sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

É Bernardi...mas poderia ser Fanti

‎"Mulher não desiste, se cansa!!!! A gente tem essa coisa de ir até o fim, esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver. A gente paga mesmo. Paga caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, e sem "E SE..." A gente completa o percurso e ás vezes fica até andando em círculos, mas quando a gente muda de caminho, meu amigo, é fim de jogo pra você. Enquanto a gente... enche o saco com ciúmes e saudade, para de reclamar e agradece a Deus! Porque no dia que a gente aceitar tranquilamente te dividir com o mundo, a gente não ficou mais compreensiva, a gente parou de se importar, já era."


 (Tati Bernardi)

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Uma para todos...e nenhum para ela...

Essa postagem é sobre uma pessoa. Mas poderia ser sobre várias. Poderia ser sobre você, sobre uma amiga, sobre uma tia, uma prima, uma pessoa do trabalho. Poderia ser até sobre mim. Por quê? Porque a história é recorrente: mulher se apaixona, namora, se decepciona e se joga para o mundo. Mas até que ponto ela se joga saudavelmente? Aí é que mora a questão.

A gente tende, para esquecer de um amor, cair literalmente de boca aberta no mundo. Se a ideia é esquecer o João, que seja ao lado do Caio. Ou do Fábio. Ou do Thiago. Ou do Pedro. O nome é o de menos. O que importa é não estar sozinha numa sexta à noite. O perigo disso é que nesse bolo de nomes e situações a gente corre o risco de se perder. E se perder significa não saber mais quem é você.

Fiquei pensando nisso depois de analisar o meu comportamento (e o de algumas amigas) depois de um término de relacionamento. E concluí que a gente tende a seguir o mesmo padrão: fica triste, se arrepende da tristeza e jura que só vai aproveitar a vida sem se envolver. Aí faz isso, sai com vários, não engata relacionamento nenhum e entra na parte da carência, que faz com que você faça mais e mais besteiras. Funciona? Não. Só te arruma mais um problema.

Descobri que não me adianta nada ter o Caio, o Fábio, o Thiago ou o Pedro, citados lá em cima. Nenhum deles que ir ao cinema. Nenhum deles te chama para passear no Parque do Ibirapuera. Nenhum deles quer saber se você brigou com a sua mãe. Não. Eles só querem te chamar de "delícia" e te levar para "curtir a night". Depois? Depois o problema é seu.

Sejamos realistas...isso é SER de todos e não TER todos. Uma graaaaaaande diferença que só faz aumentar o vazio depois que a gente chega em casa, tira a maquiagem e veste aquele pijama ridículo do Snoopy ("ninguém está comigo mesmo...que diferença faz vestir um pijama horrorento e um lindinho?") para dormir, sempre sozinha. 

O que fazer para mudar? Aprender, de verdade, que a felicidade não está em ter alguém ao lado "curtindo a night" ou te chamando de "delícia" numa sexta-feira. Aliás, melhor não ter isso, mas estar disponível para deixar a vida te levar e apresentar aquele alguém que queira saber da chata da sua amiga fofoqueira...ou que ache lindo aquele velho e surrado pijama do Snoopy. E melhor...que te abrace e durma com você quando você estiver vestindo ele.

E ponto final...

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Filosofando...


Dia desses, conversando com uma amiga sobre de quem é a culpa pelas mulheres serem como são e os homens idem, concluímos:

A culpa das mulheres esperarem o príncipe encantado é do Walt Disney, que disse que toda mulher precisa de um cara que chegue num cavalo branco. E a culpa para os homens é da indústria pornô, que insiste em dizer que existem mulheres que são verdadeiras p... que não se cansam nunca.

E aí seguimos nosso caminho sabendo a quem atribuir a culpa.

Simples assim...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Vai entender...


Eu desisti de entender a cabeça masculina. Tanto quanto, penso eu, que eles tenham desistido de entender a gente. Mas eu desisti MESMO. Agora é “deixa a vida me levar, vida leva eu” e está tudo certo.

Andei meio ausente do blog. Acho que é porque me falta história. Ou me falta conseguir sentar e escrever tantas e tantas coisas que me contam. Ou me sobra “decepção” com muitas histórias bizarras que ando ouvindo por aí.

É uma lista tão grande de atitudes “nonsense” vindas dos homens que a gente precisa organizar as ideias pra contar pra vocês. Por enquanto, duas:

1-      Há algum tempo (não precisam saber quanto) eu saí com um amigo. Ficamos. Um amigo que eu gosto bastante. Resolvemos repetir a dose (da saída), dessa vez com uma amiga. Ficamos. No fim da noite ele me pediu o telefone da minha amiga. (pausa para a revolta geral da nação feminina). Quem entende?

2-      Uma conhecida conheceu (desculpem a repetição) um cara pelo mundo virtual. Saíram uma, duas, três vezes. O cara é o típico cafa (cafa pra mim = cara que a gente SABE que não vale nada, mas mesmo assim PRECISA experimentar). Aí saíram de novo...e foram pra cama. Detalhe: o cara não beijou a menina. (pausa para um momento OI? do mundo)

Aí todo mundo se pergunta: Dá pra entender isso? Não sei se o erro é nosso, se o erro é dos homens ou se o erro é geral. Se nós estamos nos dando menos valor, se os homens acham que não ligamos ou se os dois gêneros andam tão perdidos que a coisa acaba se perdendo de verdade.

Alguém aí tem alguma opinião sobre o assunto??