terça-feira, 20 de setembro de 2011

Vida que segue...pros outros

Aí que o pai da minha filha vai se casar. Em dezembro, no civil. Aquele mesmo. Aquele que não estava preparado para ser pai, mas foi. Aquele que não era maduro para ser adulto, mesmo com quase 30 anos. Aquele que foi seguir a conversa dos amigos e fez caca. Aquele cuja ambição é tão grande, mas a força de vontade é tão pequena que o impediu de crescer na vida. Aquele, minha gente. Ele vai casar.

E vocês vão me perguntar: tá com inveja da feliz noiva? Claro que não. O pai da Madu é passado na minha vida. Só não é passado e enterrado porque temos uma filha em comum. A inveja é dele mesmo. Inveja porque a vida dele segue sem maiores consequências. Inveja porque ele dorme até 10h da manhã no domingo e eu às 7h já estou assistindo televisão. Inveja porque ele sai quando quiser, bebe quando quiser, volta pra casa quando quiser. Inveja porque, ao contrário da minha, a vida dele seguiu sem grandes consequências. Inveja é feio? É, mas nesse caso não estou nem aí.

Claro que tem um monte de coisas nele que me fazem não querer trocar a minha insana vida de hoje pela dele. Eu trabalho numa agência enorme, minha chefe é uma pessoa maravilhosa e que gosta de mim, tenho clientes importante e que fazem do meu currículo muito mais valorizado. Não tenho inveja da família que ele tem. A minha, por mais problemas internos, é maravilhosa. Não trocaria a minha vida pela dele. FATO!

O difícil é ver uma pessoa que não tem metade da garra que eu tenho com uma vida andando, se casando. O difícil é ver que ele arrumou alguém. Não vou entrar no mérito da noiva dele porque não a conheço e tratando a minha filha bem é o que interessa. Se ele é bom pra ela ou não, eu não sei. Prefiro nem avaliar isso porque a imagem que eu tenho dele não é a mais positiva do mundo.

O post é só para desabafar mesmo. E tentar entender porque a vida dos outros segue assim...e a minha (amorosa, deixo claro) anda mais parada do que nunca....

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Tempo

Tempo é uma coisa bizarra. Quando você precisa que ele passe muito rápido, ele é leeeeeeeeeeeeento. Quando você quer que ele demore pra passar, aí ele voa. E a coisa que eu tenho notado é que o tempo tem passado muito (MUITO) rápido. A gente pisca o olho e está comemorando um ano que chega. Pisca de novo e já está comendo peru de Natal e se preparando para mais um ano novo. E no meio disso aconteceu tanta coisa que metade você não assimilou ou sentiu.

E nessa do tempo voar você se permite esquecer (ou fingir que esqueceu) de coisas que ficaram lá atrás. Mas o tempo (ah, o tempo...) uma hora ou outra te lembra do que passou (e que passou rápido). Explico, mas sem muita lamentação, vai fazer - mês que vem - um ano do casamento do Mr.Right. E o que aconteceu nesse ano que tá completando? Eu fiquei com alguns caras, engatei um namoro que não deu certo nem por um trimestre, saí com gente que nunca sairia e troquei meia dúzia de "Skypeadas" com um Mr.Right confuso e que não me fala, na real, como estão as coisas.

Não, não estou em depressão. Estou é assustada em como as coisas andam passando tão rápido que a gente nem percebe. Parece que foi ontem que eu comecei a escrever aqui, chorando todos os dias e desejando com o fundo do meu coração que as coisas acontecessem de forma diferente. Hoje, quase um ano depois, estou aqui, escrevendo feliz da vida com o meu emprego, com as minhas coisas e passada em como foi tudo muito rápido. Claro que posso dizer que vez ou outra AINDA bate a deprê e a saudade. Não vou negar. Mas ontem, conversando com um amigo casado, tivemos o diálogo a seguir:

Amigo: Estou te achando meio triste essa semana. Ainda pensando no Mr.Right?
Eu: Um pouco. Vez ou outra a gente se fala. Vez ou outra eu sinto muita falta. Vez ou outra.
Amigo: Então corta de vez e não se tortura emocionalmente.
Eu: Você já gostou tanto, mas tanto de uma pessoa que sentia dor na alma cada vez que se separavam, mesmo sabendo que se reencontrariam depois de algumas horas? Foi isso o que a gente sentiu.
Amigo: ....
Amigo (depois de uns dois minutos): Nunca senti isso na real. Então fique com a ideia de que você pôde sentir um sentimento real, que muita gente demora anos e anos pra sentir...se é que um dia vão sentir isso.
Eu: Verdade. Melhor ter sentido uma vez do que nunca.

E é isso mesmo o que fica. Por mais que não tenha dado certo (ou tenha dado certo, pelo período que pudemos ter), eu acho que os dois experimentaram um sentimento que muita gente (casada, inclusive) nunca vai sentir na vida. Sentir que existe sim, aquele amor que faz com que a gente sinta saudade da pessoa logo depois de desligar o telefone. Saber que tem alguém que te quer feliz independente de estar ou não ao seu lado. Uma coisa bem "As Pontes de Madison" mesmo.

E é assim que eu vivo, um ano depois...sabendo que eu fui plenamente feliz no amor. E que existe SIM um amor maior. Eu descobri. Eu vivi. E isso, mesmo em um milhão de anos, não vou esquecer. Por mais que o tempo voe...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Detalhes...

Volteeeei...pensei muito se eu voltaria ou se abandonaria o barco de vez. Mas eu gosto daqui e, independente da minha falta total de tempo, eu vou me dedicar ao blog. Pode ser que vez ou outra eu fale sobre coisas que eu gosto e que não tenham nada a ver com relacionamentos. Aceitam??

Não tenho muitas novidades pra contar. Tenho trabalhado como louca, o que me faz feliz. Aconteceram umas coisas meio chatas com família, mas que me fizeram ver que eu preciso mudar e vou mudar. Coisas importantes, é verdade, mas que eu não quero comentar aqui. Preciso mudar atitudes, ações, palavras...preciso entender que a vida pode ser difícil (e é), mas também é muito boa e cheia de coisas alegres por aí. Acho que a rotina que ando vivendo nos últimos tempos + nada acontecendo de interessante ou empolgante me deixaram meio pra baixo e aí tudo voltou a desandar, como há alguns anos atrás. E aí eu estou mesmo tocando a vida pra frente do jeito certo. E isso é promessa para todo mundo que lê isso aqui e, acima de tudo, pra mim!

Fora isso, o que mais? Não sei. Talvez não muita coisa. A não ser uma "decepção" com um amigo que eu achava que era diferente de todos os outros homens que andam por aí, mas não. No fundo são todos iguais. Não vou entrar muito nessa história porque envolve muita coisa e porque, bem...ele não tem nada comigo e nem eu com ele. E também não tenho a pretensão de ter então...fica tudo por isso mesmo.

É isso, queridos e queridas.... estou de volta e dessa vez é de verdade.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O nome do blog...

Acho que todo mundo deve pensar que o nome do blog vem da minha ideia de ensinar a agarrar um marido. Bem,não é isso...mesmo porque, se fosse essa a intenção, todas as leitoras estariam perdidas porque eu mesma não tenho marido nenhum.

"Como agarrar um marido" é o nome de uma comédia super engraçada com a Goldie Hawn (que eu adoro) e o Steve Martin (que é ótimo). A história é de uma mulher que se muda para a casa de um arquiteto e finge na cidadezinha que ela se casou com ele. É beeeeem engraçadinho e eu recomendo.

Aí, quando eu decidi montar o blog, eu sabia que ele funcionaria meio que como terapia pra mim então não tinha nome. Na verdade, se eu tivesse que decidir o nome naquela época provavelmente seria algo beeeeem depressivo. Aí eu lembrei do filme, que eu adoro, e pronto. Montei o blog.

Infelizmente (ou felizmente) não achei a fórmula de como agarrar um marido. E nem acho que agarrar seja a forma certa de se ter alguém. Eu espero CONQUISTAR um marido. E marido pra mim é companheiro. Não precisa ter aquela festa de casamento real, desde que se tenha alguém real para dividir a vida. Tá...eu quero a festa, mas se eu não puder ter tudo, fico com a pessoa que vai ficar ao meu lado.

Resolvi escrever este post porque muita gente me pergunta sobre o nome do blog então...tá explicado. E como eu estou legal, olha o trailer do filme aqui

Como saber se você vai se casar com a pessoa errada?


1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.
2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?
3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.
4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Química e compatibilidade
2. Partilhar interesses em comum
3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.
5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.
6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?"
Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?"
7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.
8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.
9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.
10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.


Gostei e peguei no http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/10Dicas/home.html

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Apaixone-se...

"Apaixone-se por alguém que te ame, que te espere, que te compreenda mesmo na loucura.


Apaixone-se por alguém que te ajude, que te guie, que seja teu apoio, tua esperança, teu todo. 


Apaixone-se por alguém que volte para conversar com você depois de uma briga, depois do desencontro, por alguém que caminhe junto a você, que seja seu companheiro. 


Apaixone-se por alguém que te ame, que sinta sua falta e que precise de você. 


Não se apaixone apenas pela ideia de estar apaixonado"


Recebi de uma amiga e resolvi dividir. Isso acontece mesmo...e tem que ser assim.