terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Mulheres rodadas???

Post ultra-mega-power-rápido... um anônimo comentou que não sai com mulheres que tenham filhos (eu!), tenham tatuagem (eu!), não sejam virgens (eu!), não tenham piercing...e acho que também que não tenham vivido e sejam moscas-mortas.

Me desculpe...discordo de você, anônimo. Tenho uma filha e uma tatuagem de estrelinhas que eu amo, mas com certeza tenho menos pessoas que beijei do que você que, com certeza, deve ter rodado muito por aí procurando a perfeição que não existe.

Pronto, falei.

Feliz Natal

Pessoal que me lê aqui há tanto tempo...feliz natal pra todo mundo. Que esse recomeço nosso (já que o mundo não acabou) venha para coroar a realização de sonhos...

Obrigada por estarem sempre por aqui...Vocês fazem parte da minha história...

Beijos!

PS: Ai Ai Ai...

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Inspiração pro dia...

Sei lá. Deu vontade de postar...


E chegou o fim...do ano.

Então é isso. Corremos (ou não) o risco do mundo mudar radicalmente nesta semana. Porque acabar eu acho que não acaba. Pelo menos não pode, por mim. Mas mudar acho que o mundo precisa mesmo....

Achei que eu poderia fazer um post mega reflexivo, mas a verdade é que nem sei muito o que escrever. Acho que vou pensar mesmo em algo muito muito de reflexão na hora do vamos ver...enquanto isso... vamos seguindo a vida.

Só queria deixar registrado aqui que 2012 foi um ano de mudanças pra mim. Muitas. Mudei radicalmente a minha carreira. Consegui ser mais mãe. Tive mais tempo pra Madu. Amadureci. Continuei loira (porque nem tudo precisa mudar).

Mas quero muito mais...e pra isso virá 2013. Afinal de contas, sejamos sinceras, não pode acabar enquanto eu não "agarrar um marido",né?

As resoluções continuam as mesmas...entrar para a academia, aprender uma nova língua e blá blá blá....hahahahahaha

E vocês, quais os planos?

domingo, 16 de dezembro de 2012

Será????

E quando você acha que aquilo que você sempre quis que acontecesse realmente pode ter acontecido??

O mundo dá voltas....

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Música do dia...

Não, não estou deprimida, antes que me perguntem...
Mas eu AMO essa música e queria compartilhar com vocês.

Quem conhece??


Morri de tão linda...

Bjsss

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A hora certa...

Eu disse que não abandonaria o nosso barco aqui, certo? E cá estou eu, contando com a ajuda do mundo virtual para algumas questões que martelam a minha cabeça....

Antigamente a gente saía com um cara uma, duas, três, cinco vezes e vinha a pergunta "quer namorar comigo?". Aí você aceitava (ou não) e saía ligando pras amigas e pras tias chatas dizendo que sim, você estava finalmente aleluia namorando. E aí o namoro evoluía e só Deus sabe como as coisas terminariam.

Hoje não. Hoje a coisa mudou. As pessoas, lá sei eu por qual motivo, não querem (ou não ligam mais) rotular um relacionamento. Isso significa que, ainda que você e o cara estejam saindo há mais de um mês única e exclusivamente um com o outro, você não sabe se está namorando ou não. E isso implica na segunda parte do post: se você não sabe se está namorando, como é que vai apresentar (ou comunicar) a sua família de que não é mais uma pessoa avulsa?

Hora que a minha família que ainda me lê vai cair da cadeira em 3,2,1...

Eu conheci uma pessoa bem legal e desde então estamos saindo. Isso deve ter quase uns dois meses. E aí que eu fico me perguntando quando é que eu comunico a todos (todos=família). Tá bom que depois desse post eu não preciso me preocupar em comunicar nada porque eles vão ler por aqui. Pai, não se sinta o Zezé de Camargo, que descobriu que a filha não era mais virgem pela entrevista da Veja. Mas aí, dado o comunicado via blog, a pergunta que não quer calar é quando eu posso fazer as devidas apresentações.

Percebo que essa indefinição de relacionamento não é só comigo. Algumas amigas  passam (ou passaram) pela mesma coisa. E todas com a mesma dúvida. Será que essa coisa de não definir nada é coisa do mundo moderno? Ou será que na cabeça dos homens o rótulo (que pra gente é importante sim, vamos combinar...) não é nada que realmente importe e que pra eles tá tudo bem desse jeito?

Quem souber a resposta, por favor, compartilhe nos comentários.


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Novo projeto...sem esquecer daqui!!!

Meu blog de beleza, minha gente... quem pode me seguir lá também???

Clica aqui

Vou escrever novo post logo menos...tipo amanhã!

Beijos!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Mundo,estranho mundo...

Não sei se o problema sou eu ou o mundo em geral. Em tempos que falamos sobre o fim do mundo no fim do ano (quanto fim,né?!) me pego pensando se o mundo não precisa mesmo de uma "limpa". É gente matando gente por nada, mulheres engravidando porque o governo te dá um dinheirinho e relacionamentos sendo construídos baseados em "estranhezas". Às vezes acho que a solução seria deletar tudo e começar do zero mesmo.

Essa filosofia do "vale tudo" me incomoda muito. Até que ponto para se conseguir algo vale tudo mesmo? Até que ponto vale sacrificar a sua felicidade em troca de uma conta bancária polpuda (conheço gente que se casou simplesmente pelo dinheiro do parceiro e não pelo amor...)? Até que ponto vale a pena sacanear uma pessoa no trabalho, simplesmente porque você quer destaque? Até que ponto vale a pena você ser feliz causando sofrimento em uma outra pessoa? Até que ponto vale a pena você achar que uma pessoa é certa, dar isso como verdadeiro e bater a cabeça até que crie um galo eterno?

Não sei. O que eu sei é que cada vez mais ouço e conheço histórias e pessoas que passam por cima de tudo e todos em prol do próprio umbigo. E isso me deixa enojada.

O mundo está estranho. Ou então a estranha no ninho sou eu....

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Direto do meu baú: uma história antiga...

Não sei como eu nunca escrevi isso por aqui... a história é antiga, mas vale para dar uma movimentada para o blog!

O NÃO-RELACIONAMENTO

Num café da manhã desses qualquer, conversando com uma amiga, comentei com ela sobre um (na época) bom amigo. Contei para ela que esse amigo e eu nos falávamos várias vezes por dia, todos os dias, por telefone e por mensagens instantâneas (leia-se BBM). Além disso, saímos para jantar vez ou outra e nos encontrávamos sempre. Mencionei que tudo isso não envolvia um beijo na boca sequer? Não? Conto agora. Não tinha beijo na boca.

Minha amiga ficou de boca aberta pela revelação. Na verdade eu mesma ficava pasma contando a história para ela. Por quê? Porque me contaram que a pessoa que você fala várias vezes por dia, brinca, ri, chora, sai, dá conselhos, conta as novidades é – geralmente – aquela que você se relaciona. Se relaciona relacionando mesmo. Dando beijo na boca, andando de mãos dadas e ficando boba de apaixonada. Das três coisas citadas eu só tinha o andar de mãos dadas.

Depois de contar isso para essa amiga e ouvir o “parecer” dela, fiquei com a pulga atrás da orelha e passei a me perguntar se era mais difícil ter um relacionamento ou ter um não-relacionamento. Concluí que o não-relacionamento é bem pior.

O não-relacionamento exige não ter cobranças. Ou você é do tipo que cobra os seus amigos com relação a aonde eles estão, com quem, o que estão fazendo? Se for esse o seu caso...terapia já, porque tem algo de muito errado com você. O não-relacionamento reserva o momento surpresa, que é quando uma das partes do não-relacionamento vai aparecer se relacionando com uma pessoa que nem existia nessa história. E aí, de não-relacionamento você será apenas a “amiga legal que te deu um super apoio quando precisei”. E você? Bom, você vai ficar se perguntado o que aquela “zinha” tem que você não tem. E não vai descobrir porque se perguntar para o seu não-relacionado ele vai te achar louca porque, bem...na cabeça dele o não-relacionamento era apenas uma coisa de camaradas.

Eu fui atrás de algumas histórias parecidas com essa e não achei. Quer dizer, achei, mas não tinham a pegada forte de um não-relacionamento. Era uma coisa mais...sadia, por assim dizer. Descobri que ninguém era tão maluca quanto eu para se enfiar numa roubada dessa.

O tempo passou. O não-relacionamento evoluiu para duas saídas envolvendo beijo. A última para ficar na história de tão furada. Ele me beijou e depois, no fim da noite, disse que a amiga que estava comigo era linda e que ele queria o telefone dela. Eu não matei o fulano (por burrice), não me matei (por inteligência) e mantive a amizade com a amiga (que é uma fofa e não tinha nada com essa história). Mas fiquei um (bom) tempo sem falara com ele. O duro é que um círculo social em comum faz com que você encontre a pessoa mais do que espera e foi isso que aconteceu.

Hoje o não-relacionamento passou para “somos conhecidos e dividimos um mesmo núcleo social”. Ele se casou com uma ex-namorada problemática e eu estou aqui, escrevendo para vocês.

Se me arrependo desse final? Nadinha...a vida me reserva um relacionamento de verdade. E bem melhor.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Reflexão rápida...me toquei!!!


Há algum tempo eu fiz um post sobre o que preferimos nessa vida: um Mr.Big ou um Aidan. Aí que eu não concluí muita coisa, porque eu sempre falo que o Aidan é o the best, mas acho que não resistiria a um Mr.Big. Mas aííííííí...

Aí que eu estou revendo Sex and the City pela zilionésima vez e me toquei de uma coisa: quando Mr.Big se separou da Natasha foi porque Natasha terminou com ele e não ele com ela. Ou seja...será que se Natasha não tivesse feito isso, Big teria mesmo jogado tudo para o alto e ficado com Carrie depois de mais 7 temporadas??? Provavelmente não. E se tivesse sido assim, o que teria sido de Carrie?

Por isso, personas, eu concluí que eu prefiro MUITO mais um Aidan, que quer ficar com você e tem coragem pra isso, a um Mr.Big, que pode até ficar com você, mas porque uma corajosa teve coragem de abrir mão deles...e ponto.

PS: Apenas para constar...minha escolha não invalida o charme de Mr.Big...

Quantas pessoas se separam em um término?

Hoje foi meu dia de foras na internet. Descobri, por acaso, que deixei um recado de "feliz dia dos professores" para um casal de professores meus (ex-professores, na verdade) no Facebook da mulher e...ela (aparentemente) se separou dele e já está namorando outra pessoa. Claro que eu fiz questão de mencionar o casal no meu recadinho...

Aí, vendo a página de uma amiga, (até então) namorada do irmão de duas amigas, vi uma frase filosófica. Resultado? O casal terminou o namoro e eu, bocuda, perguntei: Ué, terminaram? E ela: Há quatro meses. Mais uma gafe virtual para a minha coleção. E, depois do meu fora, comecei a conversar com a menina, que é uma graça. E foi aí que pensei:

Quando a gente termina um relacionamento, quantas pessoas deixamos para trás? E mais, será que quando nos separamos do cara (ou da mulher), a gente necessariamente precisa se separar da família?

Não sei. Eu terminei meu namoro com o pai da minha filha e até hoje me relaciono com a mãe dele. Mas isso é porque tem uma criança no meio. Será que se não fosse isso, cada um teria seguido o seu caminho e tchau? Não concordo. A gente se apega às pessoas, convive um tempo, vira parte da família. E aí, de um dia pro outro, tchau? Estranho,né?

Minha mãe, por exemplo, foi casada por aaaaaaanos com uma pessoa e hoje ela é divorciada. Na época que eles começaram a namorar eu tinha 2,3 anos de idade. No divórcio eu tinha 15. E desde então (hoje tenho 29...bota ano que passou aí...) eu continuo sendo recebida como parte da família, minha filha chama meu (ex?) padrasto de vovô e convivo com a família dele tanto quanto eu convivo com a família do meu pai. E acho isso muito bacana. Quem se separou foi a minha mãe e meu padrasto e não a família do casal.

Queria que o mundo tivesse uma cabeça mais aberta para isso...para entender que o término de um relacionamento cabe apenas para o casal e não para o mundo agregado. Porque doi muito perder pessoas bacanas porque o casal não deu certo....

O que acham?

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Quero tudo que não tenho ou tenho tudo que não quero?

Estes dias me peguei pensando em sabotagem  e vontades. Primeiro: a gente tem uma tendência a dizer não para a felicidade. Fato. Por mais que a gente diga que não. E acho que estou meio que vivendo esse momento. A boa notícia é que, sabendo disso, estou me policiando para mudar isso. Segundo: a gente quer aquilo que não pode (ou não deve) ter. O que é uma caca. Mesmo.

Essa coisa louca de "quero quem não me quer só pra poder mostrar pro mundo que eu posso sim" é meio bizarra. Às vezes a gente SABE que uma pessoa não é a certa ou a gente SABE que aquela pessoa não é nem de longe a certa pra você, mas tem certeza de que precisa dessa pessoa. Pra quê? Talvez porque nessa de sabotagem, você precisa pisar errado para, idiotamente, não ser feliz. Faz sentido? Nenhum, eu sei.

Há um tempo atrás (quanto não interessa) eu saí com o cara que parecia Mr.Perfect. Bonito, inteligente, bacana...mas que talvez não seja pra mim. Não deu certo e ainda não sei exatamente o motivo de não ter dado certo. Fato é que não deu. E aí, aquela pontinha de orgulho que toda mulher tem, vira e mexe dá as caras e se pergunta: vale a pena ir atrás disso? A racionalidade diz que não, mas a orgulhosa mulher que vive dentro de mim diz que vale. Não pra fazer dar certo, talvez, mas pra poder dizer: fui lá e fiz. Não vou fazer...não porque sei que, mais uma vez, eu seria aquela que terminaria chorando.

Por outro lado e sem entrar em detalhes, estou conhecendo uma pessoa que parece ser muito legal. Verdadeiramente legal. E isso assusta. Assusta o fato de que pode ser que as coisas podem dar certo. Entra a sabotagem no caminho, sacam? E aí eu fico com mais medo ainda e acabo fazendo besteira. E nessas horas a mulher orgulhosa que vive em mim fica quieta. Na hora que precisa abrir a boca pra falar algo, fica quieta, mas quando preciso que fique calada, ela berra. Quem entende a mulher interior,né?

Enfim...ultimamente me pergunto muito porque a gente não aprende que ser feliz é fácil e que deve ser sem medo. E mais: por que é que a gente não deixa o errado ficar no lugar que tem que ficar: longe? E por que a gente quer tudo que não precisa ter?

Complicado entender a mulher que a gente tem dentro de cada uma...e que, às vezes, precisaria não existir....

terça-feira, 2 de outubro de 2012

A "bicha" preguiça...


Esse bichinho simpático com um pouco de maquiagem e umas luzes facilmente poderia me representar. Aliás, não só a mim, mas algumas amigas também. E simplesmente porque ultimamente eu tenho, literalmente, preguiça de sair, de me arrumar pra um encontro. Talvez porque nos últimos quinhentos mil a coisa não tenha terminado bem.

O que me pergunto é até que ponto essa preguiça também não é uma forma de sabotagem. Ou de evitar mais uma decepção. Sim, porque eu não tenho preguiça de me arrumar para dar uma volta no shopping ou para ir pra casa da minha tia, mas morro só de pensar em ter que me arrumar para impressionar o moço. Isso porque os moços anteriores, aparentemente, não se impressionaram tanto.

Aí que essa semana eu terei um jantar com um cara bem bacana. E estou empolgadinha,até. Mas me bate aquela preguicinha... Não só de me arrumar, mas preguiça de começar tudo de novo, sabem? Me arrumar, bater aqueles papos iniciais, saber se o cara foi com a sua cara (e com a sua conversa) e todo aquele bla bla bla inicial.

Na verdade, a pergunta que não quer calar é: será que eu cansei disso tudo?

Medo....

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Dilemas ou bipolaridade...

Eu ainda não decidi se são as mulheres as complicadas ou se são os homens. Talvez os dois. Mas é fato que não somos tão simples quanto imaginamos.

Esses dias eu estava conversando com uma amiga e ela me disse, sabiamente: Você não sabe o que quer da vida...se o cara não te manda mensagem, você reclama dizendo que ele não se manifestou; se ele manda mensagem, você diz que ele está pegando no seu pé direto.

E o pior de tudo é que ela tem razão. Eu sou assim mesmo!!! Na verdade, acho que procuro um equilíbrio que não sei se existe. Não gosto de ninguém pegando no meu pé e me bombardeando de mensagens o dia inteiro. Acho que isso cansa. A gente não sente falta da pessoa e, pior, acaba não tendo conversa porque,né, como é que você vai ter novidade se a pessoa falou com você o dia inteiro?? Por outro lado, também acho horrível quando o cara não te procura. Parece falta de interesse (talvez seja mesmo falta de interesse) e deixa a gente querendo arrancar a calcinha pela cabeça louca pensando se a pessoa está bem, se não está, se está viva...

Enfim...é tudo tão contraditório que chega a ser meio maluco na minha cabeça. Acabo pensando se no fim das contas a maluca sou eu ou se é o mundo mesmo que está meio doido.

Estou vivendo um novo começo. Nada que ainda possa explicar ou escrever por aqui. E acho que a minha contradição e até um pouco de autosabotagem está acontecendo, sabem? Medo de ser feliz? Medo de acabar mal de novo? Medo de ter medo?

Não sei...ainda estou tentando ME entender. E vocês sabem que cada vez que isso acontece, acabo sentando e escrevendo aqui...nosso canto de discussão semi particular.

Espero que, no meio dessa loucura, alguém consiga me entender... Será?

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A monogamia...

Algumas pessoas comentaram comigo sobre uma reportagem na Marie Claire de uma psicóloga dizendo que a monogamia é uma coisa do passado. Vou confessar que eu não li a matéria antes de escrever este post para não me sentir tentada (ou não) a concordar com ela. Na verdade e me conhecendo como eu (deveria, pelo menos) conheço, acho que serei eternamente uma defensora da monogamia. Tá...quem me acompanha nesses quase 2 anos (o tempo voa, hein?) sabe que eu compactuei com uma traição, mas a coisa era em outro contexto. E outra, assim que decidimos (ou fomos decididos) que Mr.Right se casaria, eu pulei fora. Não queria ser um lado de um triângulo. Não nasci pra isso. Me chamem de romântica incurável, mas eu não acredito que o amor pode ter mais do que dois participantes. Isso só funciona direito na novela das 8 (e olhe lá...!). Gosto da ideia de ser a única mulher de um cara, assim como da ideia de que ele é único na minha vida. Não acredito que possa existir um casal composto de, sei lá, quatro pessoas. A rotina de um casal pode ser chata? Pode e acredito que existem mesmo momentos mais monótonos. Mas acredito também que essa é a hora de um olhar pra cara do outro e pensar: E agora, como vamos melhorar isso? E pra essa melhora o que não faltam são temperos pro casal, de um fim de semana em um hotel a uma visita a um sex shop. Depende da onde mora a sua monotonia. Problemas existem, sempre. Estando você com uma, duas ou dez pessoas. O que fazer com esse problema é uma coisa a ser resolvida entre o casal (aqui falando, casal de duas pessoas,tá?). Contornar a crise, levantar a poeira e dar a volta por cima. Aventura? Não acredito que quem goste de verdade precise de aventura. Não acredito que um homem (ou mulher) realmente feliz precisa "liberar energia ou se divertir com algo diferente por aí". Uma pessoa que gosta de verdade vai querer fazer da sua única pessoa, a pessoa que vai poder assumir diferentes papeis e te entregar, em um ser humano só, mil facetas... Serei eternamente partidária da monogamia...mesmo que o mundo ache isso ultrapassado. Quem disse que eu não posso ser vintage no amor??

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Parem o mundo que eu quero descer...tipo agora!!

Me chamem de desesperada, de paranóica e por aí vai. Mas o fato é que, poxa, quero descer do mundo. Tá uma coisa de gente casando, meu povo. E a gente, solteira sozinha abandonada? Always the bridesmaid, never the bride? Me recuso... hahahahahaha

Brincadeiras de lado...estou na fase de ver todo mundo noivando-casando-tendo filho. É bem engraçado....dá aquela sensação de velhice chegando. Suas amigas de infância (tipo as mais novas que você) está pra casar. Você sente o reumatismo batendo, incrível!

Fora esse desabafo (e mudando de assunto): todo mundo aqui já leu "Cinquenta Tons de Cinza"? É uma leitura obrigatória, instigante e viciante. Eu li o primeiro livro em 12 horas e estou me segurando para não comprar o segundo...minha prima está terminando e vai me emprestar o dela.

Falem sério...Christian Grey é embriagante, não acham?

Por enquanto é isso...volto logo menos...

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Refletindo sobre a vida...ou a falta dela.

Eu estou na fase que, das duas, uma: ou as amigas estão quase casando ou estão encalhadas. Eu,claro, me encontro no segundo grupo. Aí que neste fim de semana fui para a casa de uma grande amiga, também solteira. E concluímos que está cada vez mais complicado entender este mundo.

As minhas amigas solteiras são bonitas, independentes, inteligentes. Trabalham, estudam, se bancam. São seguras de si. E estão solteiras. E se sentindo solitárias. Não, não aquela coisa "quero me matar de solidão", mas falta uma companhia que acompanhe parte da vida delas. E "enquanto isso, no lustre do castelo", as famosas "piriguetchys" desfilam lindas (oi?) com namorados. Muitos desses, minha gente, pessoas que são realmente bacanas. Não, não acho que eles são idiotas. Tem muita gente que se apaixona pelo tipo piriguetchy. E quebra a cara. Ou se casa com ela. Se ele se casar com ela? Bem provável que ganhe um belo par de chifres em algum momento da vida. A piriguetchy não ama o homem. Ela ama o que ele pode dar para ela. Fato.

E aí que me causa uma certa revolta interna (que virou externa agora) com essa situação toda. O bom disso é que vira material para post. O ruim disso é que, bom...tem muita mulher interessante e sozinha por conta dessa desigualdade.

A solução? Eu não tenho....mas vai que alguém que lê esse blog resolve compartilhar alguma coisa boa,né?

Assim esperamos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

E eu voltei...pra ficar. E filosofar.

Não adianta. Não adianta MESMO. Eu gosto daqui. Não sei fazer um outro blog. Aliás, não sei nem escrever sobre moda e beleza, mesmo trabalhando com isso porque, sei lá, meu forte é falar sobre relacionamentos. Ou a falta deles.

E aí que eu resolvi refletir sobre o Mr. Big e o Aida. E saiu isso aqui:


Eu disse que eu poderia ser Carrie,certo? Poderia mesmo. Vocês vão perceber ao longo deste blog. E nada mais justo que pensar aqui, em voz (?) alta: quem a gente quer na nossa vida, Aidan ou Mr.Big?

Mr.Big foi o vencedor do coração de Carrie. Na verdade ele sempre esteve no coração dela, mesmo quando não deveria ter esse posto. Foi a melhor opção de Carrie? Vejamos... Big é um mulherengo assumido. Mais velho (bem mais, acho eu), mais vivido, mais rico e mais imaturo. Um Peter Pan, por assim dizer, assumindo a postura de que esqueceu de crescer e parou a vida na fase que pode sair com todas e ao mesmo tempo. Uma coisa meio “tudo junto e misturado”. Big tem seu charme (e que charme!) e conquista por parecer um cara desesperado atrás de ajuda. Big é viajado. Big é Big!
Mas Big casou. Duas vezes, antes de Carrie. E traiu as duas ex-mulheres. Pra mim Big é o perfil perfeito do homem que não soube deixar o lado “eterno caçador” de lado. Ele precisa continuar farejando as mulheres. Ele precisa estar no comando. E não adianta o segundo filme de Sex and The City mostrar que não. Aquilo é filme. O Big da vida real certamente caçaria fêmea atrás de fêmea, dando viagens de trabalho como desculpa para as suas ausências em casa. E isso aqui, minha gente, é vida real.

Aí vem Aidan. Educado, trabalhador, carinhoso, preocupado. E bonito,o que é um bônus nesse pacote todo. E fiel, o que é tipo ser cliente Master Platinum em programa de milhagem. Aidan é a chance da família Doriana sair do comercial e virar realidade. Ele é tão fofo que tem mulher que acharia Aidan um chato e dariam um “chega pra lá” nele. Tipo a Carrie fez. Eu não faria isso. Nesse ponto eu não poderia ser Carrie.

Aidan é o sonho de toda romântica e eu – azar o meu, talvez – sou romântica. Daquelas que pensa em casar. Ou pensa em pensar em casar. A pergunta que não quer calar diante dessas duas descrições e:  por que raios a gente escolhe os Bigs se sabe que os Aidans são mais seguros para um relacionamento sério? O problema está neles, homens esquisitos ou em nós, mulheres indecifráveis?

Revistas e mais revistas tentam resolver o mistério. Autores de auto-ajuda ganham milhões com títulos que discorrem páginas e páginas sobre o assunto. Mas concluir algo inteligente que é bom...ninguém.

Será que é esse o grande sentido da vida? Ter ciência de que o que é certo e fácil está lá e pode ser agarrado, mas ter certeza de que o incerto e perigoso tem um gosto muito melhor...Pensemos.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

E agora???

Cada vez que eu faço um post no blog novo, sinto saudades daqui...

Voltar ou não voltar???

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Um desabafinho...

Engraçado como às vezes eu me forço a voltar aqui. Talvez porque seja meu consultório de terapia "particular". O assunto nem é tão pessoal assim, mas né?

Seguinte: eu necessito, preciso, tenho, devo controlar a minha ansiedade. Pra tudo. Pra relacionamento, pro trabalho, pra um plano que está para acontecer. E sabem por quê? Porque a ansiedade te transforma em um ser repugnantemente chato.

Você fica chato pro mundo. Fica chato pra si mesmo. Fica chato até pra quem não achava você nada chata. Ou até pra quem não está nem aí pra você. De indiferente, você vira a chata.

Enfim...eu não estou sabendo lidar com a minha ansiedade.

Alguém aqui tem uma dica das boas???  :)


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Novo blog...

Eu voltei, mas não pra cá.
Lembram que eu disse que avisaria, se criasse um espaço novo? Então, eu criei...
Não é sobre relacionamentos, mas sobre vida, beleza, moda, viagem...qq coisa que eu queira escrever.

Vão lá me seguir?

O lugar? Confissões e Confusões de uma Cinderela Moderna

Vão lá me seguir...
Beijooos

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Chegou a hora...de verdade.

Já me despedi daqui várias vezes. E já voltei várias. Mas hoje é a hora do adeus definitivo.

Há dois anos eu comecei esse blog como uma forma de desabafar uma dor que não ia ser curada com terapia e nem com conversa com as amigas. Abri o blog como uma forma de falar comigo e a proporção disso foi bem maior do que eu esperava. Daqui conheci pessoas que viraram amigas no mundo real. Dividi histórias com pessoas que não conheço o rosto, mas que me mandaram histórias e histórias de amores mal-resolvidos. Foi nesse espaço que eu chorei, sofri, me revoltei, me reergui, conheci gente nova, quebrei a cara várias vezes. Mas chegou a hora de dizer tchau.

Meu blog foi criado junto com um personagem chamado Mr.Right, que passou a ser qualquer coisa, menos Right. Mr.Não Right (o mesmo personagem) hoje já não faz mais parte da minha vida, mas  da minha história. Foi um capítulo que acabou, passou. Manter esse blog é manter as lembranças de uma história que não existe mais e que, de certa forma, pode me atrapalhar em uma história futura.

Vou deixar o blog vivo na blogosfera porque eu não posso apagar essa parte da minha existência. Só que não quero mais expor, me expor... Um dia, se eu resolver voltar, abro um novo blog e volto aqui pra dar meu novo endereço. Não sei se isso vai acontecer, mas se acontecer, eu conto. Preciso focar na minha carreira, na minha vida real...

Sei que as pessoas vão entender.

Quem quiser, me adicionem no Facebook (Tatiana Fanti) e a gente se fala por lá, com certeza.

Obrigada a todos que me leram e que participaram de um momento na vida que eu precisava (e muito) de companhia.

Vocês todos me ajudaram a ser mais forte...

Um beijo carinhoso,

Tati

sexta-feira, 15 de junho de 2012

De volta ao reino da Dinamarca...

Eis que, mais depois de um mês depois, eu voltei. Ainda solteira, mas muito mais feliz! Sério. Nunca pensei que existisse aquela ideia de trabalhar e gostar tanto do que se faz que nem parece que é trabalho. Mas isso existe. E eu vivo isso.

Fato é que não tenho novas histórias pra contar. Nadinha. Aliás, minha vida, por incrível que pareça, anda beeeeeeeeeeeem devagar. Tipo quase parando. Bem quase parando.

Mas mesmo assim, quis voltar aqui...pra dizer que este blog (ainda) não morreu.

Como estão todos??

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Eu voltei...para a nooooossa alegriiiiia!!!

Ok...me matem!!! A piada foi infame!! E me perdoem se o post não tiver parágrafos,mas estou testando via Blackberry. Muita coisa aconteceu desde meu último post de gente. Coisas boas,claro. Eu saí da minha antiga agência,para uma carreira solo, junto com a melhor cliente que já tive na vida. Estou na fase de buscar mais clientes,então vira e mexe bate aquele medo de "será que eu fiz a coisa certa?", mas aí acontece algo legal e eu penso que fiz sim a melhor escolha. Maaaaas...chega de me promover,né?! Isso é esperança de que algum leitor ou leitora precise uma de relações públicas e me contrate! Hahahahaha Voltando para a nossa programação normal. Uma grande amiga e leitora do blog arrumou um namorado!!! Viva!!! E esse namorado tinha um amigo solteiro! Viva ao quadrado!!! E esse amigo solteiro quis me levar pra jantar! Viva ao cubo!!! E jantamos. Em um restaurante delicioso chamado Praça São Pedro, que eu super recomendo. E aí ele me levou em casa e sumiu. Aí...minha amiga me liga depois de uns dois dias dizendo que o cara me achou legal e que me chamaria pra sair de novo. Foi cogitado até um encontro entre o neocasal e o não casal. Eu,feliz, esperei ele fazer contato. Só que quando a esmola é muita o santo desconfia e o mocinho, que acabou de sair de um relacionamento, me liga domingo,com o diálogo que segue: (transcrição literal) Oi,aqui é o A. Você pode deletar meu nome da sua agenda do celular? Aquele jantar foi um equívoco. Tchau. Pausa para as leitoras fecharem as bocas,que devem estar abertas,com certeza!! Meu não relacionamento futuro acabou assim. Desse jeito. Fiquei em casa sozinha, num domingo à noite, processando o pior fora da minha existência. Soube depois que ele teve no sábado uma brigona com a tal ex e,suponho eu, que eles tenham se visto domingo, quando ele me ligou para dar o recadinho simpático. Bacana,falem a verdade?? E assim essa história entrou para os anais do nosso bloguinho...para a noooooossa alegriiiiia!!!!

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Desculpas e momento (quase) publicidade...

Pessoal querido, Não consegui voltar e postar a saga,mas prometo que durante o feriado eu faço isso. Conto tudo o que aconteceu e porque eu mudei radicalmente de vida. Para adiantar,preciso dizer que estou muito muito muito feliz! Descobri o que é realmente amar um trabalho e ficar triste porque o fim de semana chegou. Sim,isso existe! E aproveitando o momento workaholic, queria pedir pro pessoal que tem facebook, para curtir a página que montei para a minha "clienta": www.facebook.com/ClinicaCarlaVidal Todo mundo lá,vaaaaaaaaai.... (assim termina meu quase apelo publicitário....) Logo volto!!! Bjssss

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Admirável vida nova...

Sim,sei que sumi e não,não acho bonito. Mas justifico: mudei a minha vida. Completamente. Decidi ir atrás de um sonho. Joguei um emprego assalariado e resolvi que era hora de ser dona da minha história e do meu tempo. Logo conto toda a odisséia, mas o que posso adiantar é que estou começando (beeeeeeeeeeeeem micro) a minha carreira solo em Relações Públicas. É,minha gente...agora sou eu quem faz o meu horário e o meu dia. Tem coisas boas e ruins,como tudo. Anda estou me adaptando. E por isso dei essa sumida. Logo volto (semana que vem),com tempo para contar tudo. Beijos e torçam por mim!!!!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Como agarrar um marido?


Taí a pergunta que dá nome ao blog. E que todo mundo quando entra aqui a primeira vez, acha que vai achar a resposta. Engano. Estou certa de que está cada vez mais difícil encontrar alguém bacana nesse mundão. E olha que gente é o que não falta afinal, são sete bilhões de pessoas no mundo. Ok que o número fica mais baixo se tirarmos as mulheres, os gays, os casados, as crianças e os velhinhos. Beeeem mais baixo, diga-se se de passagem.

E aí que nestes quase dois anos de blog (acreditam que já são quase dois anos???) eu não descobri a fórmula mágica do casamento e, claro, não agarrei marido nenhum. Pelo contrário. Em dois anos tive um namoro que não deveria ter acontecido (leia-se Mr.Right), um namoro de dois meses que eu não sei nem o porquê de ter começado e alguns casos que não passaram de dois encontros (fenomenal,hein?). E encarei tudo isso de diferentes formas: chorei, me descabelei, fiquei com raiva, indignada... Hoje eu resolvi assumir a diversão da procura.

Sim, minhas leitoras e meus leitores. Chega uma hora que a gente precisa parar e começar a dar risada. Rir é o melhor remédio e, para a nossa felicidade, não dá rugas (ao contrário de chorar), como me explicou a dermato do meu coração, Dra Carla Vidal (beijo,Carla!). E eu resolvi dar risada. Muita risada. Acaba sendo divertido olhar para trás e ver o tanto de besteiras que a gente fez. E aprender com as besteiras. E encarar que aquelas do passado não serão as últimas e que até o nosso último suspiro a gente vai fazer mais e mais asneiras. E rir delas.

Enfim, pessoal, querido. Não descobri como agarrar um marido – ainda. Mas descobri que dar risada disso tudo é muito mais legal do que olhar para trás e se arrepender. Melhor ter feito do que ter vivido vendo a vida passar.

Como agarrar um marido? Não sei...ainda estou tentando...

segunda-feira, 26 de março de 2012

A tal da química...

Quando eu estava na escola a matéria que eu mais odiava era química. Não entendia nada de moléculas, nem de fórmulas e muito menos sabia o significado daquele monte de elementos da tabela periódica. O mundo, pra mim, seria perfeito sem a tal da química.

Aí eu cresci e passei a dar importância a outro tipo de química, igualmente complicada àquela do colégio: a química do relacionamento. Já falei sobre isso em posts anteriores, mas sempre em contextos diferentes. E sempre afirmei que a química é algo necessário para um relacionamento dar certo e, ao contrário do que dizem, ela não se constrói: ou você tem ou não tem.

Sexta-feira eu jantei com um moço. A conversa sempre foi boa, o "perfil" dele era bem bacana, mas não tivemos a química. Tentei, eu juro que tentei. Mas, feliz ou infelizmente, sou movida a frio na barriga. Se quando o cara dá a mão pra você e você não sente nada, esquece. Desse mato não sai cachorro nenhum. Não, eu não espero a musiquinha de fundo quando se dá um beijo, mas eu espero, sim, um pouco de mágica. Não aquela mágica hollywoodiana, mas a mágica de que, naquele momento, o seu mundo parou. Será que é devaneio meu?

Eu já vivi essa sensação do mundo parar completamente, de tudo ficar em silêncio (mesmo que você esteja em uma balada punk) e do coração disparar e sinceramente acredito não sentir isso de novo. Já tive uma vez, foi lindo e estou contente com isso. Mas espero, pelo menos, ter uma sensação que chegue perto disso. Ou que pelo menos faça meu coração bater mais forte e sentir saudade (e vontade) de repetir o encontro.

Dito isso, não preciso dizer que esse pretendente a pretendente vai ter que procurar outra candidata. Por mais que ele seja uma pessoa maravilhosa e disposta a um relacionamento verdadeiro, eu preciso sentir as tais "borboletas no estômago". Além disso, não sei se é um erro meu, mas não gosto de nada muito fácil e nem de gente muito "disponível". O cara jantou comigo na sexta e no sábado me mandou um coração via SMS. Meio rápido,não? Ou então eu não senti o que ele sentiu e é por isso que fiquei "incomodada"?

Fato é: a tal da química importa, e muito. E é muito mais complexa do que uma simples tabela periódica...

sexta-feira, 23 de março de 2012

Ciclos


Quando eu estava na escola aprendi que o ciclo da vida era nascer/crescer/reproduzir/morrer. Simples assim. Ninguém contou o que acontecia no meio de tudo isso. Ninguém contou que o ciclo era muito mais complexo. Aliás, ninguém contou que não era O ciclo, são VÁRIOS ciclos.

Estou em uma fase de muitas mudanças, internas e externas, que contarei logo mais por aqui. Por enquanto, posso adiantar que estou encerrando ciclos e abrindo novos outros. Estou buscando realizar objetivos que sempre tive e que, talvez por medo, nunca tenha tido coragem de seguir. Aí chega a hora que a vida te coloca para pensar e, acima de tudo, agir. Estou na fase de agir. Se lamentar e ficar para pra quê? Sem sentido, não é?

E nessa fase de encerramento de ciclos é sempre curiosa a mistura de sentimentos que temos: ora uma euforia e felicidade e ora tristeza e dúvida. Será que estamos tomando o caminho certo? Será que as pessoas que estão nesse ciclo vão ficar nos seguintes? Ou será que vamos ser enterrados no baú do passado? Pensar em tudo isso gera medo, dúvida, ansiedade...tudo junto e misturado, como dizem por aí.

Quis dividir com vocês essa minha visão de passagens na vida. E a complexidade que tudo isso envolve. Ainda não posso contar quais são as mudanças, mesmo porque pra todo mundo vai ser sem significado nenhum, mas pra mim significam bastante.

Aliás, ainda bem que mudamos...porque se não mudássemos, hoje seria um dia em que eu estaria bem chateada. Passado feeelings, sabem? E, como eu mesma disse, seguir em frente é preciso.

Sigamos. 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Primeiras impressões do Par Perfeito


Primeiro de tudo...se você procura diversão, o Par Perfeito é o seu lugar. Sério. A quantidade de pessoas sem noção que aparecem por lá é inacreditavelmente enoooorme. Junte a isso o número de pessoas que escrevem mal. E os apelidos e fotos? Não tem como descrever, mas vamos lá.

1 - Tenho que deixar claro aqui que se o seu intuito é parecer um ser humano normal, não coloque apelidos como "gatinho_manhoso", "cara_cheiroso" ou qualquer coisa do gênero. Não quer ser identificado? Inventa um nome de gente, mas nos poupe de ler nomes infantis. Ou então, aguente que as pessoas vão rir, sim, mesmo que você seja um cara legal. 
Gente, isso é sério...o que tem de gente que coloca apelidos ridículos não tem tamanho. Não dá vontade de olhar o perfil da pessoa. A foto tem que ser MUITO boa para você considerar falar com o "cara_cheiroso". E principalmente começar a namorar e falar pra todo mundo como se conheceram.

2 - Não coloque fotos suas correndo feliz na praia (ou arrumando a sunga ao sair do mar). Não é legal e queima o seu filme.
Leitores e leitoras, é igualmente enooooorme o número de pessoas que colocam fotos que nem a mãe deles adoraria ver. Tem desde um cara saindo do mar e arrumando a sunga (aquela coisa bem delicada que os homens fazem em público) até uma mulher sentada na areia se sentindo a Brooke Shields em “A Lagoa Azul”. Essas fotos são totalmente queima-filme, mas garantia de diversão.

3- Faça uma abordagem delicada. E ponto final.
Quem gosta de ser chamada de delícia é a margarina. Gostosa? Como você sabe, já provou? Sério...mulher gosta de elogios delicados, mesmo que seja para ser chamada de simpática. Gostosa, delícia, apetitosa e vitaminada a gente prefere deixar para os pedreiros.

Enfim, gente boa, de uma maneira geral, achei meio furado o site. Tem muita gente que não me atraiu em nada. Muita gente procurando sexo casual e muita gente que é realmente sem noção. Recebi dezenas de e-mails de pessoas acima dos 50 anos de idade. Sei que os mais velhos estão atrás das mais novas, mas OI??, não leu o meu perfil? Não estou buscando ninguém acima dos 35. Nem abaixo dos 25, ok? E sim, recebi mensagens de garotos de 19 anos. E quis morrer de catapora.

Análise do primeiro dia: ri muito, me diverti horrores e achei, entre milhares de furadas, um perfil de um cara que me escreveu e é bem bacana. Nos falamos via facebook. Pelo menos, num bando de um milhão de furadas, existiu um cara bacana. Para o primeiro dia de aventura virtual, foi um bom resultado.

sábado, 17 de março de 2012

Sim,eu fiz...e agora?

Podem rir porque é engraçado. Mas hoje, num sábado à noite e na casa da minha melhor amiga, me inscrevi no Par Perfeito. Fiz, a princípio, o plano gratuito. Respondi a um questionário gigantesco sobre a minha vida e sobre quem eu busco. Engraçado...me senti preenchendo aqueles testes de compatibilidade.

Aí que depois que você descreve (de modo genericamente detalhado...) a sua personalidade e coloca o que você espera no seu par, você tem a opção de fazer uma busca. Selecionei homens (claro) com idade de 28 a 35 anos, que more no Brasil. Até que veio bastante gente. Por bastante gente, leiam: gente bizarra e gente interessante. Ok,eu assumo...tem mais bizarra do que interessante. De uma busca de 15 páginas eu selecionei uns sete perfis. Aí mandei o que eles chamam de piscadinha e uma mensagem genérica, do site mesmo, fazendo o contato. Não sei ainda como mexer direito no programa, mas vou aprender e conto para vocês o que for acontecendo.

Ato de desespero? Não acho. Fiquei curiosa em saber quem está nestes sites. Deve ter gente interessante que, assim como várias outras pessoas interessantes, não estão sabendo direito como achar alguém no mundo real. E nessas, quem sabe?

Fica a dica pra quem quer procurar gente bacana (no meio de gente esquisita). Ou apenas para quem quer dar muita risada, porque alguns perfis...socorro!

sexta-feira, 16 de março de 2012

How old are you???


Meu último post foi sobre diferença de idade. Perguntei isso porque o que mais tem por aí são casais com diferenças astronômicas. E que, muitos deles, parecem se dar bem de verdade.

Eu confesso que nunca me relacionei com nenhum cara mais novo que eu . No máximo, a minha idade. Talvez porque a minha cabeça seja meio de mais velha. Talvez porque eu não tenha paciência com caras mais novos. Não sei. Fato é que nunca fiquei com ninguém abaixo dos meus (atualmente) 28 anos.

E mais velhos? Nunca tinha passado a barreira dos 5 anos de diferença. Eu e o pai da Madu, acho eu, temos 4. Aí eu fiquei com um cara de 38 anos. Achei que seria beeeem diferente. Que o cara tivesse uma cabeça mais séria e uma postura mais madura com relação a relacionamentos. Ledo engano. O cara era maduro, trabalhador, gente finíssima...mas não estava preparado (ou não queria mesmo) um relacionamento sério.

Não acho que a idade seja um fator realmente determinante em um relacionamento. Acho que a cabeça e o que o casal quer são muito mais importantes do que a data de nascimento que consta no RG. Aliás, de verdade, a idade que importa é aquela que está em nossa cabeça. Desde que haja bom senso, claro (coisa que, me perdoem, Suzana Vieira não tem).

Então é isso...o importante é ser feliz, no matter what!

terça-feira, 13 de março de 2012

Diferença de idade...isso importa?

Post rápido e "a la" Pesquisa do Ibope.

Reparo que cada vez mais a diferença de idade entre casais se faz presente. Tá, tirando as "Danielas Albuquerques e Susanas Vieiras" da vida - que a gente realmente NÃO entende, será que a diferença de idade é algo que faz taaaaaaaaaaanta diferença assim?

E pergunto mais: qual é a diferença de idade aceitável para vocês? Tanto com a mulher mais velha quanto com um homem mais velho?

Me contem?

PS: Não...não estou saindo com um pivete. É curiosidade mesmo.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Reflexões...(meio tontas, mas OK)


O tempo vai passando e,com ele, a gente muda. Ontem mesmo eu coloquei no Facebook uma “piadinha” dizendo que passei de “alto,bonito,rico,solteiro,fiel e com 20 poucos anos” para “hetero, apresentável, fiel (pelo menos tenho essa esperança) e acima dos 30”. E dei risada com o meu pensamento que, por mais que tenha sido piada, é verdadeiro.

Não vou ser hipócrita...eu sinto falta de uma companhia. De segunda a sexta nem tanto, mas a coisa aperta aos fins de semana. Talvez porque a maioria das amigas estejam namorando e acabam fazendo programas de casais. Fato é que as 48 horas do sábado e do domingo são especialmente mais difíceis. Nada que me mate, que fique bem claro. E aí que, pensando nessa tal companhia que me falta, percebi o quanto o meu perfil de cara ideal foi mudando.

No começo eu queria aquele perfil de O cara. Um tipo meio Rodrigo Santoro, sabem? Mas aí o tempo passa, o Santoro não aparece e eu percebi que talvez a minha lista de exigências fosse um pouco longa demais. Aí você vai cortando alguns requisitos. E vê que continua difícil. E corta mais. Até chegar naquela: legal e que seja atraente (para mim e não para o mundo). Ou então simplesmente entrega pra Cristo e pensa: Cansei de procurar. Que me achem.

Ontem eu estava andando no shopping com a Madu e comecei a pensar em como seria legal se eu conhecesse um cara que tivesse filho. Sim,porque um cara assim entenderia a minha (louca) vida de mãe e não estaria mais naquele pique de baladas e bla bla bla. A gente poderia encarar programas em família. E eu acho que seria uma ótima madrasta. Seria boadrasta. Tá bom que a ideia de ser madrasta me assusta um pouco porque minha experiência na área não é lá das melhores. Por outro lado, sabendo o que eu sei, acho que me esforçaria para ser a melhor madrasta do mundo. Aí, tendo pensado nisso em 15 minutos, eu concluí que realmente seria um cara legal, que tivesse filhos. E uma ex-mulher bacana. Aí todos conviveriam em paz e os natais seriam animados. Muita alucinação?

Enfim...continuei andando no shopping e rindo de tudo isso. Tanto dos pensamentos quanto da vida. Acho engraçado como algumas coisas acontecem e mudam a gente pra sempre. Nunca pensei que seria mãe solteira e que teria que encarar ter um “kit casinha” sem ter o kit completo. E acho que estou me saindo bem na missão. Tropeço, caio, me machuco, mas levanto. A vida tem que ser assim,né?

E enquanto o “legal e acima dos 30” não aparece, eu vou levando a vida, tocando meus projetos para frente. E rindo. Porque rir é sempre o melhor remédio!!!

sexta-feira, 9 de março de 2012

A grama verde




Sabe aquele ditado: “a grama do vizinho é sempre mais verde”? Então. Muita gente concorda com a verdade que existe (ou não) nele. Mas, e quando você é a grama, em teoria, mais verde?

Comecei a pensar nisso esses dias. Eu e algumas amigas já passamos pela situação de ter caras comprometidos cantando de galo em cima da gente. Isso é normal. Quando a gente está em um relacionamento não vira cego e, deixando a hipocrisia de lado, a gente olha para o mundo sim. Isso, no entanto, não significa que, por mais que você ache aquele cara lindo, vai sair com ele e trair seu namorado. Você está apenas observando o mundo. O seu namorado provavelmente faz a mesma coisa.

Mas...voltando ao fato da grama verde. Há um bom tempo eu não saio com ninguém. Parte porque me falta tempo e parte porque me falta gente. Ultimamente os caras que têm se aproximado estão namorando. Por que eles se aproximam de mim? Não sei. Acho que, sendo justa, cada um tem um motivo diferente e não cabe a mim colocar aqui. Fato é que a minha opinião sobre ser a “grama verde” está mudando.

Há algum tempo (não muito) atrás, eu achava o máximo pensar que o cara que tinha namorada estava dando bola pra mim. Acho que nosso ego sempre precisa de uma massagem e é bom saber que um cara que tem uma pessoa acha que você é, pelo menos em um dado momento, melhor do que a que ele tem. Mas comecei a discordar de mim. E isso só aconteceu porque, sejamos sinceras, a grama verde só é mais verde enquanto ela é novidade. Depois ela queima, começa a murchar e o jardineiro escolhe voltar para o seu jardim ou simplesmente deixa a grama morrer de vez. OU então ele continua visitando o jardim, mas cada vez menos. Isso te completa? A mim não.

Estou passando por algumas (boas) mudanças e meu tempo anda escasso. Sendo bem verdadeira, como sempre fui aqui, não tenho sentido falta de um cara que “compareça” e pronto. Sinto falta de um cara bacana para compartilhar as coisas boas e as dúvidas que aparecem vez ou outra. E sendo a grama verde, me desculpem, isso não existe. O cara não quer saber se você está bem ou não está bem. O cara, aliás, nem quer saber de nada. Só quer saber de pastar vez ou outra. E disso eu cansei faz tempo.

Mudei. Mudei mesmo sabendo que tenho um passado que me condene. Mudei porque a gente precisa melhorar cada dia mais. E mudando, o mundo muda junto com você. Estou numa fase que, apesar de sentir falta, não estou esperando romance, nem borboletas. Eu estou focada no trabalho e num mundo novo que vai se abrir e não quero sair desse foco. Se aparecer alguém bacana, muito que bem. Se não aparecer, na hora certa ele virá.

Enquanto isso eu cultivo a minha grama verdinha...esperando um jardineiro que cuide exclusivamente do meu jardim, que florescerá na hora certa.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Ser mulher...e mais!

Não poderia deixar de passar por aqui nesse dia tão especial. Ao mesmo tempo, não acho que a mulher mereça um único dia. Todos os dias deveriam ser dia da mulher. Porque, cá entre nós, ser mulher não é fácil. Ser "mulherzinha" em pleno século XXI, menos ainda.

Feliz, ou infelizmente, não vou fazer uma postagem recheada de clichês. Vou dizer aqui que eu AMO ser mulher. Sério. Se eu fosse homem, provavelmente eu seria uma drag queen. Ou então um gay bem afetado. Tudo porque eu tenho paixão pelo universo feminino e admito que eu sou mulherzinha SIM. Adoro um salão de beleza, me divirto discutindo sobre maquiagem, passo horas pensando no look do dia seguinte. Mas vivo toda a pressão de uma mulher da nova era.

Ser mulher em 2012 significa ser mãe, profissional, amiga, namorada, amante, psicóloga, faxineira e por aí vai. Não somos mais donas de um único caminho. Precisamos andar pela nossa vida fazendo mil manobras e sendo mil em apenas uma. Difícil? Não...acho que damos conta do recado.

Por isso, pessoal, fica aqui a minha homenagem a todas nós...que somos guerreiras, mas femininas, selvagens com delicadeza e, acima de tudo, fieis a nós mesmas.

Feliz dia da mulher. A gente merece.

segunda-feira, 5 de março de 2012

As Pontes de Madison, O príncipe das maré, eu e mais um monte de gente


A mulherada adora um filme de chorar. De preferência um com final trágico. Nunca entendi muito o porquê, apesar de ser eu mesma uma criatura que ama chorar em filme. Eu entendi a nossa necessidade de assistir a um romance que termina bem mal...a gente chora a história do outro e a nossa própria.

A gente chora o namoro que não deu certo. A gente chora a morte do bicho de estimação. A gente chora por aquela viagem que nunca aconteceu. E chorando a gente desabafa, lava a alma e o coração. E esvazia a cabeça. Sim, porque tanta água saindo deve deixar a cabeça da gente mais leve. Ou deveria.

Tenho, na vida, dois filmes de chorar que são os campeões de audiência: As Pontes de Madison e O Príncipe das Marés. O que eles têm em comum? Além de serem estrelados pelas minhas duas atrizes preferidas (Meryl Streep e Barbra Streisand), os dois falam sobre lindas histórias de amor que não terminam bem. Me desculpem os leitores que nunca assistiram a nenhum dos dois filmes por ter contado o final, mas os dois são tão antigos que já devem ter passado mais do que Lagoa Azul no SBT.

E acho que gosto desses filmes porque, ao contrário das comédias românticas que sempre acabam bem, esses dois filmes falam da realidade. Nem sempre a gente tem o “viveram felizes para sempre”. Aliás, acho eu, não temos nunca o “felizes para sempre”, mas sempre temos o “viveram”.

A Meryl Streep, em “Pontes”, viveu uma dona de casa que conseguiu ter a história de amor da vida dela em quatro dias. O cara quis que ela fugisse com ela e ela não foi. A cena de cortar o coração é quando ela o vê, ele num carro na frente do carro dela e ela com a mão na maçaneta, pronta para abrir a porta enquanto o farol está vermelho. O farol abre, ela tira a mão da maçaneta. O carro do moço vira para a esquerda e o carro dela, para a direita. E ela cai no choro. Anos se passam e ela morre. O moço de mil anos atrás já morreu e teve as cinzas dele jogadas nas pontes do condado de Madison. O último desejo dela é ser cremada e ter as cinzas jogadas no mesmo lugar. Os filhos dela, que descobrem o romance só depois da morte da mãe, acabam por realizar o desejo dela. A cena final é de cortar o coração.

Barbra Streisand em “Príncipe” vire uma psiquiatra ricaça e casada que lida com uma mulher com sérios problemas psiquiátricos. Numa das crises, a paciente tenta o suicídio e, para entender a mulher, a personagem de Barbra pede ajuda para Nick Nolte, que interpreta o gêmeo da paciente. Ambos são casados e infelizes e se apaixonam perdidamente. Vivem um romance lindo. Até que ele, quase no fim, a espera na frente do consultório dela, depois de voltar de uma viagem para a casa dele. Ela o vê, corre em direção a ele, o abraça e diz que o defeito dele é “voltar para casa”. E chora. Ele, numa outra cena, dirige o carro a caminho de casa e diz que aquele amor o fez ver quem ele realmente é. E que sempre, todos os dias, enquanto ele dirige para casa, o nome daquela mulher sai da boca dele como um sussurro, como um alívio. E sobem os créditos. Fim.

Triste? Sim. As leitoras mais sensíveis devem estar com os olhos marejados. Triste, mas verdadeiro. Atire a primeira tecla quem não tem um amor mal-resolvido. Atire o primeiro mouse quem não sente uma dorzinha lá no fundo, por menor que seja, ao se lembrar de um grande amor que não foi seu. Algumas pessoas sortudas conseguem sentir isso e terminar com essa pessoa. Outras sentem e vivem uma história linda e não terminam com a cara metade. A grande maioria, no entanto, não passa por isso. Vive uma vida inteira sem ter sentido o que é O grande amor.

A minha pergunta é: vale a pena sermos Meryl, Barbra e,por que não, Tati? Vale mesmo ter vivido e sentido a sensação do amor pleno, mas não ter terminado com ele? Ou vale mais a ignorância já que, o que não é vivido não é sentido?

Essa é a pergunta de um milhão de dólares...

quinta-feira, 1 de março de 2012

Psiu...você!


Você. É,você mesmo. Você que eu nem sei se entra nesse blog. Você que nem sei mais nada. Simplesmente você.

Fazia um bom tempo que não lembrava de você. E eu estava bem assim. Aí entrou um engravatado no metrô com um perfume igual ao seu. Claro...você e mais algumas milhares de pessoas no mundo devem usar a mesma fragrância. Engraçado...até o ano passado eu sabia o nome, hoje eu só me lembro da marca, mas não exatamente do nome. Acho que isso é um sinal de que – devagar e sempre – a coisa está passando. E nesse dia, do engravatado do metrô, eu fechei os olhos e fiquei lembrando de quando eu sentia o seu cheiro e me sentia em casa. E essa lembrança deixou o meu dia nostalgicamente mais feliz.

Depois disso me distrai no MP3. Tenho o hábito de sempre pular a música 64, que era a nossa, para que eu não fique lembrando. Até o dia que, perdida em pensamentos, esqueci que a próxima música era a 64. E ela tocou. Tocou inteira. Eu ouvi. Depois de mais de um ano, ouvi os mais de três minutos da música e lembrei de quando você me mandava em pedaços no meu celular cada vez que você tinha que viajar. E sorri. Sorri porque a cada mensagem meu coração transbordava de alegria.

Aí ontem, vasculhando a minha caixa de e-mails enviados eu achei. Lá, em uma pasta de 2010, uma dúzia de e-mails enviados por mim. Todos falando sobre a gente. Sobre um futuro que a gente nem sabia que existia. Não sei se por estar em uma semana assustadoramente mais sensível eu decidi ler um por um. E li. Li todos. E, não é surpresa nenhuma, senti uma dorzinha chata. E até uma invejinha “branca” daquela Tati plenamente feliz de 2010. Invejinha por saber que, daquele jeito, aquela Tati não vai mais existir. Mas calma...não se sinta mal. A Tati que morou em Vinhedo por 10 anos também não vai mais existir. Graças a Deus a gente caminha e evolui. Algumas coisas melhoram, outras nem tanto.

Eu cogitei, depois de ler todos aqueles e-mails, te escrever um novo. Mas pra quê? Dizendo o quê? O que anda acontecendo na minha vida? Não teria motivos, já que o que acontece na minha vida não te interessa há um bom tempo. Confesso que pela primeira vez na minha vida impulsiva eu controlei a minha ansiedade e não te escrevi. Não mandei mensagem. Não fiz nada, apesar de ainda saber seu telefone de cor. Aliás, curioso que “de cor” em inglês é “by heart”. Tem tudo a ver, já que eu enterrei a nossa história dentro de algum lugar no baú do meu coração. E baú de coração é aquela coisa, sabe...uma hora a porta do baú se abre e a gente não percebe. Essa é a hora de mandar o baú para o conserto.

E sabendo que alguma coisa eu tinha que botar pra fora, sentei e escrevi essa carta, que nem sei se vai chegar até você, visto que eu estou a publicando em um blog e não te mandando por e-mail (o que seria a minha atitude impensada...e insensata). Vai ficar aqui, imortalizada na internet. Um dia, quem sabe, você ache. Ou não. Quem sabe...?

Enfim, é isso. Escrevi. Coloquei para fora. Sem melodramas. Apenas palavras sinceras de uma pessoa que sente falta (às vezes) de um tempo gostoso que passou.

Espero que você esteja bem. E que, vez ou outra, sinta inveja branca do você de pouco menos de dois anos atrás. Sabe por quê? Porque o você de dois anos atrás estava a lado do meu eu...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

É Bernardi...mas poderia ser Fanti

‎"Mulher não desiste, se cansa!!!! A gente tem essa coisa de ir até o fim, esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver. A gente paga mesmo. Paga caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, e sem "E SE..." A gente completa o percurso e ás vezes fica até andando em círculos, mas quando a gente muda de caminho, meu amigo, é fim de jogo pra você. Enquanto a gente... enche o saco com ciúmes e saudade, para de reclamar e agradece a Deus! Porque no dia que a gente aceitar tranquilamente te dividir com o mundo, a gente não ficou mais compreensiva, a gente parou de se importar, já era."


 (Tati Bernardi)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Uma para todos...e nenhum para ela...

Essa postagem é sobre uma pessoa. Mas poderia ser sobre várias. Poderia ser sobre você, sobre uma amiga, sobre uma tia, uma prima, uma pessoa do trabalho. Poderia ser até sobre mim. Por quê? Porque a história é recorrente: mulher se apaixona, namora, se decepciona e se joga para o mundo. Mas até que ponto ela se joga saudavelmente? Aí é que mora a questão.

A gente tende, para esquecer de um amor, cair literalmente de boca aberta no mundo. Se a ideia é esquecer o João, que seja ao lado do Caio. Ou do Fábio. Ou do Thiago. Ou do Pedro. O nome é o de menos. O que importa é não estar sozinha numa sexta à noite. O perigo disso é que nesse bolo de nomes e situações a gente corre o risco de se perder. E se perder significa não saber mais quem é você.

Fiquei pensando nisso depois de analisar o meu comportamento (e o de algumas amigas) depois de um término de relacionamento. E concluí que a gente tende a seguir o mesmo padrão: fica triste, se arrepende da tristeza e jura que só vai aproveitar a vida sem se envolver. Aí faz isso, sai com vários, não engata relacionamento nenhum e entra na parte da carência, que faz com que você faça mais e mais besteiras. Funciona? Não. Só te arruma mais um problema.

Descobri que não me adianta nada ter o Caio, o Fábio, o Thiago ou o Pedro, citados lá em cima. Nenhum deles que ir ao cinema. Nenhum deles te chama para passear no Parque do Ibirapuera. Nenhum deles quer saber se você brigou com a sua mãe. Não. Eles só querem te chamar de "delícia" e te levar para "curtir a night". Depois? Depois o problema é seu.

Sejamos realistas...isso é SER de todos e não TER todos. Uma graaaaaaande diferença que só faz aumentar o vazio depois que a gente chega em casa, tira a maquiagem e veste aquele pijama ridículo do Snoopy ("ninguém está comigo mesmo...que diferença faz vestir um pijama horrorento e um lindinho?") para dormir, sempre sozinha. 

O que fazer para mudar? Aprender, de verdade, que a felicidade não está em ter alguém ao lado "curtindo a night" ou te chamando de "delícia" numa sexta-feira. Aliás, melhor não ter isso, mas estar disponível para deixar a vida te levar e apresentar aquele alguém que queira saber da chata da sua amiga fofoqueira...ou que ache lindo aquele velho e surrado pijama do Snoopy. E melhor...que te abrace e durma com você quando você estiver vestindo ele.

E ponto final...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Filosofando...


Dia desses, conversando com uma amiga sobre de quem é a culpa pelas mulheres serem como são e os homens idem, concluímos:

A culpa das mulheres esperarem o príncipe encantado é do Walt Disney, que disse que toda mulher precisa de um cara que chegue num cavalo branco. E a culpa para os homens é da indústria pornô, que insiste em dizer que existem mulheres que são verdadeiras p... que não se cansam nunca.

E aí seguimos nosso caminho sabendo a quem atribuir a culpa.

Simples assim...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Vai entender...


Eu desisti de entender a cabeça masculina. Tanto quanto, penso eu, que eles tenham desistido de entender a gente. Mas eu desisti MESMO. Agora é “deixa a vida me levar, vida leva eu” e está tudo certo.

Andei meio ausente do blog. Acho que é porque me falta história. Ou me falta conseguir sentar e escrever tantas e tantas coisas que me contam. Ou me sobra “decepção” com muitas histórias bizarras que ando ouvindo por aí.

É uma lista tão grande de atitudes “nonsense” vindas dos homens que a gente precisa organizar as ideias pra contar pra vocês. Por enquanto, duas:

1-      Há algum tempo (não precisam saber quanto) eu saí com um amigo. Ficamos. Um amigo que eu gosto bastante. Resolvemos repetir a dose (da saída), dessa vez com uma amiga. Ficamos. No fim da noite ele me pediu o telefone da minha amiga. (pausa para a revolta geral da nação feminina). Quem entende?

2-      Uma conhecida conheceu (desculpem a repetição) um cara pelo mundo virtual. Saíram uma, duas, três vezes. O cara é o típico cafa (cafa pra mim = cara que a gente SABE que não vale nada, mas mesmo assim PRECISA experimentar). Aí saíram de novo...e foram pra cama. Detalhe: o cara não beijou a menina. (pausa para um momento OI? do mundo)

Aí todo mundo se pergunta: Dá pra entender isso? Não sei se o erro é nosso, se o erro é dos homens ou se o erro é geral. Se nós estamos nos dando menos valor, se os homens acham que não ligamos ou se os dois gêneros andam tão perdidos que a coisa acaba se perdendo de verdade.

Alguém aí tem alguma opinião sobre o assunto??

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Esclarecimentos....

Minha segunda começou beeeem agitada nos comentários do post anterior. Um deles, de um anônimo, perguntava se esses "caminhos diferentes" eram porque eu "tive uma experiência com uma mulher". Nada contra o homossexualismo, mas NÃO...nunca tive nada com outra mulher. Resolvi esclarecer aqui porque, sabe como é, muita gente lê esse cantinho.

Eu realmente não tenho nada contra pessoas que se relacionam com outras do mesmo sexo. Acho, aliás, que precisa ter muita coragem para se assumir para o mundo - ainda que ninguém tem absolutamente nada a ver com o que cada um faz entre 4 paredes. Acontece, minha gente, que não me sinto nada atraída por uma mulher. Nada mesmo. Nem curiosidade eu tenho.

Quando disse que eu estava me abrindo para caminhos que não tinha conhecido antes, não quis dizer que estava experimentando de tudo. Na verdade, estou me permitindo conhecer pessoas e lugares que eu, talvez, jamais pensasse em conhecer. Mais ou menos assim: um dia eu viajei para Cuiabá, a trabalho. Quando eu pensaria em conhecer um lugar desses, sem que tivesse um motivo? Nunca. Mas fui e vi paisagens ricas e lindas, que jamais pensaria em conhecer na vida. Entenderam a analogia?

Comecei meu 2012 me dando a chance de conhecer bares que não conheceria, baladas que não iria e pessoas que, talvez, eu não daria a chance de conhecer (ou de me relacionar) se não fossem essas circunstâncias...

Então tá aí a explicação...espero que tenham entendido. E, mais uma vez, não tenho NADA contra homossexualismo...meus amigos mais queridos são gays, inclusive!

E viva as diferenças!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Modernidade do século XXI


Confesso que estou me surpreendendo com a minha modernidade recém-descoberta. Não “despiroquei” totalmente, mas estou me permitindo conhecer pessoas e lugares que eu achei que jamais conheceria. E tudo isso porque acho que nessa vida a gente tem que se permitir conhecer de tudo para saber aquilo que a gente gosta e, acima de tudo, aquilo que a gente não gosta. Mas ainda assim, com essa modernidade (para mim, uma garota que cresceu no interior), ainda tem coisas que eu tento entender. Entender e aceitar. E existem outras tantas que eu jamais achei que poderia aceitar e hoje, bem...hoje eu aceito.

Aprendi a me envolver e me divertir com pessoas de um jeito saudável, sem que eu tenha que ser pedida em casamento. Aprendi que um amigo colorido vale muito mais do que uma ficada qualquer em uma balada. O cara da balada não quer nem saber se você trabalha, como trabalha, o que gosta de comer...o amigo colorido, por mais que não esteja namorando com você, sempre terá um ombro amigo quando você precisar chorar. Conclusão: em épocas de “vacas magras” ou quando a gente cansou de procurar um cara que se importe, o amigo colorido é a solução. Aprendi isso. E olha que tem valido a pena (quase sempre).

Também aprendi que a pior traição é aquela em que a gente trai a si mesmo. Trair o outro não é pior do que trair a si mesmo. Trair nossas vontades, nossos valores, nossas crenças. Não existe nada pior do que trair aquilo que diz nosso coração.

Aprendi que julgar as pessoas é feio. E que a sua amiga santa pode não ter um caráter melhor do que uma prostituta que ganha a vida assim porque precisa (isso é um post delicado...eu realmente conheci uma assim!). Sim...eu conheci uma garota de programa e conversei com ela. E aprendi que nem tudo é o que parece ser...(calma,povo, não aprendi a apreciar a profissão...mas aprendi que não necessariamente a designação “p..ta” vale para todas as meninas que fazem programa).

Em 2012 eu estou conseguindo a minha meta...me reinventar. E aprender a viver melhor nesse mundo tão moderno!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Resolvi voltar...

Pra falar que eu realmente preciso de um floral. Ou qualquer coisa que baixe a ansiedade. Eu e um bando de amiga.

Concluímos que a nossa ansiedade MATA a gente! Sério! E acaba com todo mundo que está em volta. Verdade seja dita: se um cara não pede o tamanho do meu dedo no fim do primeiro encontro, acho que eu decreto que a coisa não irá pra frente. E aí eu acabo metendo os pés pelas mãos e aí que a coisa não vai MESMO pra frente.

Sério. Alguém tem um remedinho pra minar esse defeito péssimo? hahahahahahaha Quem tiver, me passe!

Estou preparando alguns posts pra colocar aqui...não consigo abandonar o barco (ou o blog)...

Beijos e estava com saudades de passar por aqui...

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Micríssimo post: Lição de vida!

Tá, eu realmente não consigo abandonar esse espaço. Então vou voltar quando eu quiser,tá?

E vim aqui para dividir o pensamento do dia que vi no Facebook de uma amiga:


UM MONTE DE MICKEY LINDO POR AÍ E VOCÊ FICA ESPERANDO UM PATETA TE LIGAR!

hahahahahaha
Adorei!!!!

Eis que...

...eu voltei.
Voltei pra comentar (eu disse que eu poderia voltar,não disse? na verdade eu nem fui direito...) que a internet hoje é o novo barzinho. Sério meninas e meninos solteiros... invistam na força da web. Tenho uma grande amiga que está se aventurando nesse mundo e adorando. E olha só...ao contrário do que a grande maioria pensa, não temos apenas um bando de losers navegando. Essa minha amiga tá conhecendo uns moçoilos beeeem apresentáveis.

Quem aqui já se aventurou na net??

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O começo do fim...

Gente...está chegando a hora. De verdade dessa vez.
O "Como Agarrar um Marido" está (acho eu) com os dias contados. Acho que perdeu um pouco o sentido escrever aqui quando não tenho mais o que contar. Ou ter o que contar, mas não poder porque é expor pessoas que não querem exposição.
Não. Não aconteceu nada. Sò não tenho mais aqueeeela vontade de sentar e escrever. Talvez porque eu tenha começado tudo isso por causa de uma pessoa que hoje nem existe mais. Talvez porque eu saiba que manter um blog desse possa ser complicado para um próximo relacionamento. Talvez porque eu simplesmente não queira mais falar sobre relacionamentos.
Então é isso...
Não prometo mais atualizar todos os dias esse blog, mas também não vou matá-lo ou deletá-lo. Porque ele, como todo o meu passado, aconteceu e foi ótimo. E porque, vez ou outra, eu possa querer voltar aqui.
Maaaaaaaaaaas....não vou deixar de ter um blog!
Eu acabei de criar o Meu mundo de beleza para falar sobre o que eu adoro: beleza. E outras coisinhas mais.

E aí que eu não quero perder o contato com vocês (mesmo porque, já disse, pretendo voltar aqui vez ou outra) então...todo mundo pode ir lá me seguir? Eu prometo dicas ótimas e diretas do mundo real (não, não vou alucinar e postar coisas que eu não posso comprar só porque é chic).

Vamos pra lá?

E quanto ao "Como Agarrar um Marido?"? Digamos que ele está em férias...mas que pode voltar logo logo logo... (no fundo no fundo eu sei que não vou conseguir deixar de escrever aqui...)

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

E chegou 2012...

E com ele a esperança de termos um ano maravilhoso, como sempre desejamos.

Prometo que vou escrever um post decente amanhã, mas estou aqui para dizer que não esqueci nosso espaço e que posso ter boas novidades em breve!

Amanhã venho com um post hilário, mas polêmico! (que não tenho nada a ver com isso...UFA)

Beijos a todos e feliz 2012!!!