado e aí quem perde sou eu: não posso reunir todo mundo civilizadamente na festa da minha filha, por exemplo. Um lado sempre sai mal e,geralmente é o do meu pai, que acaba tendo que ir ao compromisso social sem a esposa. Sei que pra ele não deve ser legal isso.Enfim...acho que não existe fórmula mágica para o bom relacionamento entra exes e atuais. O bom senso é o que deve imperar. Acho que quando acaba um relacionamento fica bem claro que as pessoas não querem mais ficar juntas então, qual é o problema para a atual? Insegurança, só pode.

O e-mail da leitora falava que a ex inferniza a vida da atual, do ex e do filho desse relacionamento (o antigo). Aí eu me pergunto: o que ganha uma ex infernizando a vida da atual? NADA. Ganha cansaço, rugas e perde-se a vida que, para ela, ainda anda. Ela vai passar a vida vivendo um relacionamento que NÃO é dela, com uma pessoa que NÃO a quer mais e sendo infeliz. E quem perde mais ainda com tudo isso é o filho de ambos.

Leitora, infelizmente não tenho a solução para você. Só posso dizer que não vale a pena se desgastar por uma pessoa tão pequena e tão pobre de espírito. Continue tratando bem o seu enteadinho. Isso sim vale a pena...

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Um anônimo diferente...

Com tantos comentários anônimos fica difícil saber quem é a mesma pessoa sempre. Mas este anônimo do último post é diferente. Ele deixou a história dele em comentários e o que ele contou, eu já vivi. E o fim parece que será o mesmo da minha história. Isso é que é legal no blog: saber que não somos só nós que vivemos dilemas, sofremos e choramos. Muita gente passa pela mesma situação.

Ao anônimo em questão posso dizer que o entendo. Entendo você assim como entendi a escolha do Mr.Right. Pode não ter sido a melhor escolha para mim (aliás, não foi mesmo), mas foi a escolha certa. Independente do que me disseram e ainda dizem, eu sei que o casamento era a única saída. Não sei como seria a vida da Natasha, que passou por poucas e boas, se tudo fosse jogado para o alto nos 45 minutos do segundo tempo. Entendo tudo isso. Mas não deixo de lamentar que uma história tão bonita tenha sido impedida (ainda que temporariamente, espero eu) por conta de uma escolha racional e não emocional. Digo a você, anônimo, que todo mundo vai acabar sofrendo na história: você por casar com alguém que não ama verdadeiramente, a sua aluna - que se envolveu e te ama, como você me contou e a sua noiva, que vai ter ao lado uma pessoa cujo coração não pertence a ela. Fico pensando em como seria se a Natasha (ou a sua noiva, no seu caso) se sentiriam sabendo que estão ao lado de pessoas que, por muito tempo (ou então para sempre) terão na cabeça e no coração uma pessoa que não são elas. E, pior ainda, será que vocês dois (anônimos e Right) não estão impedindo que essas moças conheçam a verdadeira felicidade, ao lado de alguém que as ame de verdade e não por gratidão?

Não sei... eu acho que desisti de pensar nos E SES no dia que Right se casou. Ou então eu ficaria louca eternamente. Talvez eu parasse a minha vida pensando em viver a vida deles. Ou então viver pensando na vida deles. Então eu escolhi viver. E acho que sua aluna vai escolher o mesmo. Como a gente vive, aí é que é o desafio. No começo você não vive, você sobrevive. No começo você pensa que a dor não vai acabar. Mas depois você se acostuma. Se você leu o meu blog por inteiro, vai ver que essa é uma ferida que pode ser que nunca cicatrize por completo. Mas vai ler também que todos os meus dias eu tento deixar isso num lugar do coração que eu possa me lembrar só com alegria e felicidade.

De verdade, não sei bem o que te dizer. Nem a você e nem à Miss Anônima, que vive situação semelhante. Só posso dizer que estamos os três no mesmo barco...cada um dentro de um papel diferente e que o máximo que podemos fazer é tentar nos ajudar...E para isso, estou aqui sempre que quiserem...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Fidelidade masculina: isso existe?

Há algum tempo atrás eu conversava com um amigo e não sei como, entramos no assunto da fidelidade. Ele disse que homem nenhum consegue ser fiel. Acho que generalizar isso é burrice. Aliás, generalizar qualquer coisa é tolice. Nem toda loira é burra. Nem todo cabeleireiro é gay. Nem todo homem, necessariamente, é infiel. Confesso que acho que a grande maioria pode ser, mas será que são todos? Não acho.

Acho que fidelidade é um conceito tão difícil de ser definido. Eu tenho valores muito certos quanto a isso. Para ser infiel basta um SMS malicioso para a pessoa que não é o par do remetente. Acho que a infidelidade vai além da saída em si. O desejo, PARA MIM, já é uma forma de traição. Psicológica, mas é. Claro que, ainda que eu namore (quando eu tenho um namorado,claro...o que não é o caso), eu sonho em casar com o Brad Pitt ou com o Rodrigo Santoro. Isso é ser infiel? Claro que não. Qual é a chance de eu casar com um deles? Remotíssima, para não dizer nula. Logo, isso não é infidelidade. É piração... (risos)

O que eu julgo ser já uma traição é você namorar e ainda assim querer ciscar no terreno ao lado. Sua namorada ou namorado são legais? Então por que é que você vai caçar problemas? O gosto da aventura pode ser muito bom, mas será que o preço a se pagar não é alto demais? Quando comecei a escrever aqui já disse que fui um vértice de um triângulo e não foi uma única vez que fiquei com um cara comprometido. Acho isso legal? Não. Não faria isso com um namorado meu. Pode parecer idiotice minha, mas acho que ser o vértice livre do triângulo me exime da culpa maior. De coração, jamais trairia um namorado. Sou medrosa demais e o medo de ser descoberta seria um monstro na minha vida. E não é só isso: nunca faço para um namorado aquilo que não gostaria que fizessem comigo. Acho que, se eu desejo uma terceira pessoa, melhor abandonar a segunda.

Enfim...não concluí nada com esse amigo. E nem posso dizer que o papo era para isso. Mas queria saber das leitoras - e leitores! - o que todos acham sobre a premissa: todo homem é infiel.

terça-feira, 10 de maio de 2011

A pedidos...

...o cabelo novo!

Mudar é preciso...

... e por isso eu mudei. Me livrei de um palmo de cabelos ontem à noite, completando a mudança que vem acontecendo desde o início do ano.

Emprego novo, pessoas novas, um mundo novo pedia uma nova pessoa. A mesma essência,mas novas atitudes e uma coragem de enfrentar o mundo. Engraçado que, para a mulher, a coragem vem da mudança no visual. E como faz teeeeempo que eu tinha um cabelão, resolvi cortar como o novo look da Jen Aniston.Ficou, desculpem a falta de modéstia, lindo. Obra do Vinicius Silveira, do salão do Marcos Proença. Quem precisar de uma injeção de ânimo no visual e na vida, corre pra lá!

De resto, nada de novo... as coisas andam meio paradas ultimamente. Hoje acordei animadinha porque sonhei com a minha avó que morreu há um booom tempo. E ela estava linda. Maquiada, sem rugas e com um olho verde (esse ela nunca teve em vida) que brilhava. No sonho ela conversava com o meu tio Vitché sentada em uma cadeira de balanço e quando a vi, caí no choro. Ela me disse que olhava por mim e que já tinha ido conhecer a minha filha. Achei lindo...

E assim, mudando sempre, vamos levando a vida...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pedra no sapato

Todo mundo na vida tem uma pedra no sapato. Ou algo ou alguém que enche o saco da gente e faz com quem a gente tenha vontade de se afogar na pia do banheiro. Confesso que já tive algumas pedras e já me livrei delas. Confesso também que, no momento, tenho a minha pedra. Ou várias, talvez.

Uma dessas pedras é um cara que conheço há algum tempo. Nunca tivemos nada. Nada além de "bateção de boca". Nada além de ser um cara que quer sair comigo sei lá Deus o porquê. E aí que sempre que ele descobre que existe alguém, ele aparece. E ainda sente ciúme. E me critica. E critica o mundo que eu vivo. E aí se faz a confusão.

Aí vem a pergunta: o que um ser desse ganha fazendo isso? Nada. Nada mesmo. Só me faz lembrar o post do homem sabão. Aquele cara que quer te ter por perto, mas nunca faz nada...

Tadinhos...  

sábado, 7 de maio de 2011

Pra quem anda pensando em por onde anda...

...Mr.Right.

Acho que muita gente se pergunta o que aconteceu com Mr.Right. Quem não se pergunta é porque não leu o blog desde o começo e eu nem sei se recomendo porque...bem, são muitos e muitos posts. Mas enfim...Mr.Right ainda existe,claro. Ele está vivo.

Não temos nos falado. Quer dizer, rolou um "feliz páscoa" por e-mail e uma conversa de elevador no comecinho de março, partida dele. Fiquei contente porque ele me chamou no Skype. Coisa de gente idiota,né? Eu admito.

Vira e mexe ele aparece online no computador. A vontade de falar com ele bate forte de vez em quando, mas eu sou forte. Ou, quando não sou forte, simplesmente levanto da minha mesa, tomo uma água, vou ao banheiro e foco no trabalho. Ainda acho que não saberíamos ser amigos.

Não tenho notícias de como ele está. Nem do que tem feito. Mas, admito para a blogosfera, ainda penso: E se tivesse sido tudo diferente...?

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Se apaixonar...

Na quinta à noite eu estava conversando com a minha amiga Ro sobre casos, affairs, amor, paixão...e a gente filosofou muito sobre o assunto. Fato é que ela e eu passamos por situações semelhantes, em momentos diferentes. Não, nada a ver com o Mr.Right. Estamos falando do momento atual mesmo. Ela se envolveu com um cara com o intuito de "curtir a vida" e acabou se envolvendo sério com ele (e ele não quer, aparentemente, nada muito sério). Aí eu confesso que gelei.

Estou em um momento profissional bem delicado. Não, não é risco de demissão. É delicado porque eu quero estar focada na minha evolução e crescimento dentro da agência. Isso implica em não querer dividir meu tempo do trabalho além da minha filha que, claro, vem sempre em primeiro lugar. Aí eu entrei numa história que não posso explicar porque é uma confusão só. Mas, resumindo, ando saindo com um cara que não deveria sair porque é muito bom de papo e....SINAL VERMELHO DE PERIGO!

Não quero me envolver e, acima de tudo isso, não posso me envolver. Mas será que a partir do momento que ele me manda e-mails e mensagens e eu mando e-mails e mensagens, não significa que estamos envolvidos? Será que a partir do momento que ele resolve se atrasar para um compromisso profissional só pra poder me dar oi num dia confuso não quer dizer que corre-se um risco de ser mais do que "uma saída divertida de vez em quando"? E, acima de tudo isso, como eu posso curtir sem me envolver emocionalmente, sem criar laços afetivos e sem sofrer lá na frente? Ou então...pensando na hipótese: e se ele se envolver também?

Dia das mães

Eu podia ficar aqui hooooooooooras escrevendo sobre o assunto, mas vou ser simples. Ser mãe não é nada fácil. Ter uma pessoinha na sua responsabilidade não é nada divertido. A gente se cobra muito mais.

Mãe não pode ficar doente.
Mãe não pode ser fraca.
Mãe não pode ser vulnerável.
Mãe não tem gripe suína.
Mãe não dorme até depois das 9h.
Mãe não é mais só mulher.
Mãe é mãe.

E mesmo assim, com tantas coisas, é a melhor coisa do mundo.

FELIZ DIA DAS MÃES PRA TODO MUNDO!!!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Instinto Periguete...

O título vem de um comentário que eu ouvi por aí e achei engraçadíssimo. A autoria da frase? Uma pessoa que namora, mas ainda pensa que um time titular pede alguns reservas (na teoria, porque na prática essa pessoa nunca teve coragem de fazer nada). Achei engraçadíssimo e resolvi divagar (culta a pessoa,hein?) sobre o assunto.

Em alguns países "lá pros lados de lá" é super normal a poligamia. A gente anda assistindo isso de novo com a volta de "O Clone" na Globo. É natural o marido ter duas, três mulheres. E todo mundo acha isso normal. E as mulheres convivem em harmonia e, na medida do possível, se tornam amigas. Será que o modo de vida deles é errado? Ou será que o nosso é que é?

Dia desses eu ouvi que no Brasil existem 4 milhões de mulheres a mais que homens. Isso significa que está faltando homem no mercado e isso a gente tem vivido na prática. Está cada vez mais complicado achar um cara legal e pelo que tenho percebido as pessoas interessantes são todas já comprometidas. Aí eu penso: será que logo mais a gente vai ter que partir para a poligamia e todo mundo vai virar a Jade? Eu - e aí falo juntamente com o meu lado ciumento - não vou gostar nada, nada. Não gosto da ideia de dividir meu namorado com ninguém. Aliás, que mulher gosta?

Maaaaaas...voltando ao instinto periguete do título do post, como será que a gente se livra dessa poligamia teórica que paira a cabeça de muita gente às vezes? Quem responde??

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O blog....ou um blog....

Então que eu parei pra pensar nas consequências que o blog pode trazer para a minha vida. E aí que eu não concluí nada. Não acho que isso aqui seja algo tão podre ao ponto de me queimar para o resto da vida. É a minha história e a pessoa que estiver comigo vai saber de cada situação que eu já postei aqui. Fora que, convenhamos, não escrevo nada pavoroso.

Quem é que nunca ficou com alguém que tenha namorada? Quem nunca tomou um porre e passou mal no dia seguinte? Todo mundo. A diferença é que, no meio de milhões e trilhões de blogs de moda, eu decidi escrever um sobre comportamento e relacionamento. Então, ao invés de me lerem falando sobre maquiagem, eu conto histórias e dou a minha opinião. Se quisessem, poderiam sentar em uma mesa de restaurante e eu contaria as mesmas histórias. Só que não, eu quis escrever. Por quê? Por que eu quero plateia? Não. Por que eu quero fama? Não. Simplesmente porque eu gosto de escrever e, acima de tudo, gosto de ouvir (ou ler, no caso) a opinião de pessoas que estão de fora.

Gosto da ideia de poder ajudar pessoas que tenham vivido coisas parecidas. Gosto das "broncas" que eu levo de alguns leitores. Gosto dos elogios. Gosto da torcida. Muito ego? Pode ser. Mas é o que eu sou. A pessoa que estiver comigo vai entender que não temos maldade nesse espaço que, para a gente, é super divertido. E, sim, eu sei que num próximo relacionamento, a pessoa será sempre poupada. Detalhes nunca serão ditos e a minha vida não será um blog aberto. Principalmente porque terei uma outra pessoa envolvida.

Desculpe, mas acho ridículo quem no século XXI as pessoas achem que isso é o auge da exposição. Principalmente porque o que não falta hoje é foto de gente de biquini em rede social....

E viva a internet!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Quando acaba...e acaba!

Achei que seria um fim civilizado. Duas pessoas terminando um relacionamento. Ok, eu sei que uma das parte não concordava muito, mas achei que haveria respeito. Mas não. Não foi assim. Teve um "bate boca" virtual desnecessário e com muita lavação de roupa suja que poderia ser evitada. Acontece que eu, com a minha boca grande, falei demais e ouvi demais também.

Sim, estou falando do ex-namorado A., que sempre foi um fofo. Um fofo até que eu terminei com ele. Sei que ele não queria que tivesse sido assim e eu também não. Sei que foi um erro ter começado um namoro sem sentir o tal frio no estômago que - SIM! - eu acho obrigatório. Piorou quando ele leu no blog que fiquei com outra pessoa. Piorou mais quando eu tentei explicar que era um passo natural e falei mais um monte de coisas que eu concordo que poderia ter passado quieta. E aí, o que sobrou? Sobrou o copo, que estava quase cheio para ambos, escorrer...

A conversa não terminou civilizada. Ele mandou que eu vivesse a minha vida medíocre e eu disse que dormiria na pia de tristeza pela colocação dele. E eu não queria que fosse assim. Talvez eu tenha me sentido sufocada demais, mesmo depois do término com ele, consciente ou inconscientemente, me cercando de maneiras que eu nunca pensei que faria. Talvez o fato de eu ter ficado com outro cara o fez ver que não teria mais volta mesmo e aí a coisa ficou feia.

Fato é que, mais uma vez, quando acaba, tem que acabar. As redes sociais deveriam automaticamente abolir todo mundo da rede de contatos. Evitaríamos grandes confusões e mágoas que poderiam ser evitadas....

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ainda há esperanças...

O beijo....

Dia desses eu estava lendo o blog da minha mãe (Cheguei aos 50...clica lá do lado pra conhecer!) e ela falava sobre a importância (e a falta que faz) o beijo. O texto é super bem escrito e concordo com o tudo o que ela escreveu. E achei que poderia ser um bom post pro nosso cantinho.

Eu posso dizer que sou uma pessoa seletiva pra caramba. Não beijei muita gente ao longo dos meus quase 28 anos de vida. E, sim, todos os beijos foram especiais naquela ocasião. Uns marcaram mais, outros menos. Da minha (pequena) lista, apenas um dos beijos é realmente um arrependimento. Motivo: além de não conhecer o cara, ele ainda beijava mal!! ECA ao quadrado. De resto, toda a minha lista é comemorada e relembrada.

Aí eu caio na questão da banalização do beijo. Hoje em dia é super normal uma pessoa beijar mais de um cara (ou mulher)  na balada, em festas ou micaretas. E me pergunto: o que se ganha com isso? Tá, pode ser legal, mas eu não consigo imaginar o que a pessoa ganha trocando baba (não deixa de ser,né?) com pessoas diferentes numa mesma noite. Pensem que prostituta vende o corpo, mas não beija na boca do cliente. Acho que é porque, como disse a minha mãe, um beijo pode ser um encontro de almas (ou quase isso).

Beijar é bom, eu sei. Acho que, em períodos que estou "avursa", o que sinto mais falta é o beijo. O resto é consequência e o resto a gente consegue num estalar de dedos. Mas...e daí? O beijo é mais gostoso. O beijo é começo da conquista. O beijo mostra se o que vem a seguir valerá ou não a pena. E o que vem a seguir pode ser muito mais do que uma boa noite...pode ser uma história.