quinta-feira, 30 de junho de 2011

O noivo da minha melhor amiga...

Amigas, calma...não estou falando do noivo de nenhuma de vocês. (Ufa, pensam as meninas...!) Na verdade esse é o título de um livro/filme que eu comprei durante o feriado.


A história é basicamente a minha: um cara e uma garota tomam um porre e ficam juntos. Só que tem um detalhe: o cara é noivo, prestes a se casar. Até aí, me identifiquei super. O detalhe que muda é que no livro o noivo é o da melhor amiga da protagonista. Confesso que eu comprei porque, tirando o detalhe que nunca vi Natasha ao vivo, a história é beeeeem parecida com o que eu vivi ano passado. Aí resolvi me matar de saudade arriscar e comprei o livro.

Fato é, minha gente, que eu comecei a ler na quinta-feira à noite e só terminei na madrugada, às 3h30! Sim...eu não parei de ler um minuto sequer. Sim...eu não tenho vida social. Sim...eu quase chorei lendo.

O fim é água com açúcar e, sem querer ser estraga-prazer de ninguém, o final é bem diferente do meu. Tá certo que eu, pra não ser vencida, torci para que ela não terminasse com o carinha para poder falar: Ah...em Hollywood não funcionou, comigo funcionaria por quê? Mas a autora do livro resolveu pelo bem da nação romântica que mocinha e mocinho terminariam juntos no final.

Gostei. Estou precisando de finais felizes.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Ponto e vírgula

É...quase um ano se passou desde que eu (ou você) resolvemos colocar um ponto final em uma história. E aí eu achei que, como a minha professora de português sempre explicou, ponto final é quando uma coisa termina, acaba, morre. A gente começa uma outra frase, que nem sempre precisa estar conectada à ideia anterior. Confesso que achei que com a gente seria assim. Achei que, como em uma frase, eu saberia começar um outro capítulo e simplesmente deixar pra lá o ponto final que a gente colocou. Mas não.

Não sei se é o meu aniversário chegando (e todos os planos e coisa que fizemos ano passado) ou se é realmente a data oficial de término que me deixaram assim esses dias. Ou se é apenas excesso de trabalho. Ou apenas decepção com pessoas que tenham conhecido. Ou se, encarando os fatos, você é mesmo o grande amor que sempre esperei, que aconteceu, mas que não pôde (ainda, quem sabe, ser meu). Não sei mesmo.

O que eu sei é que a sensação que eu tenho é que o nosso ponto final ficou torto, quase como uma vírgula. Sabe aquela frase que a gente sabe se terminou ou se vai continuar porque a letra da pessoa que escreve é meio estranha? Acho que a nossa história é assim: naquele dia 15 de julho a gente não entendeu se seria uma vírgula ou ponto final. E essa dúvida é o que mata. Não que, se ela não existisse, eu estaria dando pulos de alegria e embarcando em um cruzeiro para solteiros. Acho que ainda estaria com a mesma sensação nessa época do ano.

Essa vírgula que existe (e os dois sabem que existe) é o que nos impede de trocar mais do que uma dúzia de palavras por mês. Essa vírgula é a sensação boa que existe sempre que te vejo online no Skype, mesmo que não fale com você. Essa vírgula é a saudade que tenho dos passeios que fizemos. Essa vírgula é o aperto no peito que sinto sempre que passo perto de onde você trabalha ou mora.

Essa vírgula é o que me move todos os dias, pensando que ainda não chegamos ao nosso ponto final...

terça-feira, 28 de junho de 2011

Pra Você Guardei o Amor...

"Penso sempre que um dia a gente vai se encontrar de novo, e que então tudo vai ser mais claro, que não vai mais haver medo nem coisas falsas. Há uma porção de coisas minhas que você não sabe, e que precisaria saber para compreender todas as vezes que fugi de você e voltei e tornei a fugir. São coisas difíceis de serem contadas, mais difíceis talvez de serem compreendidas — se um dia a gente se encontrar de novo, em amor, eu direi delas, caso contrário não será preciso. Essas coisas não pedem resposta nem ressonância alguma em você: eu só queria que você soubesse do muito amor e ternura que eu tinha — e tenho — pra você. Acho que é bom a gente saber que existe desse jeito em alguém, como você existe em mim.”

Caio Fernando Abreu, colocando em palavras o que vai lá por dentro.


PS: Sim...estou numa semana meio de "recaída",mas todo mundo tem direito...me entendam,vai... hahahaha

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Coisas estranhas acontecem...

...e acontecem comigo.

Um dos prospects jantou comigo semana passada. Cozinhei. Fiz o trivial...risotto, que é praticamente arroz e feijão pra mim. E aí que eu só fiz isso porque rolava uma conversa toda de "não quero só um lanchinho, quero um relacionamento bacana, com uma companhia legal". E, partindo do princípio que o cara pedia pra sair comigo faz teeeeeeeeeeeempo, resolvi dar uma chance.

Aí que eu fiz o jantar. E o (agora ex) prospect foi. Foi, jantou e simplesmente foi embora. "Comi, bebi, o que eu estou fazendo aqui?", sabem? Assim. Me deixou sem entender nada depois de várias mensagens no msn, celular e qualquer outro meio de comunicação existente. Aí eu liguei. Liguei para entender qual foi a besteira da vez. E aí...

O cara vem com uma conversa de que "você é uma mulher incrível e seria muita sacanagem eu ficar com você sendo que não estou pronto para namorar ninguém e só curtir a vida...desculpa se eu dei a entender que queria algo mais sério. Percebi que ia te sacanear e decidi ir embora..." Simples assim.

Ok...ponto positivo para a gentileza do rapaz, mas... CUSTAVA TER FALADO ISSO ANTES DE JANTAR????

Ê vida...

Hoje eu acordei assim....



Drew looks at me
I fake a smile so he won't see
That I want and I'm needing
everything that we should be
I'll bet she's beautiful,
that girl he talks about
And she's got everything
that I have to live without

Drew talks to me,
I laugh cause it's just so damn funny
That I can't even see
anyone when he's with me
He says he's so in love,
he's finally got it right,
I wonder if he knows
he's all I think about at night

He's the reason for the teardrops on my guitar
The only thing that keeps me wishing on a wishing star
He's the song in the car I keep singing
Don't know why I do

Drew walks by me,
can he tell that I can't breathe?
And there he goes, so perfectly,
The kind of flawless I wish I could be

She'd better hold him tight
Give him all her love
Look in those beautiful eyes
And know she's lucky cause

He's the reason for the teardrops on my guitar
The only thing that keeps me wishing on a wishing star
He's the song in the car I keep singing
Don't know why I do

So I drive home alone
As I turn out the light
I'll put his picture down and maybe
Get some sleep tonight

He's the reason for the teardrops on my guitar
The only one who's got enough for me to break my heart
He's the song in the car I keep singing
Don't know why I do

He's the time taken up, but there's never enough
And he's all that I need to fall into...

Drew looks at me
I fake a smile so he won't see.

domingo, 26 de junho de 2011

Comunicação em relacionamento

Desenvolvi a teoria da comunicação em relacionamentos.

Ok, na verdade é um post besteira que eu resolvi escrever para alegrar o domingo de vocês. Em comunicação temos alguns termos que definem os trabalhos e aí que eu pensei que isso define também os relacionamentos:

- PROSPECT (ou Prospects, se você for uma pessoa esperta): é aquele cara (ou mulher) que quer ser uma conta fixa, mas ainda não é. Estão na fase de reuniões e argumentações para tentar firmar a "parceria"

- JOB: É aquele cara que não é necessariamente um prospect, mas vira e mexe aparece com alguma proposta boa que vale um contratinho bem rápido na prestação de serviços. Dificilmente o Job vira uma conta ou um prospect, mas ainda assim vale manter o contato esporádico.

- CONTA (ou cliente): é o prospect que deu certo. As reuniões foram um sucesso, o cliente e você gostaram da proposta e a parceria foi estabelecida. Agora é só manter a relação funcionando que o sucesso é total.

Claro que, no meio de tudo isso, acontecem os cancelamentos de contrato. E aí, minha gente, diferente da minha área que a gente se lamenta um pouco e corre atrás do prejuízo, quando uma conta emocional cancela o contrato, a gente sofre mais do que imagina...

sábado, 25 de junho de 2011

Pula Cerca

Não, minha gente...não é brincadeira de criança e nem carneirinhos na insônia. Pula Cerca é o nome de um site na internet que me recuso a colocar o link direto aqui no blog. Pra que serve? Para homens e mulheres que...bem,querem pular a cerca.

Funciona quase como um orkut ou facebook, mas ao invés de rede social de contato bacana (ok, de contato que te ajuda a dispersar no trabalho), esse site cadastra e coloca em contato pessoas que querem encontrar pessoas para relacionamentos extraconjugais. Simples assim. Bonito? Nada bonito. Tem acessos? Um monte.

E como eu sei de tudo isso?, perguntam vocês? Simples. Eu sou uma pessoa neurótica às vezes. E com o pai da Madu eu sempre soube que alguma coisa não se encaixava na pessoa. E aí eu descobri a senha do e-mail dele. E entrei no e-mail. E foi assim, desse jeito, que eu tive acesso a esse mundo virtual bizarro. Ele nunca chegou a encontrar com nenhuma mulher do site, mas trocou váááááááááárias mensagens e fotos que não precisam de descrição aqui... para bom leitor, uma palavrinha escrita basta.

Nunca fui afetada por esses acessos. Na verdade me incomodei bastante, mas eu percebi que, sei lá, era fetiche, fantasia e, pelos e-mails que eu li, ele não era homem o suficiente para encarar um encontro real com essas mulheres. Mas eu percebi que esse site existe.E só causa preocupação.

Aí pergunto: pular cerca pra quê??? Acaba com a cerca e vai ser feliz....

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Homens...e nossos 30 anos

Ruim com eles. Pior sem eles. FATO!

Será que alguém está lendo isso no meio de um feriado prolongado? Duvido muito. Muitos viajaram e o que não fizeram nada estão passando longe do computador. Mas mesmo assim, em consideração aos leitores fieis, vou dividir com vocês a reflexão de um amigo de 30 e poucos anos: namorar mulher acima dos 30 é furada.

Eu, no auge dos meus (QUASE) 28 anos, fiquei preocupada. Afinal, faltam apenas dois anos até os 30. O cara alega que as mulheres quando completam 30 dobram na insegurança. Será? Eu sempre pensei que aos 30 a gente sofre uma alteração cerebral que faz com que a gente cresça. Evolua. Vire uma pessoa mais consciente, confiante. Um mulherão. Aí vem um cara e me dá um banho de água fria. (rs)

Eu espero não virar uma trintona mais chata. Espero que eu seja uma trintona decidida, segura de mim, com carreira promissora e mais um monte de coisas que eu sei que são meio impossíveis de se conseguir (tipo casar com o Santoro). E que, junto com a idade, venha mais maturidade e sabedoria.

E esse meu amigo? Acho melhor ele começar a procurar namoradinhas na porta do colegial...porque mulheres realmente evoluem mais rápido...

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Feriado

E hoje tá todo mundo de folga!!! Ninguém acorda tarde, ninguém tem trabalho e todo mundo foge dos e-mails corporativos.

Programei o post, claro, então é bem provável que enquanto você está lendo esse post, eu estou...tchaaaaam, empacotando as minhas coisas para logo mais me mudar para a casa nova. E isso é chato, minha gente. Você percebe o quanto de tralha você guardou. E aí...

...aí que eu vou aproveitar para jogar fora um monte de coisas. Coisas que eu quero esquecer, coisas que me fazem sofrer, coisas inúteis. Em compensação vou levar comigo boas lembranças, momento felizes, recordações gostosas. Vou me despedir da descarga consertada por uma pessoa especial. Vou dar tchau para o lugar que abrigou uma história bonita. Vou fechar um ciclo de vida. E vou abrir outro.

E enquanto vocês descansam e eu empacoto as minhas coisas, empacoto junto todo o meu desejo de uma vida nova...nova e cheia de coisas boas.

Meninas da Ferraz: eu disso COISAS BOAS e não PESSOAS BOAS (piada interna, leitores...)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Podemos ter tudo??

Ando observando não só a minha vida, mas a de muita gente ao meu redor. Mulheres fantásticas, com empregos bacanas, vida social e...sozinhas. Ou então mulheres incrível, marido carinhoso, amigas fieis e...sem emprego. Aí eu me pergunto: podemos ter tudo??

Um dia meu pai me disse que preciso aprender a me satisfazer com 70% das coisas que a vida me oferece. Na verdade a explicação dele foi mais profunda e já escrevi sobre ela aqui. Mas ainda acho que eu não entendi (ou não quis entender) o que ele disse. Não quero 70%. Quero 90,95%. 100% acho meio impossível porque...bem, até Gisele Bündchen tem algo que a deixe descontente e ninguém atinge a perfeição.

O que eu quero, de verdade, é ver que eu alcancei meus sonhos. Quero olhar para trás e ver que conquistei o que eu queria. Não bens materiais, porque acho que esses a gente vai atrás e consegue (ou chega perto disso). Quero saber que, emocionalmente, cheguei lá.

Sabem...sempre olhei para a minha vida lá na frente e imaginei a família Doriana: marido, filhos, cachorro...eu trabalhando, ele também. Os filhos educados (não 100% do tempo,claro) e uma vida em família feliz. Eis que me pego com 28 anos (quase), uma filha e sem ninguém ao meu lado. Não. Não estou deprimida. Mas acho que a gente tem vontade de dividir as conquistas com uma pessoa. Quer dormir e acordar ao lado de alguém bacana. Mas está cada vez mais difícil arrumar esse alguém. Por quê? Não sei...talvez porque o meu alguém não possa ser meu. Talvez eu tenha achado essa pessoa, mas não estou com ela. Um amigo meu uma vez me disse: Pode ser que o amor da nossa vida não termine com a gente no final. Será? Pode ser...

O que eu me pergunto é: tendo uma carreira em crescimento, uma filha linda, amigos e família maravilhosos, posso ainda querer mais???

terça-feira, 21 de junho de 2011

Inferno astral...Ahn?

Dizem que um mês antes do seu aniversário você entra no inferno astral. Tem ano que acho que isso é realmente válido. Não cantando vitória antes do tempo, esse ano estou mais light, acho eu. Meu inferno astral tem sido bem sossegado. E com coisas boas acontecendo...

Provavelmente no começo de julho me mudo para o novo apartamento. Não vou dar detalhes para não correr o risco da coisa não dar certo. Sei que muita gente aqui torce por mim, mas muita gente lê e inveja. Não que eu seja a mais linda do mundo, mas inveja todo mundo sofre. Então, por enquanto o que eu posso dizer é que estou me preparando para um começo novo de vida. E nesse começo novo, quero fazer as coisas do jeito certo. Já falei sobre minha ideia de novo "Eu" aqui. E vou seguir com isso até o fim.

De resto, ainda estou pensando em como me organizar e como vão ser as coisas e a logística da vida nova. E acho que será muito melhor para mim. Gente nova, escola nova pra Madu, vizinhos (gente, tem uma academia ao lado do meu apartamento novo...sinal de Deus para eu começar a malhar) e uma vontade enorme de fazer dar certo.

Xô inferno astral e que venham coisas boas...meu ano só está começando!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Por ela qualquer coisa vale a pena...


Minha vida. Meu mundo. Meu tudo.

Mundo estranho....

Sério, hoje eu estou meio revoltada. Na verdade a revolta vem de lá de trás (alguns dias), mas só agora tive tempo de me pronunciar. Eu realmente não sei o que acontece com os homens. E com as mulheres. Você conhece uma pessoa, ele diz que a mulherada tá fácil e foge do compromisso. Daí você aparece, parece que tudo será perfeito e ele simplesmente...some.

Na verdade não some. Mas é vago. Vocês não se viram, o jantar ficou no planejamento e a coisa não andou. E você se pergunta "que raio de coisa errada eu fiz dessa vez?" e não tem resposta nenhuma. Talvez você seja muito bonita, muito feia, muito gorda, muito magra. Talvez você tenha filhos ou seja chata. Ou talvez o problema seja o cara. Talvez ele seja muito cego em não ver você. E se essa for a verdade, não tem motivos para se preocupar porque quem está perdendo é o cara e não você!

Mas, mesmo assim e diante de tudo, eu ainda acho o mundo um lugar estranho em que as pessoas não se entendem e o mundo, povo, tende a ficar mais louco.

Que estranho...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Jantar para o prospect...

Brincadeirinha no título. Fato é que eu realmente vou cozinhar para um...sei lá como chamar...prospect. Prospect, na linguagem do meu dia-a-dia, é aquele cliente que ainda não é cliente, está na fase da conquista. E aí que, com esse moço, estou na mesma fase. Por isso a brincadeirinha.

E fato é que eu AMO cozinhar. Sério. Ainda mais para pessoas legais. E isso é desde sempre. Sempre curti jantares e mais jantares para as amigas e amigos. Me lembro do dia que me aventurei e diz CINCO QUILOS de macarrão. Eu mesma fiz a massa. Amigas de Vinhedo podem comentar aqui e comprovar a veracidade da história. Mas, voltando ao post...

Vou cozinhar para esse moço. Não vou falar sobre ele. Não ainda e nem sei se um dia. Voltando ao post, de novo... eu estou pensando, desde domingo (programei esse post para quinta então até lá pode ser que tenhamos novidades) e ainda não sei o que eu vou fazer. Pensei em partir para o inédito na minha cozinha e testar um prato dos milhares livros que eu tenho em casa. Mas acho que não é o melhor caminho. Vai que dá uma zica e a coisa fica horrorosa?! Aí o ponto negativo é super garantido.

Aí pensei no óbvio (para mim o óbvio não é macarrão com manteiga) e fazer o meu consumê de palmito, receita que aprendi com o Tio Vitché e que todo mundo ama. Mas aí não acho que seja um prato que a gente faça pra alguém legal.

E resolvi ir de comida italiana. Um jantar típico. Não vou falar tudo o que pensei porque não quero estragar surpresa nenhuma. Mas acho que esse tipo de comida é garantido. Concordam?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Pura verdade: Mães de festa...

Post totalmente inspirado no Sutiã 44 , já estou avisando. Achei o máximo.

Ser mães para 99% do mundo = agendar com milênios de antecedência um simples jantar. Conferir dois dias antes se a filha vai mesmo para a avó. Lembrar, na véspera, que a filha vai para a avó. Ligar, no dia, 15 vezes para a avó confirmando que "sim, é hoje que ela vai praí". Com sorte, sair para jantar sem telefonemas surpresas do trabalho, da avó, do pai da criança, do raio que o parta.


Ser mãe para 1% = deixar seu filho recém-nascido com quinze babás e ir para a balada da nova novela linda, loira e magra.

Sim! Isso acontece. Enquanto o mundo se desdobra, se culpa, chora, borra a maquiagem e vive planejando a agenda, tem gente que não está muito aí para o fubá. E eu confesso (por mais que atirem pedras em mim agora) que eu INVEJO essas moças. Sim. Invejo. E não. Não é inveja branca. É inveja, inveja mesmo. Inveja porque, se eu quero ir ao cinema, eu preciso de mil e um planejamentos para a coisa acontecer. E ainda assim, corro risco de acontecer algo e...cinema por água abaixo.

Sei que a celebridade precisa aparecer, precisa estar na mídia. Mas acho que deixar seu bebê de 1 mês em casa para ir para a balada soa absurdo demais. E daí que você tem uma babá que respira por você? Seu bebezinho precisa da mãe, ainda assim. Acho que precisa ter um senso de quando sair. Completou três meses? Vai, se joga...aproveita a babá e se divirta.

E eu? Eu vou continuar invejando a Fernanda Lima...porque ela pode decidir já se quer sair. Eu? Me pergunta isso semana que vem...eu vou me programando até lá...

terça-feira, 14 de junho de 2011

Friends with EX?

Dia desses eu estava conversando com uma amiga, que é muito amiga de todos os ex-namorados. Perguntei qual é a fórmula mágica para isso porque, no meu caso, isso não existe. Perdi todo contato com todos eles, tirando o pai da Maria Eduarda - por questões óbvias e mais uma pessoa, que encontro anualmente. Mas desse segundo, não posso dizer que eu sou amiga porque encontrar uma vez por ano não é sinônimo de amizade,certo?

Acho curioso isso...não ser amiga de uma pessoa que, vamos encarar os fatos, dormiu com você. Afinal de contas, não deram certo como casal, mas podem ser amigos,não é? Não sei, sinceramente. Será que a mágoa do término é tanta que não é possível a amizade? Ou será que, de verdade, nunca o término é consensual? Um lado sempre ressente porque não era bem o fim que se esperava?

Alguns ex-qualquer coisa eu adoraria ser amiga. Um deles eu troco meia dúzia de palavras vez ou outra no Skype. Acho que atingimos um ponto legal no "quase" relacionamento amistoso. Eu era infantil na época que ficamos juntos e, apesar do episódio "Maria Helena" (já falei sobre isso antes), acho que a imagem que ficou na cabeça dele não foi tão ruim assim. E ele é uma pessoa legal. Não restou nada daquela paixão que eu sentia, mas admiro esse cara como pessoa e acho que isso é legal levar para a vida. O outro ex que eu gostaria de ser amiga é Mr. Right. Por tudo o que aconteceu e porque a verdade é que nos divertimos muito e todas as conversas sempre eram interessantes. Mas esse eu sei que não dá. A gente não sabe ser amigos. De verdade? Não sei nem se é isso que os dois gostariam.

E aí eu penso? Podemos mesmo ser amigos de um ex? Ou será que sempre, de uma das partes, vai rolar um sentimento do tipo "E se eu tentasse fazer a coisa acontecer de novo?" ?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Meu dia dos namorados

Certeza de que muita gente está curiosa para saber o que eu fiz nesse santo dia. E a resposta é: NADA. Nada mesmo.

Sexta eu fui para casa e resolvi assistir a um filme. "Um lugar chamado Notting Hill" foi a escolha. AMO esse filme e ele deixa a gente pensando que a vida pode ser melhor, que um bonitão famoso pode se apaixonar por você (Oi Santoro!) e casar com ele no fim do filme. Brincadeira... eu gosto de filmes assim porque a gente termina de assistir e se sente leve. Vai dizer que acontece o mesmo quando você assiste "Tropa de Elite"?


Aí eu dormi e acordei tarde. Fazia tempo que isso não acontecia. Passei o dia com a minha amiga Toddynho e depois fui ao centro que frequento. Voltei e assisti mais um filme de mulherzinha. De novo, para dormir feliz.   E domingo não fiz nada. Passei o dia deitada me dividindo entre uma soneca e episódio de "Sex and the City". À noite fui trabalhar (sim!trabalhar...) no Hotel Unique, montando um QG para a semana de moda. 

E foi assim que não passei o dia deprimida, nem amaldiçoando o mundo por estar solteira. Isso porque estar solteira não tem sido tão ruim assim...

E vocês, como passaram o dia 12?

Hoje é dia deleeee...o santo "muso" do blog!

Tonhão, seu lindo, hoje é seu dia. Só seu!!! Olhai por nós!

Brincadeira...hoje é dia de Santo Antônio, santo venerado pela mulherada encalhada solteira. Reza a lenda que a mulher precisa ganhar um santo, tirar o bebê dele e aí esperar pelo amado. Mas agora me disseram que a gente precisa ROUBAR um santo. Isso confere??

Enfim...aqui vai a homenagem do - praticamente - MUSO do blog...

sábado, 11 de junho de 2011

Como faz?

Uma amiga muito querida e leitora do blog está passando por uma situação bem complicada. Ela conheceu um moço, se interessou por ele e eles ficaram. Acontece que ele namorava há sete anos e estava em crise. E aí quem entrou em crise foi ela. O que fazer? Aí que ela continuou ficando com o cara. E nessa o cara terminou o namoro. EEEEEEE!!!! Ponto para ela? Não. O cara terminou o namoro, mas não quis assumir nada com ela. Conversaram esse fim de semana e ele disse que não queria um relacionamento sério, que precisava de um tempo dele e "blá blá blá Whiskas Sachet".

Aí eu fico pensando em como as coisas são. A minha amiga está, claro, triste. Triste porque apostou as fichas dela nesse relacionamento e, principalmente depois que o cara terminou, ela achou que eles teriam chances. Até eu achei,claro. Parecia o natural. Mas não. O cara pulou fora.

Não julgo,claro. Acho que para ele a situação era super cômoda. Como disse para a minha amiga, ele tinha um relacionamento ideal: ela ficava com ele (e só com ele) e ele tinha uma em cada canto. E nessa, mais uma vez, ela sofre.

Como fazer nessa situação? Sei que amor é um jogo...praticamente pôquer, que a gente aposta as nossas fichas baseada em achismo. E nessa, ganhar ou perder é uma questão de sorte. Será mesmo?

sexta-feira, 10 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Desespero.com

E aí que está chegando o temido dia dos namorados. Para os solteiros e solteiras,claro. E a pergunta que não quer calar é: como estou me sentindo? A resposta: como se fosse mais um dia como qualquer outro. Sério. Passou a fase de querer matar o cupido, de desejar que esse dia acabe e odiar casais felizes. E olha que nunca pensei que chegaria nessa fase da vida. Mas cheguei.

Quarta eu saí com um cara bem bacana. Não vou falar muito porque eu disse que não falaria mais nada de detalhes e ia transformar esse espaço em algo mais light. Mas gostei dele. Gostei e o perigo mora aí. Como assumir um ar blasé para não assustar a pessoa? Como é que a gente sai com uma pessoa há dias do fatídico dia 12 e não está nem aí? Eu estou assim. No dia 12 vou sair com amigas, acho eu. Ou ficar com a minha filha. Ou assistir filminhos bonitinhos. Ou simplesmente ficar comigo. Por quê?

Porque mulher tende a ser desesperada. Tende a enfiar os pés pelas mãos e aí que ferra tudo. E eu não estou a fim de ferrar tudo. Não dessa vez. Vou deixar a coisa rolar sem neuras, sem cobranças porque eu aprendi que isso espana qualquer pessoa.

E o dia 12? Para mim só é o dia depois do 11 e antes do 13...

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O que a gente quer e o que eles querem...

Já disseram que mulheres são de Marte e homens são de Vênus (ou seria ao contrário?), que nós falamos línguas diferentes e temos características opostas. E, para piorar, um não sabe o que o outro quer. E cada um tem uma opinião diferente do outro. Confuso? Sim. E verdadeiro.

Tenho conversado com alguns amigos (homens) e a maioria diz que a mulherada não quer compromisso. Fiquei passada com a frase. Como assim? Eu quero um cara que queira um relacionamento sério e só encontro gente que não quer nada mais do que umas saidinhas básicas. E aí vem um monte de amigos e me dizem que a mulherada foge quando dizem em namoro? Peralá (inventei,claro), povo... estamos MESMO falando línguas diferentes!

Aí chega a semana do dia 12 de junho e, pelo jeito, ninguém quer mesmo mais compromisso. Os homens fogem das mulheres que, devo concordar, estão mais desesperadas do que o normal. A loucura de achar um par para o dia dos namorados impera na cabeça das moçoilas. Eu já fui uma desesperada. Hoje não sou mais. Prefiro me dar um presente a correr o risco de acabar com um bolha. Mas isso é assunto pra outro post.

A pergunta que não quer calar é: queremos compromisso mas estamos focando nos caras errados (e aí nunca achamos esses que dizem que querem namorada séria) ou somente estamos falando línguas diferentes e aí ninguém se entende?

terça-feira, 7 de junho de 2011

Solteiras de São Paulo: E aí

E aí,mulherada de São Paulo, quem topa um encontrinho no dia 12, só para as solteiras??

Festaaaaaaaaaaaa!!!

Descaso...

E aí que eu andei sumida por conta de trabalho...mas voltei. Não me abandonem! hehehehe

O post de hoje não é muito longo. Mesmo porque não tenho muito o que falar. Sábado foi aniversário da Maria Eduarda. 3 anos. Uma luz na minha vida e na de toda a minha família. Ela estava toda feliz com os telefonemas das pessoas, ainda que não falasse direito com ninguém. E todo mundo ligou. Todo mundo menos o pai dela.

Não que ela tenha reparado ou sentido falta, mas eu reparei. E fiquei chateada. Poxa...ela tem pai. Ela gosta do pai. O mínimo que ele poderia ter feito é ter dado um telefonema para ela. Mas nem isso. Não julgo e não falei nada com ele e nem vou falar. Acho que, no fim das contas, a vida vai ensinar...

E fica o pensamento: o descaso é o pior dos sentimentos...e ele te cobra lá na frente...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Quase 3 anos depois...

Eu já disse o quanto acho que o tempo passa muito rápido. Ontem mesmo eu estava em Valinhos comemorando um novo ano e hoje estamos quase dançando quadrilha de festa junina. Assim...num piscar de olhos. E passa rápido como furacão...

Há quase 3 anos atrás eu estava indo para a maternidade. Minha vida mudaria naquele dia 4 de junho de uma forma inesperadamente deliciosa. Eu carreguei a Madu no colo pela primeira vez. E depois daquele dia 4 de junho de 2008, quase um ano depois, em março de 2009, a minha família virou eu e ela. O nosso pequeno (e feminino) núcleo familiar passa todos os dias por transformações e descobertas. Madu já tem personalidade e vontades que são só dela. É vaidosa ao extremo, algo que deve ter aprendido comigo. Tem o gênio forte...acho que também parecido com o meu. Mas é doce como o mel.

Agora nossa vidinha está prestes a mudar de novo...ela vai completar 3 anos de vida no sábado, estamos procurando um novo lar, tenho um emprego que é delicioso, mas me consome e ela precisa se adaptar a isso. Para ela é tudo diversão...ela quer um quarto novo lilás e adora saber que eu trabalho com o "Proencia", como ela se refere a um dos meus clientes.

E assim, com novas descobertas, nossa vida feliz vai se construindo dia-a-dia...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Promoção no outro blog!

Propaganda de mim mesma... hahahaha

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Bipolaridade

Não, não descobri que eu sou bipolar. Ou talvez eu seja e não saiba. Brincadeira.

Lembram que um dia eu disse aqui que eu não estava preparada para um namorado, que eu queria curtir a vida e blá blá blá Whiskas Sachet? Bom, era mentira. Eu não sirvo para ser uma pessoa que casualmente se relaciona com outra. Não mesmo. Não sei não mandar SMS, mensagens, e-mails ou qualquer coisa que possa significar "estou lembrando de você agora". E aí que isso é proibido em um relacionamento casual. Me diz, como é que você não vai se envolver se você manda SMS pra pessoa? Não dá.

E aí que chegou o frio e com ele vem a vontade de ter alguém que você possa simplesmente assistir a um DVD no sofá da sua casa. Ou passear no shopping. Ou qualquer outra coisa que não seja um barzinho com final já pré-definido. Tá, isso pode ser legal de vez em quando, mas não é para mim. Eu tentei. Eu bem que tentei. Tentei e não consegui.

E por isso que resolvi desencanar e entregar para Cristo, como dizem por aí. Não vou mais procurar ninguém. Não vou correr atrás de situações que possam ser bacanas. Vou simplesmente deixar fluir. E nessa programei que vou com uma amiga em uma festa no dia 11 de junho. Quer coisa mais legal do que ficar com uma amiga que você não vê há muito tempo e está igualmente solteira? Vamos curtir juntas a nossa liberdade.

Bipolar? Talvez...mas antes bipolar a trair os meus valores...