segunda-feira, 12 de março de 2012

Reflexões...(meio tontas, mas OK)


O tempo vai passando e,com ele, a gente muda. Ontem mesmo eu coloquei no Facebook uma “piadinha” dizendo que passei de “alto,bonito,rico,solteiro,fiel e com 20 poucos anos” para “hetero, apresentável, fiel (pelo menos tenho essa esperança) e acima dos 30”. E dei risada com o meu pensamento que, por mais que tenha sido piada, é verdadeiro.

Não vou ser hipócrita...eu sinto falta de uma companhia. De segunda a sexta nem tanto, mas a coisa aperta aos fins de semana. Talvez porque a maioria das amigas estejam namorando e acabam fazendo programas de casais. Fato é que as 48 horas do sábado e do domingo são especialmente mais difíceis. Nada que me mate, que fique bem claro. E aí que, pensando nessa tal companhia que me falta, percebi o quanto o meu perfil de cara ideal foi mudando.

No começo eu queria aquele perfil de O cara. Um tipo meio Rodrigo Santoro, sabem? Mas aí o tempo passa, o Santoro não aparece e eu percebi que talvez a minha lista de exigências fosse um pouco longa demais. Aí você vai cortando alguns requisitos. E vê que continua difícil. E corta mais. Até chegar naquela: legal e que seja atraente (para mim e não para o mundo). Ou então simplesmente entrega pra Cristo e pensa: Cansei de procurar. Que me achem.

Ontem eu estava andando no shopping com a Madu e comecei a pensar em como seria legal se eu conhecesse um cara que tivesse filho. Sim,porque um cara assim entenderia a minha (louca) vida de mãe e não estaria mais naquele pique de baladas e bla bla bla. A gente poderia encarar programas em família. E eu acho que seria uma ótima madrasta. Seria boadrasta. Tá bom que a ideia de ser madrasta me assusta um pouco porque minha experiência na área não é lá das melhores. Por outro lado, sabendo o que eu sei, acho que me esforçaria para ser a melhor madrasta do mundo. Aí, tendo pensado nisso em 15 minutos, eu concluí que realmente seria um cara legal, que tivesse filhos. E uma ex-mulher bacana. Aí todos conviveriam em paz e os natais seriam animados. Muita alucinação?

Enfim...continuei andando no shopping e rindo de tudo isso. Tanto dos pensamentos quanto da vida. Acho engraçado como algumas coisas acontecem e mudam a gente pra sempre. Nunca pensei que seria mãe solteira e que teria que encarar ter um “kit casinha” sem ter o kit completo. E acho que estou me saindo bem na missão. Tropeço, caio, me machuco, mas levanto. A vida tem que ser assim,né?

E enquanto o “legal e acima dos 30” não aparece, eu vou levando a vida, tocando meus projetos para frente. E rindo. Porque rir é sempre o melhor remédio!!!

2 comentários:

Nati disse...

Só acho que ex-bacana não existe!
A ex, na hora que perceber que o ex-marido tá numa boa com a nova namorada, vira uma megera e inferniza a vida da gente. Muito raro uma ex bacana.

Wan disse...

Eu concordo Tati.

E ser "boadrasta" é muito legal também viu!

Beijos!!!!