terça-feira, 25 de setembro de 2012

A monogamia...

Algumas pessoas comentaram comigo sobre uma reportagem na Marie Claire de uma psicóloga dizendo que a monogamia é uma coisa do passado. Vou confessar que eu não li a matéria antes de escrever este post para não me sentir tentada (ou não) a concordar com ela. Na verdade e me conhecendo como eu (deveria, pelo menos) conheço, acho que serei eternamente uma defensora da monogamia. Tá...quem me acompanha nesses quase 2 anos (o tempo voa, hein?) sabe que eu compactuei com uma traição, mas a coisa era em outro contexto. E outra, assim que decidimos (ou fomos decididos) que Mr.Right se casaria, eu pulei fora. Não queria ser um lado de um triângulo. Não nasci pra isso. Me chamem de romântica incurável, mas eu não acredito que o amor pode ter mais do que dois participantes. Isso só funciona direito na novela das 8 (e olhe lá...!). Gosto da ideia de ser a única mulher de um cara, assim como da ideia de que ele é único na minha vida. Não acredito que possa existir um casal composto de, sei lá, quatro pessoas. A rotina de um casal pode ser chata? Pode e acredito que existem mesmo momentos mais monótonos. Mas acredito também que essa é a hora de um olhar pra cara do outro e pensar: E agora, como vamos melhorar isso? E pra essa melhora o que não faltam são temperos pro casal, de um fim de semana em um hotel a uma visita a um sex shop. Depende da onde mora a sua monotonia. Problemas existem, sempre. Estando você com uma, duas ou dez pessoas. O que fazer com esse problema é uma coisa a ser resolvida entre o casal (aqui falando, casal de duas pessoas,tá?). Contornar a crise, levantar a poeira e dar a volta por cima. Aventura? Não acredito que quem goste de verdade precise de aventura. Não acredito que um homem (ou mulher) realmente feliz precisa "liberar energia ou se divertir com algo diferente por aí". Uma pessoa que gosta de verdade vai querer fazer da sua única pessoa, a pessoa que vai poder assumir diferentes papeis e te entregar, em um ser humano só, mil facetas... Serei eternamente partidária da monogamia...mesmo que o mundo ache isso ultrapassado. Quem disse que eu não posso ser vintage no amor??

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Parem o mundo que eu quero descer...tipo agora!!

Me chamem de desesperada, de paranóica e por aí vai. Mas o fato é que, poxa, quero descer do mundo. Tá uma coisa de gente casando, meu povo. E a gente, solteira sozinha abandonada? Always the bridesmaid, never the bride? Me recuso... hahahahahaha

Brincadeiras de lado...estou na fase de ver todo mundo noivando-casando-tendo filho. É bem engraçado....dá aquela sensação de velhice chegando. Suas amigas de infância (tipo as mais novas que você) está pra casar. Você sente o reumatismo batendo, incrível!

Fora esse desabafo (e mudando de assunto): todo mundo aqui já leu "Cinquenta Tons de Cinza"? É uma leitura obrigatória, instigante e viciante. Eu li o primeiro livro em 12 horas e estou me segurando para não comprar o segundo...minha prima está terminando e vai me emprestar o dela.

Falem sério...Christian Grey é embriagante, não acham?

Por enquanto é isso...volto logo menos...

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Refletindo sobre a vida...ou a falta dela.

Eu estou na fase que, das duas, uma: ou as amigas estão quase casando ou estão encalhadas. Eu,claro, me encontro no segundo grupo. Aí que neste fim de semana fui para a casa de uma grande amiga, também solteira. E concluímos que está cada vez mais complicado entender este mundo.

As minhas amigas solteiras são bonitas, independentes, inteligentes. Trabalham, estudam, se bancam. São seguras de si. E estão solteiras. E se sentindo solitárias. Não, não aquela coisa "quero me matar de solidão", mas falta uma companhia que acompanhe parte da vida delas. E "enquanto isso, no lustre do castelo", as famosas "piriguetchys" desfilam lindas (oi?) com namorados. Muitos desses, minha gente, pessoas que são realmente bacanas. Não, não acho que eles são idiotas. Tem muita gente que se apaixona pelo tipo piriguetchy. E quebra a cara. Ou se casa com ela. Se ele se casar com ela? Bem provável que ganhe um belo par de chifres em algum momento da vida. A piriguetchy não ama o homem. Ela ama o que ele pode dar para ela. Fato.

E aí que me causa uma certa revolta interna (que virou externa agora) com essa situação toda. O bom disso é que vira material para post. O ruim disso é que, bom...tem muita mulher interessante e sozinha por conta dessa desigualdade.

A solução? Eu não tenho....mas vai que alguém que lê esse blog resolve compartilhar alguma coisa boa,né?

Assim esperamos.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

E eu voltei...pra ficar. E filosofar.

Não adianta. Não adianta MESMO. Eu gosto daqui. Não sei fazer um outro blog. Aliás, não sei nem escrever sobre moda e beleza, mesmo trabalhando com isso porque, sei lá, meu forte é falar sobre relacionamentos. Ou a falta deles.

E aí que eu resolvi refletir sobre o Mr. Big e o Aida. E saiu isso aqui:


Eu disse que eu poderia ser Carrie,certo? Poderia mesmo. Vocês vão perceber ao longo deste blog. E nada mais justo que pensar aqui, em voz (?) alta: quem a gente quer na nossa vida, Aidan ou Mr.Big?

Mr.Big foi o vencedor do coração de Carrie. Na verdade ele sempre esteve no coração dela, mesmo quando não deveria ter esse posto. Foi a melhor opção de Carrie? Vejamos... Big é um mulherengo assumido. Mais velho (bem mais, acho eu), mais vivido, mais rico e mais imaturo. Um Peter Pan, por assim dizer, assumindo a postura de que esqueceu de crescer e parou a vida na fase que pode sair com todas e ao mesmo tempo. Uma coisa meio “tudo junto e misturado”. Big tem seu charme (e que charme!) e conquista por parecer um cara desesperado atrás de ajuda. Big é viajado. Big é Big!
Mas Big casou. Duas vezes, antes de Carrie. E traiu as duas ex-mulheres. Pra mim Big é o perfil perfeito do homem que não soube deixar o lado “eterno caçador” de lado. Ele precisa continuar farejando as mulheres. Ele precisa estar no comando. E não adianta o segundo filme de Sex and The City mostrar que não. Aquilo é filme. O Big da vida real certamente caçaria fêmea atrás de fêmea, dando viagens de trabalho como desculpa para as suas ausências em casa. E isso aqui, minha gente, é vida real.

Aí vem Aidan. Educado, trabalhador, carinhoso, preocupado. E bonito,o que é um bônus nesse pacote todo. E fiel, o que é tipo ser cliente Master Platinum em programa de milhagem. Aidan é a chance da família Doriana sair do comercial e virar realidade. Ele é tão fofo que tem mulher que acharia Aidan um chato e dariam um “chega pra lá” nele. Tipo a Carrie fez. Eu não faria isso. Nesse ponto eu não poderia ser Carrie.

Aidan é o sonho de toda romântica e eu – azar o meu, talvez – sou romântica. Daquelas que pensa em casar. Ou pensa em pensar em casar. A pergunta que não quer calar diante dessas duas descrições e:  por que raios a gente escolhe os Bigs se sabe que os Aidans são mais seguros para um relacionamento sério? O problema está neles, homens esquisitos ou em nós, mulheres indecifráveis?

Revistas e mais revistas tentam resolver o mistério. Autores de auto-ajuda ganham milhões com títulos que discorrem páginas e páginas sobre o assunto. Mas concluir algo inteligente que é bom...ninguém.

Será que é esse o grande sentido da vida? Ter ciência de que o que é certo e fácil está lá e pode ser agarrado, mas ter certeza de que o incerto e perigoso tem um gosto muito melhor...Pensemos.