terça-feira, 4 de setembro de 2012

E eu voltei...pra ficar. E filosofar.

Não adianta. Não adianta MESMO. Eu gosto daqui. Não sei fazer um outro blog. Aliás, não sei nem escrever sobre moda e beleza, mesmo trabalhando com isso porque, sei lá, meu forte é falar sobre relacionamentos. Ou a falta deles.

E aí que eu resolvi refletir sobre o Mr. Big e o Aida. E saiu isso aqui:


Eu disse que eu poderia ser Carrie,certo? Poderia mesmo. Vocês vão perceber ao longo deste blog. E nada mais justo que pensar aqui, em voz (?) alta: quem a gente quer na nossa vida, Aidan ou Mr.Big?

Mr.Big foi o vencedor do coração de Carrie. Na verdade ele sempre esteve no coração dela, mesmo quando não deveria ter esse posto. Foi a melhor opção de Carrie? Vejamos... Big é um mulherengo assumido. Mais velho (bem mais, acho eu), mais vivido, mais rico e mais imaturo. Um Peter Pan, por assim dizer, assumindo a postura de que esqueceu de crescer e parou a vida na fase que pode sair com todas e ao mesmo tempo. Uma coisa meio “tudo junto e misturado”. Big tem seu charme (e que charme!) e conquista por parecer um cara desesperado atrás de ajuda. Big é viajado. Big é Big!
Mas Big casou. Duas vezes, antes de Carrie. E traiu as duas ex-mulheres. Pra mim Big é o perfil perfeito do homem que não soube deixar o lado “eterno caçador” de lado. Ele precisa continuar farejando as mulheres. Ele precisa estar no comando. E não adianta o segundo filme de Sex and The City mostrar que não. Aquilo é filme. O Big da vida real certamente caçaria fêmea atrás de fêmea, dando viagens de trabalho como desculpa para as suas ausências em casa. E isso aqui, minha gente, é vida real.

Aí vem Aidan. Educado, trabalhador, carinhoso, preocupado. E bonito,o que é um bônus nesse pacote todo. E fiel, o que é tipo ser cliente Master Platinum em programa de milhagem. Aidan é a chance da família Doriana sair do comercial e virar realidade. Ele é tão fofo que tem mulher que acharia Aidan um chato e dariam um “chega pra lá” nele. Tipo a Carrie fez. Eu não faria isso. Nesse ponto eu não poderia ser Carrie.

Aidan é o sonho de toda romântica e eu – azar o meu, talvez – sou romântica. Daquelas que pensa em casar. Ou pensa em pensar em casar. A pergunta que não quer calar diante dessas duas descrições e:  por que raios a gente escolhe os Bigs se sabe que os Aidans são mais seguros para um relacionamento sério? O problema está neles, homens esquisitos ou em nós, mulheres indecifráveis?

Revistas e mais revistas tentam resolver o mistério. Autores de auto-ajuda ganham milhões com títulos que discorrem páginas e páginas sobre o assunto. Mas concluir algo inteligente que é bom...ninguém.

Será que é esse o grande sentido da vida? Ter ciência de que o que é certo e fácil está lá e pode ser agarrado, mas ter certeza de que o incerto e perigoso tem um gosto muito melhor...Pensemos.

2 comentários:

Nai disse...

Que bom que voltou....
Tudo é uma questão de fase, ou o momento que atravessamos na vida.
Com um Big a alegria é garantida e choro também. Depois de muitos Bigs chega uma hora que um Aidan é bem estimulante.
Boa terça para você.
Beijinhos
Nai Melo

Lari disse...

Sobre a série, sempre quis que a Carrie ficasse com o Aidan. Pra mim a cena do casório no 1º filme resume o Big em tudo. Não gosto!

Na vida real, o que ocorre é que as mulheres sabem o que querem (um Aidan), mas os Big são tão legais, charmosos, atraentes, sedutores que elas acabam se deixando levar pelas aparências e no fim ficam sem o Big (que as trocou por outra) e sem o Aidan (que já desistiu de ser palhaço).

Vida difícil essa nossa de mulher? rs

Bjs