quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O que está acontecendo com o mundo?

Não, não estou falando do aquecimento global ou da desmatação da Amazônia. Eu estou falando mesmo é do que as pessoas estão fazendo com os relacionamentos. Tudo está muito largado, muito jogado, muito desvalorizado. E explico: o conceito de estar ao lado de alguém está cada vez mais esquisito.

Conheço muita gente que namora. Muita mesmo. E aí que algumas delas, em sua grande maioria homens, banalizaram a convivência a dois. Lembram-se do piloto de helicóptero? Reapareceu dia desses. Não, não foi um bom sinal. O cara foi direto e reto: e aí, vamos sair ou não? E eu pedi que definisse sair. E aí, em respeito ao meu pai e a todo mundo que lê e sabe que eu sou uma pessoa decente, vou me permitir não escrever aqui a definição de sair que ele me deu. E aí, eis que o cara me aparece, semanas depois, namorando. Até aí, muito que bem. O pior foi que, mesmo namorando, o cara me pergunta se eu realmente não quero sair com ele. E quando eu disse que ele namorava e que seria errado, ele me passou um discurso tão grande que eu precisaria de vários posts. Mas, basicamente, ele dizia que o fato dele namorar não era empecilho para que a gente saísse. Não preciso nem dizer que esse rodou de vez,né?

Tem mais alguns outros casos semelhantes, mas diferentes. No fundo, no fundo, cada um com um motivo diferente, todos namoram, mas pediram pra sair comigo. Eu só consigo pensar que eu devo mesmo ter cara de "destruidora de lares"! E nessas horas eu penso em como é bom estar sozinha. Porque, mesmo que sozinha possa ser chato às vezes, pelo menos eu não tenho ninguém que me engane.

Eu espero, de coração, que quando eu tiver alguém para chamar de meu, ele seja realmente só meu. Ou, pelo menos, se fizer coisa errada, que saiba fazer bem feito. Porque se eu descobrir..acabou!!

Mundo, estranho mundo, aonde tudo isso vai parar??

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Alguém especial...

Esse cara traduziu TUDO o que eu sinto...impressionante!!!


“Ficar com muita gente é fácil”, diz um amigo meu, com pouco mais de 25 anos. “Difícil é achar alguém especial”.
Faz algum tempo que tivemos essa conversa. Ele tentava me explicar por que, em meio a tantas garotas bonitas, a tantas baladas e viagens, ele não se decidia a namorar.
Ele não disse que estava sobrando mulher. Não disse que seria um desperdício escolher apenas uma. Não falou em aproveitar a juventude ou o momento e nem alegou que teria dificuldade em escolher. Disse apenas que é difícil achar alguém especial.
Na hora, parado com ele na porta do elevador, aquilo me pareceu apenas uma desculpa para quem, afinal, está curtindo a abundância. Foi depois que eu vim a pensar que existe mesmo gente especial, e que é difícil topar com uma delas.
Claro, o mundo está cheio de gente bonita. Também há pessoas disponíveis para quase tudo, de sexo a asa delta. Para encontrar gente animada, basta ir ao bar, descobrir a balada, chegar na festa quando estiver bombando. Se você não for muito feio ou muito chato, vai se dar bem. Se você for jovem e bonita, vai ter possibilidade de escolher. Pode-se viver assim por muito tempo, experimentando, trocando de gente sem muita dor e quase sem culpa, descobrindo prazeres e sensações que, no passado, estariam proibidos, especialmente às mulheres.
Mas talvez isso tudo não seja suficiente.
Talvez seja preciso, para sentir-se realmente vivo, um tipo de sensação que não se obtém apenas trocando de parceiro ou de parceira toda semana. Talvez seja preciso, depois de algum tempo na farra, ficar apaixonado. Na verdade, ficar apaixonado pode ser aquilo que nós procuramos o tempo inteiro – mas isso, diria o meu jovem amigo, exige alguém especial.
Desde que ele usou essa fatídica expressão, eu fiquei pensando, mesmo contra a minha vontade, sobre o que seria alguém especial, e ainda não encontrei uma resposta satisfatória. Provavelmente porque ela não existe.
Você certamente já passou pela sensação engraçada de ouvir um amigo explicando, incansavelmente, por que aquela garota por quem ele está apaixonado é a mulher mais linda e mais encantadora do mundo – sem que você perceba, nela, nada de especial. OK, a garota é bonitinha. OK, o sotaque dela é charmoso. Mas, quem ouvisse ele falando, acharia que está namorando a irmã gêmea da Mila Kunis. Para ele ela é única e quase sobrenatural, e isso basta.
Disso se deduz, eu acho, que a pessoa especial é aquela que nos faz sentir especial.
Tenho uma amiga que anda apaixonada por um sujeito que eu, com a melhor boa vontade, só consigo achar um coxinha. Mas o tal rapaz, que parece que nasceu no cartório, faz com que ela se sinta a mulher mais sensual e mais arrebatada do planeta. É uma química aparentemente inexplicável entre um furacão e um copo de água mineral sem gás, mas que parece funcionar maravilhosamente. Ela, linda e selvagem como um puma da montanha, escolheu o cara que toma banho engravatado, entre tantos outros que se ofereciam, por que ele a faz sentir-se de um modo que ninguém mais faz. E isso basta.
É preciso admitir que há gente que parece especial para todo mundo. Não estou falando de atores e atrizes ou qualquer dessas celebridades que colonizam as nossas fantasias sexuais como cupins. Falo de gente normal extremamente sedutora. Isso existe, entre homens e entre mulheres. São aquelas pessoas com quem todo mundo quer ficar. Aquelas por quem um número desproporcional de seres humanos é apaixonado. Essas pessoas existem, estão em toda parte, circulam entre nós provocando suspiros e viradas de pescoço, mas não acho que sejam a resposta aos desejos de cada um de nós. Claro, todo mundo quer uma chance de ficar com uma pessoa dessas. Mas, quando acontece, não é exatamente aquilo que se imaginava. Você pode descobrir que a pessoa que todo mundo acha especial não é especial para você.
Da minha parte, tendo pensado um pouco, acho que a pessoa especial é aquele que enche a minha vida. Ela é a resposta às minhas ansiedades. Ela me dá aquilo que eu nem sei que eu preciso – às vezes é paz, outras vezes confusão. Eu tenho certeza que ela é linda por que não consigo deixar de olhá-la. Tenho certeza que é a pessoa mais sensual do mundo, uma vez que eu não consigo tirar as mãos dela. Certamente é brilhante, já que ela fala e eu babo. E, claro, a mulher mais engraçada do mundo, pois me faz rir o tempo inteiro. Tem também um senso de humor inteligentíssimo, visto que adora as minhas piadas. Com ela eu viajo, durmo, como, transo e até brigo bem. Ela extrai o melhor e o pior de mim, faz com que eu me sinta inteiro.
Deve ser isso que o meu amigo tinha em mente quando se referia a alguém especial. Se for isso vale a pena. As pessoas que passam na nossa vida são importantes, mas, de vez em quando, alguém tem de cavar um buraco bem fundo e ficar. Essas são especiais e não são fáceis de achar. 
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras)

E eu roubei do site da Época...

Simplesmente complicado

É incrível a capacidade do ser humano de complicar as coisas. Mais incrível ainda é a minha capacidade em complicar as coisas. Deve ser por isso que ando meio desanimada de mim mesma. Para descomplicar acaba sendo...bem,complicado.

Não tem acontecido muita coisa na minha vida. A bem da verdade, não tem acontecido nada. Nada mesmo. O que tem acontecido é muito trabalho (graças a Deus) e uma rotina diferente, mas ainda assim, rotina. Nenhuma pessoa em vista (tem uma história, mas é complicada, claro), nenhuma programação diferente. Nada. O que tem de novo é a Madu na escola, cada vez mais esperta e crescendo lindamente.

Até o blog, que eu sempre adorei de paixão, está desanimadinho. Não sei mais se as pessoas entram aqui para ler, se gostam, se também estão de saco cheio que nem eu. E cada vez mais eu sinto que está chegando a hora de acabar com este espaço aqui e abrir um outro, que eu possa falar de tudo e sobre tudo.

Será? Não sei...tudo anda simplesmente complicado.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Momento culto: Loucas por casamento - matéria do IG

Taci, minha amiga fofa mandou porque achou que tinha a cara do blog. Eu AMEI!
Sou louca por casamento e amaria ganhar dinheiro vivendo esse mundo. Sim, um dos meus filmes preferidos é "Vestida para casar"!!

DO IG:

Se você passou dias esperando para ver o vestido de noiva de Kate Middleton e semanas comentando os detalhes e fotos da cerimônia real, não pode negar a existência de uma certa fascinação feminina pelas figuras da noiva e do casamento. A psiquiatra e escritora Neusa Steiner captou esta fascinação em seu aspecto mais grave na peça de teatro “Sangue Seco”, que estreou nesta sexta-feira em São Paulo, com a história de uma mulher que, durante anos, cultivou o hábito de assistir a casamentos de desconhecidos.


O monólogo foi baseado na vida de uma mulher que Neusa conheceu cerca de cinco anos atrás, em um grupo de terapia. “Por anos ela assistia aos casamentos sentada no banco de trás da igreja. Ela era solteira e sempre teve o desejo de se casar, mas nunca conseguiu”, relembra a autora. Para a psicoterapeuta Lidia Rosenberg Aratangy, autora do livro “O Anel que Tu Me Deste: O Casamento no Divã” (Primavera Editorial), a obsessão pelo casamento se sustenta principalmente no espetáculo do ritual, e não no relacionamento. “O fascínio muitas vezes sugere uma fantasia de princesa. Casamento é outra coisa”, diz.

De acordo com a antropóloga e professora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Mirian Goldenberg, prestes a lançar o livro “De Perto Ninguém é Normal” (Editora BestBolso), existe sim uma ilusão de que a mulher com um casamento feliz é a mulher mais invejável. Esta fantasia é alimentada diariamente pela teledramaturgia. “O casamento é o final de todas as novelas e representa o momento mais feliz na vida de uma personagem”, compara. Na vida real, no entanto, quando a cerimônia acaba, o casamento de fato começa – e muitas vezes a realidade pode parecer, para usar um termo da fantasia, a da gata borralheira.



Limites da fantasia

A admiração exagerada pelo universo da noiva pode esconder uma idealização do casamento. “Tudo que é exagero pode se transformar em perversidade”, diz a psicanalista Aracelis Mirabello Steagall. “Aquelas que frequentam festas, brigam pelo buquê da noiva, visitam buffets, compram revistas de noivas e até mesmo alugam vestidos sem casamento marcado buscam o conto de fadas”, comenta. E o conto de fadas, assim como o Príncipe Encantado, são fantasias inalcançáveis.

Mas se você está entre as muitas mulheres que já pensaram em parar – ou pararam – o carro no meio da rua só para ver a noiva entrando na igreja, calma. O limite entre a admiração inofensiva pela figura da noiva e a obsessão está mais longe. Lidia sugere estar atenta à importância dada ao casamento enquanto evento: se parece haver mais significado no vestido de noiva do que na vida a dois, pode haver alguma coisa errada.



Da emoção à profissão

O “hobby” casamenteiro também pode virar profissão. A assessora de noivas Mariana Marcozzi, 32 anos, se declara uma apaixonada por casamentos sem embaraço algum: “Tem que gostar muito mesmo para até trabalhar com isso”, acredita.

Daquelas que sempre choram com marcha nupcial, não importa em qual versão, em qual casamento ou quem são os noivos, Mariana se envolveu com o assunto desde pequena, a ponto de guardar revistas sobre o assunto e formar um arquivo imenso de possibilidades para a grande hora de dizer o “sim”. “De tanto fuçar, para o meu casamento só faltava o noivo”. Ela o encontrou – e se casou. Mas brinca que, ao completar cinco anos de união, vão se casar novamente: “Eu casaria várias vezes com ele, se fosse possível”.



Não à toa, o envolvimento de Mariana acabou se tornando profissão. Enquanto viajava, conta ter dado paradinhas para espiar casamentos que aconteciam nas ruas da Grécia ou da Itália. Mas, segundo ela, a fantasia não embota a realidade. “Eu sou bem romântica e muitas vezes me baseio em contos de fada, mas sei como é a vida cotidiana. E mesmo assim não desisto”, diz.


Link da matéria aqui

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quando a mudança é boa..

To meio mal de assunto, já falei aqui... mas uma novidade mexeu com a gente na agência: mudamos de lugar. Saímos da nossa salinha e nos juntamos à redação. E, apesar do medo do novo, a mudança foi ótima! Todo mundo junto e misturado.

Estou super sem tempo hoje, mas resolvi passar aqui porque não posso abandonar o barco do blog...hehehehe

Comentário do dia: Será que a Jen vai mesmo casar com aquele namorado esquisitão???

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Blake conquistou Di Caprio seguindo essas regras:

1. No primeiro contato, não fale com ele primeiro, não o tire para dançar, não encare nem fale demais
2. Quando forem sair, não o encontre no meio do caminho nem divida as despesas
3. Não telefone para ele e raramente retorne suas ligações
4. Termine sempre você o telefonema. E não fique por mais de 10 minutos ao telefone
5. Encerre o encontro antes dele. Dê uma olhada no relógio e diga que tem um dia cheio
6. Não faça nada além de um beijinho no primeiro encontro
7. Não se abra rápido demais
8. Não diga a ele o que fazer
9. Ele deve ser o primeiro a dizer: “eu te amo” ou “sinto sua falta”
10. Não espere que um homem mude nem tente mudá-lo



Alguém acredita que pode funcionar? 


Veja bem...se ela conseguiu o Leo, porque a gente não pode conseguir um ser humano normal??



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Eunices, Natalies, Samires e por aí vai...

Eu confesso: sou noveleira assumida. Desde que me conheço por gente eu adoro uma boa novela e troco balada de sexta por um último capítulo. Aliás, quando eu era pequena, meu castigo por qualquer mau comportamento era não assistir novela nenhuma. E eu lembro como aquilo me fazia sofrer horrores. Continuo noveleira, mas dessa vez com uma análise diferente. Acho sim que as novelas de hoje estão retratando muito mais a realidade da gente. E aí que fica sendo bem mais legal analisar os personagens.

Essa semana eu li uma matéria sobre a Deborah Secco e suas personagens e aí eu parei para pensar. Hoje, seja qual for a novela, os personagens são reflexos da nossa sociedade. E isso, minha gente, é meio bizarro. Ontem eu estava assistindo "Insensato Coração" e faz tempo que eu acho ridícula a Eunice, personagem da Deborah Evelyn. A mulher é o símbolo perfeito da alpinista social, que quer crescer a qualquer custo e passa os mesmo valores para as filhas. A cena que me chocou foi quando o marido dela fala que a filha perdeu o bebê e ela diz que eles perderam a pensão do avô paterno, que é rico. Aquilo me chocou de uma tal forma porque eu sei que na vida real existe gente assim. Eu conheço gente que é Eunice em proporções menores. Gente que ensina as filhas a arrumar um marido rico. Gente que diz para as meninas que precisam conhecer meninos ricos e namorá-los porque assim garantem um bom casamento. Gente que se aproxima dos outros apenas pelo que eles têm e não pelo que eles são. E o pior é que esse pessoal que eu conheço não convive tãããããão longe assim de mim. É gente que está ao nosso lado... pode ser na nossa casa, no nosso trabalho, no cabeleireiro que a gente faz a unha todo sábado.

Aí eu comecei a assistir O Astro e vi que a personagem da Regina Duarte está se casando com o Samir Hayalla, que já tentou casar com a Carolina Ferraz. Esse aí, nem falo... o cara claramente consegue se envolver com as mulheres apenas pelo dinheiro. Também existe gente assim na vida real e isso é o que eu não consigo entender. Acho que o beijo, o toque, o carinho são tão pessoais que na minha cabeça é inconcebível a ideia de estar com alguém, dormir com alguém por quem eu não nutra um forte sentimento. O casamento por interesse está bem longe daquilo que eu chamo de ideal. Mesmo que por um motivo forte, se é que isso existe.

De todos os picaretas e aproveitadores das novelas, a mais engraçada acaba sendo Natalie Lamour. Ainda não sei se ela é ruim ou se é apenas muito vislumbrada. Seu interior é puro, mas seu exterior acaba massacrando seu lado bom. Isso é o que a faz entrar neste post de pessoas que eu não entendo. Mas, de todos, é a mais light.

No fim das contas, o que podemos fazer é tentar nos proteger desse bando de alpinistas sociais ou pessoas que chegam na gente por puro interesse. E muitas vezes o interesse não é financeiro. O interesse pode ser profissional também. Aí é outro perigo...e dos grandes.

Portanto, minha gente, fica a dica... todo mundo assistindo novela para saber como lidar com esses tipinhos!!

PS: Quem matou a Norma???

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Tentação...

Esse post veio de uma conversa com um amigo casado. Ele diz que o casamento não está lá aquela maravilha, mas tem os motivos dele para não se separar, que eu obviamente não vou colocar aqui. E aí que, para evitar qualquer deslize, esse meu amigo não sai.

Aí fiquei pensando sobre tentação. Como pode o errado ser tão errado a ponto de parecer certo? Ou então, como é que a gente faz para realmente não cair em tentação? Não estou só falando de relacionamento...estou falando de tentação de um modo geral. Imagine que você está de dieta...daquelas bem rigorosas. Aí suas amigas te chamam para ir até aquela confeitaria maravilhosa. Como é que você, mera mortal, vence aquela vontade bendita de cair em cima daquele bolo de marshmallow? Ou então como você faz para não comprar aquela bolsa maravilhosa que está com 80% de desconto, mas ainda assim custa R$500??

Sinceramente eu não sei. Talvez eu seja uma das pessoas que mais cai em tentação deste mundo. Estou com vontade de comer chocolate ou de jantar duas vezes? Pode crer que é isso mesmo que eu vou fazer. Estou com saudade de alguém que eu não deveria falar? Pode ter certeza de que, em um momento de fraqueza, eu vou acabar mandando algum sinal de fumaça para essa pessoa. Não posso parecer uma pessoa que está correndo atrás de alguém? Pode ter certeza ABSOLUTA de que eu VOU fazer alguma asneira e colocar tudo a perder.

Queria saber a fórmula para fugir desses diabinhos que aparecem por aí pra gente... Alguém me conta??

PS: Montei um blog genérico... algo que eu não precise falar de relacionamentos necessariamente. Vão me visitar lá também? Para saber, clica aqui

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Sobre o fim de semana

Só tenho uma coisa para falar sobre o fim de semana:


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Não estou entendendo mais nada....

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Especialidade da casa: Risotto de limão com queijo

Quem me conhece sabe que comeu, come ou vai comer um dia na minha casa. Simplesmente pelo fato de que eu AMO cozinhar e sempre que posso estou na cozinha preparando alguma coisa para as amigas e amigos. E uma das minhas especialidades é o risotto de limão com queijo. A receita não é inédita e sei que devem existir trocentas mais gostosas, mas tem tanta gente me pedindo a receita, que eu resolvi compartilhar.

Vamos lá:

Ingredientes:
1 quilo de arroz arbóreo (eu gosto do Camil especial para risoto)
1 limão Tahiti
1 cebola
1 dente de alho
Meio pacote de manteiga (manteiga de verdade, não vale margarina)
1 pacote de bacon em pedaços (eu compro da Perdigão, já cortado em cubinhos)
1 pacote de queijo ralado
1 tablete de caldo de louro e bacon

Modo de fazer:
Em uma panela separada coloque água mais o caldo de louro e bacon para ferver. Desligue quando levantar fervura.

Em outra panela (grande, eu recomendo) coloque a cebola cortada em cubinhos, o alho também cortado e os bacons, com metade da manteiga (para loiras: metade da metade da manteiga). Frite tudo. Vai soltar gordura, mas esse é o sabor. 


Quando essa misturinha dourar coloque o arroz arbóreo e misture. Coloque água até cobrir o arroz. Deixe cozinhar em fogo baixo. Aí vem o segredo...

Conforme a água vai evaporando, você tem que ficar de plantão mexendo a panela e acrescentando mais água se o arroz ainda não estiver "al dente". O ponto, aliás, não é nem molengo e nem duro.

Quando o arroz cozinhar, desligue o fogo e coloque o restante da manteiga, o queijo ralado (o saquinho inteiro) e o suco do limão. Mexa bem. Sirva. Coma.

Recomendo. Se alguém se arriscar a testar a receita, me conte depois.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Causos da vida: eu já saí com um ex-BBB

Ah! Arrumei assunto,finalmente. Na verdade eu não ia contar isso nem por decreto, mas tantas amigas riram com essa história que eu resolvi dividir com vocês. E ela é exatamente o que eu coloquei lá no título...eu já saí com um ex-BBB.

Não...não vou dizer quem é. Não abertamente, pelo blog. Quem quiser, manda e-mail que eu vou avaliar se conto ou não. Na verdade, como todo mundo aqui tem a identidade preservada, achei mais do que justo não revelar o nome do moço. Mas posso dizer que foi das edições láááááááááá do comecinho da vida do BBB.

A gente se conhece mega por acaso, em um evento e acabou batendo papo. Aí, como a modernidade trabalha, o moço perguntou se eu tinha Facebook, Nextel e por aí vai. Passei os meus contatos e a gente começou a se falar. Um dia ele me chamou para tomar um vinho e acabamos ficando. Posso falar? O cara é MUITO legal!! Bonito, bom papo, solteiro, etc etc etc. Bizarro foi entrar no restaurante e me sentir "vigiada" pela mulherada do lugar.

Aí vocês me perguntam: foi para frente? Não. Culpa dele? Não. Minha. Para variar eu liguei o modo "desespero" e acabei deixando a coisa cair por terra....Nessa de querer fazer a coisa dar certo, como tuuuuuudo o que eu já escrevi antes aqui, acabei deixando ir para o lado errado. O resultado? Puf...o moço me eliminou no paredão.

Pelo menos sobrou a história...e, no "currículo" (não achei palavra melhor) ficou um ex-BBB. Fofo...é verdade...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Socorro...

Ando numa falta de assunto aqui que só vendo... também, depois que me mudei a rotina é casa-trabalho/trabalho-casa. Super empolgante,né?

Acho que é por isso que não aparece ninguém interessante. Ou, se aparece, ando tão ocupada que acabo não percebendo. Fase chata,não?

Pode ser também que eu tenha me esgotado no assunto relacionamento e prefira, de verdade, falar sobre maquiagem. Não sei. Gosto do nosso espaço, mas acho que não tenho mais histórias pra contar...

Será que estamos caminhando para o post final?

Ai...credo...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Correria

Genteeeee....post rápido pra mostrar que estou viva.

Hoje eu estou em convenção de um cliente beeem querido e depois apareceu uma gravação de última hora em outro cliente. Estou bem...bem corrida!

A vida anda sem novidades, principalmente no ramo de relacionamentos. Fico pensando até que ponto isso é ruim. Imagina só...antes não ter novidade nenhuma a ter um monte de novidades ruins.

E vocês, o que contam? Estou carente de comentários...

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O homem da minha vida....

Numa época que todo mundo procura uma alma gêmea, percebi que - de verdade,verdadeira - o homem da minha vida sempre esteve ao meu lado: meu pai. Ontem foi aniversário dele e o primeiro que passei longe: ele foi, merecidamente, viajar. Foi com a mulher dele e, sabiamente, deixou as três filhas no Brasil. Acho que precisava de uma folga e uma segunda lua de mel, já que ele completou 20 anos de casado...coisa rara hoje em dia.

Meu pai e eu, quando eu era menor, éramos muito grudados. Eu me lembro que não queria que ele namorasse, depois que se separou da minha mãe, porque tinha medo de "perder o meu território". E aí foi um trabalhão para que eu aceitasse que, apesar de ser meu pai, ele também precisava de uma companhia. Lembro de algumas namoradas que ele teve e, talvez ele seja melhor para falar sobre isso, mas eu gostava de todas elas. Ele se casou quando eu tinha 7 ou 8 anos, não me lembro. Me lembro que o casamento dele foi lindo e eu adorei ser daminha com um vestido vinho e o cabelo de poodle (que doeu para fazer e, hoje, acho que eu fiquei ridícula, mas na época eu quis muito usar um cabelo encaracoladíssimo). E desse casamento ganhei dois presentes: minhas duas irmãs mais novas. Sempre quis ter irmãs e ele me deu duas.

O que mais me lembro? Me lembro de quando eu ganhei meu primeiro patins, coloquei no apartamento dele e caí com um prato de cachorro quente. Me lembro de uma bandeja de brigadeiros que eu derrubei na área de serviço, no meu aniversário de 5 anos e recolhemos tudo e servimos na festa (a área estava SUPER limpa,gente!). Lembro de passeios, viagens ao Guarujá...e muito mais coisa que faria deste post um MEGA post.

E aí que,por coisas da vida, acabei me perdendo um pouco desse paizão. Não, não brigamos. Sim, ele sempre foi super presente. Mas a vida acabou colocando alguns obstáculos no caminho que me afastaram dele e eu sinto muito por isso. Por esse motivo, talvez, meu presente para este aniversário do meu pai seria a filha que um dia eu e fui e, acho eu, não sou mais.

Se eu pudesse dar um presente "não físico" para meu pai seria de volta aquela filha que ele tinha quando eu tinha 5 anos...que colocava o pai acima de tudo,que ligava todos os dias, chorava para ir embora e insistia para dormir na casa da avó. Se eu pudesse voltar no tempo, não teria deixado nada e nem ninguém "minar" (não é bem essa palavra que eu queria, mas não acho outra melhor) o que a gente tinha. Se eu pudesse, mudaria todo um passado que deixou ele chateado, mas que não posso consertar. Se eu pudesse dar um presente para ele, seria ser a filha perfeita que ele merece ter.

Pai, sei que você vai ler isso e espero que saiba que é do fundo do meu coração: de todos os homens, você é, com certeza, o homem da minha vida. E a partir do seu aniversário (e de todas as conversas que tivemos esse ano) eu vou fazer o meu melhor para ser a garotinha (e filha mulher) que eu era aos meus cinco anos de idade.

Te amo imensamente...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O dia que eu entendi o que é ser mãe e trabalhar...

Essa semana a Madu ficou doente. Coisa de criança, uma gripinha. Mas foi o suficiente para ela ficar "chatinha". Fui pegá-la na escola e ela já estava "borocochô", dormindo e febril. Até aí é normal de quem está doentinha. Fato é que, no dia seguinte, fui deixá-la na escolinha e ela abriu o maior berreiro. Chorou de verdade...de escorregar lágrimas e tudo mais. Se agarrou nas minhas pernas e pediu que eu não fosse embora. Nesse dia eu entendi o que é ser mãe e trabalhar.

Tive vontade de pegar a minha filha e passar o dia com ela. Enxugar as lágrimas dela e falar "Vamos para casa...está frio e eu vou cuidar de você". Mas não. Não posso. Ontem eu tive reuniões, textos, estratégias...um mundo para resolver. Um mundo que eu amo, sem dúvida. Mas um mundo que não permite que eu fique com a minha filha em casos como esse.

Sei que é a realidade de 99% de todas as mães, inclusive de mães que trabalham comigo. Todas sofrem do mesmo mal...não conseguir, por mais que se queira, ser mãe e profissional ao mesmo tempo. E esse dilema é eterno. Não. Não sei ser mãe em tempo integral. Jamais pararia de trabalhar para cuidar da Madu 24 horas por dia, a não ser que eu realmente precisasse. O que eu só queria era poder ficar com ela quando ela não quisesse ou não pudesse ficar longe de mim...

Hoje foi sossegado. Ela está melhorzinha e não chorou para ir à escola. Entrou feliz, como todos os dias. E hoje eu pude sorrir mais ainda ao chegar no trabalho. Minha pequena está melhor...

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Casar várias vezes...

Isso já está virando rotina,né? E não importa se você casou-casou (com igreja, vestido e tudo mais) ou casou-"tortamente" (tipo eu, que morei com o pai da Madu)...o que importa é que as pessoas estão casando e descasando como quem troca de roupa todos os dias para ir ao trabalho. E nessas as pessoas refletem cada vez mais sobre isso.

Achei no blog da Ivy (beijos,querida!) um texto da Época e queria compartilhar com vocês. Achei que retrata bem a realidadade em que vivemos e a dificuldade que temos, cada vez mais, em achar alguém com os mesmos ideais. Espero que gostem:


Casar várias vezes

É bom nos acostumarmos a essa ideia. Ela veio para ficar
IVAN MARTINS
É editor-executivo de ÉPOCA
Fiz as contas outro dia e descobri que conheço quatro mulheres recém-separadas com pouco mais de 30 anos. Elas se casaram na segunda metade dos 20, tiveram filhos e agora estão recomeçando a vida. Assim como os ex-maridos delas. 
No fim de semana fui tomar café com uma das quatro. Ela parecia animada, mas apreensiva. Bonita e feliz, diz que não tem faltado sexo depois do casamento. Sempre aparece um sujeito interessante que está interessado. O problema é depois: rola ou não rola algum tipo de relacionamento? Não tem rolado, e isso a deixa nervosa. Minha amiga gosta de namoro, intimidade, manhãs de domingo a dois, lendo jornal no sofá. “Não aguento mais me arrumar para sair com um cara novo”, ela se queixa, rindo de si mesma. “Dá muita preguiça esse negócio de procurar parceiro.” 
Ao conversar com ela, tive a impressão inexorável de que nós todos – homens e mulheres de todas as idades – vamos ter de nos acostumar a essa forma essencial de instabilidade. Assim como não existe mais emprego para a vida inteira, talvez não haja mais casamento para a vida inteira. Constatar isso impede que a gente relaxe e se acomode. Afinal, tanto o emprego quanto o casamento podem acabar a qualquer momento. Você pode ser demitido. 
Talvez seja cruel pensar assim, mas é parte da nova realidade. 
Antes, a gente se casava uma única vez. Escolhia um parceiro antes do 30 anos e ficava com ele até o fim da vida. Para o bem e para o mal. Mas isso, faz tempo, é verdade para um número cada vez menor de pessoas. Só os que têm muita sorte ou são imensamente conformistas passam a vida com um único parceiro. A maioria – ao menos no meio em que eu vivo – terá múltiplas relações durante a vida. 
Dá preguiça começar de novo, mas acho que não tem outro jeito. 
Assim como trocamos de emprego, de casa, de amigos e de ideias ao longo da existência, me parece (quase) inevitável que haja renovação em relação aos parceiros. A alternativa a isso seria renovar as relações por dentro, indefinidamente, por meio de projetos, filhos, mudanças, experiências novas e, claro, amor, muito amor. Mas quem consegue manter esse trem perpetuamente em movimento? Sábios ou sortudos, que são minoria em qualquer lugar. 
As pessoas mudam com o tempo, distanciam-se uma da outra e, para muitos, a ligação acaba. Como se faz para casar com uma pessoa aos 25 anos e seguir contente com ela aos 45? Eu não faço ideia. Nem me parece que a permanência seja a coisa mais natural ou mais desejável do mundo. 
Mas a intenção desta coluna não é advogar a fragilidade ou a transitoriedade do casamento. Já fiz isso tantas vezes que os leitores assíduos devem estar entediados. Meu propósito é outro. 
Desta vez eu queria enfatizar que a vida com múltiplos casamentos afeta as nossas escolhas e propõe mudanças na forma como nos relacionamos com o outro. Uma coisa é se casar achando que aquele é um evento único e vitalício. Outra é imaginar que o casamento faz sentido no momento, mas pode deixar de fazer no futuro. Essa nova perspectiva sugere cuidados diferentes. 
O essencial é imaginar que a pessoa que hoje é seu marido ou sua mulher pode se tornar um ex. Como ele caberia nessa outra função? Alguns exemplos de como essa pergunta pode ser relevante: 
1. Uma pessoa que mantém péssimas relações com os seus ex é, provavelmente, forte candidata a manter uma relação detestável com você no futuro. A não ser, claro, que você imagine que o casamento de vocês, ao contrário de todos os anteriores dele ou dela, nunca vai acabar… 
2. Gente economicamente dependente também pode ser um problema. Agora você está apaixonado – ou apaixonada – e banca tudo sem sentir-se incomodado. Mas quanto tempo vai durar a sua generosidade se o amor acabar? Se a experiência do resto da humanidade se aplica a você, pouquíssimo tempo. A dependência, porém, permanece, e pode tornar-se um aborrecimento bíblico. 
3. Você acha bonita a maneira como ela pode ser agressiva e teimosa com estranhos quando se trata de defender os interesses dela? Então se imagine por dois segundos do outro lado da mesa – é onde você vai estar, como um estranho, se um dia o casamento terminar em disputa. 
4. Generosidade é essencial na vida e pode ser ainda mais necessária quando as pessoas se separam. Você não quer discutir dinheiro, móveis, imóveis, discos ou filhos com um egoísta – ou uma egoísta – que não consegue se colocar no lugar do outro e quer levar vantagem em tudo, certo? 
5. Ter amigos é essencial. Ter família ajuda. Pode ser divertido viver numa bolha a dois por algum tempo, mas, se você é a única referência afetiva de alguém, sair de um casamento com essa pessoa pode tornar-se um pesadelo. 
6. Flexibilidade é um requerimento básico. Se você vai ter filhos, tem de estar preparado para a possibilidade de, dentro de alguns anos, vê-los morando com padrastos ou madrastas. No início dói um pouco, mas, se essas funções forem ocupadas por pessoas do bem, o convívio fará bem às crianças ou jovens adultos envolvidos. 
Essa lista de recomendações defensivas, embora útil, não encerra o que eu tinha dizer sobre as consequências dos casamentos múltiplos. Há um aspecto libertador na constatação de que o casamento não precisa ser eterno: podemos errar com menos culpa e até fazer experiências que não faríamos na situação anterior. 
Se você conhece alguém atraente, mas sabe, lá no fundo, que a pessoa não é “adequada”, o que fazer? Antigamente, o bom senso prevaleceria sobre a paixão. Afinal, tratava-se da vida inteira. Não mais. Agora podemos viver as aventuras. Podemos nos casar com uma pessoa que nos enche os olhos, a cama e o coração mesmo intuindo que aquilo não vai durar. Podemos experimentar. Claro, as pessoas sempre fizeram isso, mas os resultados eram potencialmente devastadores. Estavam condenadas a passar décadas com as consequências de um impulso. Isso acabou. 
O resultado é que podemos nos preparar, do ponto de vista do casamento, para viver várias vidas. Ou várias experiências, cada uma delas adequada a um momento da nossa existência. Algumas serão intensas e breves, outras tranquilas e duradouras. O importante, como na música, é a possibilidade de viver as emoções. 
Está claro, pelas estatísticas colhidas no mundo inteiro, que as pessoas gostam do casamento. Da cerimônia, da relação que se cria a partir dela, da família. O casamento forma parcerias únicas e propicia um erotismo profundo, que se atinge apenas nas relações duradouras. Ele fornece um ambiente adequado para a criação dos filhos e ajuda na multiplicação do patrimônio. 
Sempre houve boas razões para as pessoas se casarem. Isso não mudou. O que não existe mais é uma razão para permanecer casado quando o prazer da relação terminou. O casamento continua sendo uma boa ideia – que agora pode ser repetida uma, duas, três ou vinte vezes ao longo da vida.
(Ivan Martins escreve às quartas-feiras – Época SP)

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Por essas e outras eu ainda acredito no amor....

Em tempos em que é cada vez mais complicado acreditar no amor, me deparo com algumas histórias que me fazem - de novo - ser uma pessoa esperançosa. 
Recebi a notícia que vocês vão ler de uma amiga fofa do trabalho e foi uma injeção de ânimo no meu coraçãozinho.
Me faz querer achar um amor pra mim também...

Rosy, 61, e Luis, 42, se casam em hospital de Ribeirão Preto

(da Folha de S.Paulo)

Maquiada e com cabelo arrumado, como pede a vaidade de toda noiva, Rosycler Iadoccico Neves, 61, usou vestido branco com buquê de rosas para se casar.
Seria uma história comum não fosse o fato de a cerimônia ter sido realizada no HC (Hospital das Clínicas) de Ribeirão Preto, no interior paulista. Portadora de doença degenerativa neurológica, ela vive numa cama do hospital e respira por aparelhos.
O casamento, no sábado, teve bênção de um pastor, coral e amigos, enfermeiros e médicos como convidados.
Como Rosy não consegue falar, ela se comunica apontando letras numa placa. As dificuldades não impediram que o auxiliar administrativo Luis Antonio Nogueira, 42, oficializasse a união.

Foi Luis, então um jovem de 18 anos, que se aproximou de Rosy, quase 20 anos mais velha, no Carnaval de 1988. "Eu a vi tirando as medidas para as fantasias e me encantei." Seis meses depois, eles já moravam na mesma casa, com dois dos três filhos de Rosy, que estava divorciada.
O casal viveu do jeito faz-tudo: ele como servente de pedreiro e motoboy; ela como cabeleireira e manicure.
Há quatro anos, Rosy sentiu fraqueza nas pernas e passou a usar cadeira de rodas. Em fevereiro, viu-se sem o movimento das mãos, com dor na garganta e voz fraca. Desde então, vive no HC, aos cuidados do marido, da cunhada e da filha mais velha.
Luis diz que, quando jovem, a havia pedido em casamento, mas ela se recusou por ele ser "moleque". Anos depois, foi ele quem não quis dar o braço a torcer.
A internação foi a deixa para a oficialização. Luis não faz planos, mas diz querer viver mais 30 anos ao lado de Rosy. "É amor. Não me vejo sem ela, mesmo nessa situação."


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Sem assunto...e com fome.

Estou cada dia mais sem assunto para o blog. Dado que sempre falei sobre mim aqui, acho que a minha vida deve estar bem paradinha,né?

Realmente...nada acontece. Estou com a casa nova e estou amando. Pela primeira vez na minha vida chega o fim de semana e eu NÃO tenho vontade de sair da minha casa. Estou gostando de arrumar tudo, de programar o que eu vou fazer de comida e por aí vai. Quase uma Amélia, a mulher de verdade.

Fato é que algo está fora do lugar. E eu sei disso porque estou comendo muito mais do que eu estava acostumada a comer e o resultado são dois quilos a mais na minha balança. Um saco. Odeio olhar pra baixo e ver uma barriguinha insistente e que é fruto de jantares ridículos que consistem em macarrão, alcachofras e saladas de pepino.

A minha ansiedade não tem origem. Não tenho a menor ideia. Preciso entender a origem disso tudo. Sei que não estou triste. Não mesmo. Mas falta algo que eu não sei. Tempo,talvez? Um amor? Mais dinheiro?

Não sei. O que eu sei é que se eu continuar assim, vou acabar a Dona Redonda...

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

"Piriguetes"

O termo já é conhecido da galera. Na minha época eram conhecidas como "galinhas", mas hoje o nome evoluiu para algo mais "sociedade protetora dos animais" e tirou o nome do simpático bichinho para definir uma mulher que...como podemos ser delicadas?...é "dada demais".

E esse tipo de mulher parece se dividir por meiose e gerar seres igualmente "piriguetes" em proporção descontrolada. No começo elas eram tímidas. Hoje estão soltas por aí, seduzindo os homens e querendo destruir relacionamentos. Por quê? Por diversão, talvez.

A piriguete anda por aí com saias que poderiam ser cintos e blusas que poderiam ser toalhas de rosto. Nem sempre tem corpo escultural, é alta e magra. Alguma delas, convenhamos, são donas de uma auto-estima lá nas nuvens porque podem pesar 100 quilos e ainda assim conseguem o homem que quiserem. Algumas não sabem o que querem e olham o pasto do vizinho, já bem cuidado, e querem pastar só um pouquinho e experimentar aquela grama verdinha. Outras começam assim e se apaixonam e aí só podem rezar para a recíproca ser verdadeira e o relacionamento engatar.

E por que eu fiz esse post? Nenhum motivo especial... só porque andei fuçando em algumas páginas do Facebook, de amigos de amigos, e estou vendo essa "raça" crescer em velocidade vertiginosa. Não culpo homens nem mulheres por isso. Só tento entender...

O que aconteceu com aquele desejo de ter uma vida séria, com um namoro bacana e um futuro promissor? Foi jogado de lado dada a diversidade que temos por aí? Foi trocada pela liberdade que a Marisa Monte diz na música: Eu sou de todo mundo e todo mundo é meu tb? Não sei...mas ainda quero saber.