quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O retorno de Maria Helena....


Vocês se lembram do meu lado psicótico, conhecido como Maria Helena? Aqueeeeele meu alter-ego criado por mim para testar o “Cara da Austrália”? Já falei sobre ela aqui. Quem quiser rir, leia e morra de rir.

Pois então...desde o episódio da Maria Helena o cara da Austrália é conhecido, entre as minhas amigas, como O Maria Helena. E O Maria Helena, que hoje não mora em São Paulo, veio para a capital paulista. E sugeriu que a gente se encontrasse. Eu confesso, leitoras e leitores, que eu tremi na base e, antes que ele chegasse aqui,planejava encontrar com ele. Muito pela curiosidade de vê-lo “ao vivo” depois de mais de cinco anos. E também porque eu queria testar o que aconteceria.

Aí que o Maria Helena chegou justamente na mesma época que chegou aquele moço que eu estava conhecendo (o que é, hoje, apenas um amigo). E aí, minha gente, eu amarelei. Amarelei e confesso que amarelei mesmo. Ele até propôs um vinho em casa e eu aceitei, mas a Madu agiu em meu favor e acabei tendo que amarelar de vez. E acho que, se a Madu não agisse, eu mesma agiria.

Tenho certeza de que muitos estão me achando uma burra e outras pessoas estão me aplaudindo. Apesar da curiosidade em saber como ele está, não me arrependo de não ter encontrado com ele em nenhum dos sete dias que ele ficou por aqui. Simplesmente pelo fato de que, se estou com alguém, ainda que no status de “conhecendo melhor”, não consigo “sacanear” a pessoa e estar com mais de uma ao mesmo tempo, mesmo que sem segundas intenções (que eu sei que da parte do Maria Helena existiam).

E...? E que o moço desistiu de tentar me conhecer melhor e eu acabei sem o moço que vale a pena (e vale, minha gente) e sem ver o Maria Helena. Mas eu fiquei em paz comigo. Em paz porque, apesar de não ter nada com o moço, eu estava me envolvendo em uma história e não seria correto pagar para ver em uma história que já vivi. E fiquei em paz comigo porque eu sei que, correndo riscos, eu me livrei de me envolver com uma pessoa que quer tudo, menos envolvimento.



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