quarta-feira, 17 de abril de 2013

Sem título...

Sem título porque não sei exatamente se esse post vai ter um foco...

Adorei os comentários que recebi no meu último (e, admito, depressivo) post. Mas acontece que foi um momento de fraqueza e achei que deveria vir aqui me explicar.

Estou vivendo um momento profissional maravilhoso: abri mão de uma carreira na agência dos meus sonhos para abraçar a carreira solo. Não foi o primeiro ano que eu esperava na vida de "businesswoman", mas de uns tempos pra cá (do começo deste ano pra cá, pra ser exata) as coisas começaram a andar. Ganhei novos clientes, ampliei meu leque de contatos, aprendi a ser mais atirada comercialmente e vi que eu podia SIM tocar um negócio meu. Provei, não para o mundo, mas pra mim mesma que eu era capaz. E isso me faz muito feliz. Muito mais do que vocês possam imaginar. Conseguir conciliar maternidade e trabalho me fez realizada.

Então não,eu não choro todos os dias. Aliás, fazia muuuuuuuuuito tempo que eu não chorava por me sentir vazia emocionalmente. E sabem por quê? Porque eu estou me sentindo cheia...cheia de vida, cheia de vontade de fazer o trabalho dar certo. Eu acordo animada para o dia que vai vir e durmo feliz por cada pequena conquista daquele dia. Mas não existe Pollyana sempre feliz e sábado foi meu dia de fraqueza.

Fraqueza porque eu estava esperando uma ligação. Fraqueza porque eu estava num tempo chuvoso com todas as amigas ocupadas com o namorado. Fraqueza porque - e eu sei que isso é aquela coisa do colher o que plantou - eu não posso simplesmente me largar no mundo porque eu tenho uma filha e preciso cuidar dela, estar com ela. Ela é meu presente, meu sol, minha luz e meu mundo...mas fato que é beeeeem mais fácil ser solteira sem filhos. E muita mãe solteira aí vai concordar comigo.

Enfim...depois que sentei e escrevi o post eu enxuguei as lágrimas, saí de casa e fui passear com a minha tia, minhas primas e minha pequena grande mulher (Madu). E meu dia não poderia ter sido melhor. Não poderia ter querido outra coisa pra um sábado chuvoso que não fosse a minha família. E isso fez aquele chororô parecer nada perto do tanto de risadas que demos. E fez-se um fim de semana feliz.

Então não. Não espero todos os dias um príncipe porque eu mesma não acredito em príncipe. Não espero que uma pessoa me faça feliz porque eu sei que posso ser feliz sozinha. Não espero um grande amor porque - e isso não vai mudar - o mundo está maluco e acho que grande amor é coisa do passado. Mas isso é assunto pra outro post, outro dia...

Eu sou feliz, de verdade. Mas, como todo mundo, passo por dias em que ser feliz sozinha não me basta. Tipo aquele sábado de chuva...

beijos e adoro cada comentário que leio aqui...

sábado, 13 de abril de 2013

E hoje eu chorei...

...chorei como fazia tempo que não chorava. Chorei porque o céu está cinza. Chorei porque o céu também chora. Chorei porque eu cansei.

Não tenho mais força pra correr atrás. Não tenho mais paciência. Não tenho mais vontade. Ou melhor, até tenho vontade, mas foram tantos os erros e são tantas as feridas que eu perdi a vontade de lutar e correr atrás.

Acho que não quero muito. Não quero um anel da Tiffany. Não quero um casamento pomposo, cheio de gente. Não quero um final de cinema, com tudo perfeito. Eu só quero uma companhia. Quero ter alguém que fique ao meu lado num sábado de chuva. Quero alguém que queira me contar sobre o seu dia. Quero alguém que queira dividir os problemas comigo. Quero alguém que queira que eu testemunhe a sua vida. Não acho que isso seja pedir demais.

Só que o mundo está louco; as pessoas estão loucas. Os relacionamentos andam cada vez mais vazios e difíceis. O amor virou artigo de luxo, muito pior que tomates.

E por tudo isso eu chorei. Chorei para, quem saber, lavar a alma e acordar amanhã com um domingo melhor....

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Voltando, de novo...

Voltei, de novo. Já se acostumaram com meu sumiço temporário,né? E fico super feliz por ver que, cada vez eu volto, vocês voltam comigo.

Ontem vim aqui rapidinho para perguntar o que vocês acham de uma amizade colorida. Eu acho complicado pra caramba e estou cheeeeeeeia de dúvidas.

Quem vai me contar o que acha? Tem futuro promissor uma coisa "friends with benefits"? Como sair do território amizade colorida pra relacionamento?

Dicas, dicas, please....